Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


Email

Blog por mail

Sociopatas, psicopatas, personalidades anti-sociais, personalidades dissociais, personalidades amorais, don juan, donjuanismo, transtorno de personalidade anti-social, Transtorno de personalidade narcisista, predadores sociais, parceiro manipulador, aprov

16.02.12

Sociopatas, psicopatas, personalidades anti-sociais, personalidades dissociais, personalidades amorais, don juan, donjuanismo, transtorno de personalidade anti-social, Transtorno de personalidade narcisista, predadores sociais, parceiro manipulador, aproveitador de mulheres, homens que não sabem amar, psicopata do amor, sedutores compulsivos, sindrome de calimero, canalhas, cafajestes, manipulador emocional, Vampiros emocionais, vampiros anti-sociais …

 

Características: pessoas frias, insensíveis, manipuladoras, perversas, transgressoras de regras sociais, impiedosas, imorais, sem consciência e desprovidas de sentimento de compaixão, isentos de sentimentos, culpa ou remorso, raciocínio frio e calculista combinado com uma total incapacidade de tratar as outras pessoas como seres humanos pensantes e com sentimentos. São indivíduos frios, calculistas, inescrupulosos, dissimulados, mentirosos, sedutores e que visam apenas o próprio benefício. Eles são incapazes de estabelecer vínculos afetivos ou de se colocar no lugar do outro. São desprovidos de culpa ou remorso e, muitas vezes, revelam-se agressivos e violentos. Personalidade fria e insensível para com os sentimentos alheios, cujo próprio interesse momentâneo é o objetivo maior. Embotamento afetivo. Fanfarronice e charme superficial; Falta de empatia; Decisões tomadas sempre em interesse próprio, mesmo quando isso é eticamente questionável; Mentiras crônicas; Falta de remorso; Falta de responsabilidade pelas próprias ações, sempre culpando outrem; Emoções de pouca profundidade; Foco na auto gratificação às expensas dos outros; Comportamento do tipo levar vantagem em tudo; Manipulação.

Elas apresentam traços de egoísmo, buscam qualquer meio e forma para conquistarem, mas parecem não levar em conta os sentimentos da outra pessoa, insensibilidade e menosprezo ao sentimento do outro. Pessoas frequentemente egoístas e com uma grande sensibilidade à monotonia: são intolerantes ao tédio, o que os faz comummente buscarem estímulos e novidades, caracterizando uma inconstância nos relacionamentos que se tornam enjoativos facilmente. Eles parecem se entediar ou enjoar quando ficam com uma mesma pessoa e, principalmente, quando a mesma se apaixona. Para aquele que seduz, a concretização da conquista traz a monotonia que, para eles, é detestável, as relações são rápidas e sem nenhum vínculo afetivo. apresentam níveis de autocontrole extremamente reduzidos. São denominados "cabeça-quente" ou "pavio-curto" por sua tendência a responder às frustrações e às críticas com violência súbita, ameaças e desaforos. Eles facilmente se ofendem e se tornam violentos por trivialidades ou por motivos banais. Apesar de a explosão de agressividade e violência serem intensas, elas ocorrem em um curto espaço de tempo, após o qual voltam a se comportar como se nada tivesse ocorrido. Quando "perde o controle", sabe exatamente até onde ele quer ir, no sentido de magoar, amedrontar ou machucar uma pessoa. Apesar de tudo isso, eles se recusam a admitir que tenham problemas em controlar seu temperamento. Eles descrevem seus episódios agressivos como uma resposta natural à provocação a que foi submetido (vítima de toda a situação).

Necessidade compulsiva por sedução, necessidade intensa de seduzir o tempo todo, envolvimento sexual fácil mas fracasso no envolvimento emocional, determinada por relacionamentos íntimos pouco duradouros ou até mesmo inexistentes, superficiais e inconstantes, não se apegam aos seus parceiros, apenas uma atração fugaz. Apesar dessa compulsão à sedução, isso não significa que a pessoa seja, obrigatoriamente, mais viril ou mais ativo sexualmente, nem sempre se dá às custas de um desempenho sexual excecional mas sim, devido à habilidade em oferecer às pessoas a serem seduzidas, tudo aquilo que elas mais estão querendo.

Parece ter preferência por perigo, intolerante à rotina, monotonia e tédio, viciados na adrenalina do perigo e por isso são movidos pela alta inclinação a relacionamentos proibidos ou que ofereçam um certo grau de desafio, contínuos comportamentos anti-sociais que agridem o direito dos que com ele convivem. É um eterno inconveniente, no dizer comum. Isto tem como causa básica a incapacidade em controlar seus impulsos. Há nele uma incômoda impaciência e urgência em ser satisfeito no que quer. A impulsividade apresentada visa sempre alcançar prazer, satisfação ou alívio imediato em determinada situação, sem qualquer vestígio de culpa ou arrependimento. Transformam as qualidades da mulher em defeitos de um dia para o outro e os que traem compulsivamente.

O narcisismo: a ponto delas amarem muito mais a si mesmas que a qualquer outra pessoa. Só tem uma única intenção, o de manipular tudo a sua volta para seu melhor proveito e para, adivinhem, a satisfação do seu EGO. Acentuada imaturidade afetiva: sempre muito inconstantes, e exclusivamente dirigidos à satisfação de suas conquistas. O aspeto volúvel e responsável pela constante troca de relacionamento pode ser indício dessa imaturidade afetiva e indica, sobretudo, uma completa carência de responsabilidade ou medo de assumir os compromissos normais das pessoas maduras. Eterno imaturo, infantil.

Normalmente essas pessoas ignoram a decência e a virtude moral. São intolerantes à constância, estão sempre mudando e não estabelecem nenhum vínculo afetivo com facilidade, ou caso estabeleçam, são excessivamente superficiais e breves; o que não os causam nenhum tipo de remorso ou culpa. Tendem a ser sexualmente promíscuos, abandonando amantes e família regularmente na busca de nova conquista. Portadores de grande insensibilidade moral, faltando-lhes totalmente juízo e consciência morais, bem como noção de ética, não tem freios eficientes à sua impulsividade. Muitas vezes apresentam comportamentos exibicionistas, usando nudez em público ou junto das suas conquistas.

Ele mente olhando nos olhos e com atitude completamente neutra e relaxada, sabe que está mentindo, não se importa, não tem vergonha ou arrependimento, nem sequer sente desprazer quando mente. Diz o que convém e o que se espera para aquela circunstância. Ele pode mentir com a palavra ou com o corpo, quando simula e teatraliza situações vantajosas para ele, podendo fazer-se arrependido, ofendido, magoado. Quer ser admirado, quer ser o mais rico, mais bonito, melhor vestido. Assim, ele tenta adaptar a realidade à sua imaginação, à sua personagem do momento, de acordo com a circunstância e com sua personalidade é narcisística. Esse indivíduo pode converter-se no personagem que sua imaginação cria como adequada para atuar no meio com sucesso, propondo a todos a sensação de que estão, de fato, em frente a um personagem verdadeiro. Alguns "mais experientes" são tão especialmente hábeis em mentir que se utilizam de pequenas verdades para ganharem credibilidade em seus discursos. A coisa funciona mais ou menos assim: eles admitem alguns deslizes que cometeram de fato, apenas para que as pessoas "de bem" se confundam e pensem da seguinte maneira: "Sejamos razoáveis, se fulano' está admitindo seus erros, e bem provável que ele esteja falando a verdade sobre as demais histórias." Por serem profundamente inseguras, essas pessoas tendem a construir sua autoestima em cima de um personagem seguro, bem-resolvido, sociável. Incapacidade de amar, insensibilidade e frieza. São seres humanos desprovidos  de sentimentos que não possuem capacidade emocional para gostarem verdadeiramente de ninguém. Incapacidade em estabelecer relações que não sejam exploradoras, não existe capacidade de identificar valores morais, não existe capacidade de compromisso com os outros e não há sentimentos de culpa.

 

Atuação: Imagine uma pessoa normal, dobre o nível de energia, triplique o amor pela agitação e, em seguida, desligue os circuitos da preocupação. Todo mundo já se sentiu assim uma ou duas vezes na vida. Lembra-se daquele baile de formatura, quando você estava deslumbrante e o ar fazia cócegas com aquele perfume dos cravos e a cerveja contrabandeada? E se todos os dias fossem repletos desses tipos de possibilidades? E se não houvesse uma vozinha dentro da sua cabeça para estragar a alegria ao lembrar as coisas terríveis que poderiam acontecer se você exagerasse? Comparado a uma vida repleta de bailes de. formatura, fica difícil empolgar-se com seu emprego. Eles gostam de ter gente por perto e adoram as festas devido a todas as oportunidades que surgem. Onde quer que haja divertimento haverá anti- sociais. São quatro etapas no processo de caça. Na primeira, ele estuda a vítima, conhece seus gostos, suas fraquezas. Ele em geral procura quem esteja fragilizado, porque é mais fácil de ser dominado. Uma viúva recente, uma mulher que tenha saído de um relacionamento difícil, que tenha perdido um ente querido, alguém que consiga manipular. Depois de estudar a vítima ele começa a fase de absorção, na qual já sabe o que a vítima quer e faz de tudo para satisfazê-la, ganhando, assim sua confiança e seu amor. É aqui também que começa o controle excessivo sobre ela, afastando-a dos amigos, do trabalho ou de qualquer que seja que possa afastá-la dele e fazê-la desconfiar de suas intenções. O próximo passo é a exploração, em que o psicopata suga toda energia psiquica e física de sua presa. Ele reestrutura a vida da parceira de acordo com seus interesses. É nessa etapa que a mulher mais sofre, segundo Ana Beatriz, porque começa a perceber que ele não era bem quem  parecia ser, mas ainda não sabe que está dormindo com o inimigo.  Acha que ele está infeliz e começa a fazer de tudo para agradá-lo com medo de perder aquele homem que tanto a ama. A última fase é chamada de revelação e horror quando o cara mostra quem realmente é. Em geral ocorre porque o psicopata já esgotou suas possibilidades naquela relação e encontrou outra vítima, ou então ja tem um domínio tão grande sobre a mulher que sabe que mesmo mostrando sua crueldade não irá perdê-la. Mas você vai se vender por um pouco de carinho, mesmo que falso, pois é tudo o que você mais espera  depois de tudo que você já se submeteu para mantê-los satisfeitos. E da próxima vez você vai tentar satisfazê-lo ainda mais, em prol de manter o carinho que é mendigado a você, mesmo que para isso você tenha que passar por cima de suas vontades e convicções. Mas o que você não sabe é que aquele sentimento que  você tem às vezes,  e que fica cada dia mais evidente é a mais pura e lógica verdade: por mais que você se submeta a  loucuras para satisfazê-los, você NUNCA será suficiente. Sabe porque? Porque esse é o maior medo do sociopata  manipulador. Se você se sentir suficiente na relação doentia que ele constrói, você não estará mais suscetível as suas chantagens e manipulações emocionais. Você vai começar a enxergá-lo como o que ele realmente é: um DOENTE. E mesmo que tenha tudo para dar certo, mesmo que vocês tenham gostos parecidos, tenham um tesão incontrolável um pelo outro, adorem ficar junto o tempo todo, adorem ficar grudados nas baladas, sonhem em casar e ter filhos, esse comportamento doentio pode levar tudo a ruína, inclusive a sua saúde mental. Quando você perceber, já largou tudo o que gosta, já parou de render no trabalho e não terá mais vida própria em nome de satisfazer a demanda doentia destes sociopatas. Manipuladores são parasitas e devem ser tratados como tal. Aprenda a defender-se antes que você perca mais tempo de sua vida esperando o dia que eles mudem.

“EU GOSTO DE QUEM VOCÊ É” –O psicopata mostra admiração pelo talento e pelos pontos fortes da vítima.

“EU SOU COMO VOCÊ” –O psicopata identifica características da personalidade da vítima e faz de conta que compartilha gostos e interesses.

“SEUS SEGREDOS ESTÃO SEGUROS COMIGO” –A vítima, achando que está diante de um amigo, abre o coração e conta medos e expectativas.

“SOU SEU AMANTE / AMIGO IDEAL” –Último estágio da manipulação. O psicopata cria um elo psicológico que promete uma relação duradoura. A vítima já está em suas mãos. 

Exímios em fazer uso de mentiras, de forma a livrarem-se de situações embaraçosas. Desempenham papéis sociais sempre teatrais. Muitas vezes, os psicopatas querem convencer as pessoas de que são capazes de vivenciar fortes emoções, porém eles sequer sabem diferenciar as nuances existentes entre elas. Confundem amor com pura excitação sexual, tristeza com frustração e raiva com irritabilidade. Para que a técnica funcione, há que ter em conta alguns pormenores. Primeiro que tudo, o mentiroso tem de encarnar uma personagem dócil, de modo a apelar para o sentimento. O passo seguinte é encontrar o interlocutor certo. Alguém que não esteja atento a pormenores e que se coloque “a jeito” para ser iludido. A estratégia é começar por seduzir, através de palavras bonitas e atos a condizer. São igualmente rápidos em atender as mais diversas expectativas. Não é preciso esforçar-se muito porque a duração é limitada, já que rapidamente estala o verniz e a verdade virá ao de cima. Apesar dessa conquista compulsiva servir-lhe para melhorar sua sensação de segurança e auto-estima, uma vez possuído o que desejava, já não o deseja mais. Em alguns casos começa a se desestimular com a conquista quando percebe que a pessoa conquistada já está apaixonada por ele. Pode até nem haver necessidade do ato sexual a partir do momento em que ele percebe que a pessoa aceita e deseja o sexo com ele. É o namorado que vai entrando de mansinho na vida da companheira, com um carinho, uma atenção e uma sexualidade totalmente cativantes, até que começam as investidas no cartão de crédito, os pedidos para emprestar o carro, objetos da casa podem misteriosamente sumir, papéis são falsificados, assinaturas forjadas, desfalques, fraudes escandalosas. Geralmente no início pagam ou dividem jantares, passando rapidamente a nunca pagarem nada com a maior normalidade. Mesmo que nunca pague a conta nos restaurantes, ele disfarça com tanto charme que a cara-metade nem se importa. Vive às custas do outro, mantém casos extraconjugais, só pensa na própria satisfação e impõe uma relação de posse. E, por mais que apronte, ele sempre transfere a sua culpa à vítima. Tem um histórico conturbado com mulheres, mas faz acreditar que com você será diferente. Ele deixa claro que determinadas áreas importantes da vida dele, como amigos, família ou trabalho, são "zonas proibidas" e exclui você de algumas ou da maioria delas;  Foge dos eventos que incluam sua família e amigos e evita passar muito tempo com essas pessoas. É como se tivesse certeza de que alguém alí sabe alguma coisa negativa sobre ele; Ele pode deixar pistas de que está interessado ou até mesmo saindo com outra mulher;  Se estiver saindo com outra mulher, mente garantindo que você é a pessoa mais importante da vida dele. Tente saber do passado dele: infidelidades, fraudes, problemas com agressões, álcool/drogas (que nunca admitirá), dividas, incapacidade de manter trabalho.

Cheio de palavras encantadoras, sorrisos envolventes e, sobretudo, uma “sinceridade” admirável. As aspas servem para alertar que, na verdade, essa pseudo-sinceridade também faz “parte de seu show”. Ele logo avisa: “não quero nada sério e não estou disposto a assumir uma relação”. E esta declaração parece-lhe autorizar a agir do modo como bem entender, independentemente de como o outro está se sentindo. Porque ao mesmo tempo em que ele diz que não quer nada com o outro, liga, aparece, mostra desejo, seu corpo demonstra prazer e vontade de continuar por perto. E assim ele vai degustando mais uma “caça” de modo cruel. A maneira mais fácil de confundir e enlouquecer uma pessoa é agindo de modo contraditório. E este é o script do ‘amante-psicopata’. Ele é absolutamente incoerente. Quer, mas não quer. Fica, mas não está. Beija, transa, é carinhoso e eloquente, mas à primeira cobrança, ele reforça: “nunca te prometi nada; sempre deixei claro que não estava disposto a te assumir”. E pronto! A repetição de sua promessa inicial, mesmo depois de tantas demonstrações e até declarações contrárias, basta para que ele se sinta isento da necessidade de qualquer consideração para com o outro.

Inicio: “tu és a melhor coisa que me aconteceu nos últimos tempos.” ou “somos iguais”.

Depois: “O problema não tem a ver contigo, mas sim comigo…eu é que não estou preparado para ter um relacionamento!” ou “desculpa, mas quero estar sozinho… preciso de pensar na minha vida!”… ou dão “um tempo” à relação, mantêm um contacto diário com a ex_pseudo_namorada, “preciso de estar sozinho… não estou bem… preciso de me encontrar “.

Desculpas esfarrapada, para viver no melhor dos dois mundos, deixando sempre algo em stand-by, não se vá um dia arrepender (modo de não fechar portas, querer deixar finais em aberto… típico de pessoas imaturas, que não sabem o que querem). Estrategista, ele tem o dom de montar todo um teatro a sua volta, ele faz uma força enorme para sustentar mentiras, faz jogo de intrigas, ele planta terreno. Ele dá o tiro, joga a culpa em quem está do lado e ainda por cima vai no enterro da vítima, isso quando não serve como testemunha do crime, é extremamente dissimulado.

 

Vitimas: mulheres com uma baixa auto-estima, carentes de afeto, ingênuas ou muito sugestionáveis e influenciáveis. As pessoas de bom coração (e dinheiro) são o seu alvo preferido. Uma mulher bonita, com dinheiro na bolsa, carência afetiva, por exemplo. O que os motiva é o prazer de sentirem que conseguem ludibriar e iludir as mais incautas. Raramente racionaliza se esse tipo de conduta causa prejuízos no campo sentimental e emocional das mulheres, sendo que alguns desses homens dizem francamente não se importar com isso. Não sente culpa ou remorso por tais comportamentos. Dá à conquista amorosa ares de desporto e competição, muitas vezes convidando amigos para apostas sobre sua competência em conquistar essa ou aquela mulher. Não é raros que esses conquistadores tragam listas e relações das mulheres conquistadas, tal como um troféu de caça. Sabem manipular direitinho a sua vítima que se vê enleada e confundida. Por consequência, a vítima fica como que intrigada quer descobrir o porquê daquelas atitudes não muito comuns, mas ele sabe também ser reticente e evasivo e não se deixa pegar. Há um prazer sádico em ver sua vítima sofrendo e se amargurando (atormentá-la sadicamente). Sufoca, esmaga e destrói. É o ás das críticas e, na intimidade ou em público, sabe desvalorizar sua mulher como ninguém. Ao oprimir o outro, ele se sente poderoso. Não raro, esse homem se acha a parte inferior do casal, seja porque seu trabalho é menos valorizado e ele ganha menos ou porque seu grau de instrução é menor do que o da parceira.

'O cafajeste conhece a técnica de sedução para conseguir que tanto a esposa quanto a amante, ou várias namoradas, acreditem que são 'o amor da vida dele'', afirma Mirian. Ainda que alguma delas note pistas de que ele não está sendo sincero, é quase certo que se apegue à ideia de que 'comigo, vai ser diferente, meu amor irá mudá-lo'. Um erro.

Muitas vezes, o lar doméstico desses indivíduos é marcado também pelas outras diversas característica psicopáticas, tais como egoísmo, mentiras, manipulação etc. Da mesma forma com as outras pessoas, eles não se importam com os sentimentos dos seus familiares, são frios e não sentem culpa por nada que fazem. São na realidade, indivíduos irritadiços, agressivos, impulsivos, sádicos, interesseiros, egoístas, frios e excessivamente manipuladores: enquanto maltratam as pessoas mais íntimas que se importam com ele, o indivíduo demonstra profundo ódio, rancor e indiferença aos mesmos; fora desse ambiente familiar conturbardo, se mostram totalmente o oposto: pessoas queridas, alegres e do bem.

