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16.02.12

Sociopatas, psicopatas, personalidades anti-sociais, personalidades dissociais, personalidades amorais, don juan, donjuanismo, transtorno de personalidade anti-social, Transtorno de personalidade narcisista, predadores sociais, parceiro manipulador, aproveitador de mulheres, homens que não sabem amar, psicopata do amor, sedutores compulsivos, sindrome de calimero, canalhas, cafajestes, manipulador emocional, Vampiros emocionais, vampiros anti-sociais …

 

Características: pessoas frias, insensíveis, manipuladoras, perversas, transgressoras de regras sociais, impiedosas, imorais, sem consciência e desprovidas de sentimento de compaixão, isentos de sentimentos, culpa ou remorso, raciocínio frio e calculista combinado com uma total incapacidade de tratar as outras pessoas como seres humanos pensantes e com sentimentos. São indivíduos frios, calculistas, inescrupulosos, dissimulados, mentirosos, sedutores e que visam apenas o próprio benefício. Eles são incapazes de estabelecer vínculos afetivos ou de se colocar no lugar do outro. São desprovidos de culpa ou remorso e, muitas vezes, revelam-se agressivos e violentos. Personalidade fria e insensível para com os sentimentos alheios, cujo próprio interesse momentâneo é o objetivo maior. Embotamento afetivo. Fanfarronice e charme superficial; Falta de empatia; Decisões tomadas sempre em interesse próprio, mesmo quando isso é eticamente questionável; Mentiras crônicas; Falta de remorso; Falta de responsabilidade pelas próprias ações, sempre culpando outrem; Emoções de pouca profundidade; Foco na auto gratificação às expensas dos outros; Comportamento do tipo levar vantagem em tudo; Manipulação.

Elas apresentam traços de egoísmo, buscam qualquer meio e forma para conquistarem, mas parecem não levar em conta os sentimentos da outra pessoa, insensibilidade e menosprezo ao sentimento do outro. Pessoas frequentemente egoístas e com uma grande sensibilidade à monotonia: são intolerantes ao tédio, o que os faz comummente buscarem estímulos e novidades, caracterizando uma inconstância nos relacionamentos que se tornam enjoativos facilmente. Eles parecem se entediar ou enjoar quando ficam com uma mesma pessoa e, principalmente, quando a mesma se apaixona. Para aquele que seduz, a concretização da conquista traz a monotonia que, para eles, é detestável, as relações são rápidas e sem nenhum vínculo afetivo. apresentam níveis de autocontrole extremamente reduzidos. São denominados "cabeça-quente" ou "pavio-curto" por sua tendência a responder às frustrações e às críticas com violência súbita, ameaças e desaforos. Eles facilmente se ofendem e se tornam violentos por trivialidades ou por motivos banais. Apesar de a explosão de agressividade e violência serem intensas, elas ocorrem em um curto espaço de tempo, após o qual voltam a se comportar como se nada tivesse ocorrido. Quando "perde o controle", sabe exatamente até onde ele quer ir, no sentido de magoar, amedrontar ou machucar uma pessoa. Apesar de tudo isso, eles se recusam a admitir que tenham problemas em controlar seu temperamento. Eles descrevem seus episódios agressivos como uma resposta natural à provocação a que foi submetido (vítima de toda a situação).

Necessidade compulsiva por sedução, necessidade intensa de seduzir o tempo todo, envolvimento sexual fácil mas fracasso no envolvimento emocional, determinada por relacionamentos íntimos pouco duradouros ou até mesmo inexistentes, superficiais e inconstantes, não se apegam aos seus parceiros, apenas uma atração fugaz. Apesar dessa compulsão à sedução, isso não significa que a pessoa seja, obrigatoriamente, mais viril ou mais ativo sexualmente, nem sempre se dá às custas de um desempenho sexual excecional mas sim, devido à habilidade em oferecer às pessoas a serem seduzidas, tudo aquilo que elas mais estão querendo.

Parece ter preferência por perigo, intolerante à rotina, monotonia e tédio, viciados na adrenalina do perigo e por isso são movidos pela alta inclinação a relacionamentos proibidos ou que ofereçam um certo grau de desafio, contínuos comportamentos anti-sociais que agridem o direito dos que com ele convivem. É um eterno inconveniente, no dizer comum. Isto tem como causa básica a incapacidade em controlar seus impulsos. Há nele uma incômoda impaciência e urgência em ser satisfeito no que quer. A impulsividade apresentada visa sempre alcançar prazer, satisfação ou alívio imediato em determinada situação, sem qualquer vestígio de culpa ou arrependimento. Transformam as qualidades da mulher em defeitos de um dia para o outro e os que traem compulsivamente.

O narcisismo: a ponto delas amarem muito mais a si mesmas que a qualquer outra pessoa. Só tem uma única intenção, o de manipular tudo a sua volta para seu melhor proveito e para, adivinhem, a satisfação do seu EGO. Acentuada imaturidade afetiva: sempre muito inconstantes, e exclusivamente dirigidos à satisfação de suas conquistas. O aspeto volúvel e responsável pela constante troca de relacionamento pode ser indício dessa imaturidade afetiva e indica, sobretudo, uma completa carência de responsabilidade ou medo de assumir os compromissos normais das pessoas maduras. Eterno imaturo, infantil.

Normalmente essas pessoas ignoram a decência e a virtude moral. São intolerantes à constância, estão sempre mudando e não estabelecem nenhum vínculo afetivo com facilidade, ou caso estabeleçam, são excessivamente superficiais e breves; o que não os causam nenhum tipo de remorso ou culpa. Tendem a ser sexualmente promíscuos, abandonando amantes e família regularmente na busca de nova conquista. Portadores de grande insensibilidade moral, faltando-lhes totalmente juízo e consciência morais, bem como noção de ética, não tem freios eficientes à sua impulsividade. Muitas vezes apresentam comportamentos exibicionistas, usando nudez em público ou junto das suas conquistas.

Ele mente olhando nos olhos e com atitude completamente neutra e relaxada, sabe que está mentindo, não se importa, não tem vergonha ou arrependimento, nem sequer sente desprazer quando mente. Diz o que convém e o que se espera para aquela circunstância. Ele pode mentir com a palavra ou com o corpo, quando simula e teatraliza situações vantajosas para ele, podendo fazer-se arrependido, ofendido, magoado. Quer ser admirado, quer ser o mais rico, mais bonito, melhor vestido. Assim, ele tenta adaptar a realidade à sua imaginação, à sua personagem do momento, de acordo com a circunstância e com sua personalidade é narcisística. Esse indivíduo pode converter-se no personagem que sua imaginação cria como adequada para atuar no meio com sucesso, propondo a todos a sensação de que estão, de fato, em frente a um personagem verdadeiro. Alguns "mais experientes" são tão especialmente hábeis em mentir que se utilizam de pequenas verdades para ganharem credibilidade em seus discursos. A coisa funciona mais ou menos assim: eles admitem alguns deslizes que cometeram de fato, apenas para que as pessoas "de bem" se confundam e pensem da seguinte maneira: "Sejamos razoáveis, se fulano' está admitindo seus erros, e bem provável que ele esteja falando a verdade sobre as demais histórias." Por serem profundamente inseguras, essas pessoas tendem a construir sua autoestima em cima de um personagem seguro, bem-resolvido, sociável. Incapacidade de amar, insensibilidade e frieza. São seres humanos desprovidos  de sentimentos que não possuem capacidade emocional para gostarem verdadeiramente de ninguém. Incapacidade em estabelecer relações que não sejam exploradoras, não existe capacidade de identificar valores morais, não existe capacidade de compromisso com os outros e não há sentimentos de culpa.

 

Atuação: Imagine uma pessoa normal, dobre o nível de energia, triplique o amor pela agitação e, em seguida, desligue os circuitos da preocupação. Todo mundo já se sentiu assim uma ou duas vezes na vida. Lembra-se daquele baile de formatura, quando você estava deslumbrante e o ar fazia cócegas com aquele perfume dos cravos e a cerveja contrabandeada? E se todos os dias fossem repletos desses tipos de possibilidades? E se não houvesse uma vozinha dentro da sua cabeça para estragar a alegria ao lembrar as coisas terríveis que poderiam acontecer se você exagerasse? Comparado a uma vida repleta de bailes de. formatura, fica difícil empolgar-se com seu emprego. Eles gostam de ter gente por perto e adoram as festas devido a todas as oportunidades que surgem. Onde quer que haja divertimento haverá anti- sociais. São quatro etapas no processo de caça. Na primeira, ele estuda a vítima, conhece seus gostos, suas fraquezas. Ele em geral procura quem esteja fragilizado, porque é mais fácil de ser dominado. Uma viúva recente, uma mulher que tenha saído de um relacionamento difícil, que tenha perdido um ente querido, alguém que consiga manipular. Depois de estudar a vítima ele começa a fase de absorção, na qual já sabe o que a vítima quer e faz de tudo para satisfazê-la, ganhando, assim sua confiança e seu amor. É aqui também que começa o controle excessivo sobre ela, afastando-a dos amigos, do trabalho ou de qualquer que seja que possa afastá-la dele e fazê-la desconfiar de suas intenções. O próximo passo é a exploração, em que o psicopata suga toda energia psiquica e física de sua presa. Ele reestrutura a vida da parceira de acordo com seus interesses. É nessa etapa que a mulher mais sofre, segundo Ana Beatriz, porque começa a perceber que ele não era bem quem  parecia ser, mas ainda não sabe que está dormindo com o inimigo.  Acha que ele está infeliz e começa a fazer de tudo para agradá-lo com medo de perder aquele homem que tanto a ama. A última fase é chamada de revelação e horror quando o cara mostra quem realmente é. Em geral ocorre porque o psicopata já esgotou suas possibilidades naquela relação e encontrou outra vítima, ou então ja tem um domínio tão grande sobre a mulher que sabe que mesmo mostrando sua crueldade não irá perdê-la. Mas você vai se vender por um pouco de carinho, mesmo que falso, pois é tudo o que você mais espera  depois de tudo que você já se submeteu para mantê-los satisfeitos. E da próxima vez você vai tentar satisfazê-lo ainda mais, em prol de manter o carinho que é mendigado a você, mesmo que para isso você tenha que passar por cima de suas vontades e convicções. Mas o que você não sabe é que aquele sentimento que  você tem às vezes,  e que fica cada dia mais evidente é a mais pura e lógica verdade: por mais que você se submeta a  loucuras para satisfazê-los, você NUNCA será suficiente. Sabe porque? Porque esse é o maior medo do sociopata  manipulador. Se você se sentir suficiente na relação doentia que ele constrói, você não estará mais suscetível as suas chantagens e manipulações emocionais. Você vai começar a enxergá-lo como o que ele realmente é: um DOENTE. E mesmo que tenha tudo para dar certo, mesmo que vocês tenham gostos parecidos, tenham um tesão incontrolável um pelo outro, adorem ficar junto o tempo todo, adorem ficar grudados nas baladas, sonhem em casar e ter filhos, esse comportamento doentio pode levar tudo a ruína, inclusive a sua saúde mental. Quando você perceber, já largou tudo o que gosta, já parou de render no trabalho e não terá mais vida própria em nome de satisfazer a demanda doentia destes sociopatas. Manipuladores são parasitas e devem ser tratados como tal. Aprenda a defender-se antes que você perca mais tempo de sua vida esperando o dia que eles mudem.

“EU GOSTO DE QUEM VOCÊ É” –O psicopata mostra admiração pelo talento e pelos pontos fortes da vítima.

“EU SOU COMO VOCÊ” –O psicopata identifica características da personalidade da vítima e faz de conta que compartilha gostos e interesses.

“SEUS SEGREDOS ESTÃO SEGUROS COMIGO” –A vítima, achando que está diante de um amigo, abre o coração e conta medos e expectativas.

“SOU SEU AMANTE / AMIGO IDEAL” –Último estágio da manipulação. O psicopata cria um elo psicológico que promete uma relação duradoura. A vítima já está em suas mãos. 

Exímios em fazer uso de mentiras, de forma a livrarem-se de situações embaraçosas. Desempenham papéis sociais sempre teatrais. Muitas vezes, os psicopatas querem convencer as pessoas de que são capazes de vivenciar fortes emoções, porém eles sequer sabem diferenciar as nuances existentes entre elas. Confundem amor com pura excitação sexual, tristeza com frustração e raiva com irritabilidade. Para que a técnica funcione, há que ter em conta alguns pormenores. Primeiro que tudo, o mentiroso tem de encarnar uma personagem dócil, de modo a apelar para o sentimento. O passo seguinte é encontrar o interlocutor certo. Alguém que não esteja atento a pormenores e que se coloque “a jeito” para ser iludido. A estratégia é começar por seduzir, através de palavras bonitas e atos a condizer. São igualmente rápidos em atender as mais diversas expectativas. Não é preciso esforçar-se muito porque a duração é limitada, já que rapidamente estala o verniz e a verdade virá ao de cima. Apesar dessa conquista compulsiva servir-lhe para melhorar sua sensação de segurança e auto-estima, uma vez possuído o que desejava, já não o deseja mais. Em alguns casos começa a se desestimular com a conquista quando percebe que a pessoa conquistada já está apaixonada por ele. Pode até nem haver necessidade do ato sexual a partir do momento em que ele percebe que a pessoa aceita e deseja o sexo com ele. É o namorado que vai entrando de mansinho na vida da companheira, com um carinho, uma atenção e uma sexualidade totalmente cativantes, até que começam as investidas no cartão de crédito, os pedidos para emprestar o carro, objetos da casa podem misteriosamente sumir, papéis são falsificados, assinaturas forjadas, desfalques, fraudes escandalosas. Geralmente no início pagam ou dividem jantares, passando rapidamente a nunca pagarem nada com a maior normalidade. Mesmo que nunca pague a conta nos restaurantes, ele disfarça com tanto charme que a cara-metade nem se importa. Vive às custas do outro, mantém casos extraconjugais, só pensa na própria satisfação e impõe uma relação de posse. E, por mais que apronte, ele sempre transfere a sua culpa à vítima. Tem um histórico conturbado com mulheres, mas faz acreditar que com você será diferente. Ele deixa claro que determinadas áreas importantes da vida dele, como amigos, família ou trabalho, são "zonas proibidas" e exclui você de algumas ou da maioria delas;  Foge dos eventos que incluam sua família e amigos e evita passar muito tempo com essas pessoas. É como se tivesse certeza de que alguém alí sabe alguma coisa negativa sobre ele; Ele pode deixar pistas de que está interessado ou até mesmo saindo com outra mulher;  Se estiver saindo com outra mulher, mente garantindo que você é a pessoa mais importante da vida dele. Tente saber do passado dele: infidelidades, fraudes, problemas com agressões, álcool/drogas (que nunca admitirá), dividas, incapacidade de manter trabalho.

Cheio de palavras encantadoras, sorrisos envolventes e, sobretudo, uma “sinceridade” admirável. As aspas servem para alertar que, na verdade, essa pseudo-sinceridade também faz “parte de seu show”. Ele logo avisa: “não quero nada sério e não estou disposto a assumir uma relação”. E esta declaração parece-lhe autorizar a agir do modo como bem entender, independentemente de como o outro está se sentindo. Porque ao mesmo tempo em que ele diz que não quer nada com o outro, liga, aparece, mostra desejo, seu corpo demonstra prazer e vontade de continuar por perto. E assim ele vai degustando mais uma “caça” de modo cruel. A maneira mais fácil de confundir e enlouquecer uma pessoa é agindo de modo contraditório. E este é o script do ‘amante-psicopata’. Ele é absolutamente incoerente. Quer, mas não quer. Fica, mas não está. Beija, transa, é carinhoso e eloquente, mas à primeira cobrança, ele reforça: “nunca te prometi nada; sempre deixei claro que não estava disposto a te assumir”. E pronto! A repetição de sua promessa inicial, mesmo depois de tantas demonstrações e até declarações contrárias, basta para que ele se sinta isento da necessidade de qualquer consideração para com o outro.

Inicio: “tu és a melhor coisa que me aconteceu nos últimos tempos.” ou “somos iguais”.

Depois: “O problema não tem a ver contigo, mas sim comigo…eu é que não estou preparado para ter um relacionamento!” ou “desculpa, mas quero estar sozinho… preciso de pensar na minha vida!”… ou dão “um tempo” à relação, mantêm um contacto diário com a ex_pseudo_namorada, “preciso de estar sozinho… não estou bem… preciso de me encontrar “.

Desculpas esfarrapada, para viver no melhor dos dois mundos, deixando sempre algo em stand-by, não se vá um dia arrepender (modo de não fechar portas, querer deixar finais em aberto… típico de pessoas imaturas, que não sabem o que querem). Estrategista, ele tem o dom de montar todo um teatro a sua volta, ele faz uma força enorme para sustentar mentiras, faz jogo de intrigas, ele planta terreno. Ele dá o tiro, joga a culpa em quem está do lado e ainda por cima vai no enterro da vítima, isso quando não serve como testemunha do crime, é extremamente dissimulado.

 

Vitimas: mulheres com uma baixa auto-estima, carentes de afeto, ingênuas ou muito sugestionáveis e influenciáveis. As pessoas de bom coração (e dinheiro) são o seu alvo preferido. Uma mulher bonita, com dinheiro na bolsa, carência afetiva, por exemplo. O que os motiva é o prazer de sentirem que conseguem ludibriar e iludir as mais incautas. Raramente racionaliza se esse tipo de conduta causa prejuízos no campo sentimental e emocional das mulheres, sendo que alguns desses homens dizem francamente não se importar com isso. Não sente culpa ou remorso por tais comportamentos. Dá à conquista amorosa ares de desporto e competição, muitas vezes convidando amigos para apostas sobre sua competência em conquistar essa ou aquela mulher. Não é raros que esses conquistadores tragam listas e relações das mulheres conquistadas, tal como um troféu de caça. Sabem manipular direitinho a sua vítima que se vê enleada e confundida. Por consequência, a vítima fica como que intrigada quer descobrir o porquê daquelas atitudes não muito comuns, mas ele sabe também ser reticente e evasivo e não se deixa pegar. Há um prazer sádico em ver sua vítima sofrendo e se amargurando (atormentá-la sadicamente). Sufoca, esmaga e destrói. É o ás das críticas e, na intimidade ou em público, sabe desvalorizar sua mulher como ninguém. Ao oprimir o outro, ele se sente poderoso. Não raro, esse homem se acha a parte inferior do casal, seja porque seu trabalho é menos valorizado e ele ganha menos ou porque seu grau de instrução é menor do que o da parceira.

'O cafajeste conhece a técnica de sedução para conseguir que tanto a esposa quanto a amante, ou várias namoradas, acreditem que são 'o amor da vida dele'', afirma Mirian. Ainda que alguma delas note pistas de que ele não está sendo sincero, é quase certo que se apegue à ideia de que 'comigo, vai ser diferente, meu amor irá mudá-lo'. Um erro.

Muitas vezes, o lar doméstico desses indivíduos é marcado também pelas outras diversas característica psicopáticas, tais como egoísmo, mentiras, manipulação etc. Da mesma forma com as outras pessoas, eles não se importam com os sentimentos dos seus familiares, são frios e não sentem culpa por nada que fazem. São na realidade, indivíduos irritadiços, agressivos, impulsivos, sádicos, interesseiros, egoístas, frios e excessivamente manipuladores: enquanto maltratam as pessoas mais íntimas que se importam com ele, o indivíduo demonstra profundo ódio, rancor e indiferença aos mesmos; fora desse ambiente familiar conturbardo, se mostram totalmente o oposto: pessoas queridas, alegres e do bem.

Os laços sentimentais habituais entre familiares não existem. Essa impulsividade reflete também um baixo limiar de tolerância às frustrações, refletindo-se na desproporção entre os estímulos e as respostas, ou seja, respondendo de forma exagerada diante de estímulos mínimos e triviais. Inverte a culpa e o foco da questão quando alguém suspeita dele, tenta fazer cair em descrédito a pessoa que está prestes a desmascará-lo. Tenta inclusive convencer sua vítima de que ela precisa se tratar emocionalmente. Ele tenta fazer com que a própria pessoa acredite não ter uma linha de raciocínio coerente, tenta desmoralizar suas vitimas quando ele próprio não tem moral alguma. Ele sempre tem justificativas para as suas maldades, ou seja, sua vitima sempre é a causadora de tudo para ele. Eles podem arruinar empresas e famílias, provocar intrigas, destruir sonhos. Todo mundo a sua volta é “tosco”, “caipira”, “burro”. O parceiro manipulador, aos poucos, se coloca como líder do relacionamento, sufocando ao mesmo tempo em que se mostra cada vez menos amoroso, gentil e capaz de manter o respeito e o afeto que deram origem à relação. A pessoa manipuladora se fortalece, essencialmente, enfraquecendo o ego de suas vítimas, minar a auto-confiança da parceira e transformando-a em mera muleta, na qual se apoia para viver. Além de agressões verbais, críticas, atitudes de falsa surpresa diante de um erro, ele também faz tudo para afastar a parceira dos amigos e da família, de modo a criar um vazio em torno da outra ao enfraquecer a rede de amizades e afastá-la de amigos. não pede desculpas quando não cumpre o que diz ou falha nos compromissos feitos, usa a chantagem emocional para conseguir controlar os outros. Ou então faz com que as pessoas sintam-se diminuídas e acuadas, fragilizando-as. “Não se pode dizer que seu grupo de colegas seja muito brilhante.  “Pensava que você tivesse amigos melhores”. O jogo deles se baseia no poder e na autopromoção às custas dos outros, e eles são capazes de atropelar tudo e todos com total egocentrismo e indiferença. Todos lhe dizem que ele é um perigo? Podem ter razão… Como animais predadores, vampiros ou parasitas humanos, esses indivíduos sempre sugam suas presas até o limite improvável de uso e abuso. Possuem um extraordinário poder de nos importunar e de nos hipnotizar com o objetivo maquiavélico de anestesiar nosso poder de julgamento e nossa racionalidade. Com histórias imaginárias e falsas promessas nos fazem sucumbir ao seu jogo e, totalmente entregues à sorte, perdemos nossos bens materiais ou somos dominados mental e psicologicamente. Deixam os outros exaustos, adoecidos, com uma enorme dor de cabeça, a carteira vazia, o coração destroçado e, nos piores casos, vidas perdidas. As outras pessoas são meros objetos ou coisas, que devem ser usados sempre que necessários para a satisfação do seu bel-prazer. Os psicopatas zombam dos mais sensíveis e generosos. Para eles, essas pessoas não passam de uma gente fraca e vulnerável e, por isso mesmo, são seus alvos preferidos. Esquecem-se da carteira constantemente e não tem pruridos em pedir dinheiro que sabem nunca irão pagar. Prepare-se para ver sua conta no fundo do poço. Ele sempre vai convencê-lo de que pagará tudo, com juros, no fim do mês. Só não vai dizer de qual mês. O psicopata gosta de status, ele quer desfrutar do bom e do melhor, mas, muitas vezes, não quer bancar, dá até um jeitinho pra demonstrar que se sente mal por você pagar todas as contas.

São pessoas altamente sedutoras, com conversas divertidas e agradáveis, são hábeis em manipular, se mostram superiores em suas falas, porém qualquer sinal de perigo que possa estragar seus planos, disfarçam e com frieza mudam o curso da conversa ou da ação, para enganar e não deixar pistas. São verdadeiros camaleões no disfarce! Não admitem estar vulneráveis pois não conseguem lidar com adversidades, bem como deceções. Eles vão culpar o mundo por seus problemas, vão sugar a sua atenção, e vão te manipular quando você não puder dar 101% dela a eles. São pessoas que não têm necessidade, eles têm urgência. Não sabem adiar e não aguentam esperar. Quase nunca eles se importam com as necessidades alheias, porque tendem a priorizar as suas. (...) exigem toda a atenção, paciência e carinho para si mesmos ("Você tem que me tratar sempre bem.") e pouco retribuem ("Eu te maltrato, mas você não pode me maltratar, apenas me dar carinho e apoio."). E classificado como "mimado", rebelde, estressado, louco ou apenas o "seu modo de ser". Contudo, seu "modo de ser", na realidade, é um modo de ser doentio.

"Síndrome do sol" acha que tudo gira em torno delas. Suas necessidades estão em primeiro lugar, seus desejos são os mais urgentes, seus problemas precisam sempre ser entendidos, no entanto, não se dão ao trabalho de olhar pro outro ser humano, de sentir que ele tem questões a serem resolvidas e metas a serem atingidas. Tem a capacidade de entender o outro ser humano, mas não o fazem por pura maldade e egoísmo. Acham sempre que suas manipulações são as melhores, que todos são idiotas, que suas mentiras são engolidas, subestimando sempre e sempre a inteligência do outro.

Caso demonstrem possuir laços mais estreitos com alguns membros de sua família (mãe, filhos), certamente é pelo sentimento de possessividade e não pelo amor genuíno. Não se esqueça: eles são incapazes de amar, eles não possuem a consciência genuína que caracteriza a espécie humana. Gostam de possuir coisas e pessoas, logo, é com esse sentimento de posse que eles se relacionam com o mundo e com as pessoas. Quando a questão é família, o comportamento deles também segue o mesmo padrão de indiferença e irresponsabilidade. Em geral afirmam, com palavras bem colocadas, que se importam muito com sua família (mãe, irmãos, filhos), mas suas atitudes contradizem totalmente o seu discurso. Eles não hesitam em usar seus familiares e amigos para se livrarem de situações difíceis ou tirarem vantagens. Quando dizem que amam ou demonstram ciúmes, na realidade têm apenas um senso de posse como com qualquer objeto. Eles tratam as pessoas como "coisas" que, quando não servem mais, são descartadas da mesma forma que se faz com uma ferramenta usada.

