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Sociopatas manipuladores emocionais: Cuidado! Eles estão entre nós

14.01.12

Tirado de aqui.

Cuidado com os sociopatas manipuladores emocionais! Eles podem estar mais perto do que você imagina. Podem ser seus melhores amigos, familiares ou ser até sua noiva! Eles se alimentam da atenção alheia e jogarão os jogos mais sujos para consegui-la. Farão você pensar que o mundo realmente gira em torno deles (inclusive  você), e farão você andar sobre a linha que eles traçarem. Caso em algum momento você resolva sair da linha, quer  dizer, caso lembre de que você ainda tem vida e vontade próprias, eles farão você acreditar que está errado, e que na  verdade você deve mais atenção a eles ainda. Mas na verdade eles são doentes!
Patologia (sim eles são doentes)
Segundo o DSM_IV (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), estes indivíduos sofrem de um Transtorno de personalidade,  se enquadrando no Cluster/Grupo B (transtornos dramáticos, imprevisíveis ou irregulares). Nas palavras da Wikipedia, pessoas deste grupo são descritas assim:

"Manipuladores, rebeldes, com tendência a quebrar regras e rotinas, irritantes, "maus", inconstantes, impulsivos, dramáticos, sedutores, imprevisíveis, egoístas e muito intolerante às decepções. Neste grupo, os sintomas inflexíveis dos distúrbios afetam muito mais as pessoas em sua volta, do que o próprio indivíduo."

Existem uma série de transtornos de personalidade em que se enquadram os indivíduos deste grupo.
Transtorno de personalidade limítrofe Um dos transtornos comuns de indivíduos deste grupo é o Transtorno de personalidade limítrofe ou borderline.
Este transtorno é caracterizado, entre outros, pela desregulação emocional: (fonte wikipedia)

"O indivíduo borderline é geralmente visto como "genioso", temperamental, "de lua" e pessoas que facilmente se embravecem. Caracteristicamente, têm dificuldades no controle das emoções e podem ter uma convivência em grupo particularmente complicada. Eles exigem toda a atenção do mundo para si e facilmente são tomados pelas emoções. Podem arranjar conflitos com namorados e familiares com grande demonstração de ciúmes, possessividade e medo de serem abandonados. E ainda com tanta exigência de atenção, armam confusão com notáveis explosões de raiva como agressividade, ironia, xingamentos e até demonstrações físicas de violência. Por isso, podem viver a criar casos com pessoas de sua intimidade.
Pessoas com esse distúrbio, de maneira geral, são superficialmente adoráveis e simpáticos. Porém, com pessoas de sua grande intimidade (ex.: familiares) eles são vistos como irritantes, agressivos, mal-humorados, rebeldes. Tanto que o ambiente intrafamiliar é muitas vezes marcado por brigas e conflitos constantes.(...)
Ao longo de um dia, eles podem mudar de humor várias vezes. Podem ser tidos como aqueles que de manhã estão bem, à tarde de sentem-se raivosos, e à noite depressivos, por exemplo. Como se sentem irritadiços por motivos banais, podem tratar hora bem, hora mal aqueles que convivem com ele, sendo que os conviventes não conseguem entender exatamente o motivo que causou a mudança radical de humor e conduta do borderline. Portanto, medo, repulsa e raiva são emoções frequentes que borderlines produzem em pessoas de sua grande intimidade."

Eles se apresentam como as pessoas mais simpáticas do mundo. Você facilmente gosta deles. Você decide viver com eles pro resto da sua vida. Sorria! Você está sendo manipulado! E enganado! Eles são incapazes de estabelecer relações de afeto mais profundas devido ao sua instabilidade emocional. Eles não sabem se entregar. Não admitem estar vulneráveis pois não conseguem lidar com adversidades, bem como decepções. Eles vão culpar o mundo por seus problemas, vão sugar a sua atenção, e vão te manipular quando você não puder dar 101% dela a eles.
Outra característica clássica do borderline é a instabilidade: (fonte wikipedia)