Os laços sentimentais habituais entre familiares não existem. Essa impulsividade reflete também um baixo limiar de tolerância às frustrações, refletindo-se na desproporção entre os estímulos e as respostas, ou seja, respondendo de forma exagerada diante de estímulos mínimos e triviais. Inverte a culpa e o foco da questão quando alguém suspeita dele, tenta fazer cair em descrédito a pessoa que está prestes a desmascará-lo. Tenta inclusive convencer sua vítima de que ela precisa se tratar emocionalmente. Ele tenta fazer com que a própria pessoa acredite não ter uma linha de raciocínio coerente, tenta desmoralizar suas vitimas quando ele próprio não tem moral alguma. Ele sempre tem justificativas para as suas maldades, ou seja, sua vitima sempre é a causadora de tudo para ele. Eles podem arruinar empresas e famílias, provocar intrigas, destruir sonhos. Todo mundo a sua volta é “tosco”, “caipira”, “burro”. O parceiro manipulador, aos poucos, se coloca como líder do relacionamento, sufocando ao mesmo tempo em que se mostra cada vez menos amoroso, gentil e capaz de manter o respeito e o afeto que deram origem à relação. A pessoa manipuladora se fortalece, essencialmente, enfraquecendo o ego de suas vítimas, minar a auto-confiança da parceira e transformando-a em mera muleta, na qual se apoia para viver. Além de agressões verbais, críticas, atitudes de falsa surpresa diante de um erro, ele também faz tudo para afastar a parceira dos amigos e da família, de modo a criar um vazio em torno da outra ao enfraquecer a rede de amizades e afastá-la de amigos. não pede desculpas quando não cumpre o que diz ou falha nos compromissos feitos, usa a chantagem emocional para conseguir controlar os outros. Ou então faz com que as pessoas sintam-se diminuídas e acuadas, fragilizando-as. “Não se pode dizer que seu grupo de colegas seja muito brilhante.  “Pensava que você tivesse amigos melhores”. O jogo deles se baseia no poder e na autopromoção às custas dos outros, e eles são capazes de atropelar tudo e todos com total egocentrismo e indiferença. Todos lhe dizem que ele é um perigo? Podem ter razão… Como animais predadores, vampiros ou parasitas humanos, esses indivíduos sempre sugam suas presas até o limite improvável de uso e abuso. Possuem um extraordinário poder de nos importunar e de nos hipnotizar com o objetivo maquiavélico de anestesiar nosso poder de julgamento e nossa racionalidade. Com histórias imaginárias e falsas promessas nos fazem sucumbir ao seu jogo e, totalmente entregues à sorte, perdemos nossos bens materiais ou somos dominados mental e psicologicamente. Deixam os outros exaustos, adoecidos, com uma enorme dor de cabeça, a carteira vazia, o coração destroçado e, nos piores casos, vidas perdidas. As outras pessoas são meros objetos ou coisas, que devem ser usados sempre que necessários para a satisfação do seu bel-prazer. Os psicopatas zombam dos mais sensíveis e generosos. Para eles, essas pessoas não passam de uma gente fraca e vulnerável e, por isso mesmo, são seus alvos preferidos. Esquecem-se da carteira constantemente e não tem pruridos em pedir dinheiro que sabem nunca irão pagar. Prepare-se para ver sua conta no fundo do poço. Ele sempre vai convencê-lo de que pagará tudo, com juros, no fim do mês. Só não vai dizer de qual mês. O psicopata gosta de status, ele quer desfrutar do bom e do melhor, mas, muitas vezes, não quer bancar, dá até um jeitinho pra demonstrar que se sente mal por você pagar todas as contas.

São pessoas altamente sedutoras, com conversas divertidas e agradáveis, são hábeis em manipular, se mostram superiores em suas falas, porém qualquer sinal de perigo que possa estragar seus planos, disfarçam e com frieza mudam o curso da conversa ou da ação, para enganar e não deixar pistas. São verdadeiros camaleões no disfarce! Não admitem estar vulneráveis pois não conseguem lidar com adversidades, bem como deceções. Eles vão culpar o mundo por seus problemas, vão sugar a sua atenção, e vão te manipular quando você não puder dar 101% dela a eles. São pessoas que não têm necessidade, eles têm urgência. Não sabem adiar e não aguentam esperar. Quase nunca eles se importam com as necessidades alheias, porque tendem a priorizar as suas. (...) exigem toda a atenção, paciência e carinho para si mesmos ("Você tem que me tratar sempre bem.") e pouco retribuem ("Eu te maltrato, mas você não pode me maltratar, apenas me dar carinho e apoio."). E classificado como "mimado", rebelde, estressado, louco ou apenas o "seu modo de ser". Contudo, seu "modo de ser", na realidade, é um modo de ser doentio.

"Síndrome do sol" acha que tudo gira em torno delas. Suas necessidades estão em primeiro lugar, seus desejos são os mais urgentes, seus problemas precisam sempre ser entendidos, no entanto, não se dão ao trabalho de olhar pro outro ser humano, de sentir que ele tem questões a serem resolvidas e metas a serem atingidas. Tem a capacidade de entender o outro ser humano, mas não o fazem por pura maldade e egoísmo. Acham sempre que suas manipulações são as melhores, que todos são idiotas, que suas mentiras são engolidas, subestimando sempre e sempre a inteligência do outro.

Caso demonstrem possuir laços mais estreitos com alguns membros de sua família (mãe, filhos), certamente é pelo sentimento de possessividade e não pelo amor genuíno. Não se esqueça: eles são incapazes de amar, eles não possuem a consciência genuína que caracteriza a espécie humana. Gostam de possuir coisas e pessoas, logo, é com esse sentimento de posse que eles se relacionam com o mundo e com as pessoas. Quando a questão é família, o comportamento deles também segue o mesmo padrão de indiferença e irresponsabilidade. Em geral afirmam, com palavras bem colocadas, que se importam muito com sua família (mãe, irmãos, filhos), mas suas atitudes contradizem totalmente o seu discurso. Eles não hesitam em usar seus familiares e amigos para se livrarem de situações difíceis ou tirarem vantagens. Quando dizem que amam ou demonstram ciúmes, na realidade têm apenas um senso de posse como com qualquer objeto. Eles tratam as pessoas como "coisas" que, quando não servem mais, são descartadas da mesma forma que se faz com uma ferramenta usada.

Não quer crescer e abandonar os maus hábitos que aprendeu com a mãe. Mesmo que esteja comprometido, ele continuará a se ver como um garoto solteiro. Seus amigos são sua prioridade e, tranquilamente, a abandonará um fim de semana inteiro por qualquer diversão com eles. Colocará sempre os pés na mesa e nunca os pratos na pia. O problema é que ele a vê como mãe-empregada-gueixa.

O sociopata é rebelde, não disponível emocionante. Eles são iconoclastas, carismáticos e fascinantes. Eles fazem uma relação com eles em um desafio tentador. Eles podem até dizer-lhe forma-direita que não são nenhum bom e só vai te machucar, mas eles fazem isso sabendo muito bem que só vão fazer você se esforçar mais para estar com eles. Este tipo de pessoa que você gosta de brincar com a forma como um gato aprecia torturar um mouse. Eles são sádicos, e eles sabem exatamente como isso vai acabar: com eles triunfantes e você devastado. Eles são excitados por sua admiração e desejo, como se alimenta o seu sentido de grandiosidade. Como você acaba é de nenhum interesse para eles, e eles vão despejá-lo sem a menor cerimônia, quando você já não for úteis ou divertidas. Um sociopata é incapaz de assumir a responsabilidade por seu mau comportamento. Eles nunca vão mudar.

Sexualmente provocantes e costumam estar sempre à caça de elogios a respeito de sua aparência física, inapropriadamente provocativos sexualmente, expressem emoções de uma forma impressionável, exibir masculinidade e habilidades físicas, promiscuidade, irresponsabilidade nas relações sexuais sem proteção de DST (doenças sexualmente transmissíveis), AIDS-HIV. Exibir os órgãos genitais em público (decorrente de alteração momentânea dos freios psicológicos pela ingestão de substâncias desinibidoras como o álcool). São muito manipuladores, controlando pessoas e circunstâncias para conseguir atenção. Você adora eles porque são vistosos, adoráveis, belos. Sabem aproveitar a vida; amam a vida. Você PRECISA de alguém assim do seu lado. Ele está usando você. Uma vez que você se envolver com um manipulador emocional, você estará preso numa teia de aranha. Você nunca sabe o que esperar deles. Se pela manhã eles disserem que te amam, de noite é bem possível que te odeiem sem motivo algum. Pelo menos sem nenhum motivo razoável, porque obviamente eles tentarão justificar suas atitudes culpando alguém (provavelmente você).

Uma característica de pessoas assim, é usar sempre palavras alheias para introduzir assuntos. Ou seja, eles utilizam fatos reais, com alguns sutis acrescimos, e promovem conflitos, discórdias e separações. E como não usam palavras próprias, e os acréscimos são de fato  muito sutis, eles acabam promovendo o que desejam e saem ilesos. Afinal, nunca afirmam nada por conta própria nem negam, apenas reproduzem o que de alguma forma foi dito. A intriga é uma das ferramentas poderosas de um psicopata, o que pode levar a consequências devastadoras. Desta forma coloca as várias peças da sua vida umas contra as outras (família, companheiras, amigos, ex-companheiras ou mesmo filhos), ficando a assistir sem demonstrar qualquer tipo de remorsos, sentindo-se como o centro do mundo.

 

Trabalho: Não costumam ter a mesma habilidade em outras áreas da atividade humana; ocupacional, empresarial, estudantil ou mesmo familiar. Apreciam viver no limite, no conhecido "fio da navalha". Nessa busca desenfreada, muitas vezes, envolvem-se em situações ilegais, agressões físicas, brigas, desacatos a autoridades, direção perigosa, uso de drogas, promiscuidade sexual etc. Frequentemente mudam de residência e emprego na busca de novas situações que os "excitem". No trabalho apresentam desempenho errático, com faltas frequentes, uso indevido dos recursos da empresa e violação da política da companhia. Não honram compromissos formais ou implícitos com as outras pessoas. Geralmente são preguiçosos, preferindo acordar a hora de almoço. São conflituosos. Não se conseguem comprometer a um trabalho de uma forma sistemática, não compartilha dos mesmos valores da companhia e de seus colegas. A diretoria quer gente que dê duro, todo dia, das 8 às 18 horas, e que vista a camisa da empresa? Pode esquecer. Ele até consegue encarar essa rotina por um certo tempo, sempre com a intenção de passar uma imagem falsa. Mas os únicos valores que lhe dizem respeito são só os que estão na própria cabeça. Gostam de dinheiro, mas não gostam de trabalhar. Fazem de tudo para sua autosatisfação e se puderem vivem as custas do suor dos outros. São verdadeiras sanguesugas!

 

Alcool/drogas/sexo: Abuso de substâncias psicoativas que estariam relacionadas à desinibição do comportamento suficiente para permitir a intensificação do prazer ou aplacar a sensação de vergonha. Os sintomas hipersexuais têm sido rotulados como compulsivos, impulsivos ou, tal como acontece com o vício do jogo ou das drogas, aditivos.

 

Causas: Perceção má do sexo oposto, seja através de uma rejeição, negligência ou abuso. Em algum momento da infância do portador, houve uma ausência ou falhas de afeto por parte da pessoa do sexo oposto (mãe que não dá afeto ao filho). Se em alguma época da vida da criança, o pai deixou de estar presente, de dar-lhe o devido afeto ou ter comportamentos de infidelidade ou sociopatas, a criança pode construir a ideia de que as outras pessoas também não são capazes de oferecer afeto e por isso não merecem o afeto. Talvez ele possa crescer com essa ideia e tornar-se um adulto com futuros problemas nos relacionamentos. Fala-se em hereditariedade. Se uma criança teve falhas no afeto com a mãe, por exemplo, futuramente, este homem tende a acreditar que as mulheres não dão amor e que por isso não merecem amor também. Há uma fixação da mãe assim como uma vertente de um complexo de Édipo, onde o homem teria tido uma visão muito perfeita da mãe enquanto criança, dificuldade em desligar da mesma.

 

Tratamento: significativamente difícil. Pode ajudar esses indivíduos seriam psicoterapias, onde as causas da síndrome seriam buscadas e pesquisadas minuciosamente, a fim de tentar reverter ideias, pensamentos e comportamentos consequentes que deram origem à síndrome. Contudo, por serem pessoas que não veem muitos problemas no seu comportamento, frequentemente, não veem motivos para procurar ajuda, muito menos dizem-se incomodados pelo prejuízo causados nas pessoas envolvidas. Incorrigibilidade: Dificilmente ou nunca aceita os benefícios da reeducação, da advertência e da correção. Podem dissimular, durante algum tempo seu caráter torpe e anti-social, entretanto, na primeira oportunidade voltam à tona com as falcatruas de praxe. As terapias biológicas (medicamentos) e as psicoterapias em geral se mostram, até o presente momento, ineficazes.

Temos que ter em mente que as psicoterapias são direcionadas às pessoas que estejam em intenso desconforto emocional, o que as impede de manter uma boa qualidade de vida. Por mais bizarro que possa parecer, parecem estar inteiramente satisfeitos consigo mesmos e não apresentam constrangimentos morais ou sofrimentos emocionais como depressão, ansiedade, culpas, baixa auto-estima etc. Não é possível tratar um sofrimento inexistente. É no mínimo curioso, embora dramático, pensar que são portadores de um grave problema, mas quem de fato sofre é a sociedade como um todo. É importante lembrar que de uma forma geral todos nós estamos vulneráveis às ações desses predadores sociais. Assim, é mais sensato falarmos em ajuda e tratamento para as vítimas do que para eles mesmos. Além de acharem que não têm problemas, não esboçam nenhum desejo de mudanças para se ajustarem a um padrão socialmente aceito. Julgam-se auto-suficientes, são egocêntricos e suas ações predatórias são absolutamente satisfatórias e recompensadoras para eles mesmos. Mudar para quê? Dessa forma, raramente procuram auxílio médico ou psicológico. Quando eles chegam a um consultório, quase sempre é por pressões familiares ou, então, com o intuito de se beneficiarem de um laudo técnico. Frequentemente estão envolvidos com problemas legais, endividados e às voltas com o sistema judicial. Por isso, tentam obter do profissional de saúde mental algum diagnóstico ou alguma comprovação de problemas que os auxiliem a minimizar as sanções que lhes foram impostas

 

Diagnóstico: Os transtornos que mais podem ocorrer nesses indivíduos são psicopatia, os transtornos de personalidade: o transtorno de personalidade anti-social, de personalidade narcisista e o de personalidade histriônica.

Transtorno Anti-social da Personalidade pelo menos três dos seguintes critérios: (1) fracasso em conformar-se às normas sociais com relação a comportamentos legais, indicado pela execução repetida de atos que constituem motivo de detenção (2) propensão para enganar, indicada por mentir repetidamente, usar nomes falsos ou ludibriar os outros para obter vantagens pessoais ou prazer (3) impulsividade ou fracasso em fazer planos para o futuro (4) irritabilidade e agressividade, indicadas por repetidas lutas corporais ou agressões físicas (5) desrespeito irresponsável pela segurança própria ou alheia (6) irresponsabilidade consistente, indicada por um repetido fracasso em manter um comportamento laboral consistente ou honrar obrigações financeiras (7) ausência de remorso, indicada por indiferença ou racionalização por ter ferido, maltratado ou roubado outra pessoa.

Quem sofre de Transtorno de Personalidade Narcisista, segundo o DSM-III:

 •Atribui a si mesmo importância excessiva - e é visto pelos outros como tendo o ego inflado

 •Pode alimentar fantasias de amor perfeito (adoração completa), além de sucesso, fama, poder, beleza ilimitados

 •É exibicionista e precisa ser visto e admirado de alguma forma - ainda que negativamente

 •Tem tendência a sentir raiva aparentemente sem razão

 •Tende a tratar as pessoas com frieza como forma de puni-las, ou para dar pistas de que não precisa mais delas

 •Rumina constantemente sentimentos de inferioridade, vergonha e vazio interior

 •Idealiza ou desvaloriza completamente as pessoas de maneira quase instantânea, fundamentando-se em poucos dados objetivos

 •Mostra dificuldade ou incapacidade de sentir empatia

Outro teste. Responda a) Sempre b) Raramente c) Nunca:

1. Ele costuma se fazer de vítima e de “coitadinho”, invertendo situações para se sair como o prejudicado?

2. Ele mente no cotidiano e representa bem, sem aparentar nervosismo ou receio de ser descoberto?

3. Ele demonstra simpatia, charme e amabilidade fora de casa, mas, da porta para dentro, age com rudez ou violência?

4. Ele tenta manipular e usar os outros, muitas vezes agindo em benefício próprio?

5. Ele não sente culpa, arrependimento ou remorso quando causa deceção ou tristeza a outras pessoas?

6. Ele se transforma quando sente ciúme, fazendo ameaças e externando ódio de uma maneira agressiva?

7. Ele tem dificuldade em sentir empatia com o outro e emoções de uma forma geral (amor, tristeza, medo, compaixão)?

8. Ele age por impulso, sem medir consequências de seus atos, principalmente quando é contrariado?

9. Ele tem verdadeira obsessão pelo sucesso, poder e status, buscando realizações a curto prazo e passando por cima dos outros?

10. Ele tem grande capacidade de persuasão e habilidade para enganar quem quer que seja?

Resultado: Há grande chance de a pessoa ter algum transtorno de personalidade (como psicopatia ou desvio de conduta) se você marcou a alternativa “a” nove vezes ou dez vezes. Caso tenha assinalado a opção “b” cinco vezes ou mais, é preciso acompanhar o comportamento do indivíduo e ter atenção se as atitudes se intensificarem. Se a alternativa “c” foi marcada sete vezes ou mais, aparentemente não há nada de grave com a pessoa.

Outro teste:

1. Dissimulação: A boa lábia é o melhor trunfo dos "psicopatas do amor". São pessoas que não dizem o que pensam ou sentem, mas aquilo que quem desejam conquistar gostaria de ouvir. Conseguem identificar facilmente o ponto fraco e as carências alheias e usam isso a seu favor.

2. Autoestima em alta: Psicopatas costumam se julgar superiores. Vivem se comparando com os outros –e sempre se sentem os melhores nessa comparação– e acreditam que o universo lhes deve tudo. Não podem se frustrar jamais.

3. Ausência de remorso: Psicopatas sempre justificam suas ações e não apresentam nenhum traço de culpa. No entanto, sempre encontram um culpado para seus insucessos e frustrações.

4. Impulsividade: Irresponsáveis e desrespeitosos em relação a normas, regras e obrigações sociais. O psicopata imagina-se imune a qualquer julgamento ou punição e não pensa duas vezes antes de cometer delitos –que vão de arrebentar o carro da namorada numa crise de ciúme ou perseguir a "ex" que o dispensou.

5. Falta de empatia: Psicopatas são indiferentes aos sentimentos dos outros. Quando a pessoa deixa de ser útil ou causa problemas, a elimina de sua vida.

6. Vitimização: Psicopatas se fazem de coitadinhos, inocentes, injustiçados (por alguém ou pelo destino). Consideram o mundo cruel e precisam de apoio para seguir em frente.

7. Camaleônicos: Facilmente podem fingir ser o que não são, moldando-se às circunstâncias.

8. Manipulação: Incapazes de manter relacionamentos íntimos, são extremamente sedutores e agradáveis nas relações sociais superficiais. Por conta disso, conduzem as pessoas a realizarem seus desejos. Exemplo feito a mãe odiar a mulher.

DEZ PISTAS PARA IDENTIFICAR UM PSICOPATA

RELACIONAMENTOS:

SUPERFICIAL – Não se importa com o conteúdo, e sim em como vendê-lo.

NARCISISTA – Preocupa-se apenas consigo mesmo.

MANIPULADOR – Mente e usa as pessoas para conseguir algo.

SENTIMENTOS:

FRIEZA – É racional e calculista, pois tem pouca atividade no sistema límbico, centro das emoções como medo, tristeza, nojo.

SEM REMORSO – Não sente culpa. A parte responsável por isso no cérebro tem baixa atividade.

SEM EMPATIA – Não consegue se colocar no lugar dos outros.

IRRESPONSÁVEL – Só se compromete com o que lhe trouxer benefícios.

ESTILO DE VIDA:

IMPULSIVO – Tenta satisfazer as vontades na hora.

INCAPAZ DE PLANEJAR – Não estabelece metas de longo prazo.

IMPRUDENTE – Corre riscos e toma decisões ousadas.

 

Vida: A trajetória de sua vida nem sempre resulta num final satisfatório. Os prejuízos sócio-ocupacionais incluem gastos financeiros, a traição, perda de amigos, experiência de vergonha, problemas de trabalho, complicações legais. Acabam ridicularizados por essas tentativas totalmente fora do contexto e podem atravessar períodos de grande angústia na maturidade. Um excesso do complexo de Édipo, ou fixação na mãe, já que muitos deles acabam vivendo para sempre com suas mães. E´uma pessoa que precisa estar sozinha para se proteger de sua própria inadequação. É um ser de uma vida vazia e solitária. Desregrado, preguiçoso e endividado. Destroem o mundo, destroem os sonhos das pessoas as quais se envolvem, destroem o que está a volta deles e destroem-se a eles também.