Não quer crescer e abandonar os maus hábitos que aprendeu com a mãe. Mesmo que esteja comprometido, ele continuará a se ver como um garoto solteiro. Seus amigos são sua prioridade e, tranquilamente, a abandonará um fim de semana inteiro por qualquer diversão com eles. Colocará sempre os pés na mesa e nunca os pratos na pia. O problema é que ele a vê como mãe-empregada-gueixa.

O sociopata é rebelde, não disponível emocionante. Eles são iconoclastas, carismáticos e fascinantes. Eles fazem uma relação com eles em um desafio tentador. Eles podem até dizer-lhe forma-direita que não são nenhum bom e só vai te machucar, mas eles fazem isso sabendo muito bem que só vão fazer você se esforçar mais para estar com eles. Este tipo de pessoa que você gosta de brincar com a forma como um gato aprecia torturar um mouse. Eles são sádicos, e eles sabem exatamente como isso vai acabar: com eles triunfantes e você devastado. Eles são excitados por sua admiração e desejo, como se alimenta o seu sentido de grandiosidade. Como você acaba é de nenhum interesse para eles, e eles vão despejá-lo sem a menor cerimônia, quando você já não for úteis ou divertidas. Um sociopata é incapaz de assumir a responsabilidade por seu mau comportamento. Eles nunca vão mudar.

Sexualmente provocantes e costumam estar sempre à caça de elogios a respeito de sua aparência física, inapropriadamente provocativos sexualmente, expressem emoções de uma forma impressionável, exibir masculinidade e habilidades físicas, promiscuidade, irresponsabilidade nas relações sexuais sem proteção de DST (doenças sexualmente transmissíveis), AIDS-HIV. Exibir os órgãos genitais em público (decorrente de alteração momentânea dos freios psicológicos pela ingestão de substâncias desinibidoras como o álcool). São muito manipuladores, controlando pessoas e circunstâncias para conseguir atenção. Você adora eles porque são vistosos, adoráveis, belos. Sabem aproveitar a vida; amam a vida. Você PRECISA de alguém assim do seu lado. Ele está usando você. Uma vez que você se envolver com um manipulador emocional, você estará preso numa teia de aranha. Você nunca sabe o que esperar deles. Se pela manhã eles disserem que te amam, de noite é bem possível que te odeiem sem motivo algum. Pelo menos sem nenhum motivo razoável, porque obviamente eles tentarão justificar suas atitudes culpando alguém (provavelmente você).

Uma característica de pessoas assim, é usar sempre palavras alheias para introduzir assuntos. Ou seja, eles utilizam fatos reais, com alguns sutis acrescimos, e promovem conflitos, discórdias e separações. E como não usam palavras próprias, e os acréscimos são de fato  muito sutis, eles acabam promovendo o que desejam e saem ilesos. Afinal, nunca afirmam nada por conta própria nem negam, apenas reproduzem o que de alguma forma foi dito. A intriga é uma das ferramentas poderosas de um psicopata, o que pode levar a consequências devastadoras. Desta forma coloca as várias peças da sua vida umas contra as outras (família, companheiras, amigos, ex-companheiras ou mesmo filhos), ficando a assistir sem demonstrar qualquer tipo de remorsos, sentindo-se como o centro do mundo.

 

Trabalho: Não costumam ter a mesma habilidade em outras áreas da atividade humana; ocupacional, empresarial, estudantil ou mesmo familiar. Apreciam viver no limite, no conhecido "fio da navalha". Nessa busca desenfreada, muitas vezes, envolvem-se em situações ilegais, agressões físicas, brigas, desacatos a autoridades, direção perigosa, uso de drogas, promiscuidade sexual etc. Frequentemente mudam de residência e emprego na busca de novas situações que os "excitem". No trabalho apresentam desempenho errático, com faltas frequentes, uso indevido dos recursos da empresa e violação da política da companhia. Não honram compromissos formais ou implícitos com as outras pessoas. Geralmente são preguiçosos, preferindo acordar a hora de almoço. São conflituosos. Não se conseguem comprometer a um trabalho de uma forma sistemática, não compartilha dos mesmos valores da companhia e de seus colegas. A diretoria quer gente que dê duro, todo dia, das 8 às 18 horas, e que vista a camisa da empresa? Pode esquecer. Ele até consegue encarar essa rotina por um certo tempo, sempre com a intenção de passar uma imagem falsa. Mas os únicos valores que lhe dizem respeito são só os que estão na própria cabeça. Gostam de dinheiro, mas não gostam de trabalhar. Fazem de tudo para sua autosatisfação e se puderem vivem as custas do suor dos outros. São verdadeiras sanguesugas!

 

Alcool/drogas/sexo: Abuso de substâncias psicoativas que estariam relacionadas à desinibição do comportamento suficiente para permitir a intensificação do prazer ou aplacar a sensação de vergonha. Os sintomas hipersexuais têm sido rotulados como compulsivos, impulsivos ou, tal como acontece com o vício do jogo ou das drogas, aditivos.

 

Causas: Perceção má do sexo oposto, seja através de uma rejeição, negligência ou abuso. Em algum momento da infância do portador, houve uma ausência ou falhas de afeto por parte da pessoa do sexo oposto (mãe que não dá afeto ao filho). Se em alguma época da vida da criança, o pai deixou de estar presente, de dar-lhe o devido afeto ou ter comportamentos de infidelidade ou sociopatas, a criança pode construir a ideia de que as outras pessoas também não são capazes de oferecer afeto e por isso não merecem o afeto. Talvez ele possa crescer com essa ideia e tornar-se um adulto com futuros problemas nos relacionamentos. Fala-se em hereditariedade. Se uma criança teve falhas no afeto com a mãe, por exemplo, futuramente, este homem tende a acreditar que as mulheres não dão amor e que por isso não merecem amor também. Há uma fixação da mãe assim como uma vertente de um complexo de Édipo, onde o homem teria tido uma visão muito perfeita da mãe enquanto criança, dificuldade em desligar da mesma.

 

Tratamento: significativamente difícil. Pode ajudar esses indivíduos seriam psicoterapias, onde as causas da síndrome seriam buscadas e pesquisadas minuciosamente, a fim de tentar reverter ideias, pensamentos e comportamentos consequentes que deram origem à síndrome. Contudo, por serem pessoas que não veem muitos problemas no seu comportamento, frequentemente, não veem motivos para procurar ajuda, muito menos dizem-se incomodados pelo prejuízo causados nas pessoas envolvidas. Incorrigibilidade: Dificilmente ou nunca aceita os benefícios da reeducação, da advertência e da correção. Podem dissimular, durante algum tempo seu caráter torpe e anti-social, entretanto, na primeira oportunidade voltam à tona com as falcatruas de praxe. As terapias biológicas (medicamentos) e as psicoterapias em geral se mostram, até o presente momento, ineficazes.

Temos que ter em mente que as psicoterapias são direcionadas às pessoas que estejam em intenso desconforto emocional, o que as impede de manter uma boa qualidade de vida. Por mais bizarro que possa parecer, parecem estar inteiramente satisfeitos consigo mesmos e não apresentam constrangimentos morais ou sofrimentos emocionais como depressão, ansiedade, culpas, baixa auto-estima etc. Não é possível tratar um sofrimento inexistente. É no mínimo curioso, embora dramático, pensar que são portadores de um grave problema, mas quem de fato sofre é a sociedade como um todo. É importante lembrar que de uma forma geral todos nós estamos vulneráveis às ações desses predadores sociais. Assim, é mais sensato falarmos em ajuda e tratamento para as vítimas do que para eles mesmos. Além de acharem que não têm problemas, não esboçam nenhum desejo de mudanças para se ajustarem a um padrão socialmente aceito. Julgam-se auto-suficientes, são egocêntricos e suas ações predatórias são absolutamente satisfatórias e recompensadoras para eles mesmos. Mudar para quê? Dessa forma, raramente procuram auxílio médico ou psicológico. Quando eles chegam a um consultório, quase sempre é por pressões familiares ou, então, com o intuito de se beneficiarem de um laudo técnico. Frequentemente estão envolvidos com problemas legais, endividados e às voltas com o sistema judicial. Por isso, tentam obter do profissional de saúde mental algum diagnóstico ou alguma comprovação de problemas que os auxiliem a minimizar as sanções que lhes foram impostas

 

Diagnóstico: Os transtornos que mais podem ocorrer nesses indivíduos são psicopatia, os transtornos de personalidade: o transtorno de personalidade anti-social, de personalidade narcisista e o de personalidade histriônica.

Transtorno Anti-social da Personalidade pelo menos três dos seguintes critérios: (1) fracasso em conformar-se às normas sociais com relação a comportamentos legais, indicado pela execução repetida de atos que constituem motivo de detenção (2) propensão para enganar, indicada por mentir repetidamente, usar nomes falsos ou ludibriar os outros para obter vantagens pessoais ou prazer (3) impulsividade ou fracasso em fazer planos para o futuro (4) irritabilidade e agressividade, indicadas por repetidas lutas corporais ou agressões físicas (5) desrespeito irresponsável pela segurança própria ou alheia (6) irresponsabilidade consistente, indicada por um repetido fracasso em manter um comportamento laboral consistente ou honrar obrigações financeiras (7) ausência de remorso, indicada por indiferença ou racionalização por ter ferido, maltratado ou roubado outra pessoa.

Quem sofre de Transtorno de Personalidade Narcisista, segundo o DSM-III:

 •Atribui a si mesmo importância excessiva - e é visto pelos outros como tendo o ego inflado

 •Pode alimentar fantasias de amor perfeito (adoração completa), além de sucesso, fama, poder, beleza ilimitados

 •É exibicionista e precisa ser visto e admirado de alguma forma - ainda que negativamente

 •Tem tendência a sentir raiva aparentemente sem razão

 •Tende a tratar as pessoas com frieza como forma de puni-las, ou para dar pistas de que não precisa mais delas

 •Rumina constantemente sentimentos de inferioridade, vergonha e vazio interior

 •Idealiza ou desvaloriza completamente as pessoas de maneira quase instantânea, fundamentando-se em poucos dados objetivos

 •Mostra dificuldade ou incapacidade de sentir empatia

Outro teste. Responda a) Sempre b) Raramente c) Nunca:

1. Ele costuma se fazer de vítima e de “coitadinho”, invertendo situações para se sair como o prejudicado?

2. Ele mente no cotidiano e representa bem, sem aparentar nervosismo ou receio de ser descoberto?

3. Ele demonstra simpatia, charme e amabilidade fora de casa, mas, da porta para dentro, age com rudez ou violência?

4. Ele tenta manipular e usar os outros, muitas vezes agindo em benefício próprio?

5. Ele não sente culpa, arrependimento ou remorso quando causa deceção ou tristeza a outras pessoas?

6. Ele se transforma quando sente ciúme, fazendo ameaças e externando ódio de uma maneira agressiva?

7. Ele tem dificuldade em sentir empatia com o outro e emoções de uma forma geral (amor, tristeza, medo, compaixão)?

8. Ele age por impulso, sem medir consequências de seus atos, principalmente quando é contrariado?

9. Ele tem verdadeira obsessão pelo sucesso, poder e status, buscando realizações a curto prazo e passando por cima dos outros?

10. Ele tem grande capacidade de persuasão e habilidade para enganar quem quer que seja?

Resultado: Há grande chance de a pessoa ter algum transtorno de personalidade (como psicopatia ou desvio de conduta) se você marcou a alternativa “a” nove vezes ou dez vezes. Caso tenha assinalado a opção “b” cinco vezes ou mais, é preciso acompanhar o comportamento do indivíduo e ter atenção se as atitudes se intensificarem. Se a alternativa “c” foi marcada sete vezes ou mais, aparentemente não há nada de grave com a pessoa.

Outro teste:

1. Dissimulação: A boa lábia é o melhor trunfo dos "psicopatas do amor". São pessoas que não dizem o que pensam ou sentem, mas aquilo que quem desejam conquistar gostaria de ouvir. Conseguem identificar facilmente o ponto fraco e as carências alheias e usam isso a seu favor.

2. Autoestima em alta: Psicopatas costumam se julgar superiores. Vivem se comparando com os outros –e sempre se sentem os melhores nessa comparação– e acreditam que o universo lhes deve tudo. Não podem se frustrar jamais.

3. Ausência de remorso: Psicopatas sempre justificam suas ações e não apresentam nenhum traço de culpa. No entanto, sempre encontram um culpado para seus insucessos e frustrações.

4. Impulsividade: Irresponsáveis e desrespeitosos em relação a normas, regras e obrigações sociais. O psicopata imagina-se imune a qualquer julgamento ou punição e não pensa duas vezes antes de cometer delitos –que vão de arrebentar o carro da namorada numa crise de ciúme ou perseguir a "ex" que o dispensou.

5. Falta de empatia: Psicopatas são indiferentes aos sentimentos dos outros. Quando a pessoa deixa de ser útil ou causa problemas, a elimina de sua vida.

6. Vitimização: Psicopatas se fazem de coitadinhos, inocentes, injustiçados (por alguém ou pelo destino). Consideram o mundo cruel e precisam de apoio para seguir em frente.

7. Camaleônicos: Facilmente podem fingir ser o que não são, moldando-se às circunstâncias.

8. Manipulação: Incapazes de manter relacionamentos íntimos, são extremamente sedutores e agradáveis nas relações sociais superficiais. Por conta disso, conduzem as pessoas a realizarem seus desejos. Exemplo feito a mãe odiar a mulher.

DEZ PISTAS PARA IDENTIFICAR UM PSICOPATA

RELACIONAMENTOS:

SUPERFICIAL – Não se importa com o conteúdo, e sim em como vendê-lo.

NARCISISTA – Preocupa-se apenas consigo mesmo.

MANIPULADOR – Mente e usa as pessoas para conseguir algo.

SENTIMENTOS:

FRIEZA – É racional e calculista, pois tem pouca atividade no sistema límbico, centro das emoções como medo, tristeza, nojo.

SEM REMORSO – Não sente culpa. A parte responsável por isso no cérebro tem baixa atividade.

SEM EMPATIA – Não consegue se colocar no lugar dos outros.

IRRESPONSÁVEL – Só se compromete com o que lhe trouxer benefícios.

ESTILO DE VIDA:

IMPULSIVO – Tenta satisfazer as vontades na hora.

INCAPAZ DE PLANEJAR – Não estabelece metas de longo prazo.

IMPRUDENTE – Corre riscos e toma decisões ousadas.

 

Vida: A trajetória de sua vida nem sempre resulta num final satisfatório. Os prejuízos sócio-ocupacionais incluem gastos financeiros, a traição, perda de amigos, experiência de vergonha, problemas de trabalho, complicações legais. Acabam ridicularizados por essas tentativas totalmente fora do contexto e podem atravessar períodos de grande angústia na maturidade. Um excesso do complexo de Édipo, ou fixação na mãe, já que muitos deles acabam vivendo para sempre com suas mães. E´uma pessoa que precisa estar sozinha para se proteger de sua própria inadequação. É um ser de uma vida vazia e solitária. Desregrado, preguiçoso e endividado. Destroem o mundo, destroem os sonhos das pessoas as quais se envolvem, destroem o que está a volta deles e destroem-se a eles também.

 

Conclusão: Difícil identificar um psicopata do amor antes que ele cause grandes estragos. Geralmente só são reconhecidos como tal pelas vítimas quando estas já se encontram em situações más: baixa estima, finanças arruinadas, problemas com a justiça, casos limites de suicídio, afastadas de todos os amigos e família, sozinhas e sem nada. Lembre-se: ele dá o tiro, joga a culpa em quem está do lado e ainda por cima vai no enterro da vítima, isso quando não serve como testemunha do crime, é extremamente dissimulado. Deixe-se de se sentir culpada. Procure ajuda profissional. Não tenha pena, não se deixe enganar de novo.

Se tem filhos dele, todo o cuidado é pouco. Há hereditariedade e o convívio com uma pessoa deste tipo deve ser evitado ao mínimo. Ele pode usa-los nos seus esquemas fraudulentos ou quererem repetir o comportamento do pai. Mesmo dizendo que os filhos são importantes, ele não os ama como qualquer pessoa “normal”, mas como se ama um carro.

Se é amigo de um, você só tem a perder na amizade com um psicopata. Além de se aproveitar de você, ele vive num mundo fora das regras sociais, o que torna qualquer relacionamento perigoso. Não tenha pena porque ele adora se fazer de coitado. Não tente mudá-lo, coloque uma coisa na cabeça: psicopatas não têm cura.

Lembre-se que ele destroem o que está a volta deles, e se conseguir colocar as peças da sua vida umas contra as outras melhor ainda. Essas pessoas são todas vítimas dele. Há casos limites de homicídios perpetuados por manipulação de psicopatas, saindo sempre impune e feliz por ter conseguido os seus intentos.

 

Costumam ter um sorriso cativante, uma linguagem corporal interessante e uma boa lábia. Não caia nessa cilada! Não se distraia com olhares sedutores, demonstração de poder, gestos atraentes ou traquejo verbal, característicos. Todos esses artifícios são utilizados com extrema habilidade exatamente para encobrir as suas verdadeiras intenções. Também não se esqueça do poder do olhar desses indivíduos. Pessoas normais mantêm contato visual com as outras por uma gama de razões, na maioria das vezes por educação, mas o olhar intenso e frio deles é mais um exercício de poder e de manipulação do que simplesmente interesse ou empatia pelo outro. Não tenha pena, não gaste suas reservas de compaixão com uma pessoa sem coração. Ela vai sugar você (e suas finanças) até que se sinta vazio e fragilizado.

 

O que importa mesmo é sabermos que são seres incapazes de estabelecer vínculos verdadeiros de afeto. São monstros disfarçados de cordeiros! E por isso mesmo, todo cuidado é pouco!

O que você tem de fazer quando identificar um em sua vida? MANTENHA SE LONGE. Não tente curá-lo, porque não tem cura. Pessoas que nascem sem carater e morrem sem carater. Ele nasceu com uma deficiência química no cerebelo, o que o impede de gerar as emoções como amor, saudade e compaixão.

Só uma atitude sábia é recomendável : Fuja dele!

 

(este post é o resumo dos seguintes)

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Psicopatas muito cuidado você pode estar convivendo com um

15.02.12

  O PERFIL Fala-se em psicopata e muita gente imagina um indivíduo aterrorizante, com uma cara ameaçadora, tipo Freddie Kruger, do filme Sexta-Feira 13. Mas na é nada disso – e aí é que está o perigo. Geralmente, um psicopata é bonito, elegante, bem vestido e bem educado, culto, bem falante, delicado e extremamente simpático. Estamos usando só adjetivos masculinos porque a maioria deles é homem, embora existam também algumas mulheres. Por baixo dessa aparência tão atraente, porém, pode estar escondido um assassino frio e cruel, que sente prazer em matar. A psicopatia tem o nome científico de transtorno de personalidade antissocial. Trata-se de uma perturbação psicológica que se caracteriza por uma deturpação do caráter. O psicopata carece de sentimentos, é insensível, indiferente os sentimentos alheios, manipulador das pessoas, egocêntrico ao extremo, não sente remorso nem sentimento de culpa com relação aos atos cruéis que pratica. Apesar disso é dotado de um raciocínio que, muitas vezes, chega a ser brilhante. Nos casos mais graves estão incluídos os serial killers, sádicos etc. CAUSAS A psicopatia ainda é um mistério para a psiquiatria e a psicologia. Há inúmeros estudos e discussões a respeito do tema, sem que se chegue a uma conclusão definitiva. Pesquisas recentes apontam, com relativa certeza, três causas principais para o distúrbio: disfunções cerebrais/biológicas (ou traumas neurológicos), predisposição genética e traumas psicológicos na infância (assédio moral ou sexual, negligência, violência, separação dos pais etc.) PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS No caso dos homens, a psicopatia geralmente se manifesta antes dos 15 anos. Já nas mulheres, pode ficar oculta por muitos anos, talvez porque as psicopatas são mais discretas. Nelas, o distúrbio tende a se manifestar no início da idade adulta e as acompanha até o fim da vida. Algumas características de um psicopata são: Desrespeito e violação dos direitos dos outros, que ocorrem desde os 15 anos. Fracasso em se adaptar às normas sociais; Fracasso em fazer planos para o futuro; Irritabilidade e agressividade, frequentes lutas corporais ou agressões físicas. Desrespeito irresponsável pela segurança própria ou alheia. Irresponsabilidade indicada por um repetido fracasso em manter um comportamento conveniente no trabalho ou de cumprir obrigações financeiras; Ausência de remorso, indicada por indiferença ou racionalização por ter ferido, maltratado ou roubado outra pessoa. Conduta sexual exagerada e inadequada, via de regra com vários parceiros, sem qualquer ligação afetiva.  http://www.vocesabia.net/saude/psicopatas-voce-pode-estar-convivendo-com-um/ Os psicopatas são indivíduos exemplares, bem educados e gentis, sociáveis e simpáticos. São indivíduos que a maioria das pessoas jamais imaginaria serem capazes de alguma atrocidade. Quando cometem algum tipo de crime, as pessoas que os conhecem ficam surpresas e têm dificuldade em acreditar nas histórias.. Um ponto comum entre os psicopatas é o ambiente familiar, Todo psicopata tem um ambiente familiar conturbado, marcado por constantes discussões e brigas. Suzane Louise von Richthofen: acusada de ter planejado a morte dos próprios pais com a ajuda de um namorado e do irmão deste. Foi condenada a 39 anos de prisão e está presa, em regime fechado Francisco de Assis Pereira, o “Maníaco do Parque”: estuprou, torturou e matou, pelo menos, seis mulheres e atacou outras nove. Vários corpos das vítimas foram achados no Parque do Estado, região Sul da capital paulista. Foi condenado a 270 anos de prisão e afirma que “é guiado pela palavra de Deus” e se considera uma pessoa normal. Mohammed D’Ali Carvalho dos Santos: esquartejou a inglesa Clara Marie Burke, de 17 anos, em 2008 e fotografou o cadáver mutilado. No seu celular, a polícia encontrou a foto, sem os antebraços e as pernas. A cabeça, decepada, estava em cima do tronco. Está preso, condenado a 21 anos de prisão. Silvia Calabrese Lima: torturou uma menina de 12 anos que morava com ela. A garota foi achada em seu apartamento, acorrentada, com uma mordaça embebida em pimenta, dedos e dentes quebrados, unhas arrancadas e marcas de queimaduras com ferro de passar em todo o corpo. Interrogada, não demonstrou qualquer arrependimento e disse que estava apenas “educando a menina”. Ator Guilherme de Pádua: depois de assassinar a atriz Daniela Perez a golpes de punhal, em dezembro de 1992, foi ao velório dar os pêsames à mãe da vítima, a escritora de novelas Glória Perez e ao marido da vítima, o ator Raul Gazolla. Durante o interrogatório, não demonstrou qualquer emoção e relatou o assassinato tranquilamente. Atualmente, está em liberdade, depois de cumprir sete dos 19 anos de prisão a que foi condenado. Gilmar Alberto Wasckman, o “Canibal Gay”: cumpre 16 anos de prisão por ter assassinado um homem e comido os seus órgãos. Francisco das Chagas Rodrigues Filho: entre 1991 e 2003, castrou e matou 42 meninos, no Maranhão e no Pará. Considerado um dos maiores e mais cruéis serial killers do Brasil.   Tenha muito cuidado Portanto, leitor(a), tenha muito cuidado, porque aquela pessoa bonita, elegante, simpática e inteligente que você conhece e que tanto atrai você, pode estar planejando o seu assassinato. Sabe como é, hoje em dia, nunca se sabe…

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Tem perdido tempo com um sociopata monstruoso? Ainda não se convenceu?