"São pessoas muito instáveis em todos os aspectos de sua vida; seus relacionamentos íntimos são muito caóticos, com tendência a terminar abruptamente de forma explosiva, pois eles são marcados por períodos de grande idealização e grande desvalorização, esforços exagerados para evitar a perda, chantagens emocionais e possessividade. (...)
O paciente borderline apresenta em todos os aspectos de sua vida a "difusão de identidade" que pode ser descrita como a recusa em considerar outros tempos e outras diferentes situações, dando prioridade à situação presente e atitudes imediatas (importam-se mais com o agora). Seria como se tivessem uma "amnésia" das situações e atitudes anteriores. Assim, forma-se a instabilidade entre os extremos “bons e maus” (8 ou 80, branco ou preto, mas nunca o meio-termo). (...) Por exemplo, o borderline ao perceber que a pessoa amada está com ela, ele tende a classificá-la como "ótima", ideal e sente-se fortemente apaixonado e feliz. No entanto, se a outra pessoa anuncia que tem de ir embora, por exemplo, o paciente rapidamente passa da grande idealização ("ótima") para a grande desvalorização ("péssima"), desprezando a história em que passaram. Se o cuidador retorna, novamente a pessoa é passada do extremo "péssima" para "ótima". Isto evidencia a grande instabilidade entre os extremos cujos borderlines sofrem. (...) Exemplificando, de modo geral, a borderline é aquela jovem que valoriza demais o namorado. Contudo, por menor que seja a contrariedade, já acha que ele não presta mais. Também acontece quando a limítrofe liga para a amiga. Só porque esta não pôde atendê-la naquela hora, a borderline já acredita que não é amada e depois agride a amiga de não dar devida importância a ela."

Eaí? Se identificou com algum dos exemplos? É meu amigo, eles são exímios manipuladores emocionais. Experimente não atendê-los quando eles quiserem. Tá feito o estrago! Quando chegar em casa o bicho vai pegar! Ou em outra situação? Já falou que hoje precisava ficar em casa porque não estava se sentindo bem e, no outro dia, o borderline te chamou pra discutir a relação, dizendo que as coisas estavam mudando, que você não o amava mais?
Outra característica, Narcisismo e agressividade: (fonte Wikipedia)

"São indivíduos tão exigentes e imprevisíveis que assim tendem a afastar todos aqueles que o cercam. (...) são pessoas que não têm necessidade, eles têm urgência. Não sabem adiar e não aguentam esperar. (...) Eles irritam-se facilmente por coisas banais. Por isso, apesar do borderline conseguir demonstrar certa "normalidade" em várias situações triviais, eles exibem escandalosamente a incapacidade em controlar sua raiva (ex.: acessos de mau humor por ter que esperar a ser atendido no hospital. Ou tratar grosseiramente o médico). Em suma, eles reagem normalmente até o momento em que seu humor radicalmente muda. (...)
Eu os agrido, vocês me devem, vocês precisam fazer tudo por mim e eu nada por vocês" é frequentemente um lema em mente dos borderlines. Quase nunca eles se importam com as necessidades alheias, porque tendem a priorizar as suas. (...) exigem toda a atenção, paciência e carinho para si mesmos ("Você tem que me tratar sempre bem.") e pouco retribuem ("Eu te maltrato, mas você não pode me maltratar, apenas me dar carinho e apoio."). Isto evidencia um "quê" de egoísmo típico traço narcisista no paciente borderline, por isso tem dificuldade em perceber o lado do outro, ou de distinguir o rosto do outro, só conseguindo visualizar suas próprias necessidades. (...) Se, por acaso, suas necessidades são ignoradas, borderlines sentem-se profundamente irritados por não terem sido levados em conta. Segundo Kernberg, é a difusão de identidade responsável por tais percepções empobrecidas. Como o próprio borderline não tem uma identidade bem definida (se vangloriam em admitir ter várias condutas e experimentar tudo), obviamente, eles têm grande dificuldade em enxergar o outro, afinal, não consegue enxergar-se com precisão. Por causa dessa dificuldade em enxergar o outro, o borderline pode ser notavelmente difícil em ter amigos ou namorados, ou então, mantê-los. Ele se aborrece com facilidade com qualquer assunto que não lhe diga a respeito, necessitando sempre ser o centro de tudo. Como nem sempre isso ocorre, ele se irrita excessivamente podendo causar sérios prejuízos em tais relacionamentos.(...) Quando o borderline crê ter sido tratado de maneira injusta (que seja real ou não), ele reage agressivamente e impulsivamente. Às vezes, muitos gestos de outras pessoas são interpretados falsamente ou qualificadas como hostis. Esses indivíduos têm dificuldade em interpretar justamente o comportamento de outros. Sua percepção sobre outros é muito instável e distorcida sempre para desconfianças. Acreditam que as outras pessoas não são nada confiáveis e são especialmente maldosas. Pelas outras pessoas, erroneamente o borderline é classificado como "mimado", rebelde, estressado, louco ou apenas o "seu modo de ser". Contudo, seu "modo de ser", na realidade, é um modo de ser doentio."