 

Conclusão: Difícil identificar um psicopata do amor antes que ele cause grandes estragos. Geralmente só são reconhecidos como tal pelas vítimas quando estas já se encontram em situações más: baixa estima, finanças arruinadas, problemas com a justiça, casos limites de suicídio, afastadas de todos os amigos e família, sozinhas e sem nada. Lembre-se: ele dá o tiro, joga a culpa em quem está do lado e ainda por cima vai no enterro da vítima, isso quando não serve como testemunha do crime, é extremamente dissimulado. Deixe-se de se sentir culpada. Procure ajuda profissional. Não tenha pena, não se deixe enganar de novo.

Se tem filhos dele, todo o cuidado é pouco. Há hereditariedade e o convívio com uma pessoa deste tipo deve ser evitado ao mínimo. Ele pode usa-los nos seus esquemas fraudulentos ou quererem repetir o comportamento do pai. Mesmo dizendo que os filhos são importantes, ele não os ama como qualquer pessoa “normal”, mas como se ama um carro.

Se é amigo de um, você só tem a perder na amizade com um psicopata. Além de se aproveitar de você, ele vive num mundo fora das regras sociais, o que torna qualquer relacionamento perigoso. Não tenha pena porque ele adora se fazer de coitado. Não tente mudá-lo, coloque uma coisa na cabeça: psicopatas não têm cura.

Lembre-se que ele destroem o que está a volta deles, e se conseguir colocar as peças da sua vida umas contra as outras melhor ainda. Essas pessoas são todas vítimas dele. Há casos limites de homicídios perpetuados por manipulação de psicopatas, saindo sempre impune e feliz por ter conseguido os seus intentos.

 

Costumam ter um sorriso cativante, uma linguagem corporal interessante e uma boa lábia. Não caia nessa cilada! Não se distraia com olhares sedutores, demonstração de poder, gestos atraentes ou traquejo verbal, característicos. Todos esses artifícios são utilizados com extrema habilidade exatamente para encobrir as suas verdadeiras intenções. Também não se esqueça do poder do olhar desses indivíduos. Pessoas normais mantêm contato visual com as outras por uma gama de razões, na maioria das vezes por educação, mas o olhar intenso e frio deles é mais um exercício de poder e de manipulação do que simplesmente interesse ou empatia pelo outro. Não tenha pena, não gaste suas reservas de compaixão com uma pessoa sem coração. Ela vai sugar você (e suas finanças) até que se sinta vazio e fragilizado.

 

O que importa mesmo é sabermos que são seres incapazes de estabelecer vínculos verdadeiros de afeto. São monstros disfarçados de cordeiros! E por isso mesmo, todo cuidado é pouco!

O que você tem de fazer quando identificar um em sua vida? MANTENHA SE LONGE. Não tente curá-lo, porque não tem cura. Pessoas que nascem sem carater e morrem sem carater. Ele nasceu com uma deficiência química no cerebelo, o que o impede de gerar as emoções como amor, saudade e compaixão.

Só uma atitude sábia é recomendável : Fuja dele!

 

(este post é o resumo dos seguintes)

Autoria e outros dados (tags, etc)

Psicopatas muito cuidado você pode estar convivendo com um

15.02.12

  O PERFIL Fala-se em psicopata e muita gente imagina um indivíduo aterrorizante, com uma cara ameaçadora, tipo Freddie Kruger, do filme Sexta-Feira 13. Mas na é nada disso – e aí é que está o perigo. Geralmente, um psicopata é bonito, elegante, bem vestido e bem educado, culto, bem falante, delicado e extremamente simpático. Estamos usando só adjetivos masculinos porque a maioria deles é homem, embora existam também algumas mulheres. Por baixo dessa aparência tão atraente, porém, pode estar escondido um assassino frio e cruel, que sente prazer em matar. A psicopatia tem o nome científico de transtorno de personalidade antissocial. Trata-se de uma perturbação psicológica que se caracteriza por uma deturpação do caráter. O psicopata carece de sentimentos, é insensível, indiferente os sentimentos alheios, manipulador das pessoas, egocêntrico ao extremo, não sente remorso nem sentimento de culpa com relação aos atos cruéis que pratica. Apesar disso é dotado de um raciocínio que, muitas vezes, chega a ser brilhante. Nos casos mais graves estão incluídos os serial killers, sádicos etc. CAUSAS A psicopatia ainda é um mistério para a psiquiatria e a psicologia. Há inúmeros estudos e discussões a respeito do tema, sem que se chegue a uma conclusão definitiva. Pesquisas recentes apontam, com relativa certeza, três causas principais para o distúrbio: disfunções cerebrais/biológicas (ou traumas neurológicos), predisposição genética e traumas psicológicos na infância (assédio moral ou sexual, negligência, violência, separação dos pais etc.) PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS No caso dos homens, a psicopatia geralmente se manifesta antes dos 15 anos. Já nas mulheres, pode ficar oculta por muitos anos, talvez porque as psicopatas são mais discretas. Nelas, o distúrbio tende a se manifestar no início da idade adulta e as acompanha até o fim da vida. Algumas características de um psicopata são: Desrespeito e violação dos direitos dos outros, que ocorrem desde os 15 anos. Fracasso em se adaptar às normas sociais; Fracasso em fazer planos para o futuro; Irritabilidade e agressividade, frequentes lutas corporais ou agressões físicas. Desrespeito irresponsável pela segurança própria ou alheia. Irresponsabilidade indicada por um repetido fracasso em manter um comportamento conveniente no trabalho ou de cumprir obrigações financeiras; Ausência de remorso, indicada por indiferença ou racionalização por ter ferido, maltratado ou roubado outra pessoa. Conduta sexual exagerada e inadequada, via de regra com vários parceiros, sem qualquer ligação afetiva.  http://www.vocesabia.net/saude/psicopatas-voce-pode-estar-convivendo-com-um/ Os psicopatas são indivíduos exemplares, bem educados e gentis, sociáveis e simpáticos. São indivíduos que a maioria das pessoas jamais imaginaria serem capazes de alguma atrocidade. Quando cometem algum tipo de crime, as pessoas que os conhecem ficam surpresas e têm dificuldade em acreditar nas histórias.. Um ponto comum entre os psicopatas é o ambiente familiar, Todo psicopata tem um ambiente familiar conturbado, marcado por constantes discussões e brigas. Suzane Louise von Richthofen: acusada de ter planejado a morte dos próprios pais com a ajuda de um namorado e do irmão deste. Foi condenada a 39 anos de prisão e está presa, em regime fechado Francisco de Assis Pereira, o “Maníaco do Parque”: estuprou, torturou e matou, pelo menos, seis mulheres e atacou outras nove. Vários corpos das vítimas foram achados no Parque do Estado, região Sul da capital paulista. Foi condenado a 270 anos de prisão e afirma que “é guiado pela palavra de Deus” e se considera uma pessoa normal. Mohammed D’Ali Carvalho dos Santos: esquartejou a inglesa Clara Marie Burke, de 17 anos, em 2008 e fotografou o cadáver mutilado. No seu celular, a polícia encontrou a foto, sem os antebraços e as pernas. A cabeça, decepada, estava em cima do tronco. Está preso, condenado a 21 anos de prisão. Silvia Calabrese Lima: torturou uma menina de 12 anos que morava com ela. A garota foi achada em seu apartamento, acorrentada, com uma mordaça embebida em pimenta, dedos e dentes quebrados, unhas arrancadas e marcas de queimaduras com ferro de passar em todo o corpo. Interrogada, não demonstrou qualquer arrependimento e disse que estava apenas “educando a menina”. Ator Guilherme de Pádua: depois de assassinar a atriz Daniela Perez a golpes de punhal, em dezembro de 1992, foi ao velório dar os pêsames à mãe da vítima, a escritora de novelas Glória Perez e ao marido da vítima, o ator Raul Gazolla. Durante o interrogatório, não demonstrou qualquer emoção e relatou o assassinato tranquilamente. Atualmente, está em liberdade, depois de cumprir sete dos 19 anos de prisão a que foi condenado. Gilmar Alberto Wasckman, o “Canibal Gay”: cumpre 16 anos de prisão por ter assassinado um homem e comido os seus órgãos. Francisco das Chagas Rodrigues Filho: entre 1991 e 2003, castrou e matou 42 meninos, no Maranhão e no Pará. Considerado um dos maiores e mais cruéis serial killers do Brasil.   Tenha muito cuidado Portanto, leitor(a), tenha muito cuidado, porque aquela pessoa bonita, elegante, simpática e inteligente que você conhece e que tanto atrai você, pode estar planejando o seu assassinato. Sabe como é, hoje em dia, nunca se sabe…

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tem perdido tempo com um sociopata monstruoso? Ainda não se convenceu?

15.02.12

Percebe que alguma coisa está errado com ele. Na verdade é uma pessoa envolvente, diferente das outras. Tem um entusiasmo de um garoto de 18 anos mesmo quando tem idade para ser avô. Imagine-se com 18 anos sem responsabilidades, vivendo com os pais, com mesada para as baladas, sem ter que dar satisfações. Ele gosta de ser o centro das atenções, tem um ego enorme, acha-se uma pessoa especial, única. Nota que ele bebe muito ou está a usar drogas que lhe aumentem a adernalina? Outras vezes fica violento, grita-lhe ou sai Porta fora com respidez. Pode estar aparentemente bem disposto e passado uns minutos irrascivel. Dá-lhe sinais contraditórios. Uns dias parece que é a mulher da vida dele, no dia seguinte sabe que está com outra. Uns dias quer estar consigo, noutros parece que a detesta. Disse que não quer uma relação mas aparece, transa, fica. Sente-se lijonsiada por estar com ele? Feliz quando ele a leva a jantar (mesmo que no fim diga que não tem dinheiro)? Ele faz intrigas? Diz que o x disse que, ou que ouviu alguém dizer que você é ou foi, que o seu primo é um tosco, que as suas amigas são chatas, que o seu carro tem uma cor feia ou que a sua casa não é de qualidade. Depois usa o seu carro e a sua casa. E na realidade você não pode criticar os amigos dele porque pessoas assim não tem amigos, apenas pessoas que usam conforme as suas necessidades (ou para pedir dinheiro, servir de alibi para as suas baladas, ou para usar a casa deles para jantar). Por vezes tem os seus seguidores, amigos com baixa estima que querem ser próximos. São vitimas, como as mulheres, os filhos, colaboradores, colegas ou familia. Pode dizer que alguém é muito importante para a vida dele (filho, mãe ou sobrinho) mas a verdade é que o que quer é tirar partido dos outros, usa-pôs e de preferencia que eles se comportem à sua imagem, sigam os seus passos. Uma pessoa assim não sente amor, afeto , mas apenas tem sentimento de posse. Nota que ele a manipula de uma forma subtil? Estilo a minha ex-namorada dava-me isto ou fazia aquilo. Quando repara esta a dar muito mais que a tal ex-namorada ou a fazer-lhe as vontades impossíveis. Consegue perceber que por muito que faça na vai ser suficiente? E ainda a vai fazer sentir fazer culpada por tudo. Pelo que fez e pelo que devia ter feito. Nem o dinheiro do xá da Pérsia seria suficiente para lhe comprar os seus quereres (nunca pedido, ele não quer nada, como pode ele ter um carro daqueles se não tem gasolina ou como pode ele ter um gaget daqueles se não ganha para isso?). Faz-se de vitima, sindrome de calimero.. Roubaram-lhe a carteira, o sócio não gostava de trabalhar, ou outras desculpas para lhe dizer que a vida é madrasta. E você enche-se de pena. E até o ajuda no próximo negócio. Não olhe para o que ele fala mas como ele atua. Pode cai o mundo e ele dorme, pode morrer um familiar e ele continua (mesmo que chore ou se finja triste). Um psicopata usa a vitimização para conseguir os seus objetivos imediatos, que pode ser um objecto, sexo ou um favor qualquer. Lembra-se do calimero? um desenho animado que se vitimizava para manipular o próximo, conseguindo os seus objetivos sob a capa de fragil e coitadinho? Ele não olha a meios. Usa quem está perto. Se necessita de dinheiro fica amigo do mais rico, se necessita de um carro fica amigo do dono do stand, se quer uma camisola sugere-lhe que não tem o que vestir. O que os outros lhe dizem? Que informações lhe deram quando o conheceu? Só a própria pessoa não vê. Faça o teste seguinte. Tire as suas próprias conclusões! Como perceber se ele é um sociopata? 1. Sente-se muitas vezes usada por essa pessoa?  2. Sente por vezes que ele não se importa verdadeiramente consigo? 3. Por vezes ele mente-lhe e engana-a? 4. Ele dá sinais contraditórios? 5. Ele recebe de si muito mais do que lhe dá? 6. Ele apela à sua pena? 7. Ele tenta fazê-la sentir culpada? 8. Sente que por vezes ele tenta tirar vantagem da sua boa natureza? 9. Ele parece facilmente entediado e precisa de estímulo constante? 10. Ele interage com você de uma maneira que faz você se sentir lisonjeada,  mesmo que ele não diga nada abertamente? 11. Ele faz você se sentir preocupada?  12. Será que ele dará a impressão de que você pertence a ele?  13. Será que ele cronicamente deixa de assumir responsabilidade, muitas vezes culpando os outros? Se respondeu sim à maioria destas questões, então ele é um sociopata. Se não lhe quiser chamar assim, um facto é certo: está a lidar com alguém que não lhe faz bem nenhum. Fuja enquanto é tempo. Um sociopata pode não matar (até um dia que está irritado e mata o condutor do carro que parou no amarelo, ou que a sufoca numa discussão, ou se espatifa numa velocidade desproporcionada depois de ter bebido uns quantos). http://www.youmeworks.com/sociopaths.htm Pessoas assim deixam um rasto de destruição por onde passam. Um dia vai olhar para trás e perceber que fez errado e que não valeu mesmo a pena. E sua vida já ficou confusa. Muitas pessoas só se dã conta da espécie de pessoa que tinham ao lado depois de perderem tudo. Tudo engloba bens materiais, estima, amigos e família, vontade de viver, alegria, energia. Será que vale a pena ter uma pessoa assim ao seu lado? As relações fazem-se com base em respeito, verdade, bons sentimentos. Se ele lhe mente, usa-a, manipula-a, suga lhe a energia, deixa-lhe a estima no fundo, vitimiza-se, está à espera de quê? Essas pessoas não mudam, nã tem cura. Podem dizer-se arrependidos, mostra-se solidários, até chorar. Não acredite. Quanto mais tempo durar essa relação mais ficará no fundo do poço. E para se ver livre de um monstro assim só tem uma solução que é o contacto zero. Nem telefonemas, SMS, cafés. Mande-lhe um mail apenas a dizer que não o quer mais na sua vida. Curto e grosso. Se ele sentir que ainda não lhe tirou tudo a que tinha direito vai aparecer. Nem que seja um telefonema a pedir dinheiro porque o filho tem que ir ao dentista ou porque carro avariou. Não o atenda. A unica solução é cortar o contato. Viva a vida com quem gosta de si. Há pessoas que não são doentes perigosos. Conte aos outros os seus problemas, não esconda. Denuncie! Quem gosta de si vai ajudá-lá.

Autoria e outros dados (tags, etc)

O psicopata como pai

14.02.12
PSICÓPATAS COMO PADRES
Naturalmente, los Psicópatas bien integrados en la sociedad pueden formar familias ("formar" una familia pero no "ser" una familia ya que son insoportables).
Las consecuencias de ser pareja de un/una psicopata han sido tratadas en otros artículos de este blog, ahora nos centraremos en las consecuencias en su descendencia. Solo a modo de recordatorio, este párrafo que he encontrado:


"El/la Psicópata es incapaz de demostrar ningún amor verdadero hacia nadie. Cuando lo evidencia es falso: es señal de que quiere aprovecharse de la persona que simula amar. De ahí que su vida familiar sea imposible y a la larga terminen separándose de cualquier pareja. Es en ese momento cuando amenazan con suicidarse. Pero no hay problema, se quieren más que a nadie en el mundo y serían incapaces de intentarlo".

Que las relaciones con estos personajes son un rompecabezas insidioso está claro.
pero, ¿qué ocurre con sus hijos e hijas?

En general los casos cuya personalidad psicopática es más severa, siemplemente se despreocupan de ellos. Los niños les irritan y los tratan con indiferencia, en casos extremos incluso los maltratan y vejan.
Sin embargo en los más abundantes casos de Psicópatas leves o bien adapatados a la sociedad, el problema de los hijos suele ser que tienen que crecer con un personaje egocéntrico e insensible.
No vamos a entrar en detalle es lasa diferencias entre uun padre o una madre, si no en los detalles generales.

Algunos Psicópatas verán a sus hijos como una extensión de ellos mismos, en estos casos los niños se verán afectados en su formación como personas útiles y honradas, en cierto modo se verán "infectadas" por las actitudes de su progenitor.
En este supuesto, cuando el hijo o hija se rebelan o se hacen enemigos del padre o madre Psicopático es una buena señal.

Los padres deben educar con el ejemplo, mostrar y premiar las actitudes solidarias, el respeto, la justicia y la compasión, además de dar cariño y comprensión a sus hijos... como hemos venido diciendo en este blog, el Psicópata no da nada de esto o da muy poco.
El padre Psicópata se mostrará indiferente, cruel o simplemente ausente.
La madre se mostrará sarcástica, histérica, hará chantaje emocional a sus hijos.
Los padres Psicópatas tienen múltiples relaciones amorosas a lo largo de la vida que nunca acaban bien, también suelen ser promiscuos sexualmente e impulsivos. A lo largo de su niñez, sus hijos es normal que observen peleas, rupturas y conductas inapropiadas por parte de sus padres.

En general, una madre psicópata influye mucho en que los hijos desarrollen toda clase de problemas....y a ella no le importa mucho, aún cuando pueda mostrarse preocupada de cara a la galería (para dar pena a los demás), pueden mostrarse abatidos, pero una observación imparcial, muestra que son solo "bajones" pasajeros sin la desesperación genuína que podría esperarse de una madre realmente afectada por el estado de sus hijos. En ocasiones, pueden mostrar poses de un dramatismo absurdo que pronto son aliviadas por un nuevo amante, unas compras o una noche de fiesta.
Por otro lado estos "padres" pueden dar discusos morales a sus hijos, pero son profundamente hipócritas, ya que no se los aplican a ellos mismos....por lo que constantemente mostrarán grandes contradicciones en su forma de actuar.
También serán especialistas en "montar números", por lo que el ambiente familiar será muy estresante para sus hijos....que nunca saben de qué humor se encontrará su madre o padre ese día.
Afortunadamente, los seres humanos son más fuertes de lo que podamos pensar. Los hijos si tienen otros referentes familiares, amistades, etc...pueden vivir a pesar de la influencia perniciosa de haber tenido un padre así.
http://juegosucio-psicopatia.blogspot.pt/2011/12/psicopatas-como-padres.html

Autoria e outros dados (tags, etc)

Como lidar com um sociopata

14.02.12

Como lidar com um sociopata Se você está lendo este artigo, então as chances são de que você está tendo problemas com um sociopata e precisa de ajuda. Você não está sozinho! Este artigo irá lhe ensinar como lidar com lidar com um sociopata, mantendo-se, sua família e seus recursos de segurança e preservação de sua sanidade. Três passos 1. Perceber que um sociopata não se importa quem magoa ou usa porque não tem escrúpulos ou por tirar vantagem da sua generosidade e boa vontade. (a característica chave do sociopata é que não percebe que os outros tem sentimentos e podem ficar magoados com as ações deles) 2. Evite-os completamente. Evita-los é a única forma de proteger-se de um sociopata, no entanto se tal não for possível siga as próximas regras: 3. Não ter nada para lhes oferecer. Os sociopatas querem os recursos, amor próprio e conexões. Para que eles saiam da sua vida não tenha nada para lhes oferecer.  a) se eles querem o seu dinheiro, coloque o dinheiro em sítio que eles não o possam ver. Diga que não tem dinheiro, e que os seus familiares e amigos não tem dinheiro. b) se querem o seu poder, diga-lhe que já não tem ligações tão boas. c) se o querem usar a si, faça-se indesejável. d) se querem usar os seus recursos, mostre que os seus recursos não são apetecíveis.  Fale com um psiquiatra ou um psicólogo. Eles vão ajudá-lo. Wikihow.com

Autoria e outros dados (tags, etc)