15.02.12

Percebe que alguma coisa está errado com ele. Na verdade é uma pessoa envolvente, diferente das outras. Tem um entusiasmo de um garoto de 18 anos mesmo quando tem idade para ser avô. Imagine-se com 18 anos sem responsabilidades, vivendo com os pais, com mesada para as baladas, sem ter que dar satisfações. Ele gosta de ser o centro das atenções, tem um ego enorme, acha-se uma pessoa especial, única. Nota que ele bebe muito ou está a usar drogas que lhe aumentem a adernalina? Outras vezes fica violento, grita-lhe ou sai Porta fora com respidez. Pode estar aparentemente bem disposto e passado uns minutos irrascivel. Dá-lhe sinais contraditórios. Uns dias parece que é a mulher da vida dele, no dia seguinte sabe que está com outra. Uns dias quer estar consigo, noutros parece que a detesta. Disse que não quer uma relação mas aparece, transa, fica. Sente-se lijonsiada por estar com ele? Feliz quando ele a leva a jantar (mesmo que no fim diga que não tem dinheiro)? Ele faz intrigas? Diz que o x disse que, ou que ouviu alguém dizer que você é ou foi, que o seu primo é um tosco, que as suas amigas são chatas, que o seu carro tem uma cor feia ou que a sua casa não é de qualidade. Depois usa o seu carro e a sua casa. E na realidade você não pode criticar os amigos dele porque pessoas assim não tem amigos, apenas pessoas que usam conforme as suas necessidades (ou para pedir dinheiro, servir de alibi para as suas baladas, ou para usar a casa deles para jantar). Por vezes tem os seus seguidores, amigos com baixa estima que querem ser próximos. São vitimas, como as mulheres, os filhos, colaboradores, colegas ou familia. Pode dizer que alguém é muito importante para a vida dele (filho, mãe ou sobrinho) mas a verdade é que o que quer é tirar partido dos outros, usa-pôs e de preferencia que eles se comportem à sua imagem, sigam os seus passos. Uma pessoa assim não sente amor, afeto , mas apenas tem sentimento de posse. Nota que ele a manipula de uma forma subtil? Estilo a minha ex-namorada dava-me isto ou fazia aquilo. Quando repara esta a dar muito mais que a tal ex-namorada ou a fazer-lhe as vontades impossíveis. Consegue perceber que por muito que faça na vai ser suficiente? E ainda a vai fazer sentir fazer culpada por tudo. Pelo que fez e pelo que devia ter feito. Nem o dinheiro do xá da Pérsia seria suficiente para lhe comprar os seus quereres (nunca pedido, ele não quer nada, como pode ele ter um carro daqueles se não tem gasolina ou como pode ele ter um gaget daqueles se não ganha para isso?). Faz-se de vitima, sindrome de calimero.. Roubaram-lhe a carteira, o sócio não gostava de trabalhar, ou outras desculpas para lhe dizer que a vida é madrasta. E você enche-se de pena. E até o ajuda no próximo negócio. Não olhe para o que ele fala mas como ele atua. Pode cai o mundo e ele dorme, pode morrer um familiar e ele continua (mesmo que chore ou se finja triste). Um psicopata usa a vitimização para conseguir os seus objetivos imediatos, que pode ser um objecto, sexo ou um favor qualquer. Lembra-se do calimero? um desenho animado que se vitimizava para manipular o próximo, conseguindo os seus objetivos sob a capa de fragil e coitadinho? Ele não olha a meios. Usa quem está perto. Se necessita de dinheiro fica amigo do mais rico, se necessita de um carro fica amigo do dono do stand, se quer uma camisola sugere-lhe que não tem o que vestir. O que os outros lhe dizem? Que informações lhe deram quando o conheceu? Só a própria pessoa não vê. Faça o teste seguinte. Tire as suas próprias conclusões! Como perceber se ele é um sociopata? 1. Sente-se muitas vezes usada por essa pessoa?  2. Sente por vezes que ele não se importa verdadeiramente consigo? 3. Por vezes ele mente-lhe e engana-a? 4. Ele dá sinais contraditórios? 5. Ele recebe de si muito mais do que lhe dá? 6. Ele apela à sua pena? 7. Ele tenta fazê-la sentir culpada? 8. Sente que por vezes ele tenta tirar vantagem da sua boa natureza? 9. Ele parece facilmente entediado e precisa de estímulo constante? 10. Ele interage com você de uma maneira que faz você se sentir lisonjeada,  mesmo que ele não diga nada abertamente? 11. Ele faz você se sentir preocupada?  12. Será que ele dará a impressão de que você pertence a ele?  13. Será que ele cronicamente deixa de assumir responsabilidade, muitas vezes culpando os outros? Se respondeu sim à maioria destas questões, então ele é um sociopata. Se não lhe quiser chamar assim, um facto é certo: está a lidar com alguém que não lhe faz bem nenhum. Fuja enquanto é tempo. Um sociopata pode não matar (até um dia que está irritado e mata o condutor do carro que parou no amarelo, ou que a sufoca numa discussão, ou se espatifa numa velocidade desproporcionada depois de ter bebido uns quantos). http://www.youmeworks.com/sociopaths.htm Pessoas assim deixam um rasto de destruição por onde passam. Um dia vai olhar para trás e perceber que fez errado e que não valeu mesmo a pena. E sua vida já ficou confusa. Muitas pessoas só se dã conta da espécie de pessoa que tinham ao lado depois de perderem tudo. Tudo engloba bens materiais, estima, amigos e família, vontade de viver, alegria, energia. Será que vale a pena ter uma pessoa assim ao seu lado? As relações fazem-se com base em respeito, verdade, bons sentimentos. Se ele lhe mente, usa-a, manipula-a, suga lhe a energia, deixa-lhe a estima no fundo, vitimiza-se, está à espera de quê? Essas pessoas não mudam, nã tem cura. Podem dizer-se arrependidos, mostra-se solidários, até chorar. Não acredite. Quanto mais tempo durar essa relação mais ficará no fundo do poço. E para se ver livre de um monstro assim só tem uma solução que é o contacto zero. Nem telefonemas, SMS, cafés. Mande-lhe um mail apenas a dizer que não o quer mais na sua vida. Curto e grosso. Se ele sentir que ainda não lhe tirou tudo a que tinha direito vai aparecer. Nem que seja um telefonema a pedir dinheiro porque o filho tem que ir ao dentista ou porque carro avariou. Não o atenda. A unica solução é cortar o contato. Viva a vida com quem gosta de si. Há pessoas que não são doentes perigosos. Conte aos outros os seus problemas, não esconda. Denuncie! Quem gosta de si vai ajudá-lá.

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O psicopata como pai

14.02.12
PSICÓPATAS COMO PADRES
Naturalmente, los Psicópatas bien integrados en la sociedad pueden formar familias ("formar" una familia pero no "ser" una familia ya que son insoportables).
Las consecuencias de ser pareja de un/una psicopata han sido tratadas en otros artículos de este blog, ahora nos centraremos en las consecuencias en su descendencia. Solo a modo de recordatorio, este párrafo que he encontrado:


"El/la Psicópata es incapaz de demostrar ningún amor verdadero hacia nadie. Cuando lo evidencia es falso: es señal de que quiere aprovecharse de la persona que simula amar. De ahí que su vida familiar sea imposible y a la larga terminen separándose de cualquier pareja. Es en ese momento cuando amenazan con suicidarse. Pero no hay problema, se quieren más que a nadie en el mundo y serían incapaces de intentarlo".

Que las relaciones con estos personajes son un rompecabezas insidioso está claro.
pero, ¿qué ocurre con sus hijos e hijas?

En general los casos cuya personalidad psicopática es más severa, siemplemente se despreocupan de ellos. Los niños les irritan y los tratan con indiferencia, en casos extremos incluso los maltratan y vejan.
Sin embargo en los más abundantes casos de Psicópatas leves o bien adapatados a la sociedad, el problema de los hijos suele ser que tienen que crecer con un personaje egocéntrico e insensible.
No vamos a entrar en detalle es lasa diferencias entre uun padre o una madre, si no en los detalles generales.

Algunos Psicópatas verán a sus hijos como una extensión de ellos mismos, en estos casos los niños se verán afectados en su formación como personas útiles y honradas, en cierto modo se verán "infectadas" por las actitudes de su progenitor.
En este supuesto, cuando el hijo o hija se rebelan o se hacen enemigos del padre o madre Psicopático es una buena señal.

Los padres deben educar con el ejemplo, mostrar y premiar las actitudes solidarias, el respeto, la justicia y la compasión, además de dar cariño y comprensión a sus hijos... como hemos venido diciendo en este blog, el Psicópata no da nada de esto o da muy poco.
El padre Psicópata se mostrará indiferente, cruel o simplemente ausente.
La madre se mostrará sarcástica, histérica, hará chantaje emocional a sus hijos.
Los padres Psicópatas tienen múltiples relaciones amorosas a lo largo de la vida que nunca acaban bien, también suelen ser promiscuos sexualmente e impulsivos. A lo largo de su niñez, sus hijos es normal que observen peleas, rupturas y conductas inapropiadas por parte de sus padres.

En general, una madre psicópata influye mucho en que los hijos desarrollen toda clase de problemas....y a ella no le importa mucho, aún cuando pueda mostrarse preocupada de cara a la galería (para dar pena a los demás), pueden mostrarse abatidos, pero una observación imparcial, muestra que son solo "bajones" pasajeros sin la desesperación genuína que podría esperarse de una madre realmente afectada por el estado de sus hijos. En ocasiones, pueden mostrar poses de un dramatismo absurdo que pronto son aliviadas por un nuevo amante, unas compras o una noche de fiesta.
Por otro lado estos "padres" pueden dar discusos morales a sus hijos, pero son profundamente hipócritas, ya que no se los aplican a ellos mismos....por lo que constantemente mostrarán grandes contradicciones en su forma de actuar.
También serán especialistas en "montar números", por lo que el ambiente familiar será muy estresante para sus hijos....que nunca saben de qué humor se encontrará su madre o padre ese día.
Afortunadamente, los seres humanos son más fuertes de lo que podamos pensar. Los hijos si tienen otros referentes familiares, amistades, etc...pueden vivir a pesar de la influencia perniciosa de haber tenido un padre así.
http://juegosucio-psicopatia.blogspot.pt/2011/12/psicopatas-como-padres.html

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Como lidar com um sociopata

14.02.12

Como lidar com um sociopata Se você está lendo este artigo, então as chances são de que você está tendo problemas com um sociopata e precisa de ajuda. Você não está sozinho! Este artigo irá lhe ensinar como lidar com lidar com um sociopata, mantendo-se, sua família e seus recursos de segurança e preservação de sua sanidade. Três passos 1. Perceber que um sociopata não se importa quem magoa ou usa porque não tem escrúpulos ou por tirar vantagem da sua generosidade e boa vontade. (a característica chave do sociopata é que não percebe que os outros tem sentimentos e podem ficar magoados com as ações deles) 2. Evite-os completamente. Evita-los é a única forma de proteger-se de um sociopata, no entanto se tal não for possível siga as próximas regras: 3. Não ter nada para lhes oferecer. Os sociopatas querem os recursos, amor próprio e conexões. Para que eles saiam da sua vida não tenha nada para lhes oferecer.  a) se eles querem o seu dinheiro, coloque o dinheiro em sítio que eles não o possam ver. Diga que não tem dinheiro, e que os seus familiares e amigos não tem dinheiro. b) se querem o seu poder, diga-lhe que já não tem ligações tão boas. c) se o querem usar a si, faça-se indesejável. d) se querem usar os seus recursos, mostre que os seus recursos não são apetecíveis.  Fale com um psiquiatra ou um psicólogo. Eles vão ajudá-lo. Wikihow.com

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Psicopatas - A ameaça que representam para a sociedade

13.02.12

Com anos de experiência no atendimento a vitimas de psicopatas, a Doutora Martha Stout traça um retrato preciso desses indivíduos, ensina como identifica-los e ensina 13 regras para nos defendermos da ameaça que eles representam. Lançado em 2005 nos Estados Unidos e publicado em vários países, "MEU VIZINHO É UM PSICOPATA" se tornou uma referência sobre o assunto e ganhou o prêmio Books a Better Life (Livros para uma Vida Melhor) daquele mesmo ano por sua significativa contribuição a sociedade.Um profissional ambicioso, que passa por cima de todos para conquistar o sucesso, um executivo que maquia o balanço da empresa e inventa mentiras sobre os colegas, ou alguém que vive às custas dos outros ? todos eles têm algo em comum: não possuem consciência, a característica mais fundamental dos seres humanos.No livro de MARTHA STOUT, PHD em psiquiatria cujo nome é ?MEU VIZINHO É UM PSICOPATA?, é descrito o que é esse transtorno quase inimaginável para a maioria das pessoas, e é ensinado a identificar esses indivíduos maléficos que podem estar onde menos se imagina. Inclusive aqui entre nós.Os Psicopatas e Sociopatas tem uma vantagem em relação à maioria das pessoas. É que não tem consciência e por isso podem agir livremente sem receio do sentimento de culpa que atinge 96 por cento das pessoas. Isso dá a eles uma grande vantagem pois podem sem receio fazer intrigas, falsificar documentos e situações, e até matar sem que sintam pena ou remorso, ou ao menos tenham o sono atrapalhado. Em geral eles fazem essas coisas. Tem uma noção perfeita das leis sociais, e suas regras e as compreendem, mas utilizam seu QI em geral bem dotado para atingir seus objetivos sem serem de preferência descobertos. Sabem que são diferentes das outras pessoas e fingem ter consciência para se passarem despercebidos.Muitas pessoas só descobrem que estão diante de um Psicopata, quando já é iminente a sua morte. CARACTERÍSTICASSegundo a Associação Americana de Psiquiatria 1 ? Incapacidade de adequação às normas sociais.2 ? Falta de sinceridade e tendência à manipulação.3 ? Impulsividade. Falta de planejamento prévio.4 ? Irritabilidade; agressividade.5 ? Permanente negligência com a própria segurança e a dos outros.6 ? Irresponsabilidade persistente.7 ? Ausência de remorso após magoar, maltratar ou roubar outra pessoa. A combinação de  três desses ?sintomas? já é suficiente para levar muitos psiquiatras a considerarem o distúrbio.Outros pesquisadores e médicos chamam a atenção para outras características dos sociopatas dentro do grupo. Um dos traços mais freqüentes observados são o desembaraço e um charme superficial que tornam o verdadeiro sociopata sedutor para algumas pessoas, figurativa ou  literalmente ? uma espécie de brilho ou carisma que, a princípio, pode fazê-lo mais encantador ou interessante do que a maioria dos indivíduos normais à sua volta. Ele é mais espontâneo, mais envolvente, de alguma forma mais ?complexa?, sexy ou divertida do que qualquer outra pessoa. Às vezes esse carisma sociopático vem acompanhado de uma idéia exagerada do próprio valor que soa atraente de início, mas que, depois de um exame mais detalhado acaba parecendo estranho e até mesmo risível. (?Um dia o mundo vai perceber que sou especial? ou ?Você  sabe que, depois de mim , nenhum outro amante vai satisfazê-la?.)Alguns personagens da História, psicopatas, que atingiram culminâncias de FAMA ou PODER são notórios. NERO, HITLER e ALL CAPONE por exemplo. Algumas pessoas sentem especial atração por personagens psicóticos. São aquelas pessoas que não gostam de pessoas ?BEM RESOLVIDAS?. Gostam antes de pessoas ?COMPLICADAS?. São em verdade pastos perfeitos para os personagens PSICÓTICOS. Os Psicopatas tem necessidade de estímulo maior do que o normal, o que os leva a frequentemente correr riscos sociais, financeiros ou jurídicos. Costumam ser capazes de induzir outras pessoas a acompanha-los em empreitadas arriscadas e, como grupo, são conhecidos por mentir e enganar de modo exagerado e doentio, assim como estabelecer uma relação parasitária com seus ?amigos?.Independente de quão INSTRUIDOS ou bem posicionados sejam na idade adulta podem apresentar um histórico de problemas comportamentais precoces, que as vezes inclui o uso de drogas ou episódios de delinqüência juvenil e no qual a incapacidade de assumir responsabilidade por quaisquer erros tem presença garantida.Os sociopatas destacam-se sobretudo pela superficialidade das emoções, pela natureza vazia e transitória de quaisquer sentimentos de afeto que possam alegar e por uma surpreendente insensibilidade. Não demonstram nenhum sinal de empatia ou interesse genuíno ou envolvimento emocional com um parceiro. Uma vez retirada a camada superficial de charme, seus casamentos sem amor são unilaterais e, quase sempre de curta duração. Se o sociopata valorizar minimamente o cônjuge é porque o vê como uma posse, e se perde-lo ficará furioso mas jamais triste ou culpado.Todas essas características aliadas aos ?SINTOMAS? listados pela Associação Americana de Psiquiatria são manifestações comportamentais do que para a maioria de nós é um distúrbio psicológico inimaginável: a ausência do nosso sétimo sentido, a consciência. Um transtorno louco e assustador para 4% da população. Como terapeuta, a Doutora Marta Stout tem como especialidade o tratamento de pessoas que passam por traums psicológicos. Ao longo dos últimos 25 anos , ela atendeu centenas de adultos que vivem em constante sofrimento psicológico decorrente de abusos sofridos na infância ou de alguma outra terrível experiência. Como detalhou no livro THE MYTH OF SANITY ( O mito da sanidade ), seus pacientes sofrem diversos tormentos, entre eles ansiedade crônica, depressão incapacitante e estados mentais dissociativos. Sentindo que sua vida era insuportável, muitos deles me procuraram após sobreviverem a tentativas de suicídio. Alguns apresentavam traumas gerados por catástrofes provocadas pela natureza ou pelo homem, como terremotos ou guerras, masa maioria havia sido controlada e psicológicamente destruída por outros indivíduos ? sociopatas que às vezes, eram estranhos, porem, com mais freqüência eram os próprios pais, parentes mais velhos ou irmãos. Ajudando meus pacientes e suas famílias a lidar com os danos sofridos e analisando suas histórias, a Doutora Marta aprendeu  que o estrago provocado pelos sociopatas a nossa volta é profundo e duradouro, muitas vezes trágicamente letal e assustadoramente comum. Ao trabalhar  com centenas de sobreviventes, ela se convenceu de que abordar os fatos relacionados à sociopatia de forma aberta e direta é uma questão urgente para todos nós.Cerca de um em cada 25 indivíduos é  sociopata, ou seja, não possui consciência. Não que esse grupo seja incapaz de distinguir entre o bem e o mal, mas essa distinção não limita seu comportamento. A diferença intelectual entre o certo e o errado não soa um alarme emocional nem desperta o medo de Deus como acontece com o restante de nós. Sem o menor sinal de culpa ou remorso, uma em cada 25 pessoas pode fazer absolutamente qualquer coisa. A grande incidência de sociopatia exerce um grande impacto em toda a sociedade, mesmo em  quem não sofreu tauma psicológico. Os indivíduos que compõem esses quatro por cento sugam nossos relacionamentos, nossas contas bancárias, nossas conquistas, nossa auto-estima e até nossa paz. Surpreendentemente porém, muitas pessoas não sabem nada sobre esses transtornos ou, quando sabem, pensam apenas em termos de psicopatia violenta ? homicidas, serial killers, genocidas -, em indivíduos, que de forma óbvia violam a lei diversas vezes e que , se forem pegos, serão encarcerados e, em alguns países até mesmo condenados à morte. Em geral, não identificamos nem tomamos conhecimento do grande número de sociopatas não violentos que nos cercam. Esses criminosos muitas vezes não agem abertamente e o sistema jurídico oferece pouca proteção contra eles. Robert Hare, professor de psicologia da Britsh Columbia University, desenvolveu a Pysichopathy Checklist ( Uma escala para verificação da da psicopatia), hoje aceita como instrumento-padrão de diagnóstico para pesquisadores e médicos em todo o mundo. Sobre os sociopatas, Hare um cientista frio, escreve: ?Todos, inclusive os especialistas, podem ser enredados, manipulados, enganados e desnorteados por eles. Um bom psicopata pode tocar um concerto nas cordas do coração de qualquer um... Nossa melhor defesa é entender a natureza desses predadores humanos.?Hervey Cleckley, autor do texto clássico de 1941, The mask of Sanity (A máscara da Sanidade), faz a seguinte declaração sobre os psicopatas: ?Beleza e feiúra, salvo em sentido muito superficial, bondade, maldade, amor, horror e humor não tem nenhum significado real, não são capazes de comovê-los.?

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Lidando com um sociopata. Absolutamente contato zero.

13.02.12

A melhor maneira de lidar com um sociopata não é lidar com ele. Rejeitá-lo. Cortou. Não tenho absolutamente nenhum contato. Nenhum meio de contato não falar com ele ao telefone. Não enviar, abrir ou responder a e-mail. Não há mensagens instantâneas ou mensagens de texto. Nenhuns cartões, cartas ou pacotes. E, certamente, não o vejo. (Tudo isso se aplica a mulheres sociopatas também.)

Se você está no meio de batalhas legais com o sociopata, deixe toda a comunicação passar por seu advogado ou outro intermediário. (Certifique-se de que eles entendem como sociopatas opera.)

Mais fácil de dizer do que fazer

Se você foi enlaçado por um sociopata, você pode achar que você tem dificuldade em manter nenhum contato. Você pode encontrar-se a pensar sobre os bons tempos e querendo falar com ele ou ela. Aqui estão algumas das razões e por que eles não são boas razões.

1. Você ainda está no amor

A pessoa que você amava nunca existiu. Era uma ilusão criada pelo sociopata para manipulá-lo. Se você ainda tem sentimentos por ele ou ela, são sentimentos para o que você queria que o relacionamento seja, não para o que ele realmente é.

2. Você sente pena dele ou dela

O sociopata pode chorar, implorar e rastejar, insistindo que vai mudar. Você quer acreditar. Infelizmente, isso não é possível com os sociopatas, eles não mudam. O predador está usando o jogo pena, tentando tirar vantagem de sua boa natureza e sugá-lo de novo. Não caia nessa.

3. Você não quer admitir que estava errado

Você pode ter investido muito no relacionamento, especialmente se o sociopata tem vindo a tomar dinheiro de você e você não quer perder tudo. Você acha que pode forçar. Sim, você pode negociar, e ele pode concordar em pagar-lhe. Mas não espere ver realmente o seu dinheiro.

4. Você quer ter a última palavra

Você quer que ele entenda como você está ferido. Você quer ver essa pessoa lhe pedir desculpas. Aqui está o que você precisa saber: O sociopata nunca vai entender seus sentimentos, porque os sociopatas não têm empatia. Se ele ou ela pede desculpas, ela só vai ser uma tática de sangrar um pouco mais.

5. Melhor o diabo conhecido que o santo desconhecido

Algumas pessoas preferem colocar-se com o abuso emocional, psicológico e até mesmo físico do que o rosto do desconhecido. Se este é você, entender que é improvável que a sociopata vai tratá-lo melhor no futuro, e é muito provável que ele irá tratá-lo pior. O desconhecido pode ser assustador, mas também oferece uma oportunidade para uma nova vida.

Alterar a dinâmica

Por que há contato importante? Os sociopatas são especialistas em quebrar suas vítimas, peça por peça. Se você tiver contato com ele, você estará de volta no jogo e o sociopata vai continuar a manipulá-lo. Para iniciar a sua recuperação, você deve colocá-la para fora de sua vida.

Sem contato, você está dizendo "não mais".

Se você precisa ter contato

Infelizmente, você pode não ter escolha a não ter contato com o sociopata, especialmente se você tem filhos com ele. Se você está nesta situação, aqui estão duas orientações importantes:

Sempre estar em alerta vermelho mental quando lidando com um sociopata.

Nunca lidar com um sociopata sozinho, tenho uma testemunha.

Repentinamente

Meses ou até mesmo anos depois de terminar com o sociopata, ele pode aparecer novamente. Ele vai dizer que ele está em apuros, e você é o único que pode ajudá-lo. O que você faz? Ignorá-lo. Deixe-o sofrer as consequências de seu comportamento.

Ele está testando para ver se ele pode começar a sangrar novamente. Lembre-se, os sociopatas não mudam.

 

 

 

http://www.lovefraud.com/12_leavingAsociopath/sociopath_no_contact.html

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Sintomas de psicopatia

11.02.12

A Psicopatia, também conhecida como Sociopatia, tem sido associada ao protótipo do assassino em série, porém, nem todos os assassinos são psicopatas e nem todos os psicopatas chegam a ser assassino, ou mesmo fisicamente violentos! Importa desmistificar esta ideia, porque podemos estar a lidar diariamente com um psicopata, sem termos a noção que aquela pessoa está realmente doente e que afinal, todas as intrigas, confusões, desacatos, mentiras e mau-estar causados pelo mesmo, não são apenas fruto de “mau feitio”. Há pessoas que só se apercebem que têm lidado de perto com um psicopata, momentos antes de uma fatalidade lhes acontecer, nomeadamente o seu homicídio. http://www.amar-ela.com/sintomas-de-psicopatia/comment-page-1/ Embora esta doença seja mais comum no homens, também é possível encontrar mulheres sociopatas. Os primeiros sinais começam a tornar-se mais evidentes a partir dos 15 anos de idade, embora se possam reconhecer algumas atitudes que apontem neste sentido em idade mais tenra. Eis então os sintomas principais que um psicopata apresenta: - Ausência de Culpa: Nunca sente arrependimento, nem remorsos. Os outros é que são os culpados de tudo o que acontece de mal e vive com a certeza absoluta que nunca erra, nem errou. Não teme a punição por ter a certeza que tudo o que faz tem um propósito benéfico, (para ele, claro!), embora tenha a noção de que os seus actos são anti-sociais. Quando é denunciado, recusa a reabilitação ou qualquer tratamento e na impossibilidade de fugir, simula uma mudança de carácter, para mais tarde voltar aos padrões comportamentais que lhe são característicos e até, vingar-se de quem o tentou ajudar! - Mestres da Mentira: Para eles a realidade e a ilusão fundem-se num só conceito pelo qual regem o seu mundo. São capazes de contar uma mentira como se estivessem a descrever detalhadamente uma situação real. Não mentem apenas para fugirem de uma situação constrangedora, mas pura e simplesmente porque não sabem viver sem mentir. - Manipulação e Egoísmo: Não tem a noção de bem comum. Desde que ele esteja bem, o resto do mundo não lhe interessa. O psicopata é um indivíduo extremamente manipulador que usa o seu encanto para atingir os seus objectivos, nunca pensando nas emoções alheias. Não reconhece a dor que provoca nos outros e por isso, usa as pessoas como peões, objectos que pode pôr e dispor conforme lhe convêm. Manifesta facilidade em lidar com as palavras e convencer as pessoas mais vulneráveis a entrarem no “jogo” dele. Querem controlar todos os relacionamentos, impedindo que familiares e amigos confraternizem paralelamente, sem a sua presença. Para tal recorrem as esquemas, intrigas e claro, ao seu charme para se fingir amigo. - Inteligência: O QI costuma ser acima da média. Há casos de psicopatas que conseguem passar por médicos, advogados, professores, etc, sem nunca terem frequentado uma universidade! São peritos no disfarce, excelentes auto-didactas e fazem-no na perfeição. - Ausência de Afecto: Não são pessoas afectuosas com o próximo e enquanto pais, não são do género de “dar colo” aos filhos. Usam os filhos como “marionetas”, em função dos seus próprios interesses, não respeitando as suas escolhas, quer a nível pessoal, quer profissional! Baseia os seus “métodos educativos” na humilhação e chega a ser totalmente negligente para com os seus. - Impulsivo: Devido ao défice do superego, não consegue conter os seus impulsos, podendo cometer toda a espécie de crimes, friamente e sem noção de culpa. Costuma fintar até o teste do polígrafo, porque o seu ritmo cardíaco não se altera quando profere mentiras e nem quando comete crimes. - Isolamento: Gostam de viver sós e quando vivem com outros, querem liderar o grupo, mesmo que para isso destrua uma família inteira.