Para concluir este resumo, outro sintoma é a desconfiança: (fonte Wikipedia)

"Borderlines têm dificuldade em confiar nas pessoas. (...) Manipulam as pessoas através de chantagens emocionais pouco evidentes como brigas, discussões e conflitos que na verdade são a forma de que encontram para testarem as pessoas das quais necessitam. (...) Eles vivem a testar o amor e afeição das outras pessoas, pois muitas vezes não conseguem acreditar que as pessoas possam amá-los de verdade. (...) Facilmente interpretam as ações de outras pessoas erroneamente como hostis, ameaçadoras, irritantes ou zombadoras, o que causa um gatilho para explosões de irritabilidade e brigas constantes, porque tendem a reagir da mesma forma pela qual acreditaram ter sido tratados."

Transtorno de personalidade histirônica Outro transtorno comum é o Transtorno de personalidade histirônica, onde existe a necessidade de chamar atenção para si prórpios a qualquer custo, geralmente a base de chantagem emocional. Pessoas que sofrem deste transtorno são geralmente descritas como (fonte Wikipedia):

"Muito emotivas, hipersensíveis, exageradas, superficiais, emocionalmente instáveis, dramáticas, infantis, muito preocupadas com a aparência física (vaidosos) e com notável tendência a exigir excessiva atenção para si a todo momento. Caso contrário, sentem-se profundamente magoados, podendo expressar suas emoções de forma exagerada, como rompantes de choro ou raiva por coisa mínima. Geralmente vestem-se de maneira chamativa, sobretudo sexualmente provocante e costumam estar sempre à caça de elogios a respeito de sua aparência física. São muito manipuladores, controlando pessoas e circunstâncias para conseguir atenção. Fazem uso da manipulação emocional e sedutora, frequentemente vestindo-se de maneira chamativa, encantando e seduzindo outras pessoas."