Psicopatas - A ameaça que representam para a sociedade

13.02.12

Com anos de experiência no atendimento a vitimas de psicopatas, a Doutora Martha Stout traça um retrato preciso desses indivíduos, ensina como identifica-los e ensina 13 regras para nos defendermos da ameaça que eles representam. Lançado em 2005 nos Estados Unidos e publicado em vários países, "MEU VIZINHO É UM PSICOPATA" se tornou uma referência sobre o assunto e ganhou o prêmio Books a Better Life (Livros para uma Vida Melhor) daquele mesmo ano por sua significativa contribuição a sociedade.Um profissional ambicioso, que passa por cima de todos para conquistar o sucesso, um executivo que maquia o balanço da empresa e inventa mentiras sobre os colegas, ou alguém que vive às custas dos outros ? todos eles têm algo em comum: não possuem consciência, a característica mais fundamental dos seres humanos.No livro de MARTHA STOUT, PHD em psiquiatria cujo nome é ?MEU VIZINHO É UM PSICOPATA?, é descrito o que é esse transtorno quase inimaginável para a maioria das pessoas, e é ensinado a identificar esses indivíduos maléficos que podem estar onde menos se imagina. Inclusive aqui entre nós.Os Psicopatas e Sociopatas tem uma vantagem em relação à maioria das pessoas. É que não tem consciência e por isso podem agir livremente sem receio do sentimento de culpa que atinge 96 por cento das pessoas. Isso dá a eles uma grande vantagem pois podem sem receio fazer intrigas, falsificar documentos e situações, e até matar sem que sintam pena ou remorso, ou ao menos tenham o sono atrapalhado. Em geral eles fazem essas coisas. Tem uma noção perfeita das leis sociais, e suas regras e as compreendem, mas utilizam seu QI em geral bem dotado para atingir seus objetivos sem serem de preferência descobertos. Sabem que são diferentes das outras pessoas e fingem ter consciência para se passarem despercebidos.Muitas pessoas só descobrem que estão diante de um Psicopata, quando já é iminente a sua morte. CARACTERÍSTICASSegundo a Associação Americana de Psiquiatria 1 ? Incapacidade de adequação às normas sociais.2 ? Falta de sinceridade e tendência à manipulação.3 ? Impulsividade. Falta de planejamento prévio.4 ? Irritabilidade; agressividade.5 ? Permanente negligência com a própria segurança e a dos outros.6 ? Irresponsabilidade persistente.7 ? Ausência de remorso após magoar, maltratar ou roubar outra pessoa. A combinação de  três desses ?sintomas? já é suficiente para levar muitos psiquiatras a considerarem o distúrbio.Outros pesquisadores e médicos chamam a atenção para outras características dos sociopatas dentro do grupo. Um dos traços mais freqüentes observados são o desembaraço e um charme superficial que tornam o verdadeiro sociopata sedutor para algumas pessoas, figurativa ou  literalmente ? uma espécie de brilho ou carisma que, a princípio, pode fazê-lo mais encantador ou interessante do que a maioria dos indivíduos normais à sua volta. Ele é mais espontâneo, mais envolvente, de alguma forma mais ?complexa?, sexy ou divertida do que qualquer outra pessoa. Às vezes esse carisma sociopático vem acompanhado de uma idéia exagerada do próprio valor que soa atraente de início, mas que, depois de um exame mais detalhado acaba parecendo estranho e até mesmo risível. (?Um dia o mundo vai perceber que sou especial? ou ?Você  sabe que, depois de mim , nenhum outro amante vai satisfazê-la?.)Alguns personagens da História, psicopatas, que atingiram culminâncias de FAMA ou PODER são notórios. NERO, HITLER e ALL CAPONE por exemplo. Algumas pessoas sentem especial atração por personagens psicóticos. São aquelas pessoas que não gostam de pessoas ?BEM RESOLVIDAS?. Gostam antes de pessoas ?COMPLICADAS?. São em verdade pastos perfeitos para os personagens PSICÓTICOS. Os Psicopatas tem necessidade de estímulo maior do que o normal, o que os leva a frequentemente correr riscos sociais, financeiros ou jurídicos. Costumam ser capazes de induzir outras pessoas a acompanha-los em empreitadas arriscadas e, como grupo, são conhecidos por mentir e enganar de modo exagerado e doentio, assim como estabelecer uma relação parasitária com seus ?amigos?.Independente de quão INSTRUIDOS ou bem posicionados sejam na idade adulta podem apresentar um histórico de problemas comportamentais precoces, que as vezes inclui o uso de drogas ou episódios de delinqüência juvenil e no qual a incapacidade de assumir responsabilidade por quaisquer erros tem presença garantida.Os sociopatas destacam-se sobretudo pela superficialidade das emoções, pela natureza vazia e transitória de quaisquer sentimentos de afeto que possam alegar e por uma surpreendente insensibilidade. Não demonstram nenhum sinal de empatia ou interesse genuíno ou envolvimento emocional com um parceiro. Uma vez retirada a camada superficial de charme, seus casamentos sem amor são unilaterais e, quase sempre de curta duração. Se o sociopata valorizar minimamente o cônjuge é porque o vê como uma posse, e se perde-lo ficará furioso mas jamais triste ou culpado.Todas essas características aliadas aos ?SINTOMAS? listados pela Associação Americana de Psiquiatria são manifestações comportamentais do que para a maioria de nós é um distúrbio psicológico inimaginável: a ausência do nosso sétimo sentido, a consciência. Um transtorno louco e assustador para 4% da população. Como terapeuta, a Doutora Marta Stout tem como especialidade o tratamento de pessoas que passam por traums psicológicos. Ao longo dos últimos 25 anos , ela atendeu centenas de adultos que vivem em constante sofrimento psicológico decorrente de abusos sofridos na infância ou de alguma outra terrível experiência. Como detalhou no livro THE MYTH OF SANITY ( O mito da sanidade ), seus pacientes sofrem diversos tormentos, entre eles ansiedade crônica, depressão incapacitante e estados mentais dissociativos. Sentindo que sua vida era insuportável, muitos deles me procuraram após sobreviverem a tentativas de suicídio. Alguns apresentavam traumas gerados por catástrofes provocadas pela natureza ou pelo homem, como terremotos ou guerras, masa maioria havia sido controlada e psicológicamente destruída por outros indivíduos ? sociopatas que às vezes, eram estranhos, porem, com mais freqüência eram os próprios pais, parentes mais velhos ou irmãos. Ajudando meus pacientes e suas famílias a lidar com os danos sofridos e analisando suas histórias, a Doutora Marta aprendeu  que o estrago provocado pelos sociopatas a nossa volta é profundo e duradouro, muitas vezes trágicamente letal e assustadoramente comum. Ao trabalhar  com centenas de sobreviventes, ela se convenceu de que abordar os fatos relacionados à sociopatia de forma aberta e direta é uma questão urgente para todos nós.Cerca de um em cada 25 indivíduos é  sociopata, ou seja, não possui consciência. Não que esse grupo seja incapaz de distinguir entre o bem e o mal, mas essa distinção não limita seu comportamento. A diferença intelectual entre o certo e o errado não soa um alarme emocional nem desperta o medo de Deus como acontece com o restante de nós. Sem o menor sinal de culpa ou remorso, uma em cada 25 pessoas pode fazer absolutamente qualquer coisa. A grande incidência de sociopatia exerce um grande impacto em toda a sociedade, mesmo em  quem não sofreu tauma psicológico. Os indivíduos que compõem esses quatro por cento sugam nossos relacionamentos, nossas contas bancárias, nossas conquistas, nossa auto-estima e até nossa paz. Surpreendentemente porém, muitas pessoas não sabem nada sobre esses transtornos ou, quando sabem, pensam apenas em termos de psicopatia violenta ? homicidas, serial killers, genocidas -, em indivíduos, que de forma óbvia violam a lei diversas vezes e que , se forem pegos, serão encarcerados e, em alguns países até mesmo condenados à morte. Em geral, não identificamos nem tomamos conhecimento do grande número de sociopatas não violentos que nos cercam. Esses criminosos muitas vezes não agem abertamente e o sistema jurídico oferece pouca proteção contra eles. Robert Hare, professor de psicologia da Britsh Columbia University, desenvolveu a Pysichopathy Checklist ( Uma escala para verificação da da psicopatia), hoje aceita como instrumento-padrão de diagnóstico para pesquisadores e médicos em todo o mundo. Sobre os sociopatas, Hare um cientista frio, escreve: ?Todos, inclusive os especialistas, podem ser enredados, manipulados, enganados e desnorteados por eles. Um bom psicopata pode tocar um concerto nas cordas do coração de qualquer um... Nossa melhor defesa é entender a natureza desses predadores humanos.?Hervey Cleckley, autor do texto clássico de 1941, The mask of Sanity (A máscara da Sanidade), faz a seguinte declaração sobre os psicopatas: ?Beleza e feiúra, salvo em sentido muito superficial, bondade, maldade, amor, horror e humor não tem nenhum significado real, não são capazes de comovê-los.?

Autoria e outros dados (tags, etc)

Lidando com um sociopata. Absolutamente contato zero.

13.02.12

A melhor maneira de lidar com um sociopata não é lidar com ele. Rejeitá-lo. Cortou. Não tenho absolutamente nenhum contato. Nenhum meio de contato não falar com ele ao telefone. Não enviar, abrir ou responder a e-mail. Não há mensagens instantâneas ou mensagens de texto. Nenhuns cartões, cartas ou pacotes. E, certamente, não o vejo. (Tudo isso se aplica a mulheres sociopatas também.)

Se você está no meio de batalhas legais com o sociopata, deixe toda a comunicação passar por seu advogado ou outro intermediário. (Certifique-se de que eles entendem como sociopatas opera.)

Mais fácil de dizer do que fazer

Se você foi enlaçado por um sociopata, você pode achar que você tem dificuldade em manter nenhum contato. Você pode encontrar-se a pensar sobre os bons tempos e querendo falar com ele ou ela. Aqui estão algumas das razões e por que eles não são boas razões.

1. Você ainda está no amor

A pessoa que você amava nunca existiu. Era uma ilusão criada pelo sociopata para manipulá-lo. Se você ainda tem sentimentos por ele ou ela, são sentimentos para o que você queria que o relacionamento seja, não para o que ele realmente é.

2. Você sente pena dele ou dela

O sociopata pode chorar, implorar e rastejar, insistindo que vai mudar. Você quer acreditar. Infelizmente, isso não é possível com os sociopatas, eles não mudam. O predador está usando o jogo pena, tentando tirar vantagem de sua boa natureza e sugá-lo de novo. Não caia nessa.

3. Você não quer admitir que estava errado

Você pode ter investido muito no relacionamento, especialmente se o sociopata tem vindo a tomar dinheiro de você e você não quer perder tudo. Você acha que pode forçar. Sim, você pode negociar, e ele pode concordar em pagar-lhe. Mas não espere ver realmente o seu dinheiro.

4. Você quer ter a última palavra

Você quer que ele entenda como você está ferido. Você quer ver essa pessoa lhe pedir desculpas. Aqui está o que você precisa saber: O sociopata nunca vai entender seus sentimentos, porque os sociopatas não têm empatia. Se ele ou ela pede desculpas, ela só vai ser uma tática de sangrar um pouco mais.

5. Melhor o diabo conhecido que o santo desconhecido

Algumas pessoas preferem colocar-se com o abuso emocional, psicológico e até mesmo físico do que o rosto do desconhecido. Se este é você, entender que é improvável que a sociopata vai tratá-lo melhor no futuro, e é muito provável que ele irá tratá-lo pior. O desconhecido pode ser assustador, mas também oferece uma oportunidade para uma nova vida.

Alterar a dinâmica

Por que há contato importante? Os sociopatas são especialistas em quebrar suas vítimas, peça por peça. Se você tiver contato com ele, você estará de volta no jogo e o sociopata vai continuar a manipulá-lo. Para iniciar a sua recuperação, você deve colocá-la para fora de sua vida.

Sem contato, você está dizendo "não mais".

Se você precisa ter contato

Infelizmente, você pode não ter escolha a não ter contato com o sociopata, especialmente se você tem filhos com ele. Se você está nesta situação, aqui estão duas orientações importantes:

Sempre estar em alerta vermelho mental quando lidando com um sociopata.

Nunca lidar com um sociopata sozinho, tenho uma testemunha.

Repentinamente

Meses ou até mesmo anos depois de terminar com o sociopata, ele pode aparecer novamente. Ele vai dizer que ele está em apuros, e você é o único que pode ajudá-lo. O que você faz? Ignorá-lo. Deixe-o sofrer as consequências de seu comportamento.

Ele está testando para ver se ele pode começar a sangrar novamente. Lembre-se, os sociopatas não mudam.

 

 

 

http://www.lovefraud.com/12_leavingAsociopath/sociopath_no_contact.html

Autoria e outros dados (tags, etc)

Sintomas de psicopatia

11.02.12

A Psicopatia, também conhecida como Sociopatia, tem sido associada ao protótipo do assassino em série, porém, nem todos os assassinos são psicopatas e nem todos os psicopatas chegam a ser assassino, ou mesmo fisicamente violentos! Importa desmistificar esta ideia, porque podemos estar a lidar diariamente com um psicopata, sem termos a noção que aquela pessoa está realmente doente e que afinal, todas as intrigas, confusões, desacatos, mentiras e mau-estar causados pelo mesmo, não são apenas fruto de “mau feitio”. Há pessoas que só se apercebem que têm lidado de perto com um psicopata, momentos antes de uma fatalidade lhes acontecer, nomeadamente o seu homicídio. http://www.amar-ela.com/sintomas-de-psicopatia/comment-page-1/ Embora esta doença seja mais comum no homens, também é possível encontrar mulheres sociopatas. Os primeiros sinais começam a tornar-se mais evidentes a partir dos 15 anos de idade, embora se possam reconhecer algumas atitudes que apontem neste sentido em idade mais tenra. Eis então os sintomas principais que um psicopata apresenta: - Ausência de Culpa: Nunca sente arrependimento, nem remorsos. Os outros é que são os culpados de tudo o que acontece de mal e vive com a certeza absoluta que nunca erra, nem errou. Não teme a punição por ter a certeza que tudo o que faz tem um propósito benéfico, (para ele, claro!), embora tenha a noção de que os seus actos são anti-sociais. Quando é denunciado, recusa a reabilitação ou qualquer tratamento e na impossibilidade de fugir, simula uma mudança de carácter, para mais tarde voltar aos padrões comportamentais que lhe são característicos e até, vingar-se de quem o tentou ajudar! - Mestres da Mentira: Para eles a realidade e a ilusão fundem-se num só conceito pelo qual regem o seu mundo. São capazes de contar uma mentira como se estivessem a descrever detalhadamente uma situação real. Não mentem apenas para fugirem de uma situação constrangedora, mas pura e simplesmente porque não sabem viver sem mentir. - Manipulação e Egoísmo: Não tem a noção de bem comum. Desde que ele esteja bem, o resto do mundo não lhe interessa. O psicopata é um indivíduo extremamente manipulador que usa o seu encanto para atingir os seus objectivos, nunca pensando nas emoções alheias. Não reconhece a dor que provoca nos outros e por isso, usa as pessoas como peões, objectos que pode pôr e dispor conforme lhe convêm. Manifesta facilidade em lidar com as palavras e convencer as pessoas mais vulneráveis a entrarem no “jogo” dele. Querem controlar todos os relacionamentos, impedindo que familiares e amigos confraternizem paralelamente, sem a sua presença. Para tal recorrem as esquemas, intrigas e claro, ao seu charme para se fingir amigo. - Inteligência: O QI costuma ser acima da média. Há casos de psicopatas que conseguem passar por médicos, advogados, professores, etc, sem nunca terem frequentado uma universidade! São peritos no disfarce, excelentes auto-didactas e fazem-no na perfeição. - Ausência de Afecto: Não são pessoas afectuosas com o próximo e enquanto pais, não são do género de “dar colo” aos filhos. Usam os filhos como “marionetas”, em função dos seus próprios interesses, não respeitando as suas escolhas, quer a nível pessoal, quer profissional! Baseia os seus “métodos educativos” na humilhação e chega a ser totalmente negligente para com os seus. - Impulsivo: Devido ao défice do superego, não consegue conter os seus impulsos, podendo cometer toda a espécie de crimes, friamente e sem noção de culpa. Costuma fintar até o teste do polígrafo, porque o seu ritmo cardíaco não se altera quando profere mentiras e nem quando comete crimes. - Isolamento: Gostam de viver sós e quando vivem com outros, querem liderar o grupo, mesmo que para isso destrua uma família inteira.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Aproveitador de mulheres de amigos e conhecidos, chulo ou gigolô

08.02.12

Em Portugal e no Brasil, é dito popularmente que um malandro dos anos 30 à 40 é a pessoa que não queria trabalhar, gostava da boémia, enganava e mentia constantemente para encobrir a verdade, frequentava clubes e diversões sem pagar nada, pendurava as contas e pedia dinheiro emprestado aos conhecidos e depois não pagava, usava artimanhas e histórias tristes para arranjar dinheiro, pendurava contas em farmácias e pequenas vendas e bazares, com o intuito de não pagar, vendia objectos que não lhe pertencia e punha amigos e conhecidos em situação difíceis para que pudesse lucrar com isso, dava endereços falsos da sua morada para que as empresas de crédito não pudessem cobrar, muitas vezes este malandro era também conhecido como “cara de pau”, capaz de fazer papéis ridículos e escandalosos com naturalidade comprometendo os outros. http://parasitasependuras.blogspot.pt/2010/09/malandros-profissionais-parte-1.html Entre muitos defeitos estão: Ladrão, enganador e mentiroso, bêbado, frio, sem escrúpulos, sem ética, gozão, aproveitador de mulheres de amigos e conhecidos, xulo ou gigolô, preguiçoso. Intermediário entre pessoas, no caso negócios de vendas, entrão, bajulador, aproveitador, comprometedor, vigarista, traidor, chantagista, corrupto, desavergonhado, batoteiro entre outros. Dos anos 30 aos anos 60, a definição de “malandro” aumentou muito. Em países como Portugal que reúne uma grande mistura de imigrantes e uma população pequena, nota-se com alguma facilidade estes senhores que vivem dentro e ao mesmo tempo à margem da sociedade. Muitos desses malandros têm um estilo próprio. Uns são bons faladores e vestem-se bem, têm um grande leque de conhecimentos e guardam memórias do passado, utilizam o facto de serem conhecidos para aplicarem golpes em terceiros e depois sai de cena por algum tempo. Assim como os outros têm sempre uma história para contar ou algo para vender, geralmente estes objectos não são deles. Oferecem-se como intermediários para resolver problemas de amigos e depois desaparecem com o lucro do golpe, geralmente usam golpes como o arranjo de carro, onde conhece o dono da oficina e aplica uma quantia superior ao cobrado ou leva o carro arranjado com o pretexto de pagar no dia seguinte, recebendo assim o dinheiro do dono do carro e a seguir desaparecendo. Eles de maneira geral são bons observadores e conversadores, escondem muitas vezes os olhos debaixo dos óculos escuros para que as pessoas de fora não saibam para onde estão olhando. Gostam de meter conversas com as mulheres e preferem as casadas, elogiam-nas bastante, controlam o horário de trabalho dos maridos e quando eles vão para o trabalho, procuram se aproximar delas, uma vez conseguido ter a relação sexual, o malandro faz tudo e mais alguma coisa para a satisfação da vítima, tornando-a cliente e depois chantageando-a. Outros malandros, são oportunistas e operam golpes mais baixos, como cravar, cigarros, refeições, pequenos objectos, geralmente operam em botequins e tascas, fazem pequenos enganos, gostam de falar abertamente de mulheres e de experiências que não viveram como se tivessem vivido. Também fazem pequenos roubos como os de supermercados e depois vendem os produtos aos conhecidos. Estes também vêem na mulher uma oportunidade de sustento, mas a sua aparência é menos cuidada e mais desmazelada, falta-lhes cultura e brio. No Brasil este tipo de malandro é chamado de "MALANDRO PÉ DE CHINELO", esta definição diz que este tipo de esperto é um desclassificado na sociedade, são também definidos como violadores do código "171" que envolve artigos como: estelionato e falsificação e também estes artistas são peritos em arranjar confusões e movimentos de distracção, na sua linguagem é definido por "31". Este malandros, geralmente operam em esquinas, deste ponto de observação observa todas as pessoas que passam. Nas esquinas geralmente têm sempre um café e é aí que ele observa à vítima.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Apaixonar-se pela pessoa errada. As relações doentias e destrutivas