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Aproveitador de mulheres de amigos e conhecidos, chulo ou gigolô

08.02.12

Em Portugal e no Brasil, é dito popularmente que um malandro dos anos 30 à 40 é a pessoa que não queria trabalhar, gostava da boémia, enganava e mentia constantemente para encobrir a verdade, frequentava clubes e diversões sem pagar nada, pendurava as contas e pedia dinheiro emprestado aos conhecidos e depois não pagava, usava artimanhas e histórias tristes para arranjar dinheiro, pendurava contas em farmácias e pequenas vendas e bazares, com o intuito de não pagar, vendia objectos que não lhe pertencia e punha amigos e conhecidos em situação difíceis para que pudesse lucrar com isso, dava endereços falsos da sua morada para que as empresas de crédito não pudessem cobrar, muitas vezes este malandro era também conhecido como “cara de pau”, capaz de fazer papéis ridículos e escandalosos com naturalidade comprometendo os outros. http://parasitasependuras.blogspot.pt/2010/09/malandros-profissionais-parte-1.html Entre muitos defeitos estão: Ladrão, enganador e mentiroso, bêbado, frio, sem escrúpulos, sem ética, gozão, aproveitador de mulheres de amigos e conhecidos, xulo ou gigolô, preguiçoso. Intermediário entre pessoas, no caso negócios de vendas, entrão, bajulador, aproveitador, comprometedor, vigarista, traidor, chantagista, corrupto, desavergonhado, batoteiro entre outros. Dos anos 30 aos anos 60, a definição de “malandro” aumentou muito. Em países como Portugal que reúne uma grande mistura de imigrantes e uma população pequena, nota-se com alguma facilidade estes senhores que vivem dentro e ao mesmo tempo à margem da sociedade. Muitos desses malandros têm um estilo próprio. Uns são bons faladores e vestem-se bem, têm um grande leque de conhecimentos e guardam memórias do passado, utilizam o facto de serem conhecidos para aplicarem golpes em terceiros e depois sai de cena por algum tempo. Assim como os outros têm sempre uma história para contar ou algo para vender, geralmente estes objectos não são deles. Oferecem-se como intermediários para resolver problemas de amigos e depois desaparecem com o lucro do golpe, geralmente usam golpes como o arranjo de carro, onde conhece o dono da oficina e aplica uma quantia superior ao cobrado ou leva o carro arranjado com o pretexto de pagar no dia seguinte, recebendo assim o dinheiro do dono do carro e a seguir desaparecendo. Eles de maneira geral são bons observadores e conversadores, escondem muitas vezes os olhos debaixo dos óculos escuros para que as pessoas de fora não saibam para onde estão olhando. Gostam de meter conversas com as mulheres e preferem as casadas, elogiam-nas bastante, controlam o horário de trabalho dos maridos e quando eles vão para o trabalho, procuram se aproximar delas, uma vez conseguido ter a relação sexual, o malandro faz tudo e mais alguma coisa para a satisfação da vítima, tornando-a cliente e depois chantageando-a. Outros malandros, são oportunistas e operam golpes mais baixos, como cravar, cigarros, refeições, pequenos objectos, geralmente operam em botequins e tascas, fazem pequenos enganos, gostam de falar abertamente de mulheres e de experiências que não viveram como se tivessem vivido. Também fazem pequenos roubos como os de supermercados e depois vendem os produtos aos conhecidos. Estes também vêem na mulher uma oportunidade de sustento, mas a sua aparência é menos cuidada e mais desmazelada, falta-lhes cultura e brio. No Brasil este tipo de malandro é chamado de "MALANDRO PÉ DE CHINELO", esta definição diz que este tipo de esperto é um desclassificado na sociedade, são também definidos como violadores do código "171" que envolve artigos como: estelionato e falsificação e também estes artistas são peritos em arranjar confusões e movimentos de distracção, na sua linguagem é definido por "31". Este malandros, geralmente operam em esquinas, deste ponto de observação observa todas as pessoas que passam. Nas esquinas geralmente têm sempre um café e é aí que ele observa à vítima.

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Apaixonar-se pela pessoa errada. As relações doentias e destrutivas

08.02.12

Procura-se: Pessoa infiel adorando riscos, prometendo múltiplas traições, giro(a), egoísta e egocêntrico(a), muito impulsivo(a), com raivas inexplicáveis, profissão pouco definida ou uma vocação tirânica, pode ter uma causa, uma seita, com vícios secretos e públicos, comportamentos de risco variados, capacidade de com o olhar fazer o outro sentir-se único, arrependimentos constantes com desejo sincero de mudança, com duração dependente da presença do outro, pode ser casado(a), não desejar compromisso, não estar preparado(a) para compromissos ou ter uma orientação indeterminada. http://alavoisier.blogspot.pt/2009/10/proposito-de-nos-apaixonarmos-pelas.html Promete-se: Fidelidade canina, culpabilização constante, abnegação, espírito de sacrifício, choros múltiplos, ansiedade e controle, relação incondicional “até que a morte nos separe”, sustentação da família “casa, roupa e cama lavada”, pode não haver sexo, carinho em quantidades desejáveis, não é preciso prometer nada, pode ser infiel, e sedutor(a) sempre que estiver na presença dos outros. (Parabéns! Esta relação está condenada a ser temporária mesmo que seja até que “a morte os separe”, com “aureola” de santidade para uns e objecto de desejo para outros, ingredientes necessários para a manutenção de uma relação que os outros desejam mas não querem na sua casa). A baixa auto estima e a necessidade de referentes externos é fundamental para a manutenção de uma relação baseada num equívoco afectivo, em que um dá, aparentemente, de forma incondicional, e o outro recebe amor não dando nada em troca, a não ser excitação, ansiedade, manutenção da atitude activa e apaixonada do outro, incompatível com a descrição de uma relação baseada na tranquilidade, no afecto partilhado, na confiança, e no crescer e aceitar o outro na relação. Relações deste género, desequilibradas em termos de poder, mantêm um sem número de pessoas condenadas a não serem protagonistas da acção, a serem o centro de um “filme” criado por elas em que são dignas de compaixão, como óptimas heroínas, e os finais raramente são felizes porque por exaustão ou desistência perpetuam este padrão com outros “actores”. Também a pessoa não preparada para o compromisso ou incapaz de o fazer é intensamente frágil e dependente quase em exclusividade de controle do outro e da humilhação constante que o outro provoca, apesar de aparentemente ter uma pessoa tão “boazinha” só para ele! Relações adultas em que há uma partilha crescente

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O Chantagista Emocional

07.02.12

O Chantagista Emocional pohttp://www.galenoalvarenga.com.br/publicacoes-livros-online/cronicas-ensaios/o-chantagista-emocional r Galeno Alvarenga | 22 de março de 2010 Todos nós já convivemos com pessoas que chegamos a amar e, possivelmente, hoje odiamos. Relacionamo-nos com um tipo de indi­víduo que num primeiro encontro mostrou-se agradável, simpático, e deu-nos a impressão de estar interessado por nossos problemas e de ser honesto. Com o passar do tempo, o percebemos como o oposto do que sua “máscara de saúde” aparentava. Os psiquiatras classificam esses indivíduos como possuidores de um “transtorno da personalida­de antissocial”. São figuras humanas interessantes, constituindo 70% dos habitan­tes das penitenciárias, portanto, muitos deles estão soltos. É preciso muito cuidado com eles, pois podem infernizar nossa vida. Aparecem mais frequentemente entre os homens, embora muitas mulheres sejam antissociais. Alguns autores afirmam que 4% da população apresenta essa conduta, para outros, a proporção é maior. O direito denomina es­sas pessoas de “criminosos”, “estelionatários” e outros termos. O povo avalia negativamente esses indivíduos, chamando-os de “cara-de-pau”, “marginais”, “sem-caráter”, “sem-vergonha”, “safados”, “desonestos”. Falantes e animados, dão a impressão de pessoas felizes e bem-ajustadas. São artistas, exibindo uma falsa autenticidade, segurança e ótima saúde mental que, de fato, não possuem. Atenciosos e sem inibições, cativam rapidamente a todos, principalmente às mulheres, que se apaixonam com frequência por eles e muitas vezes passam a dedicar-lhes suas vidas. É atraído por ações perigosas e detesta ambientes tranquilos. Ele agride as pessoas quando frustrado, age apressadamente diante de situações problemáticas, pois não tolera refletir ou adiar ações. O antissocial é indisciplinado e geralmente incapaz de seguir objetivos a longo prazo, bons ou maus, isso não importa. Nas suas conquistas, pode ocorrer que já num primeiro en­contro o antissocial declare todo seu amor e paixão à ingênua mo­cinha. Propõe-lhe um casamento ou uma vida a dois maravilhosa, pois está “caído” por ela. Em seguida, pede-lhe um empréstimo, pois terá de viajar na manhã seguinte para realizar um grande negócio, mas, como foi assaltado há poucos instantes, ficou sem dinheiro e tam­bém sem seus preciosos talões de cheques. Às vezes o “golpe” é mais lento. Há um início de namoro, com grande intimidade com sua parceira e familiares dela. Fica amigo de todos, conversa muito, conta casos interessantes e alegres, mostra-se prestativo, frequenta a casa da namorada, passa a almoçar, jantar e até dormir lá. Para justificar o seu modo de vida, histórias fantás­ticas são relatadas à família. Essas, à medida que se descobre sua falsidade, são trocadas por outras mais fantásticas ainda. Ele não está trabalhando porque tirou férias de uma grande empresa, onde é diretor-presidente. Terminadas as suas “férias”, ele está planejando um vultoso negócio para a companhia e por isso foi dispensado de ir trabalhar. Que pena! De repente, fizeram-lhe uma injustiça: ele foi demitido. Mas não foi nada, pois ganhará uma gran­de indenização e antes de largar o trabalho, já terá sido contratado para novo emprego, por sinal muito melhor do que o anterior. Sem endereço nem telefone, sua família é uma incógnita, até seu nome costuma ser falso. Enganando a namorada, ele pode chegar ao casamento. Após este se consumar, surgem as brigas, as agressões físicas, as exigên­cias de dinheiro e, com frequência, a infidelidade conjugal aberta: leva mulheres para dentro de casa, “transa” com a vizinha, com a cunhada ou com a melhor amiga do casal. Não mostra nenhum senso de responsabilidade conjugal. O ca­samento quase sempre dura pouco, acabando com o abandono da mulher e dos filhos. Nosso “herói” desaparece, arruma uma nova par­ceira para explorar. De quando em quando, retorna à antiga mulher, fazendo proposta de reconciliação, num tom de voz aparentemente emocionado, com olhos cheios de lágrimas. Nesses momentos, apa­rentando sinceridade, jura seu amor e arrependimento por tê-la aban­donado. Afirma que nunca mais vai ocorrer o que aconteceu. Entretanto, as promessas duram pouco: só até à primeira frustra­ção ou à primeira sedução fora de casa. Em sua mente nunca há culpa, ele nunca aprende com seus com­portamentos inapropriados, pois não sofre com isso. Não é leal a nin­guém, nem com nenhum grupo ou ideias. Não consegue julgar adequa­damente nenhum de seus atos, nem os dos outros, pois não é atingido pelo sofrimento alheio. Explica, com sua lógica deturpada, toda e qual­quer conduta sua, mesmo a mais imoral. Agressivo e impulsivo, não tolera ser frustrado. É um indivíduo geralmente incapaz de seguir qual­quer objetivo a longo prazo, bom ou mau, isso não importa. Alguns estudiosos desses “doentes” afirmam que eles buscam, durante suas vidas, um caminho capaz de transformá-las em fracasso. Assim, se cometem uma falta ou um crime, arriscam-se, comentam, enfim, fornecem pistas para serem descobertos. (evidentemente, eles não são “bons” criminosos.) Ele não é um “louco” no sentido literal da palavra, mas é capaz de, após matar os pais para conseguir dinheiro para suas farras, pedir ao júri clemência por ser órfão. Após conseguir donativos para um asilo inexistente, afirmar que sua atitude ajudou àqueles que deram esmolas, pois os doadores ficaram aliviados e felizes por estarem aju­dando os velhinhos pobres. À primeira vista eles parecem brilhantes, com inteligência su­perior, seja no trabalho, seja no estudo ou nas relações sociais. Mas, inevitavelmente, mais cedo ou mais tarde fracassarão, serão demitidos do emprego, afastados dos amigos e perderão tudo aquilo que, para os “normais”, é caro. Os antissociais estão em todas as partes: são encontrados nas favelas, nos bairros pobres, nas cidades do interior, nas grandes ca­pitais, nos palacetes e até nos palácios governamentais. Diga-se de passagem, não são raros também entre os políticos. Alguns são presos por dar cheques sem fundos, roubar, montar firmas ou clínicas fantas­mas, ludibriar seus clientes e assim por diante. Outros aprendem - às vezes bem - a utilizar-se de um vocabulário altamente sofisticado e eloquente, para manipular os outros em seu benefício. Utilizam também com esmero recursos histriônicos para co­municar sentimentos falsos. Esses, os mais socializados, escapam do cerco policial, chegando a ser vereadores, médicos, psicólogos, advo­gados, deputados, pastores, padres ou até mesmo governadores e pre­sidentes da república. Sua conversa fácil e sua crença em inverdades, ditas com entusiasmo, seduzem o incauto que o procura ou o elege, projetando nele o seu Deus. Diante do leigo, ou mesmo do psiquiatra, ele parece normal. Durante a entrevista, nada revela de loucura, incapacidade ou defici­ência mental. É sua história de vida, examinada e contada pelos acom­panhantes, que fornecerá as pistas para percebermos que estamos diante de um indivíduo com perturbação da personalidade do tipo antissocial: um “doente” na sociedade. Entre as quadrilhas mais sofisticadas, as com um grau mínimo de organização, os antissociais não são aceitos, pois lhes falta, não só a disciplina, com também alguma ligação afetiva com o grupo de crime necessária ao êxito do empreendimento. A maioria deles não comete crimes suficientemente grandes para serem presos por longos perío­dos. Portanto, até com respeito ao crime, eles não são sérios. A carreira do antissocial geralmente começa cedo, ao roubar as merendas dos colegas ou faltar às aulas, agredir companheiros ou pro­fessores, ou ainda fugir de casa. Inicia relações sexuais precocemen­te. Bebe, ainda na infância, com grande prazer. Não se liga a grupos por muito tempo. Maltrata ou mata pequenos animais, agride sem piedade ou motivo os companheiros mais fracos, explora-os como pode. Mas sempre acha que tem razão. Com o aumento de seu poder, ao crescer apodera-se do carro do pai, estraga-o, faz farras e, quando recriminado, justifica-se, aparen­tando total sinceridade. Representando arrependimento, jura que vai mudar sua conduta, garante que aquilo nunca mais vai acontecer. Na primeira oportunidade, porém, ele retorna ao mesmo comportamen­to e novo juramento é feito, sempre do mesmo jeito, demonstrando as mesmas emoções falsas de antes. Mente a propósito de tudo, em qualquer lugar, com qualquer pessoa, e muitas vezes sem nenhuma razão. Se apanhado na mentira dará sua “palavra” de honra” de que não mais faltará com a verdade e firmará, nesse sentido, um “pacto de cavalheiro”. Entretanto, para nosso azar, os castigos, as críticas, as prisões e os internamentos geral­mente não produzem efeito a longo prazo. Sua escalada continua: uso de bebidas, drogas, acidentes graves, roubos, abandono de emprego, brigas, cheques sem fundo, mentiras e mais mentiras. Os pais, desesperados, tentam ajudá-lo, montando um comér­cio, que é “depenado” em pouco tempo. Mandam-no para a fazenda do tio e lá ele planta maconha. Internam-no na casa de saúde e ali ele vende suas roupas, compra drogas, suborna o guarda e foge. Pedem a sua prisão. Nesta, ele se mostra como um cordeiro, e ao ganhar con­fiança, na primeira oportunidade burla a própria polícia. Nunca pensa a longo prazo, sendo total seu imediatismo. Não se pode contar com o antissocial, pois ele engana, rouba, falsifica, adultera e mente. Cultiva um grande desprezo pelas normas da sociedade, pelas dificuldades dos outros, sejam elas emocionais, financeiras, físicas ou sociais. Não se envergonha do que fez ou faz. Sua vida é cheia de proezas, que levariam a maioria dos homens à depressão ou mesmo ao suicídio. Entretanto, no antissocial não se exterioriza nenhum ato que possa indicar remorso ou humilhação. Nele não foram introjetados os nossos valores, sejam morais, sejam estéticos. Os mais espertos aprendem o desejado pelas pessoas. Conse­guem transmitir ao povo a sua máscara de saudável honestidade e honradez através de um discurso contendo tudo aquilo que o povo deseja ouvir e alcançar. Depois, sozinhos ou com seus companheiros do mesmo caráter, tomando seu uísque escocês, riem e zombam da­queles que, inocentemente, depositaram confiança neles. Cuidado! Eles estão em toda parte!

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História da Catarina. Comportamento de um sociopata, aproveitador, oportunista

05.02.12

Era 27 de janeiro, calor intenso, verão em São Paulo. O dia começou nublado, Catarina pensava que iria chover e as chuvas nessa estação sempre são muito fortes; tomou banho, se vestiu como nunca, pegou o guarda-chuva e saiu para encontrar o homem que amava, ou pensava que amava. Encontro marcado para o Ibirapuera às 10 horas da manhã. Ela chegou ao parque, sentou-se em um banco de cimento e ficou esperando. Ele demorava. E ela estava preocupada... O namoro iniciou em agosto. A principio ele parecia tão apaixonado, fazia graça, beijava, abraçava, desejava... Tinha ciúmes. Catarina o estava estranhando, ele não respondia mais às suas mensagens de e-mails, nem as mensagens via celular... Não atendia aos telefonemas.   Uma semana atrás eles marcaram de ir ao museu da língua portuguesa, e ele não apareceu. Ela foi sozinha. Triste, mas firme como toda mulher de fibra. Fizeram amor no dia 30 de dezembro, não foi bom para Catarina. Mas ela não disse nada. Nem deu tempo. No meio da transa ele recebeu um telefonema, disse ele que era um amigo que mora no Rio de Janeiro. Ele desligou o celular, tomou um banho e saiu dizendo que iria viajar para Rio... Catarina ficou arrasada... Correu para vestir a roupa, saiu atrás dele tentando entender o que estava acontecendo, mas somente recebeu um beijo frio e um "agente se fala"... Cinco meses de namoro, e de repente isso. Ela ficou desnorteada, foi para casa cabisbaixa... Se sentindo uma coisa usada e jogada fora, faltava alto estima, faltava entender como um homem recebe um telefonema nessa situação e sai correndo como um cachorrinho ensinado... Não "Fia" entenda que ele é um irmão pra mim, e tá pagando a passagem...   Mas, nada tirava da cabeça de Catarina que havia outros interesses. Ela sabia que ele era muito interesseiro, só estava com ela porque ela estava muito apaixonada e fazia tudo que ele pedia, pagava o motel, a cerveja e a pizza... Como era tonta, pensava Catarina, faço tudo por ele e ele faz assim comigo. Era provável que o amigo dele estivesse arrumando alguém com uma grana para ele dar um golpe... Catarina percebia que ele era um aproveitador de mulheres.   Ele viajou. Em 15 dias não deu notícias. Quando voltou, ligou e disse: -estou em Sampa. Marcaram um encontro numa segunda à tarde, ela estava de férias e ele nunca trabalhava mesmo.  Conversaram bastante, quer dizer, ele falou, contou da sua experiência no Rio, da sua estada numa praia distante, por isso o celular não funcionava. Falava das pessoas que conheceu, inclusive uma tal assistente social com idéias "idiotas" segundo ele.  Falou tanto dessa mulher que após o encontro Catarina resolveu dar uma olhada no Orkut dele... E não foi surpresa quando viu os recados da tal mulher falando de coisas tão íntimas... Ligou para ele e ele disse ser apenas brincadeiras. http://www.tabacultural.com.br/creusacarlasdesousa.htm Creias Carla de Sousa   Depois desse dia, ele ficou estranho. E ela deprimida. Emagreceu quase 10 quilos em uma semana.   Chegamos então ao dia 27 de janeiro. Finalmente ele chega e cumprimenta Catarina com um beijo no rosto. Ela estremece. Sabe que será o fim. Mas, não quer aceitar. Ele começa a falar coisas sem nexo, e em seguida diz que não faz sentido estarem juntos, pois ele não está apaixonado. Ela engole o choro e pergunta se alguma vez ele esteve apaixonado, então ele responde que não, que simplesmente ela estava ali, tão fácil, tão carente que ele aproveitou para ter algum prazer sem precisar pagar.   Ainda disse que ela logo encontraria alguém para casar, e ter seus filhos, negrinhos... Ele era branco, transparente e ela negra. Ela percebeu que ele era racista também. Nossa, ele não gostava de nordestinos, dizia odiar gente pobre, sem dinheiro para comer e beber bem... E agora se mostra racista... Naquele instante Catarina só ouvia, estava cega de ódio... Sentia-se muito usada... E ele continuava, você acha que algum dia eu iria levar você em minha casa para apresentar aos meus pais?  Meu pai não gosta de negros, ele é descendente de italianos, branco. Minha mãe é descendente de portugueses, branca...  Catarina suava, não sabia se era o calor do verão, o mormaço do tempo que se preparava para uma chuva típica da estação, ou se isso era resultado das verdades que ela se recusou a ver por todo esse tempo.   Ele dizia que não havia mais assunto entre eles, que ela era sem graça, sem capacidade de argumentação... Mas, ela pensava, como argumentar com um publicitário sobre propaganda, anúncios e outros, é um assunto tão chato! Como argumentar com os publicitários amigos dele que diziam "comer" uma mulher para conseguir a conta de uma empresa. Catarina era engenheira.  É outro mundo. Ela tentou argumentar, tentou brigar, mas ele não deixou. Ao contrario disse que não queria vê-la mais. E não queria brigar, não queria baixar o nível... Mas qual nível? Ele não tinha nível. Era um gigolô.   O namoro acabou. Catarina ficou muito triste. Nesse dia ela ficou, algumas horas, sentada no banco da estação de metrô.  Choveu muito durante a tarde, ela ficou vendo a chuva, as pessoas passando, saindo dos trens, indo para suas casas, felizes, e ela abandonada. A chuva passou, era mais de cinco da tarde.  Catarina reuniu forças, entrou no trem, voltou para casa.   O pior do fim de um namoro é não ter para quem contar sua tristeza. Como Catarina iria falar que aquele cara a explorou o quanto pode e quando encontrou alguém disposta a dar mais vantagens a abandonou. Catarina sentiu vergonha, sentiu nojo, queria voltar ao passado e ignorar aquele sujeito. Por muito pouco ele não destruiu a vida de Catarina.   Quando o verão acabou, Catarina sentiu um alívio, foi como se as águas de março levando o verão, levassem também aquele sentimento que no principio foi bom e no fim transformou-se em coisa ruim. Aquela chuva forte lavava a alma de Catarina, levando os farelos de amor que ainda restavam dentro dela...

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As cicatrizes que o psicopata deixa para sempre

01.02.12
http://antologiafemenina.blogspot.pt/2007/09/el-psicpata.html?m=1
Este es el segundo prototipo. A este hay que de verdad tenerle miedo: deja cicatrices imborrables. Las va marcando, a fuego lento, y una va disfrutando en ese doloroso placer, hasta que un día se da cuenta que está completamente quemada.

El psicópata

Definición: hombre que padece de un servero trastorno de personalidad y relacionamiento encubierto, que disfruta de un juego de seducción, manipulación y poder, al que la mujer se sentirá involuntariamente atraída hasta quedar envuelta en una relación casi enferma (a veces deja de ser casi) y dependiente de la que le costará mucho tiempo, quizás años, salir y sobreponerse.

Descripción: Es un conquistador nato. Maneja perfectamente la estrategia, y qué tácticas utilizar para alcanzarla. No busque en rasgos físicos, se esconde detrás de cualquier fisonomía. Aunque seguramente tendrá una mirada cautivante y misteriosa. Sus víctimas son siempre mujeres con la autoestima baja. Y si no la tenían, llegan a desgastarla tanto, que su valoración cae hasta el punto en que no son capaces de dejarlos porque sienten que ya nadie va a amarlas como él. Ejerce una fascinación indescriptible, e incontrolable. Sí, creo que también injustificable. Porque cuando quiere demostrar amor, lo hace al extremo, de manera pasional, sorpresiva e inesperada. Sin cálculos ni medidas. Luego comienza la etapa oscura, repleta de gritos, reproches, recriminaciones, celos. A continuación las desapariciones, las ausencias, los silencios. Y ella extraña, añora, desespera. Busca al primero, a aquel que recuerda en sueños, al que la hace suspirar. Pero es el que paulatinamente, sin percibirlo, cada vez se muestra menos. Ella se queda prendada de una ilusión, de una actuación fugaz, de una puesta en escena. Luego el telón se cierra, los disfraces se guardan, las caretas se caen, y queda el ser despojado de belleza. La sombra de lo que nunca fue. Simplemente queda lo real. Sólo que de vez en cuando, cada vez que esté a punto de perderla, cada vez que la sienta lejana, volverá por sus disfraces y montará un nuevo acto. Y así, una y otra vez. Una y otra vez. Y las tendrá ahí, a su merced, embelesadas, idiotizadas, glorificándolos, necesitándolos. Presas y entregadas. Se apodera de ellas como una soga que las ata, como una droga que las hace adictas.