Esta é uma das armas mais perigosas. É como eles se revestem para atrair suas vítimas. É a embalagem mais colorida e chamativa da prateleira. Você adora eles porque são vistosos, adoráveis, belos. Sabem aproveitar a vida; amam a vida. Você PRECISA de alguém assim do seu lado.  Ele está usando você.
Transtorno de personalidade antissocial Pessoas deste grupo ainda podem possuir traços também do Transtorno de personalidade antissocial, marcada pela conduta fria e impossibilidade de amar. É a mesma raiz da psicopatia, porém no caso do manipulador não está presente a conduta criminosa, mas que podem causar danos a outras pessoas, mesmo que inconscientemente.
Convivência com um manipulador emocional
Uma vez que você se envolver com mu manipulador emocional, você estará preso numa teia de aranha. Você nunca sabe o que esperar deles. Se pela manhã eles disserem que te amam, de noite é bem possível que te odeiem sem motivo algum. Pelo menos sem nenhum motivo razoável, porque obviamente eles tentarão justificar suas atitudes culpando alguém (provavelmente você). E se você tentar se afastar, e eles ainda não estiverem satisfeitos com tudo o que já sugaram de você, eles vão apelar para a  técnica mais suja de todas: o falso afeto. Falso porque é comprovado que os ego manipuladores são tão centrados em volta de si mesmos que são incapazes de sentir carinho e amor de verdade por outrem. Eles são tão infelizes que nunca se permitem amar. Mas você vai se vender por um pouco de carinho, mesmo que falso, pois é tudo o que você mais espera  depois de tudo que você já se submeteu para mantê-los satisfeitos. E da próxima vez você vai tentar satisfazê-lo ainda mais, em prol de manter o carinho que é mendigado a você, mesmo que para isso você tenha que passar por cima de suas vontades e convicções. Mas o que você não sabe é que aquele sentimento que  você tem às vezes,  e que fica cada dia mais evidente é a mais pura e lógica verdade: por mais que você se submeta a loucuras para satisfazê-los, você NUNCA será suficiente. Sabe porque? Porque esse é o maior medo do sociopata  manipulador. Se você se sentir suficiente na relação doentia que ele constrói, você não estará mais suscetível as  suas chantagens e manipulações emocionais. Você vai começar a enxergá-lo como o que ele realmente é: um DOENTE. E é neste momento que você chega ao princípio do fim.
O mais triste é que as relações "pseudo-amorosas" com um manipulador estão fadadas ao fracasso desde o princípio.  Quanto mais você tiver consciência das atitudes manipuladoras e seus efeitos devastadores na relação, mais perto do fim  você vai estar. Quando ele se der conta que não poderá mais manipulá-lo é quando ele vai tentar se afastar de você.  E isso obviamente não será feito às claras. Ele vai fazer você se sentir culpado pelo relacionamento estar acabando. Mas na verdade, é que ele percebeu que você não será de nenhuma utilidade para ele, e logo tratará de se livrar de você  para iniciar um novo ciclo com outra pessoa.
Reflita sobre os que estão a sua volta. Trate de conhecer muito bem uma pessoa antes de se envolver profundamente. Avalie a relação que essa pessoa mantém com familiares e amigos. Queira saber sobre relacionamentos anteriores sim (em momentos oportunos). Detalhes sobre seu comportamento podem ser obtidos desta forma. Veja se ela teve relacionamentos saudáveis ou baseados em culpa e chantagens. Queira saber o que lhe dá prazer. Desconfie se a resposta for "adoro ser o centro das atenções",  "quero ser uma princesa",   ou "quando entro no cinema imagino que todos estão me aplaudindo". Pergunte sobre como era sua relação com os pais, e se ouvir coisas do tipo "meu pai fazia tudo o que eu pedia" ou  "eu obrigava meus pais constantemente a dizer que gostavam mais de mim do que do meu irmão" corra o mais rápido que puder.
Muitos relacionamentos são doentes por causa deste comportamento. E mesmo que tenha tudo para dar certo, mesmo que vocês tenham gostos parecidos, tenham um tesão incontrolável um pelo outro, adorem ficar junto o tempo todo, adorem ficar grudados nas baladas, sonhem em casar e ter filhos, esse comportamento doentio pode levar tudo a ruína, inclusive a sua saúde mental. Quando você perceber, já largou tudo o que gosta, já parou de render no trabalho e não terá mais vida própria em nome de satisfazer a demanda doentia destes sociopatas. Manipuladores são parasitas e devem ser tratados como tal. Aprenda a defender-se antes que você perca mais tempo de sua vida esperando o dia que eles mudem.
E por fim, caso você tenha lido o que foi dito aqui e tenha se identificado como um deles, procure ajuda de profissionais imeditamente. Eles poderão te ajudar, mas para isso você terá que assumir sua conduta doentia. No caso de você já estar sob acompanhamento psicológico ou psiquiátrico (o que é bem provável, pois você é doente), a fim de buscar saber porquê não consegue estabelecer relações sociais, mas ainda não teve sucesso, reflita se está falando a verdade para ele. Você pode estar manipulando seu terapeuta também! Assuma seus erros! Assuma sua vida! Páre de manipular e afastar as pessoas, no fim você estará sempre sozinho. Olhe a sua volta, dê valor as pessoas que te querem bem. Dê a chance para as pessoas te ajudarem. Você pode ter causado e ainda estar causando danos irreparáveis na vida dos que te cercam, e o que é pior, na vida dos que te amam de verdade. Pois acredite, apesar de você ser incapaz de amar, muitos amam profundamente.

"Love comes when manipulation stops; when you think more about the other person than about his or her reactions to you.  When you dare to reveal yourself fully. When you dare to be vulnerable.”, Dr. Joyce Brothers

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31 comentários

De Michele a 10.12.2013 às 09:22

Puta merda....o q q fizeram na vida da pessoa q escreveu isso??? Oo Destruiram tdo...qto ódio,kkkkk

De Fabiano a 08.02.2014 às 13:39

Eu fui vítima do meu próprio irmão. Sociopata, manipulador, inescrupuloso e sem nenhum remorso. Um golpista habilidoso, que quase me levou à falência total. Leia bastante e atentamente sobre o assunto (SOCIOPATA/PSICOPATA), que representam de 3 a 5% da população mundial. Ele pode estar dormindo ao seu lado!