08.02.12

Procura-se: Pessoa infiel adorando riscos, prometendo múltiplas traições, giro(a), egoísta e egocêntrico(a), muito impulsivo(a), com raivas inexplicáveis, profissão pouco definida ou uma vocação tirânica, pode ter uma causa, uma seita, com vícios secretos e públicos, comportamentos de risco variados, capacidade de com o olhar fazer o outro sentir-se único, arrependimentos constantes com desejo sincero de mudança, com duração dependente da presença do outro, pode ser casado(a), não desejar compromisso, não estar preparado(a) para compromissos ou ter uma orientação indeterminada. http://alavoisier.blogspot.pt/2009/10/proposito-de-nos-apaixonarmos-pelas.html Promete-se: Fidelidade canina, culpabilização constante, abnegação, espírito de sacrifício, choros múltiplos, ansiedade e controle, relação incondicional “até que a morte nos separe”, sustentação da família “casa, roupa e cama lavada”, pode não haver sexo, carinho em quantidades desejáveis, não é preciso prometer nada, pode ser infiel, e sedutor(a) sempre que estiver na presença dos outros. (Parabéns! Esta relação está condenada a ser temporária mesmo que seja até que “a morte os separe”, com “aureola” de santidade para uns e objecto de desejo para outros, ingredientes necessários para a manutenção de uma relação que os outros desejam mas não querem na sua casa). A baixa auto estima e a necessidade de referentes externos é fundamental para a manutenção de uma relação baseada num equívoco afectivo, em que um dá, aparentemente, de forma incondicional, e o outro recebe amor não dando nada em troca, a não ser excitação, ansiedade, manutenção da atitude activa e apaixonada do outro, incompatível com a descrição de uma relação baseada na tranquilidade, no afecto partilhado, na confiança, e no crescer e aceitar o outro na relação. Relações deste género, desequilibradas em termos de poder, mantêm um sem número de pessoas condenadas a não serem protagonistas da acção, a serem o centro de um “filme” criado por elas em que são dignas de compaixão, como óptimas heroínas, e os finais raramente são felizes porque por exaustão ou desistência perpetuam este padrão com outros “actores”. Também a pessoa não preparada para o compromisso ou incapaz de o fazer é intensamente frágil e dependente quase em exclusividade de controle do outro e da humilhação constante que o outro provoca, apesar de aparentemente ter uma pessoa tão “boazinha” só para ele! Relações adultas em que há uma partilha crescente

Autoria e outros dados (tags, etc)

O Chantagista Emocional

07.02.12

O Chantagista Emocional pohttp://www.galenoalvarenga.com.br/publicacoes-livros-online/cronicas-ensaios/o-chantagista-emocional r Galeno Alvarenga | 22 de março de 2010 Todos nós já convivemos com pessoas que chegamos a amar e, possivelmente, hoje odiamos. Relacionamo-nos com um tipo de indi­víduo que num primeiro encontro mostrou-se agradável, simpático, e deu-nos a impressão de estar interessado por nossos problemas e de ser honesto. Com o passar do tempo, o percebemos como o oposto do que sua “máscara de saúde” aparentava. Os psiquiatras classificam esses indivíduos como possuidores de um “transtorno da personalida­de antissocial”. São figuras humanas interessantes, constituindo 70% dos habitan­tes das penitenciárias, portanto, muitos deles estão soltos. É preciso muito cuidado com eles, pois podem infernizar nossa vida. Aparecem mais frequentemente entre os homens, embora muitas mulheres sejam antissociais. Alguns autores afirmam que 4% da população apresenta essa conduta, para outros, a proporção é maior. O direito denomina es­sas pessoas de “criminosos”, “estelionatários” e outros termos. O povo avalia negativamente esses indivíduos, chamando-os de “cara-de-pau”, “marginais”, “sem-caráter”, “sem-vergonha”, “safados”, “desonestos”. Falantes e animados, dão a impressão de pessoas felizes e bem-ajustadas. São artistas, exibindo uma falsa autenticidade, segurança e ótima saúde mental que, de fato, não possuem. Atenciosos e sem inibições, cativam rapidamente a todos, principalmente às mulheres, que se apaixonam com frequência por eles e muitas vezes passam a dedicar-lhes suas vidas. É atraído por ações perigosas e detesta ambientes tranquilos. Ele agride as pessoas quando frustrado, age apressadamente diante de situações problemáticas, pois não tolera refletir ou adiar ações. O antissocial é indisciplinado e geralmente incapaz de seguir objetivos a longo prazo, bons ou maus, isso não importa. Nas suas conquistas, pode ocorrer que já num primeiro en­contro o antissocial declare todo seu amor e paixão à ingênua mo­cinha. Propõe-lhe um casamento ou uma vida a dois maravilhosa, pois está “caído” por ela. Em seguida, pede-lhe um empréstimo, pois terá de viajar na manhã seguinte para realizar um grande negócio, mas, como foi assaltado há poucos instantes, ficou sem dinheiro e tam­bém sem seus preciosos talões de cheques. Às vezes o “golpe” é mais lento. Há um início de namoro, com grande intimidade com sua parceira e familiares dela. Fica amigo de todos, conversa muito, conta casos interessantes e alegres, mostra-se prestativo, frequenta a casa da namorada, passa a almoçar, jantar e até dormir lá. Para justificar o seu modo de vida, histórias fantás­ticas são relatadas à família. Essas, à medida que se descobre sua falsidade, são trocadas por outras mais fantásticas ainda. Ele não está trabalhando porque tirou férias de uma grande empresa, onde é diretor-presidente. Terminadas as suas “férias”, ele está planejando um vultoso negócio para a companhia e por isso foi dispensado de ir trabalhar. Que pena! De repente, fizeram-lhe uma injustiça: ele foi demitido. Mas não foi nada, pois ganhará uma gran­de indenização e antes de largar o trabalho, já terá sido contratado para novo emprego, por sinal muito melhor do que o anterior. Sem endereço nem telefone, sua família é uma incógnita, até seu nome costuma ser falso. Enganando a namorada, ele pode chegar ao casamento. Após este se consumar, surgem as brigas, as agressões físicas, as exigên­cias de dinheiro e, com frequência, a infidelidade conjugal aberta: leva mulheres para dentro de casa, “transa” com a vizinha, com a cunhada ou com a melhor amiga do casal. Não mostra nenhum senso de responsabilidade conjugal. O ca­samento quase sempre dura pouco, acabando com o abandono da mulher e dos filhos. Nosso “herói” desaparece, arruma uma nova par­ceira para explorar. De quando em quando, retorna à antiga mulher, fazendo proposta de reconciliação, num tom de voz aparentemente emocionado, com olhos cheios de lágrimas. Nesses momentos, apa­rentando sinceridade, jura seu amor e arrependimento por tê-la aban­donado. Afirma que nunca mais vai ocorrer o que aconteceu. Entretanto, as promessas duram pouco: só até à primeira frustra­ção ou à primeira sedução fora de casa. Em sua mente nunca há culpa, ele nunca aprende com seus com­portamentos inapropriados, pois não sofre com isso. Não é leal a nin­guém, nem com nenhum grupo ou ideias. Não consegue julgar adequa­damente nenhum de seus atos, nem os dos outros, pois não é atingido pelo sofrimento alheio. Explica, com sua lógica deturpada, toda e qual­quer conduta sua, mesmo a mais imoral. Agressivo e impulsivo, não tolera ser frustrado. É um indivíduo geralmente incapaz de seguir qual­quer objetivo a longo prazo, bom ou mau, isso não importa. Alguns estudiosos desses “doentes” afirmam que eles buscam, durante suas vidas, um caminho capaz de transformá-las em fracasso. Assim, se cometem uma falta ou um crime, arriscam-se, comentam, enfim, fornecem pistas para serem descobertos. (evidentemente, eles não são “bons” criminosos.) Ele não é um “louco” no sentido literal da palavra, mas é capaz de, após matar os pais para conseguir dinheiro para suas farras, pedir ao júri clemência por ser órfão. Após conseguir donativos para um asilo inexistente, afirmar que sua atitude ajudou àqueles que deram esmolas, pois os doadores ficaram aliviados e felizes por estarem aju­dando os velhinhos pobres. À primeira vista eles parecem brilhantes, com inteligência su­perior, seja no trabalho, seja no estudo ou nas relações sociais. Mas, inevitavelmente, mais cedo ou mais tarde fracassarão, serão demitidos do emprego, afastados dos amigos e perderão tudo aquilo que, para os “normais”, é caro. Os antissociais estão em todas as partes: são encontrados nas favelas, nos bairros pobres, nas cidades do interior, nas grandes ca­pitais, nos palacetes e até nos palácios governamentais. Diga-se de passagem, não são raros também entre os políticos. Alguns são presos por dar cheques sem fundos, roubar, montar firmas ou clínicas fantas­mas, ludibriar seus clientes e assim por diante. Outros aprendem - às vezes bem - a utilizar-se de um vocabulário altamente sofisticado e eloquente, para manipular os outros em seu benefício. Utilizam também com esmero recursos histriônicos para co­municar sentimentos falsos. Esses, os mais socializados, escapam do cerco policial, chegando a ser vereadores, médicos, psicólogos, advo­gados, deputados, pastores, padres ou até mesmo governadores e pre­sidentes da república. Sua conversa fácil e sua crença em inverdades, ditas com entusiasmo, seduzem o incauto que o procura ou o elege, projetando nele o seu Deus. Diante do leigo, ou mesmo do psiquiatra, ele parece normal. Durante a entrevista, nada revela de loucura, incapacidade ou defici­ência mental. É sua história de vida, examinada e contada pelos acom­panhantes, que fornecerá as pistas para percebermos que estamos diante de um indivíduo com perturbação da personalidade do tipo antissocial: um “doente” na sociedade. Entre as quadrilhas mais sofisticadas, as com um grau mínimo de organização, os antissociais não são aceitos, pois lhes falta, não só a disciplina, com também alguma ligação afetiva com o grupo de crime necessária ao êxito do empreendimento. A maioria deles não comete crimes suficientemente grandes para serem presos por longos perío­dos. Portanto, até com respeito ao crime, eles não são sérios. A carreira do antissocial geralmente começa cedo, ao roubar as merendas dos colegas ou faltar às aulas, agredir companheiros ou pro­fessores, ou ainda fugir de casa. Inicia relações sexuais precocemen­te. Bebe, ainda na infância, com grande prazer. Não se liga a grupos por muito tempo. Maltrata ou mata pequenos animais, agride sem piedade ou motivo os companheiros mais fracos, explora-os como pode. Mas sempre acha que tem razão. Com o aumento de seu poder, ao crescer apodera-se do carro do pai, estraga-o, faz farras e, quando recriminado, justifica-se, aparen­tando total sinceridade. Representando arrependimento, jura que vai mudar sua conduta, garante que aquilo nunca mais vai acontecer. Na primeira oportunidade, porém, ele retorna ao mesmo comportamen­to e novo juramento é feito, sempre do mesmo jeito, demonstrando as mesmas emoções falsas de antes. Mente a propósito de tudo, em qualquer lugar, com qualquer pessoa, e muitas vezes sem nenhuma razão. Se apanhado na mentira dará sua “palavra” de honra” de que não mais faltará com a verdade e firmará, nesse sentido, um “pacto de cavalheiro”. Entretanto, para nosso azar, os castigos, as críticas, as prisões e os internamentos geral­mente não produzem efeito a longo prazo. Sua escalada continua: uso de bebidas, drogas, acidentes graves, roubos, abandono de emprego, brigas, cheques sem fundo, mentiras e mais mentiras. Os pais, desesperados, tentam ajudá-lo, montando um comér­cio, que é “depenado” em pouco tempo. Mandam-no para a fazenda do tio e lá ele planta maconha. Internam-no na casa de saúde e ali ele vende suas roupas, compra drogas, suborna o guarda e foge. Pedem a sua prisão. Nesta, ele se mostra como um cordeiro, e ao ganhar con­fiança, na primeira oportunidade burla a própria polícia. Nunca pensa a longo prazo, sendo total seu imediatismo. Não se pode contar com o antissocial, pois ele engana, rouba, falsifica, adultera e mente. Cultiva um grande desprezo pelas normas da sociedade, pelas dificuldades dos outros, sejam elas emocionais, financeiras, físicas ou sociais. Não se envergonha do que fez ou faz. Sua vida é cheia de proezas, que levariam a maioria dos homens à depressão ou mesmo ao suicídio. Entretanto, no antissocial não se exterioriza nenhum ato que possa indicar remorso ou humilhação. Nele não foram introjetados os nossos valores, sejam morais, sejam estéticos. Os mais espertos aprendem o desejado pelas pessoas. Conse­guem transmitir ao povo a sua máscara de saudável honestidade e honradez através de um discurso contendo tudo aquilo que o povo deseja ouvir e alcançar. Depois, sozinhos ou com seus companheiros do mesmo caráter, tomando seu uísque escocês, riem e zombam da­queles que, inocentemente, depositaram confiança neles. Cuidado! Eles estão em toda parte!

Autoria e outros dados (tags, etc)

História da Catarina. Comportamento de um sociopata, aproveitador, oportunista

05.02.12

Era 27 de janeiro, calor intenso, verão em São Paulo. O dia começou nublado, Catarina pensava que iria chover e as chuvas nessa estação sempre são muito fortes; tomou banho, se vestiu como nunca, pegou o guarda-chuva e saiu para encontrar o homem que amava, ou pensava que amava. Encontro marcado para o Ibirapuera às 10 horas da manhã. Ela chegou ao parque, sentou-se em um banco de cimento e ficou esperando. Ele demorava. E ela estava preocupada... O namoro iniciou em agosto. A principio ele parecia tão apaixonado, fazia graça, beijava, abraçava, desejava... Tinha ciúmes. Catarina o estava estranhando, ele não respondia mais às suas mensagens de e-mails, nem as mensagens via celular... Não atendia aos telefonemas.   Uma semana atrás eles marcaram de ir ao museu da língua portuguesa, e ele não apareceu. Ela foi sozinha. Triste, mas firme como toda mulher de fibra. Fizeram amor no dia 30 de dezembro, não foi bom para Catarina. Mas ela não disse nada. Nem deu tempo. No meio da transa ele recebeu um telefonema, disse ele que era um amigo que mora no Rio de Janeiro. Ele desligou o celular, tomou um banho e saiu dizendo que iria viajar para Rio... Catarina ficou arrasada... Correu para vestir a roupa, saiu atrás dele tentando entender o que estava acontecendo, mas somente recebeu um beijo frio e um "agente se fala"... Cinco meses de namoro, e de repente isso. Ela ficou desnorteada, foi para casa cabisbaixa... Se sentindo uma coisa usada e jogada fora, faltava alto estima, faltava entender como um homem recebe um telefonema nessa situação e sai correndo como um cachorrinho ensinado... Não "Fia" entenda que ele é um irmão pra mim, e tá pagando a passagem...   Mas, nada tirava da cabeça de Catarina que havia outros interesses. Ela sabia que ele era muito interesseiro, só estava com ela porque ela estava muito apaixonada e fazia tudo que ele pedia, pagava o motel, a cerveja e a pizza... Como era tonta, pensava Catarina, faço tudo por ele e ele faz assim comigo. Era provável que o amigo dele estivesse arrumando alguém com uma grana para ele dar um golpe... Catarina percebia que ele era um aproveitador de mulheres.   Ele viajou. Em 15 dias não deu notícias. Quando voltou, ligou e disse: -estou em Sampa. Marcaram um encontro numa segunda à tarde, ela estava de férias e ele nunca trabalhava mesmo.  Conversaram bastante, quer dizer, ele falou, contou da sua experiência no Rio, da sua estada numa praia distante, por isso o celular não funcionava. Falava das pessoas que conheceu, inclusive uma tal assistente social com idéias "idiotas" segundo ele.  Falou tanto dessa mulher que após o encontro Catarina resolveu dar uma olhada no Orkut dele... E não foi surpresa quando viu os recados da tal mulher falando de coisas tão íntimas... Ligou para ele e ele disse ser apenas brincadeiras. http://www.tabacultural.com.br/creusacarlasdesousa.htm Creias Carla de Sousa   Depois desse dia, ele ficou estranho. E ela deprimida. Emagreceu quase 10 quilos em uma semana.   Chegamos então ao dia 27 de janeiro. Finalmente ele chega e cumprimenta Catarina com um beijo no rosto. Ela estremece. Sabe que será o fim. Mas, não quer aceitar. Ele começa a falar coisas sem nexo, e em seguida diz que não faz sentido estarem juntos, pois ele não está apaixonado. Ela engole o choro e pergunta se alguma vez ele esteve apaixonado, então ele responde que não, que simplesmente ela estava ali, tão fácil, tão carente que ele aproveitou para ter algum prazer sem precisar pagar.   Ainda disse que ela logo encontraria alguém para casar, e ter seus filhos, negrinhos... Ele era branco, transparente e ela negra. Ela percebeu que ele era racista também. Nossa, ele não gostava de nordestinos, dizia odiar gente pobre, sem dinheiro para comer e beber bem... E agora se mostra racista... Naquele instante Catarina só ouvia, estava cega de ódio... Sentia-se muito usada... E ele continuava, você acha que algum dia eu iria levar você em minha casa para apresentar aos meus pais?  Meu pai não gosta de negros, ele é descendente de italianos, branco. Minha mãe é descendente de portugueses, branca...  Catarina suava, não sabia se era o calor do verão, o mormaço do tempo que se preparava para uma chuva típica da estação, ou se isso era resultado das verdades que ela se recusou a ver por todo esse tempo.   Ele dizia que não havia mais assunto entre eles, que ela era sem graça, sem capacidade de argumentação... Mas, ela pensava, como argumentar com um publicitário sobre propaganda, anúncios e outros, é um assunto tão chato! Como argumentar com os publicitários amigos dele que diziam "comer" uma mulher para conseguir a conta de uma empresa. Catarina era engenheira.  É outro mundo. Ela tentou argumentar, tentou brigar, mas ele não deixou. Ao contrario disse que não queria vê-la mais. E não queria brigar, não queria baixar o nível... Mas qual nível? Ele não tinha nível. Era um gigolô.   O namoro acabou. Catarina ficou muito triste. Nesse dia ela ficou, algumas horas, sentada no banco da estação de metrô.  Choveu muito durante a tarde, ela ficou vendo a chuva, as pessoas passando, saindo dos trens, indo para suas casas, felizes, e ela abandonada. A chuva passou, era mais de cinco da tarde.  Catarina reuniu forças, entrou no trem, voltou para casa.   O pior do fim de um namoro é não ter para quem contar sua tristeza. Como Catarina iria falar que aquele cara a explorou o quanto pode e quando encontrou alguém disposta a dar mais vantagens a abandonou. Catarina sentiu vergonha, sentiu nojo, queria voltar ao passado e ignorar aquele sujeito. Por muito pouco ele não destruiu a vida de Catarina.   Quando o verão acabou, Catarina sentiu um alívio, foi como se as águas de março levando o verão, levassem também aquele sentimento que no principio foi bom e no fim transformou-se em coisa ruim. Aquela chuva forte lavava a alma de Catarina, levando os farelos de amor que ainda restavam dentro dela...

Autoria e outros dados (tags, etc)

As cicatrizes que o psicopata deixa para sempre

01.02.12
http://antologiafemenina.blogspot.pt/2007/09/el-psicpata.html?m=1
Este es el segundo prototipo. A este hay que de verdad tenerle miedo: deja cicatrices imborrables. Las va marcando, a fuego lento, y una va disfrutando en ese doloroso placer, hasta que un día se da cuenta que está completamente quemada.

El psicópata

Definición: hombre que padece de un servero trastorno de personalidad y relacionamiento encubierto, que disfruta de un juego de seducción, manipulación y poder, al que la mujer se sentirá involuntariamente atraída hasta quedar envuelta en una relación casi enferma (a veces deja de ser casi) y dependiente de la que le costará mucho tiempo, quizás años, salir y sobreponerse.

Descripción: Es un conquistador nato. Maneja perfectamente la estrategia, y qué tácticas utilizar para alcanzarla. No busque en rasgos físicos, se esconde detrás de cualquier fisonomía. Aunque seguramente tendrá una mirada cautivante y misteriosa. Sus víctimas son siempre mujeres con la autoestima baja. Y si no la tenían, llegan a desgastarla tanto, que su valoración cae hasta el punto en que no son capaces de dejarlos porque sienten que ya nadie va a amarlas como él. Ejerce una fascinación indescriptible, e incontrolable. Sí, creo que también injustificable. Porque cuando quiere demostrar amor, lo hace al extremo, de manera pasional, sorpresiva e inesperada. Sin cálculos ni medidas. Luego comienza la etapa oscura, repleta de gritos, reproches, recriminaciones, celos. A continuación las desapariciones, las ausencias, los silencios. Y ella extraña, añora, desespera. Busca al primero, a aquel que recuerda en sueños, al que la hace suspirar. Pero es el que paulatinamente, sin percibirlo, cada vez se muestra menos. Ella se queda prendada de una ilusión, de una actuación fugaz, de una puesta en escena. Luego el telón se cierra, los disfraces se guardan, las caretas se caen, y queda el ser despojado de belleza. La sombra de lo que nunca fue. Simplemente queda lo real. Sólo que de vez en cuando, cada vez que esté a punto de perderla, cada vez que la sienta lejana, volverá por sus disfraces y montará un nuevo acto. Y así, una y otra vez. Una y otra vez. Y las tendrá ahí, a su merced, embelesadas, idiotizadas, glorificándolos, necesitándolos. Presas y entregadas. Se apodera de ellas como una soga que las ata, como una droga que las hace adictas.