Características: seductor, mitómano, manipulador, egoísta, desconsiderado, temperamental. Adictivo. Es como una montaña rusa que mezcla el placer y el dolor, aunque no siempre en la medida justa.

Conducta repetitiva: Ponerlas a prueba hasta encontrar el límite, para ver hasta donde se extiende su dominio, para comprobar la incondicionalidad. Va y vuelve. Está con una pero se enamora de otra. Oscila entre el amor y el desprecio.

La clave: Self preservation. El psicópata es como el golpeador. Lo hará, lo disfrutará, y volverá a pedir perdón de alguna manera. No deje que ese breve instante de arrepentimiento la enceguezca. No es más que parte del proceso. Volverá a lastimarla, a maltratarla, a rebajarla. Porque su mayor satisfacción reside en el poder dominarlas. Es difícil identificarlos en el comienzo, generalmente se lo ve cuando ya está enamorada, y es difícil desprenderse. Entonces, por si acaso, nunca deje que le pongan el pie encima, o la arrollen directamente.

Recomendación: Mantenga siempre alta su autoestima, es el mejor escudo contra ellos. Cuando una se valora el psicópata no tiene lugar por donde atacar, no tiene flancos. Y si aún así ha caído en sus garras, cuando se encuentra a si misma justificando todas sus acciones, cuando se encuentra aferrándose a la esperanza de que él algún día él va a enamorarse aunque le esté diciendo en la cara que usted no le importa, cuando todas sus amigas le estén diciendo sinceramente que él está loco: CRÉALES. Haga un esfuerzo, deje de la do los sentimientos y escuche a la razón (en este caso aplica y es absolutamente válido). Si no, en 10 años, se encontrará maltrecha y desesperanzada esperando a alguien irreal.

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Duas história e um elo comum. O meu ex namorado é psicopata e eu fujo!

29.01.12

“Fui vítima de um homem psocopata. Lindo, jovem, charmoso, sentimental, sedutor, "ingênuo", ultra carinhoso, preocupado com minha saúde e bem estar. Conquistou-me de tal maneira que eu abandonei tudo para ficar com ele. Com o tempo comecei encontrando contradições, mentiras e um comportamento misterioso em muitas situações. Não atendia telefone quando saia, sumia de casa, nunca falava de amigos, nunca havia namorado antes (???). Antes disso começar acontecer, porém, ele já havia feito de tudo para que eu acreditasse nunca mais encontrar alguém que me amasse tanto quanto ele dizia e tentava demonstrar. O domínio dele sobre mim e sobre minha vida foi aumentando e me sufocando. Eu não tinha mais vida. Ele, sim. Eu programava uma coisa, ele mudava e saia sozinho dando satisfações bizarras e mentirosas e voltando de suas saídas apresentando juras e mais juras de amor, acompanhadas de carinho intenso. Cansei. Perdi o controle e o mandei embora, finalmente (o apartamento era meu). Mas parte de mim ele levou, perdi anos da minha vida, amigos, dinheiro, oportunidades, viagens, negócios, por causa dele. Um autêntico psicopata, que não tem sentimento, não tem consciência, se vê como o centro do universo e das atenções era ele, e, com toda a certeza, estará dominando a vida de mais alguém neste exato momento. É importante que saibam que o psicopata NÃO AMA NINGUÉM, NUNCA. Ele finge que ama aqueles de quem ele poderá se aproveitar de alguma forma. Isso está comprovado cientificamente, pena que não seja amplamente divulgado, pois as pessoas associam psicopatas a criminosos que estão na cadeia. Pelo contrário, os psicopatas que estão livres são a maioria e, quase sempre, se apresentam muito bonitos, bem vestidos, muito educados, conhecedores de etiqueta, cavalheiros, charmosos, andam com dinheiro, e são extremamente simpáticos (dificilmente alguém deixa de simpatizar com eles, só os "escolados", que já conhecem essa artimanha). Isso faz parte do jogo da conquista. Com a conquista da confiança de suas vítimas eles alçam vôo para seus objetivos puramente materiais, sob juras deslavadas de afeto, amizade amor. Quando a fonte seca, elas alçam novo vôo. Por um psicopata muitas pessoas desavisadas já morreram, tenho certeza disso, e sem que desses bandidos sociais nenhuma lágrima haja escorrido da face, em sua intimidade. Apenas a satisfação. Obrigado por você haver abordado um tema tão importante para todo mundo. Sorte daqueles que leram seu depoimento. Desejemos ao Promissor, que apresentou um depoimento a respeito intitulado Namorada Psicopata, e a mim, boa sorte. No meu caso, o trauma foi tamanho, que vejo um psicopata em cada um que conheci depois dele.” Anita [133725] No começo do namoro, meu ex parecia o namorado perfeito. Muito carinhoso e apaixonado, falava que queria se casar e ter filhos comigo. Eu, carente e com baixa estima, acreditei. Mas depois de um tempo, ele começou a fazer de tudo para provocar o meu sofrimento. Falava das aventuras sexuais que já havia tido com outras mulheres, que já havia saído com várias alunas da escola de idiomas, em que dava aulas de inglês e que tal atriz de TV era muito linda e gostosa. Eu não gostava, mas deixava para lá. Quando estava tudo bem entre nós, meu ex criava um clima para que eu ficasse mal. De um segundo para outro, ele mudava de humor e falava que apresentar uma namorada para a família dele não fazia diferença porque uma antiga namorada prometeu que se casaria com ele e não se casou. Esperta, ela! Era sempre assim: estava tudo bem, mas ele mudava de humor repentinamente. Minha família achava que ele tinha jeito de homossexual. Uma vez, estávamos comendo pão na mesa da cozinha da casa dele, quando ele propôs sexo a três!!! Eu, ele e outra mulher!!! Eu me neguei, claro e ele alegou que eu era muito careta, conservadora e que eu tinha que acompanhar a evolução do mundo!! Disse também que não sentiria nem um pouco de ciúmes se me visse transando com outro homem!! Triste, eu percebi ali, o quanto ele era doido e que aquele namoro estava com os dias contados. Eu jamais toparia algo assim, mesmo apaixonada por ele. Não consegui ser mais a mesma e pouco tempo depois, ele terminou comigo, alegando que não havia se apaixonado por mim. Isso depois de ter jurado que eu era a mulher da vida dele! Eu estava apaixonada e sofri. Mas ele quis que eu fosse uma grande amiga e com esperanças de uma volta e que ele mudasse, aceitei. Só que ele não repeitava minha fragilidade e vivia fazendo terrorismo comigo, que ia arrumar outra namorada! Pois na minha frente, ele acabou dando em cima de uma amiga minha, que até hoje, o odeia e com razão. Ele alegou que não via nada demais, se a minha amiga topasse em sair com ele. Com a cabeça virada, acabei brigando com a minha amiga, mas depois ela me perdoou. Fiquei sem falar com ele nessa época, mas depois voltei atrás. Ficamos amigos de novo e depois de um tempo, amigos coloridos. Eu achava que a nossa amizade colorida faria com que ele visse que eu o amava e assim, voltaríamos. Ele transava comigo e com outras ao mesmo tempo. A gente se submete a cada coisa em nome do amor! Amor? Não! Eu estava doente. Esse cara me manipulou de todas as maneiras. Com mentiras sobre o emprego dele, criando falsas ilusões de uma volta e outras coisas. Até dinheiro meu , ele levou. E quando passei em um concurso, ele ficou despeitado com a minha conquista e pouco tempo depois, sem ao menos me contar antes, postou fotos dele com a nova namorada, no facebook. Tive a certeza de que foi para me atingir. A nova namorada tem cara de ingênua e senti pena dela. Fiquei mal, triste e com raiva de mim mesma, por ter sido tão idiota! Mas depois, melhorei. Não podemos deixar que uma pessoa vinda do inferno acabe com a nossa vida. Li sobre as características de um psicopata e bateu com meu ex: mentiroso, manipulador, sedutor, inteligente, egocêntrico (ele, em primeiro e último lugar), humor instável, falta de compaixão (é normal fazer sofrer), imaturo ao extremo, promíscuo e já que não sente emoção e é robótico, precisa de adrenalina e de viver situações arriscadas. No caso do meu ex, sexo a três ou grupal. Ele tem psicopatia leve e mesmo leve, já é capaz de provocar um grande estrago!!! Aprendi a ser mais esperta!!! http://www.euconfesso.com/confissao-32435.html

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Psicopatia e Violência Urbana

29.01.12

Psicopatia e Violência Urbana Renato Sabbatini O recente episódio da morte de João Acácio da Costa, o "Bandido da Luz Vermelha", assinado a tiros em Santa Catarina, é bastante revelador sobre o precário estado da internação judicial de psicopatas no Brasil. O caso em questão foi muito polêmico, pois ele foi solto após ter cumprido integralmente pena em regime fechado, à qual foi condenado por uma série de 88 assaltos, latrocínios e estupros horripilantes em São Paulo nos anos 60. Estranhamente, os laudos psiquiátricos feitos de última hora opinavam que "os seus episódios psicóticos anteriores tinham sido de natureza benigna (sic)", e que ele era "absolutamente capaz de retornar ao convívio social". Com base nesse parecer, a Justiça soltou-o, alegando não poder reter em prisão um condenado comum que tinha cumprido o período máximo de encarceramento, que é de 30 anos. Deu no que tinha que dar. Depois de vários episódios indicadores de desadaptação aguda, distúrbios mentais, suspensão do tratamento, breve reinternação e retorno da agressividade, ele foi morto com um tiro na cabeça em uma briga de bar. O que se deve fazer com os psicopatas e sociopatas crônicos e irrecuperáveis, que apresentam comportamento altamente agressivo e violento ? Evidentemente, eles não podem viver de forma autônoma na sociedade, pois sempre acabam por causar mais tragédias, crimes e sofrimento. Não é culpa deles, mas sim de seus cérebros danificados, sem possibilidade de cura clínica. Todos os países razoavelmente organizados têm um sistema de detenção em manicômio judicial por período indeterminado para casos como esses. No Brasil, e em outros países, há quem defenda pura e simplesmente a pena de morte para pessoas assim (nos Estados Unidos, o inspirador do apelido dado a João Acácio, o assassino e estuprador Caryl Chessman foi executado em câmera de gás, em maio de 1960, por 17 crimes), mas na maior parte das democracias os criminalmente insanos são declarados inimputáveis, pois são irresponsáveis legalmente (devido à doença mental, eles não têm o famoso "livre arbítrio"), e, se oferecem perigo para a sociedade são trancafiados para todo o sempre. Quem não se lembra do impressionante porão onde o Dr. Hannibal Lecter, o médico canibal, era mantido preso, no filme "O Silêncio dos Inocentes" ? Evidentemente, a justiça não é cega, e, algumas vezes, é imperfeita. Muita gente que é louca vai parar na cadeia comum, e acaba solta depois de um certo tempo, como aconteceu com o Bandido da Luz Vermelha (ele deveria ter continuado em tratamento na casa de custódia, mas, ao ser transferido para a Penitenciária do Estado, ficou elegível para a soltura). Outros não são insanamente violentos, mas vão parar no manicômio judiciário e lá ficam esquecidos do mundo. Como conseqüência de erros como esses, e dos abusos rampantes contra os direitos humanos que prevaleciam (e ainda prevalecem) em muitos hospitais psiquiátricos, que mantêm seus pacientes em condições sub-humanas (lembrem-se das reportagems sobre o Juqueri), houve um movimento antipsiquiátrico muito importante no passado, o que levou a uma mudança significativa nos critérios de internamento de psicopatas. Um dos seus expoentes, o psiquiatra americano Thomas Sasz, chegou a declarar que a esquizofrenia e outras síndromes psiquiatricas graves, crônicas e incuráveis, não eram doenças, mas sim "estratégias utilizadas pelos indivíduos para se adaptar a um mundo hostil ao seu modo de vida". E que, portanto, eles só iriam piorar ao serem submetidos a um regime fechado de internação, devendo serem tratados em casa, em contato com a sociedade. Como resultado desse movimento, dezenas de milhares de casos irrecuperáveis foram jogados nas ruas, à sua própria sorte, num dos episódios mais estarrecedores da história moderna da medicina. Uma parcela considerável dos "homeless", dos loucos de rua e andarilhos que vagam por aí saíram dessa multidão de desassistidos e sem esperança. Gente que fala sozinha na ria, gesticula, etc., estão tendo quadros alucinatórios, típicos da esquizofrenia. Não deveriam estar soltos, principalmente se não têm parentes nem recursos para comprar medicamentos que precisam ser tomados constantemente, sob supervisão, para controlar a doença mental. Hoje, sabemos que a esquizofrenia, a psicose maníaco-depressiva, o transtorno obsessivo-compulsivo, etc., são distúrbios biológicos do cérebro, e que de forma nenhuma se poderia encarar seu portador sob o prisma da "normalidade" social. Alguns psicopatas e sociopatas são tão agressivos e violentos, que necessitam internação compulsória e vitalícia, para proteção da própria sociedade e deles mesmos. Diversos casos recentes que chamaram a atenção da imprensa, como o homem que degolou uma criança que tomou como refém em um assalto, do desempregado que invadiu uma loja em Campinas e ameaçou uma funcionária, e outros, mostram uma história típica de paranóia (sentem que o mundo os ameaça, existe gente querendo matá-los, há um complô contra eles) e de alucinações auditivas e visuais (vozes, visões ameaçadoras ou que os impulsionam a cometer atos violentos). Existem também os criminosos com a síndrome de descontrole (são pessoas que depois alegam terem tido "um branco", uma raiva incontrolável, que os levaram a "perder a cabeça") e que pode ter muitas causas. Finalmente existem pessoas com epilepsia "condutopática" (algo que não existe em Medicina, mas reconhecidamente existem certas epilepsias do lobo temporal e do sistema límbico que levam à crises de violência incontrolável), com tumores cerebrais, ou alterações graves produzidas pelo uso de drogas, inclusive álcool. Casos como o do Bandido da Luz Vermelha mostram a inoperância cretina do sistema penal brasileiro, e dos seus inúmeros desvãos, pelos quais escapam gente clinicamente inepta para o convívio social, que só podem levar a mais desgraças. Creio que uma parcela considerável dos crimes cometidos contra pessoas inocentes têm origem em psicopatias e alterações neuropsiquiátricas de seus perpetradores. Quando vamos aprender a nos defendermos efetivamente contra esse tipo de indivíduo ?

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Um psicopata na cama. Confissão da namorada de um psicopata

29.01.12

Dr. Caio,   Sou viúva; vivi 22 anos com um homem muito viril; tivemos uma vida sexual boa. Tenho 2 filhos; uma moça de 20 anos e um adolescente de 13 anos. Ele faleceu há seis anos. HOJE estou com 51 anos, no entanto tenho aparência de 40. Ano passado conheci um italiano e me apaixonei. Ele propôs morarmos juntos... Ele tem um filho na Itália com uma modelo russa com quem viveu uns três anos maritalmente, depois começou a trai-la e por fim ela arranjou um namorado e assim mesmo continuavam morando juntos por causa do filho, quando a situação ficou insustentável e ele veio embora para o Brasil. A princípio houve uma rejeição grande de meu filho por ele. Minha filha, no entanto tratava bem, porém depois de alguns meses começou a ter certa aversão ao nosso relacionamento. No primeiro mês fizemos umas quatro vezes sexo, mas percebi que ele tinha certa dificuldade de ereção. Depois me contou que tinha prostatite, e que estava se tratando. Na última vez que fizemos sexo ele teve dor intensa quando ejaculou. Ele tem 53 anos. Mas depois percebi que ele procurava as escondidas meninas entre 18 a 20 anos, e fugia para motel cerca de uma vez ao mês para ter encontros sexuais. Depois me disse que tinha tara por luxúria e me convenceu a ir a um motel com uma prostituta e ele. Ela tentou me excitar, mas fiquei de certa forma muito tensa e não deu muito certo. Pedi a ele que não queria mais enfrentar tal situação. Ele então esfriou totalmente comigo, a ponto de ter certa repulsa por qualquer contato ( beijo, abraço, etc...). Lógico que nosso relacionamento terminou. Ele fala que não consegue amar ninguém e que tem total falta de libido, mas vejo que ele liga permanentemente para meninas, diz que ama, que as deseja, etc. Mas vi que ele também saiu com uma mulher de 40 estes dias. Seus rompantes por mulheres duram dois a três encontros, depois se "decepciona" com elas, diz que é porque descobre que elas o querem apenas por dinheiro ( aliás ele finge para elas que tem.... ). Pedi que ele arranjasse outro lugar e se mudasse. Ele me acusa que eu não o compreendo, e que ele na verdade não ama ninguém, apenas sai com pessoas para conversar e aumentar sua auto-estima... e que ele é muito deprimido por causa da saudades e do desprezo do filho por ele ( a ex dele fala que ele veio ao Brasil atrás de prostitutas...).  Ele é muito simpático e sociável. Conversa com todo mundo e faz amizades onde passa. Gosto dele, mas não entendo se ele finge, se tem um problema de fato. Na verdade chegou a me propor para continuarmos morando juntos e eu sairia nos finais de semana com outro... Mas esta é uma situação absurda para meus moldes morais. Quando comecei a morar com ele não sabia de toda sua história, só recentemente fiquei ao par. Levei ele a um urologista, fez exames de sangue e uma ecografia retal, não tem bactérias, porém tem um pequeno cisto na base da próstata e uma alteração grande no tamanho da próstata. Não tem dificuldade para urinar, mas para ejacular, um pouco. O exame mostra que ele tem testosterona pouco acima do normal.  O restante é bastante normal. Estou confusa, se devo investir neste relacionamento e ajudá-lo a se curar ou se tudo isso é uma farsa e ele me usa para poder ficar no Brasil ( visto que mora de graça comigo!). Me ajude a entender toda esta situação. Obrigada, __________________________________ Resposta:   Querida amiga: Graça e Paz!   Prostatite é o de menos. Entretanto, sendo promiscuo, provavelmente ele tenha adquirido a condição pela via de muito sexo anal sem camisinha, que é uma das principais causas de prostatite nos casos nos quais sexo está em questão, especialmente havendo os sintomas de comportamento promiscuo, como é o caso. Veja: http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?349 Mas, como disse, a prostatite é o de-menos. O que importa é ele. Sim! E os sintomas que nele mais me incomodam são os que têm a ver com a psicopatia dele. Psicopatia? Sim! O psicopata não é apenas o serial killer que esteja matando à solta... Este de fato é apenas o último estado da psicopatia. Entretanto, há cada vez mais milhares e milhões de psicopatas no mundo. O psicopata não sente, não se importa, não ama, não cuida, não pensa em nada que não seja ele; e ele sem amor por si mesmo; posto que na psicopatia não exista sentimento e nem emoção. Outro termo para psicopatia, segundo a Bíblia, é a expressão de Paulo acerca do “homem cauterizado”, que é o individuo que endureceu tanto que não mais se move pelo amor ou pelo arrependimento que dê fruto de amor. Não faça este mal à sua vida!... Não o deixe ir... De fato, mande-o embora; e logo. Se não for por você mesma que você faça isto [e deveria ser!], que seja pelo menos pelos seus filhos... Sinceramente: se seu marido já falecido estivesse vivo, ficaria louco em pensar que você colocou um maluco desses dentro de casa, e convivendo a com seus filhos... Depois não dá nem para se queixar com a vida que uma tragédia aconteceu, pois, a tragédia mora na sua casa. Não conheço você, mas sei que você não precisa disso. Aliás, ninguém precisa disso. As razões dele são como as do diabo... “Sou assim porque não amo!” Ora, se é assim, que mais você pode esperar dele? Onde não há amor só existe iniqüidade! Não existe outra alternativa. Portanto, não tenho sequer uma palavra a mais a dizer..., exceto: Saia disso antes que isso coma você viva! Se ele precisa de ajuda, que a busque. Você não existe para essa missão... Sua casa não é Centro de Recuperação de Luxurientos Viciados. Lembrando: O mundo ficará cada dia mais cheio de psicopatas latentes, vivendo sem amor. Verdadeiros vampiros ambulantes, soltos nos bares, nas praias, nas boates, nas igrejas... e candidatando-se a pai, mãe, padastro, madastra, amante, qualquer coisa..., mas tudo sem amor. O psicopata é o ser que ama se sentir descolado de tudo e todos. Sim, ele ama não sentir; e, para e por nada sentir morrerá na alma. Infelizmente estes são os fatos desta existência e do problema que você me trouxe. Espero lhe ter sido de alguma utilidade. Um apelo: leia o meu site – www.caiofabio.com – pois, sei que ajudará você em muita coisa nesta hora. Felicidades em sua decisão!   Nele, que nos chama às boas companhias com gente sob o nosso teto e com nossos filhos,   Caio 5 de abril de 2009 Lago Norte Brasília DF  http://www.caiofabio.net/conteudo.asp?codigo=04443

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Mulher de homem galinha, mulherengo, sedutor, infiel, mentiroso

28.01.12

Para a psicóloga, se o homem se sente realizado tendo muitas mulheres e encontra parceiras que o aceitam assim, o problema não se configura e não há por que julgá-lo. “A questão é quando o homem deseja mudar, não consegue e acaba destruindo relações importantes para ele”, avalia a especialista. Segundo ela, esse tipo de homem tem muito medo de se entregar e ser rejeitado, sofre de falta de auto-confiança na área emocional (mesmo bem-sucedido profissional e financeiramente) e tem uma enorme carência. “É como se procurasse em cada mulher a cura para seu vazio existencial e acreditasse que é função da parceira completá-lo em todos os sentidos, o que é missão impossível.” “Se as mulheres ficam com os sedutores é porque existe um acordo entre eles”. A mulher que vive ao lado de um homem galinha sofre muito. Mas ela o aceita pela mesma razão que aceita um alcoólatra”, diz a psicóloga. “Acha que vai salvá-lo e que, com ela, ele vai mudar.” Sentir-se sempre atraída por homens assim pode indicar ainda um componente reprimido. A relação seria uma forma de vivenciar, através do parceiro, o desejo de ser sexualmente livre e ter vários amantes.“ A galinhagem masculina é uma agressão à integridade emocional feminina”, continua a especialista. O risco que a mulher corre é não conseguir distinguir que o problema é do homem e passar a se autodepreciar achando que, se ele procura outra, o problema é dela, que não consegue supri-lo. Ou, então, o de se vingar, repetindo o comportamento masculino, seduzindo vários parceiros, realimentando o círculo de poder, ciúme e disputa e negligenciando suas próprias necessidades emocionais.