De Tainá a 20.08.2014 às 05:47

Esse texto é extremamente ofensivo e calunioso. Sou border e não me vejo em muitas das coisas que foram escritas. E meus familiares concordam comigo. Nós temos uma doença, não somos pessoas más.

De Anónimo a 01.12.2014 às 16:24

O motivo de vc achar isso é pq, acredito eu, existem graus dos transtornos de personalidade

De Paulo Cesar a 06.08.2015 às 20:06

O texto é coeso e coerente, instrutivo e educativo. Visa ajudar as pessoas. Não se sinta ofendido. Para o border, que não tem "pele emocional" é como se fosse o equivalente psicológico a uma queimadura de terceiro grau. Dói mesmo.

De sergio a 05.09.2015 às 16:37

Infelizmente as borderlines irão taxar o texto como preconceituoso, mas ouso dizer que se a borderline que postou aqui que o texto é preconceituoso e que ela é border e ela assim como os familiares não a enxergam desta maneira...então querida você definitivamente não é border! Teu diagnóstico deve ter sido fechado erroneamente e cuidado se não instalaram um psicotrópico na tua vida de maneira equivocada. Concordo com o Marcelo em número, gênero e grau. Ainda estou me sentindo destruído ao tentar mais uma vez me desvincilhar de uma pessoa linda, desejada, inteligente...mas que já veio pra cima de mim, me deixou marcas pelo corpo a ponto de eu perguntar para os familiares da mesma se ela um dia não levou umas porradas de outro homem. Porque já me relacionei com várias mulheres e até com a mãe da minha filha já teve episódios de que eu pensei que perderia a cabeça e a agrediria e não rolou o barraco ficou no verbal e nos separamos. Já a border em curto espaço de tempo fui ao inferno bem rapidinho. É muito complicado de desapegar...Tento alimentar a minha mente a todo instante, por intermédio do que as pessoas que infelizmente cruzaram o caminho de um ou uma border e a imensa e esmagadora maioria diz que e reafirmam que eles não AMAM ninguém e NUNCA irão mudar. Se a grosso modo as estatísticas apontam para um abrandamento da sintomatologia por volta dos 35/50 anos, já imaginou? O(a) nosso(a) querida border chegará no momento mais tranquilo da vida dela, sem estudar, sem estabilidade financeira, sem um emprego fixo e o seu companheiro que como eu insistiu em não correr dela totalmente destruído isto se sobreviver. Parabéns Marcelo o teu papo foi reto. Tainá reavalie o seu diagnóstico, fique bem!

De marcelo a 06.09.2014 às 22:48

Tainá..a realidade é esta, me relacionei dois anos com uma borderline, e são assim mesmo, saí destruído do relacioanamento..tudo oque foi escrito é a mais pura verdade

De sergio a 05.09.2015 às 16:29

Infelizmente as borderlines irão taxar o texto como preconceituoso, mas ouso dizer que se a borderline que postou aqui que o texto é preconceituoso e que ela é border e ela assim como os familiares não a enxergam desta maneira...então querida você definitivamente não é border! Teu diagnóstico deve ter sido fechado erroneamente e cuidado se não instalaram um psicotrópico na tua vida de maneira equivocada. Concordo com o Marcelo em número, gênero e grau. Ainda estou me sentindo destruído ao tentar mais uma vez me desvincilhar de uma pessoa linda, desejada, inteligente...mas que já veio pra cima de mim, me deixou marcas pelo corpo a ponto de eu perguntar para os familiares da mesma se ela um dia não levou umas porradas de outro homem. Porque já me relacionei com várias mulheres e até com a mãe da minha filha já teve episódios de que eu pensei que perderia a cabeça e a agrediria e não rolou o barraco ficou no verbal e nos separamos. Já a border em curto espaço de tempo fui ao inferno bem rapidinho. É muito complicado de desapegar...Tento alimentar a minha mente a todo instante, por intermédio do que as pessoas que infelizmente cruzaram o caminho de um ou uma border e a imensa e esmagadora maioria diz que e reafirmam que eles não AMAM ninguém e NUNCA irão mudar. Se a grosso modo as estatísticas apontam para um abrandamento da sintomatologia por volta dos 35/50 anos, já imaginou? O(a) nosso(a) querida border chegará no momento mais tranquilo da vida dela, sem estudar, sem estabilidade financeira, sem um emprego fixo e o seu companheiro que como eu insistiu em não correr dela totalmente destruído isto se sobreviver. Parabéns Marcelo o teu papo foi reto.