Características: seductor, mitómano, manipulador, egoísta, desconsiderado, temperamental. Adictivo. Es como una montaña rusa que mezcla el placer y el dolor, aunque no siempre en la medida justa.

Conducta repetitiva: Ponerlas a prueba hasta encontrar el límite, para ver hasta donde se extiende su dominio, para comprobar la incondicionalidad. Va y vuelve. Está con una pero se enamora de otra. Oscila entre el amor y el desprecio.

La clave: Self preservation. El psicópata es como el golpeador. Lo hará, lo disfrutará, y volverá a pedir perdón de alguna manera. No deje que ese breve instante de arrepentimiento la enceguezca. No es más que parte del proceso. Volverá a lastimarla, a maltratarla, a rebajarla. Porque su mayor satisfacción reside en el poder dominarlas. Es difícil identificarlos en el comienzo, generalmente se lo ve cuando ya está enamorada, y es difícil desprenderse. Entonces, por si acaso, nunca deje que le pongan el pie encima, o la arrollen directamente.

Recomendación: Mantenga siempre alta su autoestima, es el mejor escudo contra ellos. Cuando una se valora el psicópata no tiene lugar por donde atacar, no tiene flancos. Y si aún así ha caído en sus garras, cuando se encuentra a si misma justificando todas sus acciones, cuando se encuentra aferrándose a la esperanza de que él algún día él va a enamorarse aunque le esté diciendo en la cara que usted no le importa, cuando todas sus amigas le estén diciendo sinceramente que él está loco: CRÉALES. Haga un esfuerzo, deje de la do los sentimientos y escuche a la razón (en este caso aplica y es absolutamente válido). Si no, en 10 años, se encontrará maltrecha y desesperanzada esperando a alguien irreal.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Duas história e um elo comum. O meu ex namorado é psicopata e eu fujo!

29.01.12

“Fui vítima de um homem psocopata. Lindo, jovem, charmoso, sentimental, sedutor, "ingênuo", ultra carinhoso, preocupado com minha saúde e bem estar. Conquistou-me de tal maneira que eu abandonei tudo para ficar com ele. Com o tempo comecei encontrando contradições, mentiras e um comportamento misterioso em muitas situações. Não atendia telefone quando saia, sumia de casa, nunca falava de amigos, nunca havia namorado antes (???). Antes disso começar acontecer, porém, ele já havia feito de tudo para que eu acreditasse nunca mais encontrar alguém que me amasse tanto quanto ele dizia e tentava demonstrar. O domínio dele sobre mim e sobre minha vida foi aumentando e me sufocando. Eu não tinha mais vida. Ele, sim. Eu programava uma coisa, ele mudava e saia sozinho dando satisfações bizarras e mentirosas e voltando de suas saídas apresentando juras e mais juras de amor, acompanhadas de carinho intenso. Cansei. Perdi o controle e o mandei embora, finalmente (o apartamento era meu). Mas parte de mim ele levou, perdi anos da minha vida, amigos, dinheiro, oportunidades, viagens, negócios, por causa dele. Um autêntico psicopata, que não tem sentimento, não tem consciência, se vê como o centro do universo e das atenções era ele, e, com toda a certeza, estará dominando a vida de mais alguém neste exato momento. É importante que saibam que o psicopata NÃO AMA NINGUÉM, NUNCA. Ele finge que ama aqueles de quem ele poderá se aproveitar de alguma forma. Isso está comprovado cientificamente, pena que não seja amplamente divulgado, pois as pessoas associam psicopatas a criminosos que estão na cadeia. Pelo contrário, os psicopatas que estão livres são a maioria e, quase sempre, se apresentam muito bonitos, bem vestidos, muito educados, conhecedores de etiqueta, cavalheiros, charmosos, andam com dinheiro, e são extremamente simpáticos (dificilmente alguém deixa de simpatizar com eles, só os "escolados", que já conhecem essa artimanha). Isso faz parte do jogo da conquista. Com a conquista da confiança de suas vítimas eles alçam vôo para seus objetivos puramente materiais, sob juras deslavadas de afeto, amizade amor. Quando a fonte seca, elas alçam novo vôo. Por um psicopata muitas pessoas desavisadas já morreram, tenho certeza disso, e sem que desses bandidos sociais nenhuma lágrima haja escorrido da face, em sua intimidade. Apenas a satisfação. Obrigado por você haver abordado um tema tão importante para todo mundo. Sorte daqueles que leram seu depoimento. Desejemos ao Promissor, que apresentou um depoimento a respeito intitulado Namorada Psicopata, e a mim, boa sorte. No meu caso, o trauma foi tamanho, que vejo um psicopata em cada um que conheci depois dele.” Anita [133725] No começo do namoro, meu ex parecia o namorado perfeito. Muito carinhoso e apaixonado, falava que queria se casar e ter filhos comigo. Eu, carente e com baixa estima, acreditei. Mas depois de um tempo, ele começou a fazer de tudo para provocar o meu sofrimento. Falava das aventuras sexuais que já havia tido com outras mulheres, que já havia saído com várias alunas da escola de idiomas, em que dava aulas de inglês e que tal atriz de TV era muito linda e gostosa. Eu não gostava, mas deixava para lá. Quando estava tudo bem entre nós, meu ex criava um clima para que eu ficasse mal. De um segundo para outro, ele mudava de humor e falava que apresentar uma namorada para a família dele não fazia diferença porque uma antiga namorada prometeu que se casaria com ele e não se casou. Esperta, ela! Era sempre assim: estava tudo bem, mas ele mudava de humor repentinamente. Minha família achava que ele tinha jeito de homossexual. Uma vez, estávamos comendo pão na mesa da cozinha da casa dele, quando ele propôs sexo a três!!! Eu, ele e outra mulher!!! Eu me neguei, claro e ele alegou que eu era muito careta, conservadora e que eu tinha que acompanhar a evolução do mundo!! Disse também que não sentiria nem um pouco de ciúmes se me visse transando com outro homem!! Triste, eu percebi ali, o quanto ele era doido e que aquele namoro estava com os dias contados. Eu jamais toparia algo assim, mesmo apaixonada por ele. Não consegui ser mais a mesma e pouco tempo depois, ele terminou comigo, alegando que não havia se apaixonado por mim. Isso depois de ter jurado que eu era a mulher da vida dele! Eu estava apaixonada e sofri. Mas ele quis que eu fosse uma grande amiga e com esperanças de uma volta e que ele mudasse, aceitei. Só que ele não repeitava minha fragilidade e vivia fazendo terrorismo comigo, que ia arrumar outra namorada! Pois na minha frente, ele acabou dando em cima de uma amiga minha, que até hoje, o odeia e com razão. Ele alegou que não via nada demais, se a minha amiga topasse em sair com ele. Com a cabeça virada, acabei brigando com a minha amiga, mas depois ela me perdoou. Fiquei sem falar com ele nessa época, mas depois voltei atrás. Ficamos amigos de novo e depois de um tempo, amigos coloridos. Eu achava que a nossa amizade colorida faria com que ele visse que eu o amava e assim, voltaríamos. Ele transava comigo e com outras ao mesmo tempo. A gente se submete a cada coisa em nome do amor! Amor? Não! Eu estava doente. Esse cara me manipulou de todas as maneiras. Com mentiras sobre o emprego dele, criando falsas ilusões de uma volta e outras coisas. Até dinheiro meu , ele levou. E quando passei em um concurso, ele ficou despeitado com a minha conquista e pouco tempo depois, sem ao menos me contar antes, postou fotos dele com a nova namorada, no facebook. Tive a certeza de que foi para me atingir. A nova namorada tem cara de ingênua e senti pena dela. Fiquei mal, triste e com raiva de mim mesma, por ter sido tão idiota! Mas depois, melhorei. Não podemos deixar que uma pessoa vinda do inferno acabe com a nossa vida. Li sobre as características de um psicopata e bateu com meu ex: mentiroso, manipulador, sedutor, inteligente, egocêntrico (ele, em primeiro e último lugar), humor instável, falta de compaixão (é normal fazer sofrer), imaturo ao extremo, promíscuo e já que não sente emoção e é robótico, precisa de adrenalina e de viver situações arriscadas. No caso do meu ex, sexo a três ou grupal. Ele tem psicopatia leve e mesmo leve, já é capaz de provocar um grande estrago!!! Aprendi a ser mais esperta!!! http://www.euconfesso.com/confissao-32435.html

Autoria e outros dados (tags, etc)

Psicopatia e Violência Urbana

29.01.12

Psicopatia e Violência Urbana Renato Sabbatini O recente episódio da morte de João Acácio da Costa, o "Bandido da Luz Vermelha", assinado a tiros em Santa Catarina, é bastante revelador sobre o precário estado da internação judicial de psicopatas no Brasil. O caso em questão foi muito polêmico, pois ele foi solto após ter cumprido integralmente pena em regime fechado, à qual foi condenado por uma série de 88 assaltos, latrocínios e estupros horripilantes em São Paulo nos anos 60. Estranhamente, os laudos psiquiátricos feitos de última hora opinavam que "os seus episódios psicóticos anteriores tinham sido de natureza benigna (sic)", e que ele era "absolutamente capaz de retornar ao convívio social". Com base nesse parecer, a Justiça soltou-o, alegando não poder reter em prisão um condenado comum que tinha cumprido o período máximo de encarceramento, que é de 30 anos. Deu no que tinha que dar. Depois de vários episódios indicadores de desadaptação aguda, distúrbios mentais, suspensão do tratamento, breve reinternação e retorno da agressividade, ele foi morto com um tiro na cabeça em uma briga de bar. O que se deve fazer com os psicopatas e sociopatas crônicos e irrecuperáveis, que apresentam comportamento altamente agressivo e violento ? Evidentemente, eles não podem viver de forma autônoma na sociedade, pois sempre acabam por causar mais tragédias, crimes e sofrimento. Não é culpa deles, mas sim de seus cérebros danificados, sem possibilidade de cura clínica. Todos os países razoavelmente organizados têm um sistema de detenção em manicômio judicial por período indeterminado para casos como esses. No Brasil, e em outros países, há quem defenda pura e simplesmente a pena de morte para pessoas assim (nos Estados Unidos, o inspirador do apelido dado a João Acácio, o assassino e estuprador Caryl Chessman foi executado em câmera de gás, em maio de 1960, por 17 crimes), mas na maior parte das democracias os criminalmente insanos são declarados inimputáveis, pois são irresponsáveis legalmente (devido à doença mental, eles não têm o famoso "livre arbítrio"), e, se oferecem perigo para a sociedade são trancafiados para todo o sempre. Quem não se lembra do impressionante porão onde o Dr. Hannibal Lecter, o médico canibal, era mantido preso, no filme "O Silêncio dos Inocentes" ? Evidentemente, a justiça não é cega, e, algumas vezes, é imperfeita. Muita gente que é louca vai parar na cadeia comum, e acaba solta depois de um certo tempo, como aconteceu com o Bandido da Luz Vermelha (ele deveria ter continuado em tratamento na casa de custódia, mas, ao ser transferido para a Penitenciária do Estado, ficou elegível para a soltura). Outros não são insanamente violentos, mas vão parar no manicômio judiciário e lá ficam esquecidos do mundo. Como conseqüência de erros como esses, e dos abusos rampantes contra os direitos humanos que prevaleciam (e ainda prevalecem) em muitos hospitais psiquiátricos, que mantêm seus pacientes em condições sub-humanas (lembrem-se das reportagems sobre o Juqueri), houve um movimento antipsiquiátrico muito importante no passado, o que levou a uma mudança significativa nos critérios de internamento de psicopatas. Um dos seus expoentes, o psiquiatra americano Thomas Sasz, chegou a declarar que a esquizofrenia e outras síndromes psiquiatricas graves, crônicas e incuráveis, não eram doenças, mas sim "estratégias utilizadas pelos indivíduos para se adaptar a um mundo hostil ao seu modo de vida". E que, portanto, eles só iriam piorar ao serem submetidos a um regime fechado de internação, devendo serem tratados em casa, em contato com a sociedade. Como resultado desse movimento, dezenas de milhares de casos irrecuperáveis foram jogados nas ruas, à sua própria sorte, num dos episódios mais estarrecedores da história moderna da medicina. Uma parcela considerável dos "homeless", dos loucos de rua e andarilhos que vagam por aí saíram dessa multidão de desassistidos e sem esperança. Gente que fala sozinha na ria, gesticula, etc., estão tendo quadros alucinatórios, típicos da esquizofrenia. Não deveriam estar soltos, principalmente se não têm parentes nem recursos para comprar medicamentos que precisam ser tomados constantemente, sob supervisão, para controlar a doença mental. Hoje, sabemos que a esquizofrenia, a psicose maníaco-depressiva, o transtorno obsessivo-compulsivo, etc., são distúrbios biológicos do cérebro, e que de forma nenhuma se poderia encarar seu portador sob o prisma da "normalidade" social. Alguns psicopatas e sociopatas são tão agressivos e violentos, que necessitam internação compulsória e vitalícia, para proteção da própria sociedade e deles mesmos. Diversos casos recentes que chamaram a atenção da imprensa, como o homem que degolou uma criança que tomou como refém em um assalto, do desempregado que invadiu uma loja em Campinas e ameaçou uma funcionária, e outros, mostram uma história típica de paranóia (sentem que o mundo os ameaça, existe gente querendo matá-los, há um complô contra eles) e de alucinações auditivas e visuais (vozes, visões ameaçadoras ou que os impulsionam a cometer atos violentos). Existem também os criminosos com a síndrome de descontrole (são pessoas que depois alegam terem tido "um branco", uma raiva incontrolável, que os levaram a "perder a cabeça") e que pode ter muitas causas. Finalmente existem pessoas com epilepsia "condutopática" (algo que não existe em Medicina, mas reconhecidamente existem certas epilepsias do lobo temporal e do sistema límbico que levam à crises de violência incontrolável), com tumores cerebrais, ou alterações graves produzidas pelo uso de drogas, inclusive álcool. Casos como o do Bandido da Luz Vermelha mostram a inoperância cretina do sistema penal brasileiro, e dos seus inúmeros desvãos, pelos quais escapam gente clinicamente inepta para o convívio social, que só podem levar a mais desgraças. Creio que uma parcela considerável dos crimes cometidos contra pessoas inocentes têm origem em psicopatias e alterações neuropsiquiátricas de seus perpetradores. Quando vamos aprender a nos defendermos efetivamente contra esse tipo de indivíduo ?

Autoria e outros dados (tags, etc)

Um psicopata na cama. Confissão da namorada de um psicopata

29.01.12

Dr. Caio,   Sou viúva; vivi 22 anos com um homem muito viril; tivemos uma vida sexual boa. Tenho 2 filhos; uma moça de 20 anos e um adolescente de 13 anos. Ele faleceu há seis anos. HOJE estou com 51 anos, no entanto tenho aparência de 40. Ano passado conheci um italiano e me apaixonei. Ele propôs morarmos juntos... Ele tem um filho na Itália com uma modelo russa com quem viveu uns três anos maritalmente, depois começou a trai-la e por fim ela arranjou um namorado e assim mesmo continuavam morando juntos por causa do filho, quando a situação ficou insustentável e ele veio embora para o Brasil. A princípio houve uma rejeição grande de meu filho por ele. Minha filha, no entanto tratava bem, porém depois de alguns meses começou a ter certa aversão ao nosso relacionamento. No primeiro mês fizemos umas quatro vezes sexo, mas percebi que ele tinha certa dificuldade de ereção. Depois me contou que tinha prostatite, e que estava se tratando. Na última vez que fizemos sexo ele teve dor intensa quando ejaculou. Ele tem 53 anos. Mas depois percebi que ele procurava as escondidas meninas entre 18 a 20 anos, e fugia para motel cerca de uma vez ao mês para ter encontros sexuais. Depois me disse que tinha tara por luxúria e me convenceu a ir a um motel com uma prostituta e ele. Ela tentou me excitar, mas fiquei de certa forma muito tensa e não deu muito certo. Pedi a ele que não queria mais enfrentar tal situação. Ele então esfriou totalmente comigo, a ponto de ter certa repulsa por qualquer contato ( beijo, abraço, etc...). Lógico que nosso relacionamento terminou. Ele fala que não consegue amar ninguém e que tem total falta de libido, mas vejo que ele liga permanentemente para meninas, diz que ama, que as deseja, etc. Mas vi que ele também saiu com uma mulher de 40 estes dias. Seus rompantes por mulheres duram dois a três encontros, depois se "decepciona" com elas, diz que é porque descobre que elas o querem apenas por dinheiro ( aliás ele finge para elas que tem.... ). Pedi que ele arranjasse outro lugar e se mudasse. Ele me acusa que eu não o compreendo, e que ele na verdade não ama ninguém, apenas sai com pessoas para conversar e aumentar sua auto-estima... e que ele é muito deprimido por causa da saudades e do desprezo do filho por ele ( a ex dele fala que ele veio ao Brasil atrás de prostitutas...).  Ele é muito simpático e sociável. Conversa com todo mundo e faz amizades onde passa. Gosto dele, mas não entendo se ele finge, se tem um problema de fato. Na verdade chegou a me propor para continuarmos morando juntos e eu sairia nos finais de semana com outro... Mas esta é uma situação absurda para meus moldes morais. Quando comecei a morar com ele não sabia de toda sua história, só recentemente fiquei ao par. Levei ele a um urologista, fez exames de sangue e uma ecografia retal, não tem bactérias, porém tem um pequeno cisto na base da próstata e uma alteração grande no tamanho da próstata. Não tem dificuldade para urinar, mas para ejacular, um pouco. O exame mostra que ele tem testosterona pouco acima do normal.  O restante é bastante normal. Estou confusa, se devo investir neste relacionamento e ajudá-lo a se curar ou se tudo isso é uma farsa e ele me usa para poder ficar no Brasil ( visto que mora de graça comigo!). Me ajude a entender toda esta situação. Obrigada, __________________________________ Resposta:   Querida amiga: Graça e Paz!   Prostatite é o de menos. Entretanto, sendo promiscuo, provavelmente ele tenha adquirido a condição pela via de muito sexo anal sem camisinha, que é uma das principais causas de prostatite nos casos nos quais sexo está em questão, especialmente havendo os sintomas de comportamento promiscuo, como é o caso. Veja: http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?349 Mas, como disse, a prostatite é o de-menos. O que importa é ele. Sim! E os sintomas que nele mais me incomodam são os que têm a ver com a psicopatia dele. Psicopatia? Sim! O psicopata não é apenas o serial killer que esteja matando à solta... Este de fato é apenas o último estado da psicopatia. Entretanto, há cada vez mais milhares e milhões de psicopatas no mundo. O psicopata não sente, não se importa, não ama, não cuida, não pensa em nada que não seja ele; e ele sem amor por si mesmo; posto que na psicopatia não exista sentimento e nem emoção. Outro termo para psicopatia, segundo a Bíblia, é a expressão de Paulo acerca do “homem cauterizado”, que é o individuo que endureceu tanto que não mais se move pelo amor ou pelo arrependimento que dê fruto de amor. Não faça este mal à sua vida!... Não o deixe ir... De fato, mande-o embora; e logo. Se não for por você mesma que você faça isto [e deveria ser!], que seja pelo menos pelos seus filhos... Sinceramente: se seu marido já falecido estivesse vivo, ficaria louco em pensar que você colocou um maluco desses dentro de casa, e convivendo a com seus filhos... Depois não dá nem para se queixar com a vida que uma tragédia aconteceu, pois, a tragédia mora na sua casa. Não conheço você, mas sei que você não precisa disso. Aliás, ninguém precisa disso. As razões dele são como as do diabo... “Sou assim porque não amo!” Ora, se é assim, que mais você pode esperar dele? Onde não há amor só existe iniqüidade! Não existe outra alternativa. Portanto, não tenho sequer uma palavra a mais a dizer..., exceto: Saia disso antes que isso coma você viva! Se ele precisa de ajuda, que a busque. Você não existe para essa missão... Sua casa não é Centro de Recuperação de Luxurientos Viciados. Lembrando: O mundo ficará cada dia mais cheio de psicopatas latentes, vivendo sem amor. Verdadeiros vampiros ambulantes, soltos nos bares, nas praias, nas boates, nas igrejas... e candidatando-se a pai, mãe, padastro, madastra, amante, qualquer coisa..., mas tudo sem amor. O psicopata é o ser que ama se sentir descolado de tudo e todos. Sim, ele ama não sentir; e, para e por nada sentir morrerá na alma. Infelizmente estes são os fatos desta existência e do problema que você me trouxe. Espero lhe ter sido de alguma utilidade. Um apelo: leia o meu site – www.caiofabio.com – pois, sei que ajudará você em muita coisa nesta hora. Felicidades em sua decisão!   Nele, que nos chama às boas companhias com gente sob o nosso teto e com nossos filhos,   Caio 5 de abril de 2009 Lago Norte Brasília DF  http://www.caiofabio.net/conteudo.asp?codigo=04443