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Common everyday sociopaths

28.01.12

WHEN YOU SAY THE WORD "sociopath" most people think of serial killers. But although many serial killers are sociopaths, there are far more sociopaths leading ordinary lives. Chances are you know a sociopath. I say "ordinary lives," but what they do is far from ordinary. Sociopaths are people without a conscience. They don't have the normal empathy the rest of us take for granted. They don't feel affection. They don't care about others. But most of them are good observers, and they have learned how to mimic feelings of affection and empathy remarkably well. Most people with a conscience find it very difficult to even imagine what it would be like to be without one. Combine this with a sociopath's efforts to blend in, and the result is that most sociopaths go undetected. Because they go undetected, they wreak havoc on their family, on people they work with, and on anyone who tries to be their friend. A sociopath deceives, takes what he wants, and hurts people without any remorse. Sociopaths don't feel guilty. They don't feel sorry for what they've done. They go through life taking what they want and giving nothing back. They manipulate and deceive and convincingly lie without the slightest second thought. They leave a path of confusion and upset in their wake. Who are these people? Why are they the way they are? Apparently it has little to do with upbringing. Many studies have been done trying to find out what kind of childhood leads to sociopathy. So far, nothing looks likely. They could be from any kind of family. It is partly genetic, and partly mystery. But researchers have found that the brains of sociopaths function differently than normal brains. And their brains function in a way that makes their emotional life unredeemably shallow. And yet they are capable of mimicking emotions like professional actors. Sociopaths and psychopaths are the same thing. The original name for this disorder was "psychopath" but the general public and media confused it with "psycho" and "psychotic" so in the 1930s the name was changed to sociopath. Recently the media again caused a misperception that sociopaths were always serial killers, so now many call the condition "antisocial personality disorder (ASPD)." But some experts think ASPD includes many things like narcissism, paranoia, etc., including sociopathy. And others think ASPD is the same thing as sociopathy, but the diagnostic criteria used to describe and diagnose ASPD is different than sociopathy, so for the purposes of this article, we'll stay with the term "sociopathy." Sociopaths don't have normal affection with other people. They don't feel attached to others. They don't feel love. And that is why they don't have a conscience. If you harmed someone, even someone you didn't know, you would feel guilt and remorse. Why? Because you have a natural affinity for other human beings. You know how it feels to suffer, to fear, to feel anguish. You naturally care about others. If you hurt someone you love, the guilt and remorse would be even worse because of your affection for him or her. Take that attachment and affection away and you take away remorse, guilt, and any kind of normal feelings of fairness. That's a sociopath.   SO HOW COMMON ARE THEY? Some researchers say about one percent of the general population are sociopaths. Others put the figure at three or four percent. The reason the estimates vary is first of all, not everyone has been tested, of course, but also because sociopathy is a sliding scale. A person can be very sociopathic or only slightly, and anywhere in between. It's a continuum. So how sociopathic does someone have to be before you call him a sociopath? That's a tough question and it's why the estimates vary. But clearly sociopaths are fairly common and not easy to detect. Even when the evidence is staring you in the face, you may have difficulty admitting that someone you know, someone you trusted, even someone you love, is a sociopath. But the sooner you admit it, the faster your life can return to normal. Face the facts and you may save yourself a lot of suffering. Most of the information in this article (and more) can be found in two excellent books I strongly recommend: Without Conscience: The Disturbing World of the Psychopaths Among Us, and The Sociopath Next Door. The first book is by Robert Hare, who has made his career out of studying sociopaths. He's one of the leading, if not the leading expert on the subject. His insights and examples are compelling. But because Hare has done most of his research in prisons, sometimes his book seems a little removed from everyday reality. We don't very often run into rapists and cold-blooded killers. The second book, by Martha Stout, brings it to the everyday level, describing the kinds of people we are likely to meet in ordinary life.   HOW TO SPOT A SOCIOPATH The big question is, of course, how can you know whether someone is a sociopath or not? It's a difficult question and even experts on the subject can be fooled. If you suspect that someone close to you is a sociopath, I suggest you read both of the books I mentioned, and also read the comments on the comments page, and think hard about it. Compare that person to the other people in your life, and ask yourself these questions: 1. Do you often feel used by the person? 2. Have you often felt that he (or she, because women can be sociopaths too) doesn't care about you? 3. Does he lie and deceive you? 4. Does he tend to make contradictory statements? 5. Does he tend to take from you and not give back much? 6. Does he often appeal to pity? Does he seem to try to make you feel sorry for him? 7. Does he try to make you feel guilty? 8. Do you sometimes feel he is taking advantage of your good nature? 9. Does he seem easily bored and need constant stimulation? 10. Does he use a lot of flattery? Does he interact with you in a way that makes you feel flattered even if he says nothing overtly complimentary? 11. Does he make you feel worried? Does he do it obviously or more cleverly and sneakily? 12. Does he give you the impression you owe him? 13. Does he chronically fail to take responsibility for harming others? Does he blame everyone and everything but himself? And does he do these things far more than the other people in your life? If you answered "yes" to many of these, you may be dealing with a sociopath. For sure you're dealing with someone who isn't good for you, whatever you want to call him. I like Martha Stout's way of detecting sociopaths. She wrote: "If ... you find yourself often pitying someone who consistently hurts you or other people, and who actively campaigns for your sympathy, the chances are close to one hundred percent that you are dealing with a sociopath."   WHAT DO THEY WANT? This is an interesting question. Of course most of our purposes are strongly influenced by our connections and affections with others. Our relationships with others, and our love for them, give us most of the meaning and purpose in our lives. So if a sociopath doesn't have these things, what is left? What kind of purposes do they have? The answer is chilling: They want to win. Take away love and relationships and all you have left is winning the game, whatever the game is. If they are in business, it's becoming rich and defeating competitors. If it's sibling rivalry, it's defeating the sibling. If it's a contest, the goal is to dominate. If a sociopath is the envious sort, winning could be simply making the other lose or fail or be frustrated or embarrassed. A sociopath's goal is to win. And he (or she) is willing to do anything at all to win. Sociopaths don't have as much to think about as normal people, so they can be very clever and conniving. Sociopaths aren't busy being concerned with relationships or moral dilemmas or conflicting feelings, so they have much more time to think about clever ways to gain your trust and stab you in the back, and how do it without anyone knowing what's happening. One of the questions in the list above was about boredom. This is a real problem for sociopaths and they seem fanatically driven to prevent boredom. The reason it looms so large for them (and seems so strange to us) is that our relationships with people occupy a good amount of our time and attention and interest us intensely. Take that away and all you have is "playing to win" which is rather shallow and empty in comparison. So boredom is a constant problem for sociopaths and they have an incessant urge to keep up a high level of stimulation. Even negative stimulation — drama, worry, upset, etc. — is more tolerable to a sociopath than boredom. And here I might mention that the research shows sociopaths don't feel emotions the same way normal people do. For example, they don't experience fear as unpleasant. This goes a long way to making their inexplicable behavior comprehensible. Some feelings that you and I might find intolerable might not bother a sociopath at all.   HOW TO DEAL WITH A SOCIOPATH There is no known cure or therapy for sociopathy. In fact, some evidence suggests that therapy makes them worse because they use the therapeutic interactions to learn more about human vulnerabilities they can then exploit. They learn how to manipulate better and they learn better excuses that others will believe. They don't usually seek therapy, unless there is something to gain from it. Given all that, there's only one solution for dealing with a sociopath: Get him or her completely out of your life for good. This seems radical, and of course, you want to be fairly sure your diagnosis is correct, but you need to protect yourself from the drain on your time, attention, money, and good attitude. Healing or helping a sociopath is a pointless waste of your life. That's not your mission. It's not your responsibility. You have your own goals and your own life, and those are your responsibility. If there are children involved, that complicates the issue, of course. You can read more on that here. In Hare's book (Without Conscience), he says before you diagnose someone as a sociopath, he recommends you get a full clinical diagnostic, including an extensive interview with the sociopath by a qualified psychotherapist, plus interviews with the sociopath's bosses, co-workers, friends, and family. Uh, yeah, right. Good luck with that one. I agree, that would be ideal, but if you can get a sociopath to submit to an interview, I would be astonished. So you'll have to do the best you can with whatever information you can get. I don't recommend you tell anyone you've diagnosed him (or her) as a sociopath. In fact, I strongly urge you not to. I don't even know if it's a good idea to tell anyone about your conclusion. Just get the sociopath out of your life with as little fanfare as possible. The only exception I would make to this rule is if the sociopath is making someone else's life a living hell, it seems wrong to leave her to the wolves while you slink off. I don't recommend you try to convince your friend she's dealing with a sociopath. I recommend that you simply say you got a lot of insight from this or that book or whatever, and let your friend draw her own conclusions. Maybe even buy your friend a book. But it's not your mission to save your friend, either. Tell her what you know and if she ignores your warning, that's her problem, not yours. Because you said something, she may figure it out eventually. If this all sounds cold or heartless, maybe you're not dealing with a sociopath, or maybe she or he hasn't driven you to the point of madness (yet). But remember what the solution is; you may need it some day. And besides, the point of all this dismal information is so you no longer need to think about such negative things and so you can turn your attention to positive, life-affirming, uplifting goals of your own. You may also want to check out a support group for people who are in a relationship with a sociopath: LoveFraud.com SafeRelationships.com Abuse Recovery: For Survivors of a Relationship with a Narcissist or Psychopath If you have a sociopath in your life, you should take it seriously. For more resources, look in the sidebar of the comments page (click here). Learn what you need to learn, and if you're pretty sure you have correctly identified one, do what needs to be done to protect yourself and your non-sociopathic loved ones. Then get back to your own life. Accomplish your goals. Nurture your relationships. Learn and grow and enjoy yourself.     Here's a summary of Common Everyday Sociopaths: 1. They make you feel sorry for them. 2. They make you feel worried or afraid. 3. They give you the impression you owe them. 4. They make you feel used. 5. Sometimes you suspect they don't care about you. 6. They lie to you and deceive you. 7. They take a lot from you and give back very little. 8. They make you feel guilty (and use that to manipulate you). 9. They take advantage of your kindness. 10. They are easily bored and need constant stimulation. 11. They don't take responsibility, but place blame elsewhere.   Update: I've been reading and writing about oxytocin lately (see the article, Peace, Love, and Oxytocin) and came across an interesting experiment. Paul Zak, one of the primary researchers in the field, found that when you give someone a dose of oxytocin, they tend to become more generous. "Interestingly," wrote Joyce Gramza, "Zak found that oxytocin had no effect on two percent of the participants and that these students fit the personality profile of sociopaths." Oxytocin is a naturally-produced hormone that creates feelings of closeness, comfort, relaxation, empathy for others, and trust. As I said before, the estimates given in the research on sociopaths are that one to four percent of the population is sociopathic. Now with this study, coming from an entirely different field, maybe we can be more specific and narrow it down to two percent. One in fifty. If you know more than fifty people, chances are you know a sociopath. Comments I've gotten so many comments on this article, I've created a blog just to handle them all. Read the comments and make your own comments here: Sociopath Article Comments. I had received quite a few comments before I started the comments blog. Here are the original comments: Original Comments Page. More resources: As I find new resources, I've been posting them in the left sidebar of the comments page. If you know of other support groups for people who are dealing with (or have dealt with) sociopaths, please post them on the comments page, and I will add the resources to the sidebar. Thank you.

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¡CUIDADO... Vampiros emocionales al acecho!

27.01.12

“¡Cada día haces peor las cosas. No te fijas en nada!”, “Cómo puedes conducir tan mal. Eres un peligro público”,  “¡Cállate!; tú no sabes nada de lo que estamos hablando”,  “No sabes cocinar. Eres muy tonta”, “Tú tienes que hacer  lo que yo te diga”, “Dejo la vida por ti y mira cómo me lo agradeces” ...y otras frases parecidas a las anteriores y que son las que habitualmente utiliza el vampiro para someter emocionalmente a su víctima. Es usual que  la víctima permita al depredador penetrar hasta los lugares más recónditos de su vida personal, profesional, familiar y afectiva. Una vez que se ha instalado, iniciará las maniobras conducentes para poner en práctica un salvaje vampirismo emocional. La víctima acabará desposeída de toda su energía emocional. Será un juguete en manos de su depredador. CARACTERÍSTICAS: Son vehementes, exigentes y en ocasiones dan evidentes muestras de agresividad pero lo hacen victimizándose, tratando de imputar a la real víctima el motivo de la discordia desde un falso sentimiento de persona maltratada o incomprendida. Es decir; el depredador emocional se muestra ante la víctima como víctima misma, para, de esta forma, acrecentar la angustia y la confusión del auténtico victimizado. No es fácil para una víctima “enganchada” reconocer al vampiro emocional. Éste sabe generar la confusión necesaria para transmitir a la víctima un insoportable sentimiento de culpabilidad. Cuando el vampiro emocional manifiesta los auténticos rasgos de su carácter suele aparecer como mentiroso compulsivo, bravucón, en ocasiones furibundo, histriónico, suelen erigirse siempre en el centro de las atenciones, todo debe de girar alrededor de ellos mismos, la bipolaridad suele ser una característica común de su personalidad, son manipuladores sin escrúpulos y culpabilizadores imperturbables hacia la víctima o su entorno. Por el contrario, si la estrategia lo requiere, pueden mostrarse falsamente afables y complacientes y desde ahí, virar bruscamente y sin razón aparente, el sentido de las emociones para culpabilizar sin piedad a la víctima. Les falta integridad. Tienen muy poca idea de quién o qué son en realidad. Solo saben qué quieren. Se sienten confusos de su propia identidad. Si te relacionas demasiado con alguno, terminarás por no conocerlo. Estarás confundida respecto a su personalidad. Carecen de escrúpulos y cualquier artimaña será legítima con tal de conseguir sus objetivos. Estos fines pueden circunscribirse al ámbito del amor ciego, a la entrega incondicional, al dinero sin límites, a la atención sin fisuras, a la admiración absoluta, a la fidelidad incorruptible, al acaparamiento aberrante. Su inmadurez les permite operar sin detenerse a reflexionar si sus actos tienen o no consecuencias para los demás. Obtienen poder de los secretos que les confías. En el trato que mantengas con ellos, cuídate de las informaciones que compartas. El vampiro emocional trata de apartar a la víctima de su entorno habitual. La aleja de los amigos, la aparta de la familia, aniquila su autoestima y, si pueden, hasta provoca la pérdida del empleo de la víctima para incrementar la dependencia. Sus intereses son tan insaciables que, en ocasiones, para conseguir sus objetivos, no dudarán en adularlos transitoriamente para luego volver a aniquilarlos con conductas y palabras falsamente emocionales. Carecen de percepción propia para procesar, críticamente, sus errores. El error “siempre es de su pareja” y en base a ello, no dudarán en recurrir a cualquier procedimiento para conseguir sus objetivos que pueden variar desde un arruinamiento intencionado hacia la víctima o al abandono definitivo por otra víctima nueva u otra causa más atrayente. Un vampiro emocional jamás dejará traslucir sus propias motivaciones y nunca se reconocerá como autor de un fallo o de un error. Se consideran perfectos y todo lo que queda en torno a ellos es sólo la “lamentable imperfección de los demás” y en especial la de su víctima. REGLAS QUE IMPONE UN VAMPIRO EMOCIONAL: Los vampiros se rigen por reglas completamente diferentes. No son justos, pero sí bastante consistentes. "Mis necesidades son más importantes que las tuyas". Operan con el egoísmo de los depredadores y de los niños. Si TUS necesidades coinciden con las de ellos, los vampiros emocionales pueden ser trabajadores entusiastas, compañeros cariñosos y buena compañía en general. Pero todo cambia cuando TUS necesidades entran en conflicto con las suyas. Ahí es cuando sacan los colmillos. "Las reglas se aplican a otras personas, no a mí" Creen que tienen derecho a sacar ventaja de no regirse por las reglas que siguen otras personas. Se saltan los turnos, no esperan en las colas, se creen únicos en el mundo. "No es mi culpa, jamás" Los vampiros jamás cometen errores, nunca se equivocan y sus motivos siempre son puros. Otras personas se aprovechan de ellos de forma injusta. Los vampiros no asumen la responsabilidad de su propia conducta, en especial cuando conduce a consecuencias negativas. La culpa de sus actos o fracasos siempre será de los demás. "Lo quiero ahora" Los vampiros no esperan. Si te interpones en su camino o intentas retrasar su gratificación...¡¡provocarás a la bestia!! "Si no me salgo con la mía, me da una rabieta" Cuando no se salen con la suya, son capaces de crear una imponente serie de desdichas para las personas que les han negado algo. Son explosiones emocionales manipuladoras a través de irritantes rabietas o ridículos "berrinches". TIPOS DE VAMPIROS EMOCIONALES: Los expertos dicen que hay varios tipos de depredadores emocionales que absorben la energía de quienes los rodean, dejando a sus víctimas emocionalmente vacías. EL QUEJUMBROSO: Todo el tiempo está quejándose de sus problemas y desgracias (que suelen ser siempre los mismos), el mundo entero parece estar en su contra. Cada sugerencia positiva que hagas es descartada con múltiples argumentos EL MELODRAMÁTICO: Cualquier  detalle en su vida puede convertirse en un melodrama. Cualquier experiencia cotidiana puede ser generador de una explosión de intensas emociones (un olvido puede ser signo de alzheimer, un saludo sonriente de un desconocido es el presagio de una posible infidelidad). Esta categoría incluye también a “los catastróficos”. La vida para ellos es un peligro constante, un presagio de enfermedad, muerte, desgracia y catástrofe. EL CRONISTA: Cualquier pequeño detalle en su vida diaria puede ser motivo de una gran historia, de un eterno monólogo, una extensa narración. Son incapaces de escuchar a los demás. Solo los  usan como espectadores de sus exageradas historias.. EL EGÓLATRA: Boicoteará cualquier éxito, interés, aventura o deseo que expreses. Lo que ellos sienten siempre es más grande, sus experiencias más intensas o sus desgracias peores. Tienden a echar por tierra cualquier aspiración o plan de los demás, a todo le encuentran  defectos o la parte más negativa. EL IRACUNDO: Estallan por cualquier cosa. Para estar con ellos siempre hay que andar con pies de plomo. EL INDEFENSO: Necesita que hables constantemente por él, que  lo defiendas, lo apoyes, lo protejas, lo ayudes, le resuelvas cualquier tipo de problema por insignificante que sea. Y ellos…tranquilos y felices, porque no tienen que hacerse responsables por sí mismos. DAÑOS QUE PUEDEN CAUSAR: Los vampiros emocionales te utilizarán para satisfacer cualquier necesidad que experimenten en ese momento. Carecen de escrúpulos para aprovechar tus esfuerzos, dinero, amor, atención, admiración, cuerpo o alma con el fin de satisfacer sus anhelos insaciables. Quieren lo que quieren, y poco importa lo que TÚ sientas al respecto. Cuando se ofrecen a ayudar o a dar algo, por lo general ocultan un motivo. Poco a poco, desde la sutileza a la tiranía, el vampiro emocional va imponiendo su voluntad y su criterio innegociable e interpreta la tolerancia y la condescendencia de la víctima como debilidad, entrega y sometimiento.    http://mujersincadenas.blogspot.pt/2011/03/cuidado-vampiros-emocionales-al-acecho.html ¿CÓMO PROTEGERTE? Una vez  que lo hayas reconocido, debes actuar utilizando su lado débil... ¡¡Sacarlo a la luz!!. No permitas que siga abusando de tí. Tú tienes el control de tu vida, no el vampiro emocional. Él pretenderá que pienses que no existe otra opción en tu vida mas que someterte a su voluntad. Recuerda que siempre hay otras alternativas diferentes, incluso alejarte de él de inmediato. Guarda tus secretos y tus valores. No permitas que te aisle de tu círculo social y familiar. Ellos utilizan el miedo y la confusión para controlar a su víctima. No te dejes dominar ni pierdas tu seguridad...¡¡Enfrenta tus miedos y date la vuelta!! Recuerda, la elección que parece más aterradora es normalmente la correcta. No es fácil identificar al vampiro emocional, pues el enmascaramiento conductual es una de sus armas más poderosas. Para remediarlo, la víctima necesitará alejamiento, incomunicación absoluta con el depredador, ayuda psicológica por expertos en la materia y años de desintoxicación. Aún así, muchas quedarán encadenadas de por vida a esta clase de vampiros emocionales cuyos estragos y consecuencias psicológicas pueden dejar al mismísimo Conde Drácula como incipiente aprendiz de "chupasangre".

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Vampiros emocionais, vampiros anti-sociais

27.01.12

Os Vampiros Emocionais nos atraem e depois nos sugam. Do livro VAMPIROS EMOCIONAIS Como lidar com pessoas que sugam você, Albert J. Bernstein, Ph.D. A princípio, os Vampiros Emocionais parecem melhores que as pessoas comuns. São tão inteligentes, talentosos e encantadores como um conde romeno. Gostamos deles, confiamos neles, esperamos mais deles do que das outras pessoas. Esperamos mais, recebemos menos e, no fim das contas, saímos derrotados. Nós os convidamos a entrar na nossa vida e quase sempre só percebemos o erro quando eles desaparecem na noite, deixando-nos exauridos, com dor na nuca, carteira vazia ou talvez coração partido. Suas percepções são distorcidas pelos seus anseios de metas imaturas e inatingíveis. Eles esperam atenção total e exclusiva de todos. Esperam um amor perfeito que se dê, sem nunca exigir nada em troca. Querem uma vida repleta de divertimento e entusiasmo, e ter alguém que cuide de tudo o que seja chato ou difícil. Os vampiros parecem adultos por fora, mas ainda são bebês por dentro. Assim como os vampiros do cinema recuam diante de crucifixos, alho ou água benta, os Vampiros Emocionais sentem-se por demais ameaçados por experiências adultas comuns como o tédio, a incerteza, a responsabilidade e ter de dar além de receber. Os vampiros que ficam de tocaia à noite sugam todo o sangue da vítima. Os Vampiros Emocionais usam a vítima para satisfazer quaisquer necessidades do momento. Não têm escrúpulos e roubam seu esforço, seu dinheiro, seu amor, sua atenção, sua admiração, seu corpo ou sua alma, para satisfazer seus desejos insaciáveis. Querem o que você quer, e não ligam muito para o que você pensa. Os Vampiros Emocionais conseguem transformar-se no que você quiser ver, mas só durante um período suficiente para seduzi-lo. Dizer que são perfeitos atores não lhes faz justiça. Não raro, interpretam tão bem seus papéis que acabam se convencendo de que são quem fingem ser. Aos Vampiros Emocionais falta integridade. Não estou emitindo um juízo moral; pelo contrário, é um comentário sobre a estrutura de sua personalidade. Os vampiros são vazios por dentro. Não sabem muito bem quem ou o que realmente são; só sabem o que querem. Além de se confundirem com relação à própria identidade, os vampiros também podem confundir a vítima quanto à própria identidade. Quem se envolve muito com eles, mal se conhece. Às vezes é melhor fugir, ou não se envolver.  Começam com uma primeira impressão espetacular. Parecem um pouco melhores do que as outras pessoas - mais talentosos, mais interessantes, mais competentes, mais carinhosos, mais glamourosos, ou simplesmente mais divertidos. Também é fácil conversar com eles. Parecem compreendê-lo imediatamente, saber o que você quer. Mesmo que desconfie de fumaça e espelhos, você quase acredita que o que acha que vê é a realidade. No cinema e na realidade é a mesma coisa; o negro poder que os Vampiros Emocionais detêm sobre as pessoas normais é a hipnose. Os hipnotizadores convidam as pessoas a concentrar a atenção neles, e não no que estão fazendo. O desvio da atenção é o principal segredo da hipnose, comunicação hipnótica provoca confusão e desvio de atenção propositalmente. Espera-se que você desista de tentar entender, desative seu raciocínio crítico e se deixe levar. Os hipnotizadores identificam as pessoas que provavelmente lhes darão o que querem. O truque de fazer com que as pessoas submetidas à hipnose se comportem como galinhas não é recitar encantamentos mágicos; é procurar pessoas que façam o que se espera delas, mesmo que achem ser bobagem. Os hipnotizadores isolam suas vítimas. Os hipnotizadores de boate convidam as pessoas mais influenciáveis da plateia para subir ao palco. Uma vez no palco, cegas pelas luzes e ouvindo somente a voz do hipnotizador, é bem menos provável que essas pessoas usem o raciocínio crítico. Ficam felizes ao acreditar que foram chamadas ao palco porque o hipnotizador reconheceu seus talentos ocultos, e não sua credulidade. Os Vampiros Emocionais também gostam de manter suas vítimas próximas a eles e longe de pessoas que possam fazer muitas perguntas constrangedoras. A relação com o vampiro é sempre algo especial, e quase sempre envolve alguns segredinhos que ficam só entre os dois, A hipnose pode fazê-lo acreditar que esses segredinhos são tesouros, em vez de armadilhas. As duas mais importantes informações objetivas a respeito de alguém são os detalhes do histórico dessa pessoa e as opiniões de outras pessoas. Se, por algum motivo, você perceber que está evitando essas fontes, ou achando que são irrelevantes, cuidado! Quando perceber que está dentro de um buraco, a primeira coisa a fazer é parar de cavar. Se descobrir que foi hipnotizado, primeiro você tem de admiti-lo para si mesmo - trazer o fato às claras. Não tente ocultar o fato de que você se deixou levar. Esqueça a ideia de tentar convencer os Vampiros Emocionais de que não jogaram limpo com você. Eles vão rir e recitar as conversas, tintim por tintim, para provar que não fizeram promessas ou, caso tenham feito, que não as cumpriram por culpa de outra pessoa. Geralmente não é possível, nem com um bom advogado, reaver o que os vampiros tiraram de você. Nem tente. Só não deixe que tirem mais. VAMPIROS ANTI-SOCIAIS Os vampiros anti-sociais são viciados em agitação. Não são chamados de anti- sociais por não gostarem de festas, mas porque não se importam com as normas sociais. Eles adoram farra. Também adoram sexo, drogas e rock'n'roll, e tudo o mais que seja estimulante. Detestam mais o tédio do que uma estaca no coração. Da vida só querem bons momentos, um pouco de ação e gratificação imediata de todos os desejos. De todos os vampiros, os anti-sociais são os mais sensuais, entusiasmados e divertidos. As pessoas se afeiçoam a eles rápida e facilmente e são enganadas na mesma velocidade. Fora a diversão passageira, esses vampiros não têm muito a retribuir. Você vai se decepcionar muito se esperar que sejam dignos de confiança.

- O que houve, amor? - pergunta o Vampiro Adam. Elise fica de queixo caído: -Adam, é incrível você me perguntar isso. Acha que devo aceitar que você saia por aí beijando outra mulher bem na minha cara? Adam passa o braço sobre o ombro de Elise, mas ela o afasta. - Meu amor - diz ele -, era uma festa e eu estava bêbado. Afinal, foi só um beijinho.  - Um beijinho que durou cinco minutos? - Amorzinbo, você sabe que não significou nada. É a você que eu amo. Você é a única. Por favor, benzinho, confie em mim.  Com ar despreocupado, o vampiro tira um cigarro do maço e põe entre os lábios; e sorri. As covinhas do rosto o fariam parecer um menino, não fossem as presas. Ele acende o cigarro e dá uma tragada profunda. - A noite é uma criança - diz ele, batendo com a mão na traseira do banco da Harley. - Vamos dar uma volta? Nas costas da jaqueta dele está escrito: "Viva em alta velocidade, morra jovem e deixe um belo cadáver."