De Anónimo a 27.11.2014 às 20:20

Olá,

Sofro na escola com uma pessoa assim que manipula a sala toda; como eu não curto os chiliques dele, ele tenta fazer uma imagem negativa minha para todo mundo. Não aguento mais, vive me provocando. Como eu devo reagir na sala para que ele pare de me encher o saco?

De ***** Fulana***** a 12.01.2015 às 18:33

Eu sou assim. Descobri a pouco tempo que sou sociopata pelas pesquisas na internet. Já estou no nivel da psicopatia e queria poder amar, responder com sinceridade o que fazem por mim e não mais manipular ninguém ( minha mae, meus irmãos e amigos) que são poucos. Realmente sou assim e estou tentando não colocar a culpa em ninguém. Sinto ( internamente) uma alegria ao lembrar de algumas características mas não queria pq ai não sei como adquirir sentimentos verdadeiros. Alem de ser muito instável e impulsiva Fasso mal mas nao consigo mudar. E nem quero achar graça disso. Preciso de ajuda

De Paulo a 27.03.2015 às 11:19

Venho contar um pouco da minha história. Sou border diagnosticado recentemente, após anos de consultas psiquiátricas e psicoterapias. Na verdade meu psiquiatra não falou que tenho o transtorno, pois não queria me rotular, evitando maiores problemas nas minhas terapias, porém as palavras dele concluíram meu diagnóstico após mais de 10 anos de investigação e tratamento.
Sou um border, pessoa com transtorno de personalidade limítrofe/borderline, e eu me sinto horrível, de verdade. Tanto que não estou usando nem meu primeiro nome verdadeiro. O texto descreve os borders como monstros. Sinto-me ofendido, pois confesso que faço coisas absurdas, manipulo, altero humor, brigo, sou apático, mas sei quando ser simpático e empático, mas, bem como o texto falou, também não consigo confiar em ninguém, não consigo entender o próximo, não sei julgar (apesar de ser um ótimo observador), fico triste e alegre por qualquer porcaria, eu nunca me sinto amado e querido, vivo com medo e ansiedade. A manipulação é meu mecanismo automático. Não me vanglorio por isso, pois perco amizades e relacionamentos, as pessoas me amam, mas depois me odeiam. Vivo numa guerra com os outros e com meu próprio eu. É muito sofrimento ser um border, não sou um monstro. Eu odeio ter esses traços, mas estou cuidando disso, faço terapia há anos, ajustando medicamentos para ansiedade, depressão e antipsicóticos. Tenho conseguido progresso com meu novo psicoterapeuta, pois sei que é possível modelar a personalidade, mas a passos curtos. É muito difícil, eu percebo todos os meus problemas e minha falta de habilidade em conviver com os outros e isso me faz sofrer. Sim, sou doente, mas não sou "doentio", numa conotação totalmente negativa. Eu não escolhi ser assim, mas estou me tratando para melhorar.
Meu relacionamento familiar é quase nulo. Meus amigos tendem a se afastar. Meus relacionamentos amorosos são desastrosos, pois me encaixo em praticamente todas as características do transtorno. Porém, não estou contente com isso, muito pelo contrário. Meu atual relacionamento amoroso está sendo um aprendizado para mim, uma vez que tenho que me enfrentar todos os dias.
Não sei quanto aos outros borders, mas ser border para mim é muito ruim. Sou privado de muitos sentimentos da vida. As vezes me sinto privado da própria vida. Eu queria um remédio que me curasse de tudo isso.

De Bad ****** a 27.07.2015 às 01:58

Olá, tenho 18 anos e me encaixo em todos os "sintomas" que leio em artigos e livros, e não me sinto triste em ser assim, eu amooo ser assim, faço anos de terapia e nunca me mostrei de vdd pra algum terapeuta. Não tenho medo do incerto, amo desafios, e manipulo constantemente as pessoas, tenho relações desastrosas com meus pais, e meus relacionamentos amorosos não duraram mais que 1 ano, e meus trabalhos também não. Sempre tenho a tendencia de agir por impulso, e sim quando as pessoas não me satisfazem me desfaço delas como se fossem nada, foi assim com meu ex namorado. E muitos amigos, sem sentir sequer traço de culpa ou remorso, mas enfim amo ser assim, as pessoas me amam, me querem por perto, sem nem saberem o por que, e consigo tudo o que eu quero, dificilmente recebo um não de alguém, eu lhes dou um não, e sinceramente amo isso :3 :)