Autoria e outros dados (tags, etc)

Mulher de homem galinha, mulherengo, sedutor, infiel, mentiroso

28.01.12

Para a psicóloga, se o homem se sente realizado tendo muitas mulheres e encontra parceiras que o aceitam assim, o problema não se configura e não há por que julgá-lo. “A questão é quando o homem deseja mudar, não consegue e acaba destruindo relações importantes para ele”, avalia a especialista. Segundo ela, esse tipo de homem tem muito medo de se entregar e ser rejeitado, sofre de falta de auto-confiança na área emocional (mesmo bem-sucedido profissional e financeiramente) e tem uma enorme carência. “É como se procurasse em cada mulher a cura para seu vazio existencial e acreditasse que é função da parceira completá-lo em todos os sentidos, o que é missão impossível.” “Se as mulheres ficam com os sedutores é porque existe um acordo entre eles”. A mulher que vive ao lado de um homem galinha sofre muito. Mas ela o aceita pela mesma razão que aceita um alcoólatra”, diz a psicóloga. “Acha que vai salvá-lo e que, com ela, ele vai mudar.” Sentir-se sempre atraída por homens assim pode indicar ainda um componente reprimido. A relação seria uma forma de vivenciar, através do parceiro, o desejo de ser sexualmente livre e ter vários amantes.“ A galinhagem masculina é uma agressão à integridade emocional feminina”, continua a especialista. O risco que a mulher corre é não conseguir distinguir que o problema é do homem e passar a se autodepreciar achando que, se ele procura outra, o problema é dela, que não consegue supri-lo. Ou, então, o de se vingar, repetindo o comportamento masculino, seduzindo vários parceiros, realimentando o círculo de poder, ciúme e disputa e negligenciando suas próprias necessidades emocionais.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Common everyday sociopaths

28.01.12

WHEN YOU SAY THE WORD "sociopath" most people think of serial killers. But although many serial killers are sociopaths, there are far more sociopaths leading ordinary lives. Chances are you know a sociopath. I say "ordinary lives," but what they do is far from ordinary. Sociopaths are people without a conscience. They don't have the normal empathy the rest of us take for granted. They don't feel affection. They don't care about others. But most of them are good observers, and they have learned how to mimic feelings of affection and empathy remarkably well. Most people with a conscience find it very difficult to even imagine what it would be like to be without one. Combine this with a sociopath's efforts to blend in, and the result is that most sociopaths go undetected. Because they go undetected, they wreak havoc on their family, on people they work with, and on anyone who tries to be their friend. A sociopath deceives, takes what he wants, and hurts people without any remorse. Sociopaths don't feel guilty. They don't feel sorry for what they've done. They go through life taking what they want and giving nothing back. They manipulate and deceive and convincingly lie without the slightest second thought. They leave a path of confusion and upset in their wake. Who are these people? Why are they the way they are? Apparently it has little to do with upbringing. Many studies have been done trying to find out what kind of childhood leads to sociopathy. So far, nothing looks likely. They could be from any kind of family. It is partly genetic, and partly mystery. But researchers have found that the brains of sociopaths function differently than normal brains. And their brains function in a way that makes their emotional life unredeemably shallow. And yet they are capable of mimicking emotions like professional actors. Sociopaths and psychopaths are the same thing. The original name for this disorder was "psychopath" but the general public and media confused it with "psycho" and "psychotic" so in the 1930s the name was changed to sociopath. Recently the media again caused a misperception that sociopaths were always serial killers, so now many call the condition "antisocial personality disorder (ASPD)." But some experts think ASPD includes many things like narcissism, paranoia, etc., including sociopathy. And others think ASPD is the same thing as sociopathy, but the diagnostic criteria used to describe and diagnose ASPD is different than sociopathy, so for the purposes of this article, we'll stay with the term "sociopathy." Sociopaths don't have normal affection with other people. They don't feel attached to others. They don't feel love. And that is why they don't have a conscience. If you harmed someone, even someone you didn't know, you would feel guilt and remorse. Why? Because you have a natural affinity for other human beings. You know how it feels to suffer, to fear, to feel anguish. You naturally care about others. If you hurt someone you love, the guilt and remorse would be even worse because of your affection for him or her. Take that attachment and affection away and you take away remorse, guilt, and any kind of normal feelings of fairness. That's a sociopath.   SO HOW COMMON ARE THEY? Some researchers say about one percent of the general population are sociopaths. Others put the figure at three or four percent. The reason the estimates vary is first of all, not everyone has been tested, of course, but also because sociopathy is a sliding scale. A person can be very sociopathic or only slightly, and anywhere in between. It's a continuum. So how sociopathic does someone have to be before you call him a sociopath? That's a tough question and it's why the estimates vary. But clearly sociopaths are fairly common and not easy to detect. Even when the evidence is staring you in the face, you may have difficulty admitting that someone you know, someone you trusted, even someone you love, is a sociopath. But the sooner you admit it, the faster your life can return to normal. Face the facts and you may save yourself a lot of suffering. Most of the information in this article (and more) can be found in two excellent books I strongly recommend: Without Conscience: The Disturbing World of the Psychopaths Among Us, and The Sociopath Next Door. The first book is by Robert Hare, who has made his career out of studying sociopaths. He's one of the leading, if not the leading expert on the subject. His insights and examples are compelling. But because Hare has done most of his research in prisons, sometimes his book seems a little removed from everyday reality. We don't very often run into rapists and cold-blooded killers. The second book, by Martha Stout, brings it to the everyday level, describing the kinds of people we are likely to meet in ordinary life.   HOW TO SPOT A SOCIOPATH The big question is, of course, how can you know whether someone is a sociopath or not? It's a difficult question and even experts on the subject can be fooled. If you suspect that someone close to you is a sociopath, I suggest you read both of the books I mentioned, and also read the comments on the comments page, and think hard about it. Compare that person to the other people in your life, and ask yourself these questions: 1. Do you often feel used by the person? 2. Have you often felt that he (or she, because women can be sociopaths too) doesn't care about you? 3. Does he lie and deceive you? 4. Does he tend to make contradictory statements? 5. Does he tend to take from you and not give back much? 6. Does he often appeal to pity? Does he seem to try to make you feel sorry for him? 7. Does he try to make you feel guilty? 8. Do you sometimes feel he is taking advantage of your good nature? 9. Does he seem easily bored and need constant stimulation? 10. Does he use a lot of flattery? Does he interact with you in a way that makes you feel flattered even if he says nothing overtly complimentary? 11. Does he make you feel worried? Does he do it obviously or more cleverly and sneakily? 12. Does he give you the impression you owe him? 13. Does he chronically fail to take responsibility for harming others? Does he blame everyone and everything but himself? And does he do these things far more than the other people in your life? If you answered "yes" to many of these, you may be dealing with a sociopath. For sure you're dealing with someone who isn't good for you, whatever you want to call him. I like Martha Stout's way of detecting sociopaths. She wrote: "If ... you find yourself often pitying someone who consistently hurts you or other people, and who actively campaigns for your sympathy, the chances are close to one hundred percent that you are dealing with a sociopath."   WHAT DO THEY WANT? This is an interesting question. Of course most of our purposes are strongly influenced by our connections and affections with others. Our relationships with others, and our love for them, give us most of the meaning and purpose in our lives. So if a sociopath doesn't have these things, what is left? What kind of purposes do they have? The answer is chilling: They want to win. Take away love and relationships and all you have left is winning the game, whatever the game is. If they are in business, it's becoming rich and defeating competitors. If it's sibling rivalry, it's defeating the sibling. If it's a contest, the goal is to dominate. If a sociopath is the envious sort, winning could be simply making the other lose or fail or be frustrated or embarrassed. A sociopath's goal is to win. And he (or she) is willing to do anything at all to win. Sociopaths don't have as much to think about as normal people, so they can be very clever and conniving. Sociopaths aren't busy being concerned with relationships or moral dilemmas or conflicting feelings, so they have much more time to think about clever ways to gain your trust and stab you in the back, and how do it without anyone knowing what's happening. One of the questions in the list above was about boredom. This is a real problem for sociopaths and they seem fanatically driven to prevent boredom. The reason it looms so large for them (and seems so strange to us) is that our relationships with people occupy a good amount of our time and attention and interest us intensely. Take that away and all you have is "playing to win" which is rather shallow and empty in comparison. So boredom is a constant problem for sociopaths and they have an incessant urge to keep up a high level of stimulation. Even negative stimulation — drama, worry, upset, etc. — is more tolerable to a sociopath than boredom. And here I might mention that the research shows sociopaths don't feel emotions the same way normal people do. For example, they don't experience fear as unpleasant. This goes a long way to making their inexplicable behavior comprehensible. Some feelings that you and I might find intolerable might not bother a sociopath at all.   HOW TO DEAL WITH A SOCIOPATH There is no known cure or therapy for sociopathy. In fact, some evidence suggests that therapy makes them worse because they use the therapeutic interactions to learn more about human vulnerabilities they can then exploit. They learn how to manipulate better and they learn better excuses that others will believe. They don't usually seek therapy, unless there is something to gain from it. Given all that, there's only one solution for dealing with a sociopath: Get him or her completely out of your life for good. This seems radical, and of course, you want to be fairly sure your diagnosis is correct, but you need to protect yourself from the drain on your time, attention, money, and good attitude. Healing or helping a sociopath is a pointless waste of your life. That's not your mission. It's not your responsibility. You have your own goals and your own life, and those are your responsibility. If there are children involved, that complicates the issue, of course. You can read more on that here. In Hare's book (Without Conscience), he says before you diagnose someone as a sociopath, he recommends you get a full clinical diagnostic, including an extensive interview with the sociopath by a qualified psychotherapist, plus interviews with the sociopath's bosses, co-workers, friends, and family. Uh, yeah, right. Good luck with that one. I agree, that would be ideal, but if you can get a sociopath to submit to an interview, I would be astonished. So you'll have to do the best you can with whatever information you can get. I don't recommend you tell anyone you've diagnosed him (or her) as a sociopath. In fact, I strongly urge you not to. I don't even know if it's a good idea to tell anyone about your conclusion. Just get the sociopath out of your life with as little fanfare as possible. The only exception I would make to this rule is if the sociopath is making someone else's life a living hell, it seems wrong to leave her to the wolves while you slink off. I don't recommend you try to convince your friend she's dealing with a sociopath. I recommend that you simply say you got a lot of insight from this or that book or whatever, and let your friend draw her own conclusions. Maybe even buy your friend a book. But it's not your mission to save your friend, either. Tell her what you know and if she ignores your warning, that's her problem, not yours. Because you said something, she may figure it out eventually. If this all sounds cold or heartless, maybe you're not dealing with a sociopath, or maybe she or he hasn't driven you to the point of madness (yet). But remember what the solution is; you may need it some day. And besides, the point of all this dismal information is so you no longer need to think about such negative things and so you can turn your attention to positive, life-affirming, uplifting goals of your own. You may also want to check out a support group for people who are in a relationship with a sociopath: LoveFraud.com SafeRelationships.com Abuse Recovery: For Survivors of a Relationship with a Narcissist or Psychopath If you have a sociopath in your life, you should take it seriously. For more resources, look in the sidebar of the comments page (click here). Learn what you need to learn, and if you're pretty sure you have correctly identified one, do what needs to be done to protect yourself and your non-sociopathic loved ones. Then get back to your own life. Accomplish your goals. Nurture your relationships. Learn and grow and enjoy yourself.     Here's a summary of Common Everyday Sociopaths: 1. They make you feel sorry for them. 2. They make you feel worried or afraid. 3. They give you the impression you owe them. 4. They make you feel used. 5. Sometimes you suspect they don't care about you. 6. They lie to you and deceive you. 7. They take a lot from you and give back very little. 8. They make you feel guilty (and use that to manipulate you). 9. They take advantage of your kindness. 10. They are easily bored and need constant stimulation. 11. They don't take responsibility, but place blame elsewhere.   Update: I've been reading and writing about oxytocin lately (see the article, Peace, Love, and Oxytocin) and came across an interesting experiment. Paul Zak, one of the primary researchers in the field, found that when you give someone a dose of oxytocin, they tend to become more generous. "Interestingly," wrote Joyce Gramza, "Zak found that oxytocin had no effect on two percent of the participants and that these students fit the personality profile of sociopaths." Oxytocin is a naturally-produced hormone that creates feelings of closeness, comfort, relaxation, empathy for others, and trust. As I said before, the estimates given in the research on sociopaths are that one to four percent of the population is sociopathic. Now with this study, coming from an entirely different field, maybe we can be more specific and narrow it down to two percent. One in fifty. If you know more than fifty people, chances are you know a sociopath. Comments I've gotten so many comments on this article, I've created a blog just to handle them all. Read the comments and make your own comments here: Sociopath Article Comments. I had received quite a few comments before I started the comments blog. Here are the original comments: Original Comments Page. More resources: As I find new resources, I've been posting them in the left sidebar of the comments page. If you know of other support groups for people who are dealing with (or have dealt with) sociopaths, please post them on the comments page, and I will add the resources to the sidebar. Thank you.

Autoria e outros dados (tags, etc)

¡CUIDADO... Vampiros emocionales al acecho!

27.01.12

“¡Cada día haces peor las cosas. No te fijas en nada!”, “Cómo puedes conducir tan mal. Eres un peligro público”,  “¡Cállate!; tú no sabes nada de lo que estamos hablando”,  “No sabes cocinar. Eres muy tonta”, “Tú tienes que hacer  lo que yo te diga”, “Dejo la vida por ti y mira cómo me lo agradeces” ...y otras frases parecidas a las anteriores y que son las que habitualmente utiliza el vampiro para someter emocionalmente a su víctima. Es usual que  la víctima permita al depredador penetrar hasta los lugares más recónditos de su vida personal, profesional, familiar y afectiva. Una vez que se ha instalado, iniciará las maniobras conducentes para poner en práctica un salvaje vampirismo emocional. La víctima acabará desposeída de toda su energía emocional. Será un juguete en manos de su depredador. CARACTERÍSTICAS: Son vehementes, exigentes y en ocasiones dan evidentes muestras de agresividad pero lo hacen victimizándose, tratando de imputar a la real víctima el motivo de la discordia desde un falso sentimiento de persona maltratada o incomprendida. Es decir; el depredador emocional se muestra ante la víctima como víctima misma, para, de esta forma, acrecentar la angustia y la confusión del auténtico victimizado. No es fácil para una víctima “enganchada” reconocer al vampiro emocional. Éste sabe generar la confusión necesaria para transmitir a la víctima un insoportable sentimiento de culpabilidad. Cuando el vampiro emocional manifiesta los auténticos rasgos de su carácter suele aparecer como mentiroso compulsivo, bravucón, en ocasiones furibundo, histriónico, suelen erigirse siempre en el centro de las atenciones, todo debe de girar alrededor de ellos mismos, la bipolaridad suele ser una característica común de su personalidad, son manipuladores sin escrúpulos y culpabilizadores imperturbables hacia la víctima o su entorno. Por el contrario, si la estrategia lo requiere, pueden mostrarse falsamente afables y complacientes y desde ahí, virar bruscamente y sin razón aparente, el sentido de las emociones para culpabilizar sin piedad a la víctima. Les falta integridad. Tienen muy poca idea de quién o qué son en realidad. Solo saben qué quieren. Se sienten confusos de su propia identidad. Si te relacionas demasiado con alguno, terminarás por no conocerlo. Estarás confundida respecto a su personalidad. Carecen de escrúpulos y cualquier artimaña será legítima con tal de conseguir sus objetivos. Estos fines pueden circunscribirse al ámbito del amor ciego, a la entrega incondicional, al dinero sin límites, a la atención sin fisuras, a la admiración absoluta, a la fidelidad incorruptible, al acaparamiento aberrante. Su inmadurez les permite operar sin detenerse a reflexionar si sus actos tienen o no consecuencias para los demás. Obtienen poder de los secretos que les confías. En el trato que mantengas con ellos, cuídate de las informaciones que compartas. El vampiro emocional trata de apartar a la víctima de su entorno habitual. La aleja de los amigos, la aparta de la familia, aniquila su autoestima y, si pueden, hasta provoca la pérdida del empleo de la víctima para incrementar la dependencia. Sus intereses son tan insaciables que, en ocasiones, para conseguir sus objetivos, no dudarán en adularlos transitoriamente para luego volver a aniquilarlos con conductas y palabras falsamente emocionales. Carecen de percepción propia para procesar, críticamente, sus errores. El error “siempre es de su pareja” y en base a ello, no dudarán en recurrir a cualquier procedimiento para conseguir sus objetivos que pueden variar desde un arruinamiento intencionado hacia la víctima o al abandono definitivo por otra víctima nueva u otra causa más atrayente. Un vampiro emocional jamás dejará traslucir sus propias motivaciones y nunca se reconocerá como autor de un fallo o de un error. Se consideran perfectos y todo lo que queda en torno a ellos es sólo la “lamentable imperfección de los demás” y en especial la de su víctima. REGLAS QUE IMPONE UN VAMPIRO EMOCIONAL: Los vampiros se rigen por reglas completamente diferentes. No son justos, pero sí bastante consistentes. "Mis necesidades son más importantes que las tuyas". Operan con el egoísmo de los depredadores y de los niños. Si TUS necesidades coinciden con las de ellos, los vampiros emocionales pueden ser trabajadores entusiastas, compañeros cariñosos y buena compañía en general. Pero todo cambia cuando TUS necesidades entran en conflicto con las suyas. Ahí es cuando sacan los colmillos. "Las reglas se aplican a otras personas, no a mí" Creen que tienen derecho a sacar ventaja de no regirse por las reglas que siguen otras personas. Se saltan los turnos, no esperan en las colas, se creen únicos en el mundo. "No es mi culpa, jamás" Los vampiros jamás cometen errores, nunca se equivocan y sus motivos siempre son puros. Otras personas se aprovechan de ellos de forma injusta. Los vampiros no asumen la responsabilidad de su propia conducta, en especial cuando conduce a consecuencias negativas. La culpa de sus actos o fracasos siempre será de los demás. "Lo quiero ahora" Los vampiros no esperan. Si te interpones en su camino o intentas retrasar su gratificación...¡¡provocarás a la bestia!! "Si no me salgo con la mía, me da una rabieta" Cuando no se salen con la suya, son capaces de crear una imponente serie de desdichas para las personas que les han negado algo. Son explosiones emocionales manipuladoras a través de irritantes rabietas o ridículos "berrinches". TIPOS DE VAMPIROS EMOCIONALES: Los expertos dicen que hay varios tipos de depredadores emocionales que absorben la energía de quienes los rodean, dejando a sus víctimas emocionalmente vacías. EL QUEJUMBROSO: Todo el tiempo está quejándose de sus problemas y desgracias (que suelen ser siempre los mismos), el mundo entero parece estar en su contra. Cada sugerencia positiva que hagas es descartada con múltiples argumentos EL MELODRAMÁTICO: Cualquier  detalle en su vida puede convertirse en un melodrama. Cualquier experiencia cotidiana puede ser generador de una explosión de intensas emociones (un olvido puede ser signo de alzheimer, un saludo sonriente de un desconocido es el presagio de una posible infidelidad). Esta categoría incluye también a “los catastróficos”. La vida para ellos es un peligro constante, un presagio de enfermedad, muerte, desgracia y catástrofe. EL CRONISTA: Cualquier pequeño detalle en su vida diaria puede ser motivo de una gran historia, de un eterno monólogo, una extensa narración. Son incapaces de escuchar a los demás. Solo los  usan como espectadores de sus exageradas historias.. EL EGÓLATRA: Boicoteará cualquier éxito, interés, aventura o deseo que expreses. Lo que ellos sienten siempre es más grande, sus experiencias más intensas o sus desgracias peores. Tienden a echar por tierra cualquier aspiración o plan de los demás, a todo le encuentran  defectos o la parte más negativa. EL IRACUNDO: Estallan por cualquier cosa. Para estar con ellos siempre hay que andar con pies de plomo. EL INDEFENSO: Necesita que hables constantemente por él, que  lo defiendas, lo apoyes, lo protejas, lo ayudes, le resuelvas cualquier tipo de problema por insignificante que sea. Y ellos…tranquilos y felices, porque no tienen que hacerse responsables por sí mismos. DAÑOS QUE PUEDEN CAUSAR: Los vampiros emocionales te utilizarán para satisfacer cualquier necesidad que experimenten en ese momento. Carecen de escrúpulos para aprovechar tus esfuerzos, dinero, amor, atención, admiración, cuerpo o alma con el fin de satisfacer sus anhelos insaciables. Quieren lo que quieren, y poco importa lo que TÚ sientas al respecto. Cuando se ofrecen a ayudar o a dar algo, por lo general ocultan un motivo. Poco a poco, desde la sutileza a la tiranía, el vampiro emocional va imponiendo su voluntad y su criterio innegociable e interpreta la tolerancia y la condescendencia de la víctima como debilidad, entrega y sometimiento.    http://mujersincadenas.blogspot.pt/2011/03/cuidado-vampiros-emocionales-al-acecho.html ¿CÓMO PROTEGERTE? Una vez  que lo hayas reconocido, debes actuar utilizando su lado débil... ¡¡Sacarlo a la luz!!. No permitas que siga abusando de tí. Tú tienes el control de tu vida, no el vampiro emocional. Él pretenderá que pienses que no existe otra opción en tu vida mas que someterte a su voluntad. Recuerda que siempre hay otras alternativas diferentes, incluso alejarte de él de inmediato. Guarda tus secretos y tus valores. No permitas que te aisle de tu círculo social y familiar. Ellos utilizan el miedo y la confusión para controlar a su víctima. No te dejes dominar ni pierdas tu seguridad...¡¡Enfrenta tus miedos y date la vuelta!! Recuerda, la elección que parece más aterradora es normalmente la correcta. No es fácil identificar al vampiro emocional, pues el enmascaramiento conductual es una de sus armas más poderosas. Para remediarlo, la víctima necesitará alejamiento, incomunicación absoluta con el depredador, ayuda psicológica por expertos en la materia y años de desintoxicación. Aún así, muchas quedarán encadenadas de por vida a esta clase de vampiros emocionales cuyos estragos y consecuencias psicológicas pueden dejar al mismísimo Conde Drácula como incipiente aprendiz de "chupasangre".