Os anti-sociais são os mais simples dos vampiros, e também os mais perigosos. Da vida, só querem divertimento, um pouco de ação e gratificação imediata de todos os desejos. Se lhes for possível usar você para atingir suas metas, ninguém é mais empolgante, charmoso ou sedutor. Se você estiver no caminho, já era! Os anti-sociais, assim como todos os vampiros, são imaturos. Em seus melhores dias, agem como adolescentes. Nos piores, são páreo duro para as crianças - o que, por falar nisso, também se aplica aos adolescentes. Para ser tecnicamente correto, trata-se de pessoas com tendências para o distúrbio da personalidade anti-social. Anti-social, neste caso, significa não- socializado - que não liga para as reservas sociais normais. O nome foi mal escolhido. Assim como seu antecessor, sociopata, remonta aos tempos em que os diagnósticos psiquiátricos eram juízos morais, e não descrições da personalidade. Há uns cem anos, quando esse diagnóstico foi formulado pela primeira vez, era considerado o tipo de personalidade dos criminosos. Ainda é. De todos os Vampiros Emocionais, os anti-sociais são os que têm maior probabilidade de se envolver em atos ilícitos.  O outro problema do nome é que o significado coloquial de antisocial se refere a pessoas que não gostam de festas. Isso não é verdade com relação aos vampiros anti-sociais. Eles gostam de ter gente por perto e adoram as festas devido a todas as oportunidades que surgem. Onde quer que haja divertimento haverá anti- sociais. Em outro sentido, porém, os anti-sociais são solitários. Têm dificuldade para assumir qualquer tipo de compromisso porque não confiam em ninguém. Os anti- sociais estão convictos de que a única motivação humana é o egocentrismo. São predadores até o osso, e se orgulham disso. Sentem-se perfeitamente à vontade com o egoísmo porque acham que não existe outra forma de motivação. Os anti-sociais são sempre bastante atraentes e divertidíssimos. Imagine uma pessoa normal, dobre o nível de energia, triplique o amor pela agitação e, em seguida, desligue os circuitos da preocupação. Todo mundo já se sentiu assim uma ou duas vezes na vida. Lembra-se daquele baile de formatura, quando você estava deslumbrante e o ar fazia cócegas com aquele perfume dos cravos e a cerveja contrabandeada? E se todos os dias fossem repletos desses tipos de possibilidades? E se não houvesse uma vozinha dentro da sua cabeça para estragar a alegria ao lembrar as coisas terríveis que poderiam acontecer se você exagerasse? Comparado a uma vida repleta de bailes de. formatura, fica difícil empolgar-se com seu emprego. LISTA DE CARACTERÍSTICAS DO VAMPIRO EMOCIONAL ANTI-SOCIAL: OUVIR O CHAMADO DA SELVA Verdadeiro ou falso: marque um ponto para cada resposta verdadeira. 1. Essa pessoa acredita que as normas foram feitas para serem transgredidas. 2. Essa pessoa tem o hábito de recorrer a desculpas para não fazer o que não quer fazer. 3. Essa pessoa já teve problemas com a lei. 4. Essa pessoa regularmente se envolve em atividades arriscadas por serem emocionantes. 5. Essa pessoa sabe usar explosões brilhantes de charme para conseguir o que quer. 6. Essa pessoa não é boa na administração das finanças. 7. Essa pessoa fuma sem pedir desculpas. 8. Essa pessoa tem outro (s) vício (s). 9. Essa pessoa já teve mais parceiros sexuais do que amaioria.  10. Essa pessoa raramente se preocupa.  11. Essa pessoa acredita realmente que é possível resolver alguns problemas recorrendo às vias de fato.  12. Essa pessoa não vê problema algum em mentir para atingir uma meta.  13. Essa pessoa justifica fazer o mal aos outros porque os outros fariam o mesmo se tivessem oportunidade.  14. Essa pessoa é capaz de ter um acesso de nervos para conseguir o que quer.  15. Essa pessoa não entende o significado de prevenir para não remediar.  16. Essa pessoa é adepta de se divertir primeiro e trabalhar depois.  17. Essa pessoa foi demitida do emprego ou demitiu-se impulsivamente.  18. Essa pessoa recusa-se a obedecer a qualquer tipo de regulamento com relação ao traje.  19. Essa pessoa sempre faz promessas que jamais cumpre.  20. Apesar de todos esses defeitos, essa pessoa ainda é uma das mais estimulantes que já conheci.  Pontuação: Cinco ou mais respostas verdadeiras qualificam a pessoa como Vampiro de Emoções anti-social, embora não seja obrigatoriamente um diagnóstico de distúrbio da personalidade anti-social. Se a pessoa marcar mais de 10 pontos, segure a carteira e o coração. No núcleo da personalidade anti-social há um desejo ardente de estímulos de todos os tipos. Todas as outras características parecem ter origem em um impulso fundamental para a agitação. Em qualquer encruzilhada os anti-sociais em geral escolhem o caminho que leva à agitação em menos tempo. Eles próprios podem ignorar totalmente essa dinâmica, contudo ela serve para explicar grande parte de seu comportamento. No lado positivo, os anti-sociais não se deixam influenciar por dúvidas e preocupações. Aceitam riscos e desafios que aterrorizam as pessoas comuns.  Não podemos viver sem eles. Os heróis quase sempre são tão perigosos para os amigos quanto para os inimigos. O mesmo impulso que leva à coragem nos campos de batalha, no esporte e na bolsa de valores também leva ao tédio na vida cotidiana.  as longas horas em que as pessoas socializadas se contentam com o adiar a gratificação para cumprir com as obrigações, os anti-sociais ficam andando de um lado para outro como feras enjauladas à procura de um modo de escapar. As normas cotidianas que proporcionam estrutura e significado a nossa vida são meramente as grades da jaula dessas pessoas. Os anti-sociais não se vêem como pessoas que procuram encrenca, só procuram a chance de se libertar. A liberdade para eles, porém, significa encrenca para todas as outras pessoas. Em sua procura de estímulo constante, os anti-sociais sentem-se atraídos por tudo o que vicia, como os lemingues sentem atração pelos despenhadeiros. Gostam muito de sexo e drogas, bem como de apostas, cartões de crédito e investimentos arriscados com o dinheiro alheio. A droga escolhida pode variar, mas a finalidade é a mesma. No fundo, todos os vícios são parecidos, porque provocam uma mudança rápida na neuroquímica que é a motivação essencial da vida dos anti-sociais. Os anti-sociais raramente pensam por que fazem o que fazem; simplesmente fazem. Planejamento e análise de alternativas, para eles, é desnecessário e entediante. Nos campos de batalha e de jogos, são mais bonitos do que qualquer um de nós poderia esperar ser, porque estão livres das preocupações e das dúvidas que nos incomodam. Só depois de algum tempo é que se torna evidente que a maioria das decisões dos anti-sociais é mera jogada de dados. Por dentro, os anti-sociais que estão tomando decisões. Para eles, a vida é uma série de reações inevitáveis a tudo o que estiver acontecendo no momento. Se você lhes der o que querem, ficam ficam entusiasmados. Se você os frustrar, eles têm um ataque de nervos. Deixe-os em uma situação tediosa que eles fazem um alvoroço. Acreditam piamente que seus atos são provocados pelo que você faz. Essa convicção os livra da responsabilidade e da culpa, mas também lhes rouba a percepção do controle sobre a própria vida - essa percepção que é uma das essenciais para a saúde mental, preocupação e a dúvida podem nos atrapalhar, mas também proporcionam sentido e continuidade à nossa vida. Apesar dos defeitos, os vampiros anti-sociais são adoráveis. Seria de esperar que gente tão predadora fosse odiada e indesejável, mas isso está longe de ser verdade. A imaturidade é o manancial da atração e a fonte de todo o charme. Os vampiros vivem a vida emocional usando outras pessoas. Para sobreviver, precisam saber convencer muito bem que têm exatamente o que você quer. Fazem o que você quer, mas é raro continuarem fazendo enquanto você o quer. preocupam-se muito pouco. Preferem pensar em algo muito mais importante do que prazos, obrigações ou como você se sentirá se eles não cumprirem uma promessa. É comum perderem o emprego, gastar o que não têm e partir o coração das pessoas que gostam deles. A realidade cotidiana não é páreo para a sensação palpitante e arrepiante de viver uma fantasia. As drogas, compradas a um traficante ou produzidas pelo sistema endócrino por meio de comportamento de risco, também provocam outro problema. Com o tempo, há necessidade de consumir cada vez mais, pois produzem efeitos cada vez menores. É inevitável que os choques incríveis que os aventureiros tanto amam lhes privem o cérebro das quantidades menores de substâncias químicas necessárias à manutenção do equilíbrio cotidiano. Nos longos períodos de tempo entre as aventuras emocionantes, os anti-sociais se sentem deprimidos, irritados e vazios.  É aí que você entra. Além de companheiros de jogos, os anti-sociais geralmente precisam de alguém que cuide deles, limpe a bagunça que fazem e os ajude a se reerguer. Oferecem o mundo em troca desses serviços, mas nada pagam. Os codependentes não recebem nem gratidão. Contudo, quando aventureiros estão em atividade, a brincadeira é maravilhosa.  Químico ou comportamental, qualquer que seja o nível de impulso que você presumir, os aventureiros oferecem uma loucura que o arrebata do mundo cotidiano e o leva para a realidade alternativa de diversão e aventura. Sem ao menos tentar, são excelentes hipnotizadores. Sempre começam aos poucos. têm talento para descobrir pessoas que gostariam de se divertir um pouco, principalmente se a diversão envolver rebelião contra autoridade. São hipnotizadores, cativam o adolescente que temos dentro de nós e descrevem todas as maravilhosas possibilidades que a vida oferece se estivermos pelo menos dispostos a correr o risco. A sinuca em que eles nos põem é um desafio, simples e eficaz: se não fizer isso, diga adeus à oportunidade e admita que não teve coragem. Não sabem quando parar. São muito bem-dotados para forçar as outras pessoas a irem mais longe do que queriam. elas não aprendem bem com os próprios erros, nem com qualquer tipo de castigo. Mais do que qualquer outro grupo, têm a capacidade de levantar, sacudir a poeira e repetir a mesma burrice. A pressão do ambiente também é poderosa. Quando os vampiros não conseguem o que querem, logo têm um acesso de raiva. No caso dos aventureiros, os acessos de raiva quase sempre terminam com ele indo embora. Se o companheiro de jogo escolhido não for bastante divertido, é menos provável que gritem, mas se desviam na direção de outra pessoa. A perspectiva de perda iminente faz com que qualquer coisa pareça mais valiosa. As pessoas podem começar a se esforçar por manter satisfeitos os vampiros de sua vida, mesmo quando sabem que são péssima companhia. O relacionamento começou com harmonia instantânea. Desde o primeiro dia ela vem se modificando, ato após ato, porque ele a pessoa mais empolgante que ela já conheceu.  confusa com o relacionamento, mas relutante em conversar sobre isso com alguém, pois já sabe o que toda pessoa diria. A melhor maneira de prever o que alguém fará no futuro é o que fez no passado. Eles contam uma versão dos fatos que você (ou eles) gostaria de ouvir, e não o que realmente acontece. Isso ocorre principalmente quando falam de sexo, drogas, dinheiro, do que fizeram no passado e do que pretendem fazer no futuro. Se puder evitar, jamais acredite em algo do que disserem sem algum tipo de corroboração externa. Os vampiros não se vêem refletidos no espelho. Já reparou que as pessoas que têm um ego enorme costumam ser pequenas em tudo? A melhor proteção contra esses vampiros é reconhecê-los antes que liguem o charme. Quando os vir chegando, segure o coração e esconda a carteira até averiguar os antecedentes. O que os vampiros anti-sociais fizeram no passado é o melhor prognóstico do que farão no futuro.

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Porque desejo ter alguém na minha vida que me faz mal, relações destrutivas

26.01.12
A veces, las personas se preguntan ¿Por qué deseo tener en mi vida a alguien que me causa daño?

Una y otra vez, vemos cómo sentimos la necesidad de seguir relacionándonos con personas que nos han lastimado, herido o que son muy negativas para nosotros.

Hay dos explicaciones básicas. Una es la que nos proporciona el Dr. Joseph Carver en su artículo “El Amor y el Síndrome de Estocolmo” y la otra es la que podríamos llamar “La Ley del Deseo”, citando el título de la famosa película de Pedro Almodóvar.

Normalmente, en una relación (ya sea de pareja, familiar, de amistad, laboral, etc.), cuando alguien nos hace daño, es natural querer un resarcimiento. Queremos que esa persona se disculpe, queremos que esa
persona se ponga en nuestros zapatos y comprenda el daño que nos causó.
Queremos que sienta empatía y subsane o repare el daño causado.

En otros casos, también podemos permitir que afloren sentimientos negativos y podemos querer que la persona que nos hirió pague por ello. Podemos querer venganza, podemos desear lastimar a esa persona “para que aprenda a no lastimar a los demás” (un concepto totalmente erróneo, ya que no se aprende nada positivo de esa manera).

Pero también existe una lucha de poder. Muchas veces, vemos a la persona que nos ha lastimado, o engañado, estafado, mentido, herido, como alguien que “nos ganó”. En realidad, una persona así – que va por la vida causando daño, estafando, engañando gente – no es un “ganador/a“, sino un “perdedor/a“. De modo que no ganó ni nos ganó nada. Por el contrario, salió perdiendo.

¿Qué es lo que esa persona dañina sale perdiendo?

Muchas cosas. En primer lugar, pierde a alguien sano y bueno, como nosotros. En segundo lugar, pierde credibilidad, y también, pierde la posibilidad de establecer relaciones y vínculos sanos con los demás. En
resumen, quien daña a los demás es un perdedor nato.

Y ¿por qué querríamos a alguien así en nuestra vida?

Como explicamos antes, nuestro orgullo herido demanda una compensación por el daño recibido, también nuestro lado oscuro entra en competencia y quiere darle su merecido a ese patán. Pero, ¿alguien que
causa tanto daño, vale la pena nuestro esfuerzo? No, definitivamente
no.

Realmente no vale la pena que perdamos tiempo ni que le dediquemos ni una pizca de nuestras energías a quienes nos causan daño. Estas personas ya tienen bastante con elegir ser malas personas, en lugar de
buenas personas, y quitarse a sí mismas la posibilidad de establecer
relaciones saludables con los demás.

Nuestro lado humanitario y compasivo es el que, en ocasiones, puede impedirnos poner fin a una relación tortuosa. Las personas dañinas buscan, naturalmente, gente compasiva que quiera perdonarles todo,
redimirlos, recuperarlos, sacrificarse por ellos, etc. Y manejan a estas
personas a través de la culpa, (¿cómo no me vas a ayudar?) o través de la sumisión (los
psicópatas tergiversan los hechos de manera tal que parecen tener
siempre razón y hasta obligan a sus víctimas a disculparse, en lugar de
pedir perdón ellos mismos).

Pero también hay otro factor importante que entra en juego, y es el deseo. Deseamos aquello que no podemos tener, que nos desafía, que está prohibido, que se nos presenta como un reto; y queremos demostrarle al
mundo que podemos vencer ese reto, que podemos trasgedir las reglas y
poseer lo prohibido, etc. Además, de esta manera también queremos
demostrarle al mundo (en realidad, a nosotros mismos) que no estábamos
equivocados y que es posible recuperar a esa persona, conquistar lo
inconquistable o ganar la partida.

Los psicópatas son, por su propia naturaleza narcisista y egocéntrica, personas inconquistables. Para el psicópata, el “otro” no existe. Es sólo un objeto. No tiene en cuenta a las demás personas y sólo las usa a su antojo, para luego descartarlas.

Y esto es precisamente lo que la víctima de un abusador de este tipo ve como un desafío. Dejar de ser un objeto más de la colección de un psicópata. Conquistar a una persona inconquistable, recuperar a una
persona enferma o mala, y resarcirse por el daño que ha causado, entre
otras cosas.
http://www.asi-sea.com/m/group/discussion?id=2317751%3ATopic%3A318161

Ésta es la verdadera razón por la que muchas personas sienten que “quieren un psicópata en sus vidas“, cuando en el fondo, sólo quieren reparar el daño que han sufrido. La persona que ha sido herida o lastimada por un abusador emocional, se
siente frustrada e insatisfecha. Se siente infeliz. Y un modo de
compensar su frustración es buscar satisfacer aquello que ha quedado pendiente o insatisfecho.

El mejor remedio para esto es comprender que esa persona dañina, si ya dejó de formar parte de nuestras vidas, nos hizo un favor al alejarse. Nadie necesita un abusador en su vida. No nos beneficia en
nada, sino por el contrario, no nos permite avanzar en la vida, ni estar
bien. Si aún no ha salido de nuestras vidas, es importante hacer todo
lo posible por cortar ese tipo de relación enfermiza que no nos favorece
en nada.

La gente psciológicamente saludable puede parecer aburrida, si la comparamos con la adrenalina que nos provoca lidiar con la gente psicológicamente enferma. Pero, demás está decir, que una relación con
una persona enferma y dañina es una pérdida de tiempo y de energía
absoluta, mientras que una relación con una persona que parece
“aburrida” (normal) no sólo nos enriquecerá, sino que nos beneficiará y
propiciará nuestro crecimiento emocional.

No desee relaciones negativas, deséese lo mejor para usted mismo.

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Amar a un abusador

26.01.12
Amar a un Abusador
Jul 14th, 2009 por AEEA
EL AMOR Y EL SÍNDROME DE ESTOCOLMO
- El Misterio de Amar a un Abusador -