De sergio a 05.09.2015 às 16:36

Parabéns mesmo Paulo você é uma rara exceção!!! Tanto do ponto de vista estatístico, afinal 75% dos borders são mulheres e você admitir e reconhecer o TPB é uma atitude de muita coragem e o que mais o torna uma pessoa em busca de ajuda é justamente se tratar há uma década. Queria muito que a minha ex-companheira tivesse seguido o teu exemplo.
Mas ela preferia se entupir de amitriptilina, sertralina e não queria ajuda psiquiátrica e tampouco terapia psicológica. Uma pena!
Mas fico feliz em saber que existem pessoas como você que estão tentando melhorar dia após dia. O ser humano por si só já é de uma complexidade ímpar, imagine então a vida do border. Eu falo como um ex CUIDADOR e sofro até hoje pela falta da mesma e pela sequela que ela me deixou, muito provavelmente alguns minutos depois de ela perceber que eu não aguentava mais a situação ela já deve ter acionado o satélite dela para entrar em órbita com outro(a) potencial cuidador(a). Abraços fique bem!

De Laura a 12.06.2015 às 05:11

"São incapazes de sentir carinho e amor de verdade por outrem" por favor, caro amigo, se informe. Pegar trechos da wikipedia?! Sério?! A coisa do border é exatamente que ele NÃO é um sociopata. Está no limite, como diz o próprio nome do transtorno, mas não é. São difíceis, às vezes impossíveis de convivência, mas continuam pessoas. Que pensam, que sentem. Nem tudo é o que tá em um site de pesquisa assim, amigo. Fiquei particularmente enojada com cada palavra escrita. Normalmente, os borders são extremamente inteligentes e têm consciencia do jeito que são. Acredite, não gostam. Ninguém gosta de viver uma vida de fracassos sociais, de instabilidade, de angústia em não saber quem realmente é. Mas, como foi dito, é uma doença. Somente eles terem consciência não basta. Por isso existem os tratamentos, que hoje em dia se mostram bem eficazes. Ninguém deixa de ser border, mas aprende a controlar seus impulsos, a enxergar um contexto maior além de si mesmo. Estou enojada. Eu sou border. Vivo com isso desde sempre, é o que eu sou. Isso não significa que a minha família é a coisa mais importante sim e que apesar de meus inúmeros relacionamentos superficiais atrás de atenção, um dia, eu não tenha gostado de alguém. Não sou incapaz de sentir. Só temos dificuldades. Se informe antes de abrir a boca da próxima vez, e olha pra sua própria vida, que garanto, não é perfeita. Ninguém tem o direito de julgar ninguém, muito menos por uma doença. Por uma coisa que não escolhemos. Que somos forçados a viver. Todo dia é uma luta para suportar a si mesmo. Mas a gente luta. Repito: nojento!

De sergio a 05.09.2015 às 16:49

Perfeito Laura! Concordo contigo mas concordo DISCORDANDO, falo como uma pessoa que tentou infinitamente viver ao lado de uma border e dia após dia sucumbir as suas atrocidades e mostrar para ela que a amava com todas as minhas forças. Mas infelizmente me exauri, e a cada vai e volta tentava convencê-la de procurar o Amborder da UNIFESP, indicava algum terapeuta especializado nesse transtorno e ela sempre "escapava". E eu só posso te dizer que sai bem machucado e o pior a mesma rivalizava com a minha filha que é uma criança de 9 anos. Parecia que ela falava de uma pessoa adulta, chegando até a me dizer para eu me preparar que a minha filha seria igual ou pior do que ela! De todas as suas relações a única que ela assumia amar incondicionalmente era uma irmã por parte de mãe que hoje tem 11 anos, a menininha é um doce. Mas hoje percebo que não era AMOR e sim uma proteção, uma prevenção. Na verdade ela queria proteger a irmã para que a irmã não passasse por tudo que ela passou. Coisas do tipo: abuso, descaso, intolerâncias e etc...ao longo da infância dela. Enfim te peço desculpas por discordar e boa sorte no seu tratamento.
A minha ex-namorada não quis ser ajudada e como uma outra garota aqui de 18 anos postou, ela deveria gostar de ser assim.
Ah! Lembro-me de uma fala da minha ex ao se reaproximar, ela me disse que eu era um cara especial, porque além de ficar com ela quase 2 anos...eu "sabia" o que ela tinha.