Autoria e outros dados (tags, etc)

Vampiros emocionais, vampiros anti-sociais

27.01.12

Os Vampiros Emocionais nos atraem e depois nos sugam. Do livro VAMPIROS EMOCIONAIS Como lidar com pessoas que sugam você, Albert J. Bernstein, Ph.D. A princípio, os Vampiros Emocionais parecem melhores que as pessoas comuns. São tão inteligentes, talentosos e encantadores como um conde romeno. Gostamos deles, confiamos neles, esperamos mais deles do que das outras pessoas. Esperamos mais, recebemos menos e, no fim das contas, saímos derrotados. Nós os convidamos a entrar na nossa vida e quase sempre só percebemos o erro quando eles desaparecem na noite, deixando-nos exauridos, com dor na nuca, carteira vazia ou talvez coração partido. Suas percepções são distorcidas pelos seus anseios de metas imaturas e inatingíveis. Eles esperam atenção total e exclusiva de todos. Esperam um amor perfeito que se dê, sem nunca exigir nada em troca. Querem uma vida repleta de divertimento e entusiasmo, e ter alguém que cuide de tudo o que seja chato ou difícil. Os vampiros parecem adultos por fora, mas ainda são bebês por dentro. Assim como os vampiros do cinema recuam diante de crucifixos, alho ou água benta, os Vampiros Emocionais sentem-se por demais ameaçados por experiências adultas comuns como o tédio, a incerteza, a responsabilidade e ter de dar além de receber. Os vampiros que ficam de tocaia à noite sugam todo o sangue da vítima. Os Vampiros Emocionais usam a vítima para satisfazer quaisquer necessidades do momento. Não têm escrúpulos e roubam seu esforço, seu dinheiro, seu amor, sua atenção, sua admiração, seu corpo ou sua alma, para satisfazer seus desejos insaciáveis. Querem o que você quer, e não ligam muito para o que você pensa. Os Vampiros Emocionais conseguem transformar-se no que você quiser ver, mas só durante um período suficiente para seduzi-lo. Dizer que são perfeitos atores não lhes faz justiça. Não raro, interpretam tão bem seus papéis que acabam se convencendo de que são quem fingem ser. Aos Vampiros Emocionais falta integridade. Não estou emitindo um juízo moral; pelo contrário, é um comentário sobre a estrutura de sua personalidade. Os vampiros são vazios por dentro. Não sabem muito bem quem ou o que realmente são; só sabem o que querem. Além de se confundirem com relação à própria identidade, os vampiros também podem confundir a vítima quanto à própria identidade. Quem se envolve muito com eles, mal se conhece. Às vezes é melhor fugir, ou não se envolver.  Começam com uma primeira impressão espetacular. Parecem um pouco melhores do que as outras pessoas - mais talentosos, mais interessantes, mais competentes, mais carinhosos, mais glamourosos, ou simplesmente mais divertidos. Também é fácil conversar com eles. Parecem compreendê-lo imediatamente, saber o que você quer. Mesmo que desconfie de fumaça e espelhos, você quase acredita que o que acha que vê é a realidade. No cinema e na realidade é a mesma coisa; o negro poder que os Vampiros Emocionais detêm sobre as pessoas normais é a hipnose. Os hipnotizadores convidam as pessoas a concentrar a atenção neles, e não no que estão fazendo. O desvio da atenção é o principal segredo da hipnose, comunicação hipnótica provoca confusão e desvio de atenção propositalmente. Espera-se que você desista de tentar entender, desative seu raciocínio crítico e se deixe levar. Os hipnotizadores identificam as pessoas que provavelmente lhes darão o que querem. O truque de fazer com que as pessoas submetidas à hipnose se comportem como galinhas não é recitar encantamentos mágicos; é procurar pessoas que façam o que se espera delas, mesmo que achem ser bobagem. Os hipnotizadores isolam suas vítimas. Os hipnotizadores de boate convidam as pessoas mais influenciáveis da plateia para subir ao palco. Uma vez no palco, cegas pelas luzes e ouvindo somente a voz do hipnotizador, é bem menos provável que essas pessoas usem o raciocínio crítico. Ficam felizes ao acreditar que foram chamadas ao palco porque o hipnotizador reconheceu seus talentos ocultos, e não sua credulidade. Os Vampiros Emocionais também gostam de manter suas vítimas próximas a eles e longe de pessoas que possam fazer muitas perguntas constrangedoras. A relação com o vampiro é sempre algo especial, e quase sempre envolve alguns segredinhos que ficam só entre os dois, A hipnose pode fazê-lo acreditar que esses segredinhos são tesouros, em vez de armadilhas. As duas mais importantes informações objetivas a respeito de alguém são os detalhes do histórico dessa pessoa e as opiniões de outras pessoas. Se, por algum motivo, você perceber que está evitando essas fontes, ou achando que são irrelevantes, cuidado! Quando perceber que está dentro de um buraco, a primeira coisa a fazer é parar de cavar. Se descobrir que foi hipnotizado, primeiro você tem de admiti-lo para si mesmo - trazer o fato às claras. Não tente ocultar o fato de que você se deixou levar. Esqueça a ideia de tentar convencer os Vampiros Emocionais de que não jogaram limpo com você. Eles vão rir e recitar as conversas, tintim por tintim, para provar que não fizeram promessas ou, caso tenham feito, que não as cumpriram por culpa de outra pessoa. Geralmente não é possível, nem com um bom advogado, reaver o que os vampiros tiraram de você. Nem tente. Só não deixe que tirem mais. VAMPIROS ANTI-SOCIAIS Os vampiros anti-sociais são viciados em agitação. Não são chamados de anti- sociais por não gostarem de festas, mas porque não se importam com as normas sociais. Eles adoram farra. Também adoram sexo, drogas e rock'n'roll, e tudo o mais que seja estimulante. Detestam mais o tédio do que uma estaca no coração. Da vida só querem bons momentos, um pouco de ação e gratificação imediata de todos os desejos. De todos os vampiros, os anti-sociais são os mais sensuais, entusiasmados e divertidos. As pessoas se afeiçoam a eles rápida e facilmente e são enganadas na mesma velocidade. Fora a diversão passageira, esses vampiros não têm muito a retribuir. Você vai se decepcionar muito se esperar que sejam dignos de confiança.

- O que houve, amor? - pergunta o Vampiro Adam. Elise fica de queixo caído: -Adam, é incrível você me perguntar isso. Acha que devo aceitar que você saia por aí beijando outra mulher bem na minha cara? Adam passa o braço sobre o ombro de Elise, mas ela o afasta. - Meu amor - diz ele -, era uma festa e eu estava bêbado. Afinal, foi só um beijinho.  - Um beijinho que durou cinco minutos? - Amorzinbo, você sabe que não significou nada. É a você que eu amo. Você é a única. Por favor, benzinho, confie em mim.  Com ar despreocupado, o vampiro tira um cigarro do maço e põe entre os lábios; e sorri. As covinhas do rosto o fariam parecer um menino, não fossem as presas. Ele acende o cigarro e dá uma tragada profunda. - A noite é uma criança - diz ele, batendo com a mão na traseira do banco da Harley. - Vamos dar uma volta? Nas costas da jaqueta dele está escrito: "Viva em alta velocidade, morra jovem e deixe um belo cadáver."

Os anti-sociais são os mais simples dos vampiros, e também os mais perigosos. Da vida, só querem divertimento, um pouco de ação e gratificação imediata de todos os desejos. Se lhes for possível usar você para atingir suas metas, ninguém é mais empolgante, charmoso ou sedutor. Se você estiver no caminho, já era! Os anti-sociais, assim como todos os vampiros, são imaturos. Em seus melhores dias, agem como adolescentes. Nos piores, são páreo duro para as crianças - o que, por falar nisso, também se aplica aos adolescentes. Para ser tecnicamente correto, trata-se de pessoas com tendências para o distúrbio da personalidade anti-social. Anti-social, neste caso, significa não- socializado - que não liga para as reservas sociais normais. O nome foi mal escolhido. Assim como seu antecessor, sociopata, remonta aos tempos em que os diagnósticos psiquiátricos eram juízos morais, e não descrições da personalidade. Há uns cem anos, quando esse diagnóstico foi formulado pela primeira vez, era considerado o tipo de personalidade dos criminosos. Ainda é. De todos os Vampiros Emocionais, os anti-sociais são os que têm maior probabilidade de se envolver em atos ilícitos.  O outro problema do nome é que o significado coloquial de antisocial se refere a pessoas que não gostam de festas. Isso não é verdade com relação aos vampiros anti-sociais. Eles gostam de ter gente por perto e adoram as festas devido a todas as oportunidades que surgem. Onde quer que haja divertimento haverá anti- sociais. Em outro sentido, porém, os anti-sociais são solitários. Têm dificuldade para assumir qualquer tipo de compromisso porque não confiam em ninguém. Os anti- sociais estão convictos de que a única motivação humana é o egocentrismo. São predadores até o osso, e se orgulham disso. Sentem-se perfeitamente à vontade com o egoísmo porque acham que não existe outra forma de motivação. Os anti-sociais são sempre bastante atraentes e divertidíssimos. Imagine uma pessoa normal, dobre o nível de energia, triplique o amor pela agitação e, em seguida, desligue os circuitos da preocupação. Todo mundo já se sentiu assim uma ou duas vezes na vida. Lembra-se daquele baile de formatura, quando você estava deslumbrante e o ar fazia cócegas com aquele perfume dos cravos e a cerveja contrabandeada? E se todos os dias fossem repletos desses tipos de possibilidades? E se não houvesse uma vozinha dentro da sua cabeça para estragar a alegria ao lembrar as coisas terríveis que poderiam acontecer se você exagerasse? Comparado a uma vida repleta de bailes de. formatura, fica difícil empolgar-se com seu emprego. LISTA DE CARACTERÍSTICAS DO VAMPIRO EMOCIONAL ANTI-SOCIAL: OUVIR O CHAMADO DA SELVA Verdadeiro ou falso: marque um ponto para cada resposta verdadeira. 1. Essa pessoa acredita que as normas foram feitas para serem transgredidas. 2. Essa pessoa tem o hábito de recorrer a desculpas para não fazer o que não quer fazer. 3. Essa pessoa já teve problemas com a lei. 4. Essa pessoa regularmente se envolve em atividades arriscadas por serem emocionantes. 5. Essa pessoa sabe usar explosões brilhantes de charme para conseguir o que quer. 6. Essa pessoa não é boa na administração das finanças. 7. Essa pessoa fuma sem pedir desculpas. 8. Essa pessoa tem outro (s) vício (s). 9. Essa pessoa já teve mais parceiros sexuais do que amaioria.  10. Essa pessoa raramente se preocupa.  11. Essa pessoa acredita realmente que é possível resolver alguns problemas recorrendo às vias de fato.  12. Essa pessoa não vê problema algum em mentir para atingir uma meta.  13. Essa pessoa justifica fazer o mal aos outros porque os outros fariam o mesmo se tivessem oportunidade.  14. Essa pessoa é capaz de ter um acesso de nervos para conseguir o que quer.  15. Essa pessoa não entende o significado de prevenir para não remediar.  16. Essa pessoa é adepta de se divertir primeiro e trabalhar depois.  17. Essa pessoa foi demitida do emprego ou demitiu-se impulsivamente.  18. Essa pessoa recusa-se a obedecer a qualquer tipo de regulamento com relação ao traje.  19. Essa pessoa sempre faz promessas que jamais cumpre.  20. Apesar de todos esses defeitos, essa pessoa ainda é uma das mais estimulantes que já conheci.  Pontuação: Cinco ou mais respostas verdadeiras qualificam a pessoa como Vampiro de Emoções anti-social, embora não seja obrigatoriamente um diagnóstico de distúrbio da personalidade anti-social. Se a pessoa marcar mais de 10 pontos, segure a carteira e o coração. No núcleo da personalidade anti-social há um desejo ardente de estímulos de todos os tipos. Todas as outras características parecem ter origem em um impulso fundamental para a agitação. Em qualquer encruzilhada os anti-sociais em geral escolhem o caminho que leva à agitação em menos tempo. Eles próprios podem ignorar totalmente essa dinâmica, contudo ela serve para explicar grande parte de seu comportamento. No lado positivo, os anti-sociais não se deixam influenciar por dúvidas e preocupações. Aceitam riscos e desafios que aterrorizam as pessoas comuns.  Não podemos viver sem eles. Os heróis quase sempre são tão perigosos para os amigos quanto para os inimigos. O mesmo impulso que leva à coragem nos campos de batalha, no esporte e na bolsa de valores também leva ao tédio na vida cotidiana.  as longas horas em que as pessoas socializadas se contentam com o adiar a gratificação para cumprir com as obrigações, os anti-sociais ficam andando de um lado para outro como feras enjauladas à procura de um modo de escapar. As normas cotidianas que proporcionam estrutura e significado a nossa vida são meramente as grades da jaula dessas pessoas. Os anti-sociais não se vêem como pessoas que procuram encrenca, só procuram a chance de se libertar. A liberdade para eles, porém, significa encrenca para todas as outras pessoas. Em sua procura de estímulo constante, os anti-sociais sentem-se atraídos por tudo o que vicia, como os lemingues sentem atração pelos despenhadeiros. Gostam muito de sexo e drogas, bem como de apostas, cartões de crédito e investimentos arriscados com o dinheiro alheio. A droga escolhida pode variar, mas a finalidade é a mesma. No fundo, todos os vícios são parecidos, porque provocam uma mudança rápida na neuroquímica que é a motivação essencial da vida dos anti-sociais. Os anti-sociais raramente pensam por que fazem o que fazem; simplesmente fazem. Planejamento e análise de alternativas, para eles, é desnecessário e entediante. Nos campos de batalha e de jogos, são mais bonitos do que qualquer um de nós poderia esperar ser, porque estão livres das preocupações e das dúvidas que nos incomodam. Só depois de algum tempo é que se torna evidente que a maioria das decisões dos anti-sociais é mera jogada de dados. Por dentro, os anti-sociais que estão tomando decisões. Para eles, a vida é uma série de reações inevitáveis a tudo o que estiver acontecendo no momento. Se você lhes der o que querem, ficam ficam entusiasmados. Se você os frustrar, eles têm um ataque de nervos. Deixe-os em uma situação tediosa que eles fazem um alvoroço. Acreditam piamente que seus atos são provocados pelo que você faz. Essa convicção os livra da responsabilidade e da culpa, mas também lhes rouba a percepção do controle sobre a própria vida - essa percepção que é uma das essenciais para a saúde mental, preocupação e a dúvida podem nos atrapalhar, mas também proporcionam sentido e continuidade à nossa vida. Apesar dos defeitos, os vampiros anti-sociais são adoráveis. Seria de esperar que gente tão predadora fosse odiada e indesejável, mas isso está longe de ser verdade. A imaturidade é o manancial da atração e a fonte de todo o charme. Os vampiros vivem a vida emocional usando outras pessoas. Para sobreviver, precisam saber convencer muito bem que têm exatamente o que você quer. Fazem o que você quer, mas é raro continuarem fazendo enquanto você o quer. preocupam-se muito pouco. Preferem pensar em algo muito mais importante do que prazos, obrigações ou como você se sentirá se eles não cumprirem uma promessa. É comum perderem o emprego, gastar o que não têm e partir o coração das pessoas que gostam deles. A realidade cotidiana não é páreo para a sensação palpitante e arrepiante de viver uma fantasia. As drogas, compradas a um traficante ou produzidas pelo sistema endócrino por meio de comportamento de risco, também provocam outro problema. Com o tempo, há necessidade de consumir cada vez mais, pois produzem efeitos cada vez menores. É inevitável que os choques incríveis que os aventureiros tanto amam lhes privem o cérebro das quantidades menores de substâncias químicas necessárias à manutenção do equilíbrio cotidiano. Nos longos períodos de tempo entre as aventuras emocionantes, os anti-sociais se sentem deprimidos, irritados e vazios.  É aí que você entra. Além de companheiros de jogos, os anti-sociais geralmente precisam de alguém que cuide deles, limpe a bagunça que fazem e os ajude a se reerguer. Oferecem o mundo em troca desses serviços, mas nada pagam. Os codependentes não recebem nem gratidão. Contudo, quando aventureiros estão em atividade, a brincadeira é maravilhosa.  Químico ou comportamental, qualquer que seja o nível de impulso que você presumir, os aventureiros oferecem uma loucura que o arrebata do mundo cotidiano e o leva para a realidade alternativa de diversão e aventura. Sem ao menos tentar, são excelentes hipnotizadores. Sempre começam aos poucos. têm talento para descobrir pessoas que gostariam de se divertir um pouco, principalmente se a diversão envolver rebelião contra autoridade. São hipnotizadores, cativam o adolescente que temos dentro de nós e descrevem todas as maravilhosas possibilidades que a vida oferece se estivermos pelo menos dispostos a correr o risco. A sinuca em que eles nos põem é um desafio, simples e eficaz: se não fizer isso, diga adeus à oportunidade e admita que não teve coragem. Não sabem quando parar. São muito bem-dotados para forçar as outras pessoas a irem mais longe do que queriam. elas não aprendem bem com os próprios erros, nem com qualquer tipo de castigo. Mais do que qualquer outro grupo, têm a capacidade de levantar, sacudir a poeira e repetir a mesma burrice. A pressão do ambiente também é poderosa. Quando os vampiros não conseguem o que querem, logo têm um acesso de raiva. No caso dos aventureiros, os acessos de raiva quase sempre terminam com ele indo embora. Se o companheiro de jogo escolhido não for bastante divertido, é menos provável que gritem, mas se desviam na direção de outra pessoa. A perspectiva de perda iminente faz com que qualquer coisa pareça mais valiosa. As pessoas podem começar a se esforçar por manter satisfeitos os vampiros de sua vida, mesmo quando sabem que são péssima companhia. O relacionamento começou com harmonia instantânea. Desde o primeiro dia ela vem se modificando, ato após ato, porque ele a pessoa mais empolgante que ela já conheceu.  confusa com o relacionamento, mas relutante em conversar sobre isso com alguém, pois já sabe o que toda pessoa diria. A melhor maneira de prever o que alguém fará no futuro é o que fez no passado. Eles contam uma versão dos fatos que você (ou eles) gostaria de ouvir, e não o que realmente acontece. Isso ocorre principalmente quando falam de sexo, drogas, dinheiro, do que fizeram no passado e do que pretendem fazer no futuro. Se puder evitar, jamais acredite em algo do que disserem sem algum tipo de corroboração externa. Os vampiros não se vêem refletidos no espelho. Já reparou que as pessoas que têm um ego enorme costumam ser pequenas em tudo? A melhor proteção contra esses vampiros é reconhecê-los antes que liguem o charme. Quando os vir chegando, segure o coração e esconda a carteira até averiguar os antecedentes. O que os vampiros anti-sociais fizeram no passado é o melhor prognóstico do que farão no futuro.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Hits

drupal stats

googlr




Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.