De ANDRE DIEGO GIMENES DOS SANTOS a 10.05.2016 às 18:18

Boa tarde.
Tenho 31 anos.
Sempre morei sozinho, mas casei, meu relacionamento não deu certo, acabei voltando a morar com a minha mãe depois de anos.
Mas quando criança, escutava as historias dela, sobre como foi injustiçada, como todos a odeiam e deixam de lado.
E realmente ela nunca teve ninguém próximo, sim ela tinha, mas por um tempo curto. Os namoros, as amizades, e nos desabafos dela, ela sempre foi "roubada", "lesada" , "passada para trás"... a ultima a se afastar foi minha irmã, que não quer nem ter contato, e eu assim como no texto acima, comecei a cair na real.
Mas talvez por acabar ficando com dó ou sentimento de culpa, me sinto nessa situação sufocado, ela sempre me faz me sentir culpado, por mais que eu faça não e o suficiente, e ela me culpa por qualquer coisa, e não estou dizendo, grandes perdas, estou dizendo sobra qualquer coisa, um copo que ela esbarrar e quebrar, ela vai me culpar pq provavelmente segundo ela, eu deveria ter guardado o copo (exemplo), ela sempre usa frases: "Voce esta cada vez pior, voce não me ajuda em nada, pra que eu preciso de voce? "
Coisas que realmente acabam te manipulando, e voce tenta fazer melhor, mas como diz o texto, voce nunca vence a demanda, é pouco, eu não tenho mais saude mental, estou perdendo o controle, faço de tudo para não voltar pra casa, quando estou com outras pessoas me sinto "eu" simplesmente o Andre , mas quando fico com ela, minha potencia abaixa, me sinto coagido, acuado, reprimido.
E tem mais, qualquer mulher que eu apresentava para ela (coisa que não faço mais, evito dizer que tenho um relacionamento) não presta, não serve, ela esta sempre só.
E eu estou perdendo minha identidade, fomos em alguns psicólogos, fizemos uma sessão de terapia familiar, descobri que enquanto eu falava da minha vida como um todo, das minhas frustrações, nas minhas consultas pessoais, nas consultas pessoais dela, ela me colocava como a razão de toda a frustração dela, esquecendo da infância triste que ela teve e tudo mais.
Só existe eu próximo a ela.
Porem não tenho como sair, nao nesse momento por uma questão financeira.
Isso aqui não é uma pergunta, é um desabafo.
Pois sei exatamento o que fazer (apesar de não conseguir)
Estou cada vez mais desanimado...
E meus relacionamentos, afetivos estão cada vez piores, pq eu percebi, que ou eu acabo tratando as mulheres muito bem...ou trato muito mal, não tenho equilibrio.
Não vivo em paz.

De Não Fornecido a 14.08.2015 às 21:57

INFELIZMENTE MEU PAI É ASSIM, UM MONSTRO E MANIPULADOR, SÓ ACORDEI AGORA COM 30 ANOS, ele literalmente destruiu minha vida, sangue frio ....

Toda minha falia é suja infelizmente tento sobreviver no meio desses loucos de A à Z.

De Alv Gonçalves a 10.09.2015 às 23:51

Sou borderline, não manipulo as pessoas pq quero (as vezes sim), é uma arma maravilhosa, principalmente se você for astuta como eu, você pode ter tudo o que quiser, mas atualmente estou com o tratamento correto e está sendo muito bom pois antigamente eu estava magoando todos ao meu redor (eu tinha depressão como comorbidade, TAG e TOC) e não sabia a razão, então aquilo me machucava muito, então eu cheguei ao ato de desespero de tentar tirar a minha própria vida, mas bom, não é impossível conviver comigo, eu amo minha família do fundo do meu coração e eles me amam (eu acho né), perdi muitas pessoas e ganhei outras maravilhosas no lugar, embora eu ainda sinta saudades e o passado venha me dar uns tapas na cara de vez em quando, eu não fiquei irritada com o texto nem me senti ofendida, achei que quem escreveu isso ai é meio digno de pena. Tentando nos colocar no mesmo patamar que os antissociais hein espertinho, essa foi boa. Admito.

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