El siguiente artículo fue escrito por el Dr. Joseph Carver, psicológo clínico de Ohio, a modo de folleto informativo gratuito para sus pacientes. Les recomendamos leer el mismo porque le brindará mucho información útil acerca del Síndrome de Estocolmo, una patología bastante común que se desarrolla en una relación entre una víctima y un abusador.
El Amor y el Síndrome de Estocolmo – por el Dr. Joseph Carver
Con frecuencia, las personas se asombran de sus propias reacciones y problemas psicológicos. Las personas que sufren de depresión se quedan estupefactas cuando recuerdan que alguna vez pensaron en suicidarse. Lo pacientes que están recuperándose de trastornos psiquiátricos severos, a menudo quedan atónitos cuando recuerdan sus síntomas y conductas durante los episodios psiquiátricos. Recientemente, un paciente con Trastorno Bipolar me dijo: “¡No puedo creer que haya pensado que podía cambiar el clima a través de telepatía mental!” Una de las reacciones más comunes es: “¡No puede creer que haya hecho eso!”
En la práctica clínica, algunas de las personas que más se sorprenden y se asombran son aquellas que han estado involucradas en una relación abusiva y controladora. Cuando la relación termina, suelen hacer comentarios como: “Sé lo que me ha hecho, pero aún lo/la amo”, “No sé por qué, pero deseo que regrese”, o “Sé que suena descabellado, pero lo/la extraño”. Hace poco oí a un paciente decir: “Esto no tiene sentido. Él consiguió una novia nueva y está abusando de ella también… pero, ¡estoy celosa!” Los amigos y los familiares de estas personas se quedan aún más sorprendidos y asombrados cuando oyen estos comentarios o son testigos de que sus seres queridos regresan a la relación abusiva. Cuando una situación no tiene sentido, desde un punto de vista social, ¿tiene sentido desde el punto de vista psicológico? La respuesta es: ¡Sí!
El 23 de agosto de 1973, dos delincuentes armados con ametralladoras ingresaron en un banco de Estocolmo, Suecia. Esgrimiendo su arma, un presidiario fugitivo llamado Jan-Erik Olsson les anunció a los aterrorizados empleados del banco: “¡La fiesta acaba de comenzar!” Los dos ladrones de bancos mantuvieron cautivos a cuatro rehenes, tres mujeres y un hombre, durante las siguientes 131 horas. Los rehenes fueron atados con cartuchos de dinamita y mantenidos en la bóveda del banco hasta que finalmente, fueron rescatados el 28 de agosto.
Luego de su rescate, los rehenes exhibieron una actitud sorprendente, tendiendo en cuenta que fueron amenazados, abusados y que temieron por sus vidas durante cinco días. En las entrevistas con los medios de comunicación, quedó claro que apoyaban a sus captores y, de hecho, les temían a los agentes policiales que acudieron a su rescate. Los rehenes habían comenzado a creer que sus captores estaban de hecho, protegiéndolos de la policía. Tiempo después, una de las mujeres se involucró con una de los delincuentes y otra estableció un fondo de defensa legal para ayudar a los criminales con sus gastos de defensoría. Claramente, los rehenes habían establecido un “vínculo” emocional con sus captores.
Aunque el trastorno psicológico que se produce en las situaciones de la toma de rehenes comenzó a conocerse como el “Síndrome de Estocolmo”, debido a la publicidad de los medios, el “vínculo” emocional con los captores era un tema familiar en el campo de la psicología. Ya había sido reconocido muchos años antes, y se había hallado en otros estudios de situaciones con rehenes, prisioneros o relaciones abusivas, tales como:
• El abuso infantil
• Las mujeres golpeadas o abusadas
• Los prisioneros de guerra
• Los miembros de un culto
• Las víctima de incesto
• Las situaciones de toma de rehenes por parte de delincuentes
• Los prisioneros de campos de concentración
• Las relaciones intimidantes o controladoras
Haciendo un análisis final, los vínculos emocionales con los abusadores son, en realidad, una estrategia de supervivencia de las víctimas de abuso e intimidación. La reacción del “Síndrome de Estocolmo” en situaciones de toma de rehenes y/o situaciones abusivas son tan conocidas en la actualidad que los negociadores de rehenes policiales ya no las ven como reacciones inusuales. De hecho, frecuentemente se alienta este tipo de reacción en situaciones delictivas porque aumenta las posibilidades de supervivencia de los rehenes. El lado negativo de esto es que también asegura que aquellos rehenes que experimenten el “Síndrome de Estocolmo” no colaborarán mucho durante el rescate o la prosecución penal. El personal de cumplimiento de la ley local ha reconocido este síndrome, a lo largo de mucho tiempo, en el caso de mujeres golpeadas que deciden no presentar cargos contra el abusador, pagan la fianza de su esposo o novio golpeador para que sea liberado de prisión, y hasta han llegado a atacar físicamente a la policía cuando ésta acude a rescatarlas de un ataque violento.
El Síndrome de Estocolmo (SS) también puede encontrarse en las relaciones familiares, románticas e interpersonales. El abusador puede ser el esposo o la esposa, el novio o la novia, el padre o la madre, o cualquier otra persona con un rol que le permita al abusador adoptar una posición de control o autoridad.
Es importante comprender los componentes del Síndrome de Estocolmo, ya que se relacionan con las relaciones abusivas y controladoras. Una vez que se comprende el síndrome, es más fácil comprender por qué las víctimas apoyan, aman, e incluso defienden a sus abusadores o controladores.
Cada síndrome tiene síntomas o conductas, y el Síndrome de Estocolmo no es una excepción. Aunque no se ha determinado una lista precisa de características, debido a la diversidad de opiniones entre los expertos y los investigadores, muchas de las siguientes características se encontrarán presentes:
• Sentimientos positivos por parte de la víctima hacia el abusador o controlador
• Sentimientos negativos por parte de la víctima hacia sus familiares, amigos, o hacia las autoridades que intentan rescatarla o apoyarla o conseguir su liberación
• Apoyo a las razones y las conductas del abusador
• Sentimientos positivos por parte del abusador hacia la víctima
• Conductas de apoyo por parte de la víctima, a veces, ayudando al abusador
• Incapacidad de colaborar mediante conductas que pudieran ayudar a su liberación o desapego.
El Síndrome de Estocolmo no sucede en todos los casos de toma de rehenes o situaciones abusivas. En otro asalto a un banco que involucró una toma de rehenes, después de aterrorizar a los clientes y empleados del banco durante muchas horas, un policía francotirador le disparó e hirió a ladrón de bancos que aterrorizaba a las víctimas. Luego de caer al piso, dos mujeres lo recogieron y lo sostuvieron físicamente contra la ventana para que le dieran otro disparo. Como pueden ver, la cantidad de tiempo que una persona es expuesta al abuso o al control, y estos factores adicionales, ciertamente juegan un rol importante.
Se ha encontrado que existen cuatro situaciones o condiciones que sirven como base para que se desarrolle el Síndrome de Estocolmo. Estas cuatro situaciones pueden encontrarse en relaciones abusivas, casos de abuso severo y toma de rehenes:
• La presencia de una amenaza que se percibe como un riesgo contra la supervivencia física o psicológica de la persona y la creencia de que el abusador cumplirá con esa amenaza.
• La presencia de pequeños gestos de aparente amabilidad por parte del abusador hacia la víctima
• El aislamiento de cualquier otro perspectiva diferente de la del abusador
• La percepción de la incapacidad de escapar a la situación
Al tener en cuenta cada una de estas situaciones podemos comprender cómo se desarrolla el Síndrome de Estocolmo en las relaciones románticas, al igual que en las situaciones de delincuentes y rehenes. Al analizar cada situación, encontramos lo siguiente:
Percepción de amenaza a la supervivencia física o psicológica de la persona
La percepción de una amenaza puede formarse a través de métodos directos, indirectos o como testigo. Las parejas antisociales o con patrones de delincuencia pueden amenazar directamente su vida o la de sus amigos y familiares. Sus antecedentes de violencia nos llevan a creer que el captor o controlador cumplirá con su amenaza de una manera directa si no satisfacemos sus demandas. El abusador nos asegura que solamente será nuestra colaboración lo que mantenga a salvo la vida de quienes amamos.
Indirectamente, el abusador o controlador hace amenazas sutiles para que usted nunca lo abandone o tenga otra pareja, recordándole que, en el pasado, otras personas han pagado las consecuencias por no satisfacer sus deseos. Ofrecen pistas o indicios tales como: “Conozco personas que pueden hacer desaparecer a otras”. Las amenazas indirectas también pueden provenir de historias contadas por el abusador o controlador – cómo se vengaron de quienes se enfadaron con ellos en el pasado. Estas historias de venganza se cuentan con el propósito de recordarle a la víctima que si abandonan al abusador, es posible que éste se vengue de ella.
Presenciar actos de violencia o agresión también se percibe como una amenaza.
Ser testigo de un temperamento violento dirigido al aparato de televisión, hacia otros conductores en una carretera o hacia una tercera parte, envía claramente el mensaje de que podríamos ser el próximo blanco de dicha violencia. Ser testigos de los pensamientos y las actitudes del abusador o controlador es amenazador e intimidante, porque sabemos que podríamos ser el blanco de esos pensamientos en el futuro.
Percepción de los “Pequeños Gestos de Amabilidad”
En situaciones amenazantes y de supervivencia, buscamos una evidencia de esperanza – algún signo menor de que la situación podría mejorar. Cuando un abusador o controlador le muestra a la víctima algunos pequeños gestos de amabilidad, aunque de todos modos sean para beneficio de los abusadores, la víctima interpreta esos pequeños gestos de amabilidad como una característica positiva del captor. En las situaciones delictivas o de toma de rehenes durante la guerra, permitirle a la víctima continuar con vida es, con frecuencia, un gesto suficiente. Algunos actos mínimos, como permitirle ir al baño o proporcionarles agua o comida, son suficientes para reforzar el Síndrome de Estocolmo en los casos de rehenes tomados por delincuentes.
En una relación con un abusador, una tarjeta de cumpleaños, un pequeño regalo o presente (habitualmente ofrecido luego de un periodo de abuso), o un tratamiento especial, no sólo se interpretan como algo positivo, sino como una evidencia de que el abusador no es “tan malo” y, quizás, en algún momento, pueda corregir su comportamiento. Frecuentemente, a los abusadores y controladores se les da el crédito positivo de no abusar de su pareja, en los casos en que la pareja hubiera sido, normalmente, objeto de abuso verbal o físico, bajo ciertas circunstancias. Normalmente, una pareja agresiva y celosa puede volverse intimidante o abusiva en ciertas situaciones sociales, como cuando un compañero de trabajo del sexo opuesto le saluda con su mano en medio de una multitud. Después de ver el saludo, la víctima espera ser agredida verbalmente y cuando esto no sucede así, ese “pequeño gesto de amabilidad” es interpretado como un signo positivo.
Algo similar a la percepción de los pequeños gestos es la percepción de un “lado amable”. Durante una relación, el abusador o controlador puede compartir información acerca de su pasado – cómo fueron maltratados, abusados, descuidados, abandonados o agraviados. La víctima comienza a sentir que el abusador o controlador puede ser capaz de corregir su conducta o, peor aún, que él (el abusador) también puede haber sido o ser una “víctima”. Es posible que la víctima desarrolle un sentimiento de compasión hacia el abusador y, a menudo, oímos a la víctima del Síndrome de Estocolmo defender a su abusador, diciendo: “Ya sé que fracturó mi mandíbula y mis costillas… pero, él tiene problemas. ¡Tuvo una niñez muy dura!”
Los perdedores o fracasados y los abusadores pueden admitir que necesitan ayuda psiquiátrica o pueden reconocer que están perturbados psicológicamente, pero no obstante, esto sucede casi siempre después de haber abusado o intimidado a la víctima. Este tipo de aceptación es una manera de negar su responsabilidad por el abuso cometido. En realidad, las personas con trastornos de la personalidad y los delincuentes han aprendido, a lo largo de muchos años, que pueden minimizar la responsabilidad personal de sus conductas abusivas o violentas, e incluso negarlas culpando su pésima crianza, o por haber sido abusados cuando eran niños, y actualmente – por los juegos de video. Un asesino culpó su crimen por el hecho de que comía demasiadas comidas rápidas – lo que hoy se conoce como la “Defensa Twinkie” o defensa biológica. Aunque puede ser cierto que el abusador o el controlador haya tenido una niñez muy difícil – mostrar compasión por su historia no produce ningún cambio en su conducta, y de hecho, prolonga el periodo de tiempo que la víctima será abusada. Aun cuando las “historias tristes” siempre son incluidas en sus disculpas – después de un episodio de abuso o control – ¡su conducta nunca cambia! Tenga en cuenta que una vez que usted se acostumbre a oír sus “historias tristes”, ellos simplemente intentarán otra estrategia. No conozco a ninguna víctima de abuso o delito que haya oído a su abusador decir: “¡Te golpeo (robo, asalto, etc.) porque mi madre me odiaba!”
Aislamiento de Cualquier Otra Perspectiva Diferente de la Captor
En las relaciones abusivas o controladoras, la víctima siente que siempre está caminando como “pisando cáscaras de huevo” – con miedo a decir o hacer algo que pudiera desencadenar un ataque de violencia o intimidación. Para su supervivencia, comienzan a ver el mundo desde la perspectiva del abusador. Comienzan a corregir aquellas cosas que podrían causar un ataque, comienzan a actuar de manera que hará feliz al abusador o evitan aspectos de sus propias vidas que pudieran ocasionar un problema. Si sólo tuviéramos un dólar en nuestro bolsillo, entonces la mayoría de nuestras decisiones serían decisiones financieras. Si su pareja es un abusador o un controlador, entonces la mayoría de sus decisiones estarán basadas en la percepción de la potencial reacción del abusador. Comenzamos a preocuparnos por las necesidades, los deseos o los hábitos del abusador o controlador.
Adoptar la perspectiva del abusador como técnica de supervivencia puede volverse un sentimiento tan intenso que la víctima puede mostrar, realmente, mucha ira hacia las personas que tratan de ayudarle. El abusador ya está enfadado y siente resentimiento hacia cualquier persona que pudiera ofrecer apoyo a la víctima; típicamente usando múltiples métodos y manipulaciones para aislar a la víctima de otras personas. Cualquier contacto que la víctima tenga con persona que le apoyen dentro de su comunidad será confrontado con acusaciones, amenazas y/o estallidos de violencia. Así, las víctimas se ponen en contra de su familia – temiendo que el contacto familiar cause más violencia y abusos en el hogar. En este punto, las víctimas maldicen a sus padres y amigos, les piden que no llamen y que dejen de interferir, y terminan toda comunicación con otras personas. Ahora la víctima está de acuerdo con el abusador o controlador, y ve a las personas que le ofrecen apoyo como personas que “causan problemas” y deben ser evitadas. Muchas víctimas amenazan a sus familiares y amigos con solicitar órdenes de restricción si continúan “interfiriendo” o si tratan de ayudar a al víctima con su situación. Aparentemente, pareciera como si se hubieran puesto de parte del abusador o controlador. En realidad, están tratando de minimizar las situaciones de contacto que pudieran convertirles en blanco de más ataques de abuso verbal o intimidación. Si una llamada casual de la madre ocasiona dos horas de un estallido de temperamento con amenazas y acusaciones – la víctima se dará cuenta de que es más seguro de que su madre no llame más. Si pedirle, simplemente, a la madre que deje de llamar no funciona, por su propia seguridad la víctima puede acusar a la madre de arruinar la relación y exigirle que deje de llamar.
En casos severos del Síndrome de Estocolmo en relaciones de pareja, la víctima puede tener dificultades para dejar al abusador y, de hecho, puede sentir que la situación abusiva es su culpa. En las situaciones policiales, la víctima puede llegar a sentir que el arresto de su pareja, por atacarla físicamente o abusar de ella, es su culpa. Algunas personas permitirán que sus hijos sean removidos del hogar por las agencias de protección al menor, antes que terminar la relación con el abusador. Conforme adoptan la perspectiva del abusador, los niños tienen la culpa – se quejaron por la situación, llamaron la atención de las autoridades y pusieron en riesgo la relación de los adultos. Tristemente, los niños pasan a convertirse en un peligro para la seguridad de la víctima. Quienes padecen el Síndrome de Estocolmo, permiten que los niños sean removidos del hogar porque disminuye su estrés como víctimas mientras que les proporciona a los niños un ambiente emocional y físicamente más seguro.
Percepción de la Incapacidad de Escapar
Como rehenes de un robo de banco, amenazados por delincuentes armados, es fácil comprender la percepción de la incapacidad de escaparse. En las relaciones románticas, la sensación de que uno no puede escapar es muy común. Muchas relaciones abusivas o controladoras se viven como verdaderas relaciones “hasta que la muerte nos separe” – atrapados juntos por cuestiones o bienes financieros, conocimiento mutuo de detalles íntimos o situaciones legales. Éstas son algunas de las situaciones más comunes:
• Las parejas controladoras han incrementado las deudas u obligaciones financieras dentro de la relación hasta el punto que ninguno de los dos puede sobrevivir económicamente sin el otro. Los controladores que presienten que su pareja podría dejarlos, a menudo comprarán un automóvil nuevo, reclamando luego que ellos no pueden pagar una cuota de manutención o pensión alimenticia para los niños debido a que tienen mucha deuda en cuotas por el flamante automóvil.
• La terminación legal de una relación, especialmente una relación matrimonial, con frecuencia genera problemas importantes. Un controlador con ingresos “en negro” (no declarados oficialmente) o que se mantiene a través de situaciones legalmente cuestionables, corre el riesgo de que se investiguen dichas fuentes de ingresos o que las mismas se hagan públicas debido al divorcio o la separación. Así, el controlador puede preocuparse más acerca de la posible exposición pública de sus acuerdos de negocios que de la pérdida de la relación.
• Con frecuencia, el controlador hace amenazas extremas que incluyen amenazar con quitarle los niños y llevárselos fuera del estado, amenazar con dejar sus empleos o negocios en lugar de pagar la pensión alimenticia o la cuota de mantenimiento de su pareja, amenazar con exponer públicamente los problemas personales de la víctima o asegurarle a la víctima que nunca podrá tener una vida en paz debido al acoso o asedio continuo que llevarán a cabo. En casos severos, el controlador puede amenazar con hacer algo que le impida a la víctima mantenerse, como: “Me ocuparé de que pierdas tu empleo” o “Haré quemar tu automóvil”.
• Los controladores a menudo mantienen a la víctima encerrada en la relación mediante una culpa mayor – amenazan con suicidarse si la víctima los abandona. La víctima oirá cosas como: “Me mataré delante de los niños”, “Me prenderé fuego en el jardín delantero”, o “¡Nuestros hijos no tendrán más madre o padre si me dejas!”
• En una relación con un abusador o controlador, la víctima también ha experimentado una pérdida de su autoestima, confianza en sí misma y energía psicológica. La víctima puede sentirse “agobiada” y demasiado deprimida para terminar la relación o dejar al abusador. Además, los abusadores y controladores crean, a menudo, un tipo de dependencia a través del control de las finanzas, colocando los vehículos y las propiedades a su nombre, y eliminando cualquier patrimonio o recurso que la víctima puede utilizar para dejar al abusador. En la clínica práctica, he oído a las víctimas decir: “Me iría, pero ¡ni siquiera puedo retirar dinero de la cuenta de ahorros! No sé cuál es la clave de acceso.”
• Las víctimas adolescentes o los adultos jóvenes pueden sentirse atraídos a personas controladoras cuando se sienten inexpertos, inseguros y abrumados por los cambios en su situación de vida. Cuando los padres están atravesando un divorcio, un adolescente puede apegarse a un individuo controlador, sintiendo que el controlador puede estabilizar su vida. Los estudiantes universitarios novatos pueden sentirse atraídos a personas controladoras que les prometan ayudarles a sobrevivir viendo lejos del hogar en un campus universitario.
En las relaciones no saludables y, definitivamente en el Síndrome de Estocolmo, existe una preocupación diaria con los “problemas”. Los problemas pueden ser cualquier grupo, individuo, situación, comentario, mirada casual o comida fría que pueda producir un estallido de temperamento o abuso verbal de parte del controlador o abusador. Para poder sobrevivir, los “problemas” deben ser evitados a toda costa. La víctima debe controlar las situaciones que ocasionan problemas. Esto puede incluir evitar a la familia, a los amigos, a los compañeros de trabajo y a cualquier persona que podría ocasionar un “problema” en la relación abusiva. La víctima no odia a su familia y a sus amigos; sólo está evitando “problemas”. La víctima también limpiará la casa, calmará a los niños, revisará el correo, evitará ciertos temas y se anticipará a cualquier problema de control o abuso, en un esfuerzo por evitar los “problemas”. En estas situaciones, los niños que son muy activos causan “problemas”. Los seres queridos y los amigos son fuentes de “problemas” para una víctima que está intentando evitar una agresión verbal o física.
El Síndrome de Estocolmo en las relaciones no es algo poco común. Los profesionales del cumplimiento de la ley son dolorosamente conscientes de este tipo de situaciones y las disputas domésticas son algunas de las llamadas de alto riesgo que reciben durante las horas de trabajo. Cuando un vecino llama a la policía durante un incidente de abuso entre los cónyuges, el abusador se muestra pasivo cuando llega la policía, quién encuentra al cónyuge alterado y amenazando a los oficiales si arrestaran a su pareja abusiva bajo cargos de violencia doméstica. A decir verdad, la víctima sabe que el abusador o controlador tomará represalias contra él o ella si: 1) ellos apoyan el arresto, 2) hacen declaraciones acerca del abuso o la pelea, las que serán percibidas como desleales por parte del abusador, 3) no pagan la fianza para sacarlos de la cárcel lo más pronto posible, y 4) no se disculpan personalmente por la situación – como si fuera culpa de la víctima.
El Síndrome de Estocolmo genera un vínculo no saludable con el controlador o el abusador. Es la razón pro la cuál muchas víctimas continúan soportando y apoyando a un abusador, incluso después que la relación ha terminado. También es la razón por la cuál continúan viendo “el lado bueno” de un abusador y se muestran compasivos con alguien que alguna vez ha abusado mental físicamente de ellas.
¿Hay Algo Más en Juego?
Para dar una respuesta breve, diría que ¡Sí! A lo largo de toda la historia, las personas se han encontrado a sí mismas apoyando y participando en situaciones de vida que oscilan entre abusivas y bizarras. En conversaciones con estos participantes voluntarios y activos de situaciones no saludables y bizarras, queda claro que han desarrollado sentimientos y actitudes que respaldan su participación. Un modo en que estos sentimientos e ideas se desarrollan se conoce como “disonancia cognitiva”. Como podrán observar, los psicólogos tenemos palabras y frases complejas para definir casi todo.
La “Disonancia Cognitiva” explica cómo y por qué las personas cambian sus ideas y opiniones propias para apoyar situaciones que no son saludables, positivas o normales. En teoría, las personas buscan limitar la información o las opiniones que le hacen sentirse incómodas. Cuando tenemos dos tipos de cogniciones (conocimientos, opiniones, sentimientos, puntos de vista de otras personas, etc.) que son opuestos, la situación se vuelve emocionalmente incómoda. Aunque se encuentren en una situación tonta o difícil – son pocas las personas que aceptan admitir ese hecho. En cambio, intentarán disminuir la disonancia – el hecho de que sus cogniciones o información no coinciden, acuerdan o tienen sentido cuando les combina. La “Disonancia Cognitiva” se puede disminuir adquiriendo nuevos conocimientos, nuevas cogniciones o información – incorporando nuevas ideas o sentimientos. Algunos ejemplos son los siguientes:
• Los fumadores adictos saben que fumar causa cáncer de pulmón y representa múltiples riesgos para su salud. Para continuar fumando, el fumador cambia sus cogniciones (sus ideas o sentimientos) por otros como: 1) “Estoy fumando menos que hace diez años atrás”, 2) “Estoy fumando cigarrillos bajos en alquitrán”, 3) “Esas estadísticas las inventan los conspiradores de la industria del cáncer”, o 4) “¡De algo hay que morirse, de todos modos!” Estas nuevas cogniciones o actitudes les permiten seguir fumando y, entonces, comienzan a culpar a los restaurantes por ser injustos.
• Si usted compra un vehículo deportivo de $40.000.- con una autonomía de 8 millas por galón. Usted justificará el gasto y las cuestiones relacionadas, diciendo: 1) “Es un vehículo excelente para viajar (cuando usted sólo viaja una vez por año)”, 2) “Puedo usarlo para transportar cosas (una mesa pequeña una vez cada 12 meses), y 3) “Puedes llevar a mucha gente en él (el 95% de las veces que lo utiliza, sólo viaja usted).”
• Su esposo o novio se torna abusivo y agresivo. Usted no puede dejarlo por problemas económicos, por los niños u otros factores. Debido a la disonancia cognitiva, comienza a decirse a sí misma: “Él sólo me golpea con la mano abierta” y “Él sufrió mucho estrés o tensión en el trabajo”.
León Festinger fue el primero en acuñar el término “Disonancia Cognitiva”. Él observó un culto (en 1956) en el cuál los miembros voluntariamente dejaron sus propiedades, ingresos y trabajos para trabajar para ese culto. Este culto creía en mensajes del espacio exterior que predicaban el día en que el mundo se acabaría por una inundación. Como miembros del culto y firmes creyentes, los fieles creían que podían ser salvados por platillos voladores en el momento indicado. Conforme se reunieron y esperaron ser trasladados por los platillos voladores a la hora especificada, llegó y pasó el momento en que el mundo se acabaría. No ocurrió ninguna inundación ni apareció ningún platillo volador. En lugar de creer que fueron tontos, después de toda esa inversión emocional y personal, decidieron que sus creencias, realmente habían salvado al mundo de la inundación y se volvieron creyentes más fervientes después que la profecía fracasó. La moraleja es: cuanto uno más invierte (ingresos, empleo, propiedades, tiempo, esfuerzos, etc.) más fuerte es la necesidad de justificar nuestra posición. Si invirtiéramos $5.00 en un boleto de una rifa, justificaríamos la pérdida diciendo: “Ganaré la próxima vez”. Si invertimos todo lo que tenemos, necesitaremos una creencia casi irrazonable y una actitud inusual para respaldar y justificar dicha inversión.
Los estudios nos dicen que somos más leales y nos comprometemos más con algo que es difícil, incómodo y hasta humillante. Los rituales de iniciación de las fraternidades universitarias, los campamentos de entrenamiento de la Marina y la escuela de graduados, todos producen individuos leales y comprometidos con la causa. Casi todas las pruebas duras crean una experiencia vinculante. Cada pareja, sin importar cuán diferentes sean sus integrantes, se enamoran en las películas después de pasar por un ataque terrorista, ser perseguidos por un asesino, quedar varados en una isla o haber sido secuestrados por extraterrestres. Las inversiones y los calvarios o duras pruebas constituyen los ingredientes de un vínculo sólido – aun cuando ese vínculo no sea saludable. Nadie establece este tipo de vínculo o se enamora perdidamente por ser miembro del Automóvil Club o club de música de discos compactos. Pero si tratamos de sobrevivir en una isla desierta – ¡pueden apostar que sucederá!
Las relaciones abusivas producen una importante dosis de inversión no saludable de ambas partes. En muchos casos, tendemos a permanecer y apoyar la relación abusiva, debido a lo que hemos invertido en esa relación. Intenten decirle a un nuevo miembro de la Marina que como ha sobrevivido al campamento de entrenamiento, ahora debería enrolarse en la ¡Guardia Costera! Hay diferentes tipos de inversión que nos mantienen atados a una mala relación:
• Inversión Emocional – Hemos invertido tantas emociones, llorado tanto y preocupado tanto, que pensamos que debemos permanecer en la relación hasta el final.
• Inversión Social – ¡Todos tenemos nuestro orgullo! Para evitar la vergüenza social y situaciones sociales incómodas, continuamos con la relación.
• Inversiones Familiares – Si hay niños presentes en la relación, las decisiones respecto de la relación quedan tapadas por las necesidades de los niños.
• Inversión Financiera – En muchos casos, la pareja controladora y abusiva ha creado una compleja situación financiera. Muchas víctimas permanecen en una mala relación, esperando que se presente una situación mejor que les permita dejar la relación y desvincularse de su pareja más fácilmente.
• Inversión del Estilo de Vida – Muchas parejas controladoras o abusivas utilizan el dinero o un estilo de vida como inversión. Las víctimas que se encuentran en esta situación quizás no quieran perder su estilo de vida actual.
• Inversión de Intimidad – Con frecuencia invertimos intimidad emocional y sexual. Algunas víctimas han experimentado una destrucción de su autoestima emocional y/o sexual en relaciones no saludables. La pareja abusiva puede amenazar con difundir rumores o contar detalles íntimos o secretos. A menudo encontramos este tipo de chantaje que utiliza la intimidad en este tipo de situaciones.
En muchos casos, no se trata simplemente de nuestros sentimientos hacia un individuo que nos mantiene atrapados en una relación no saludable – frecuentemente, se trata de todo lo que hemos invertido. Las relaciones son complejas y, por lo general, en público, solemos ver sólo la punta del iceberg. Por esta razón, una de las frases más comunes que oímos decir a las víctimas en defensa de su relación no saludable es: “¡Usted no comprende!”
¿Qué Pasa Cuando se Combinan Dos Condiciones No Saludables?
La combinación del “Síndrome de Estocolmo” y la “Disonancia Cognitiva” produces una víctima que cree firmemente que la relación no sólo es aceptable, sino también desesperadamente necesaria para su supervivencia. La víctima siente que sufrirá un colapso mental si la relación termina. En las relaciones largas, las víctimas habrán invertido todo y colocado “todos sus huevos en la misma canasta”. La relación decide ahora su nivel de autoestima, valor personal y salud emocional.
Por las razones descritas anteriormente, la víctima siente que sus familiares y amigos son una amenaza para la relación y, eventualmente, para su salud personal y existencia. Cuanto más protesten los familiares y amigos acerca de la naturaleza abusiva y controladora de la relación, más Disonancia Cognitiva desarrollará la víctima y se pondrá más a la defensiva. En esta instancia, los familiares y los amigos se vuelven víctimas de la persona abusiva y controladora.
Un factor importante a tener en cuenta es que tanto el Síndrome de Estocolmo como la Disonancia Cognitiva se desarrollan sobre una base involuntaria. La víctima no inventa esta actitud a propósito. Ambas condiciones se desarrollan como una estrategia para existir y sobrevivir a una relación y un ambiente amenazante y controlador. A pesar de lo que podamos pensar, nuestros seres queridos no están involucrados en una relación no saludable para irritarnos, avergonzarnos o llevarnos al alcoholismo. Lo que pudo haber comenzado como una relación normal se volvió una situación abusiva y controladora. La víctima está tratando de sobrevivir. Su personalidad ha desarrollado los sentimientos y pensamientos necesarios para sobrevivir a esa situación y reducir sus riesgos físicos y emocionales. Todos nosotros desarrollamos actitudes y sentimientos que nos ayudan a aceptar y sobrevivir a distintas situaciones. Desarrollamos estas actitudes y sentimientos en nuestro trabajo, nuestra comunidad y en otros aspectos de nuestras vidas. Como hemos visto a lo largo de la historia, cuanto más disfuncional es una situación, más disfuncional es nuestra adaptación y las ideas que desarrollamos para sobrevivir. La víctima está compenetrada en un intento por sobrevivir y hacer que la relación funcione. Una vez que deciden que la relación no funciona y que no la pueden reparar, necesitan apoyo mientras esperamos pacientemente su decisión de volver a un estilo de vida positivo y saludable.
Los Familiares y los Amigos de la Víctima
Cuando una familia enfrenta una situación en que uno de sus seres queridos está involucrado con un Perdedor o Fracasado o con una persona controladora o abusiva, la situación se torna emocional y socialmente dolorosa y difícil para la familia. Aunque cada situación es diferente, algunas de las pautas generales a tener en cuenta son las siguientes:
- Es posible que a su ser querido, la “víctima” del Perdedor o Abusador, le hayan pedido que elija entre la relación o la familia. Esta elección se hace más difícil por la presencia del control y la intimidación, presentes con frecuencia en las relaciones abusivas o controladoras. Sabiendo que la elección de la familia traerá como resultado severas consecuencias personales y sociales, la familia siempre ocupará un segundo lugar. Tenga en cuenta que la víctima sabe, en el fondo de su corazón, que sus familiares siempre le amarán y aceptarán su retorno – independientemente de lo que suceda.
- Recuerde que cuánto más presione a la “víctima” de un Perdedor o Abusador, más probará su punto. A su ser querido le están diciendo que la familia está tratando de arruinar su maravillosa relación. La presión bajo la forma de contactos, comentarios y comunicación será usada como evidencia contra usted. Una invitación a una reunión de “Tupperware” será confrontada con un “¡Ya lo ves! ¡Quieren estar a solas contigo para poder hablarte mal de mí!” El incremento de sus contactos se verá como un factor que “agrega presión” a la relación – no como una señal de que la familia se preocupa por la víctima, de corazón.
- Sus contactos con su ser querido, sin importar cuán rutinarios y afectuosos sean, pueden ser confrontados con ira y resentimiento. Esto se debe a que cada contacto puede desencadenar un ataque de ira del Perdedor o Abusador, quién atacará a la víctima verbal o emocionalmente. Imagine recibir un sermón de cuatro horas cada vez que llama la tía Gladys. En poco tiempo, la víctima se fastidiará cada vez que la tía llame, porque sabrá lo que cada contacto ocasiona en su hogar. Cuánto más tiempo hable la tía Gladys por teléfono – ¡más largo será el sermón que reciba la víctima! Así, cuando la tía Gladys llama, la víctima querrá terminar la comunicación lo antes posible.
- Una canción de los años 80, decía: ”Resiste ligeramente”, y quizás sea la clave para una buena estrategia familiar y social. Resistir excesivamente produce más presión. Cuando la víctima está fuera del hogar, con frecuencia es mejor establecer contactos predecibles y programados. Llamar todos los miércoles por la noche, simplemente para saber cómo está o para hablar de acontecimientos comunes, es menos amenazador que hacer llamadas al azar durante la semana. Las llamadas al azar siempre serán vistas como llamadas de “control sobre nosotros”. Si la llamada es respondida por el contestador automático, deje un mensaje cortés y afectuoso. Y lo más importante, no hable de la relación (¡es posible que el controlador esté escuchando!), a menos que la víctima desee hablar sobre el tema. El objetivo de estas llamadas programadas es el de mantener contacto, recordarle a su ser querido que usted siempre está allí, dispuesto a ayudarle, y para recordarle al controlador que la familia y los seres queridos se mantienen cerca y no han desaparecido.
- Trate de mantener contacto en fechas tradicionales y especiales con su ser querido – días de fiesta, ocasiones especiales, etc. Mantenga sus contactos breves y limitados, si hacer comentarios que pudieran ser usados como evidencia. Los contactos que se llevan a cabo durante las fechas “tradicionales” – Navidad, cumpleaños, aniversarios, etc. – no son muy amenazantes para el controlador o abusador. Asimismo, los contactos que brindan información, sin hacer preguntas, tampoco son percibidos como amenazadores. Un ejemplo podría ser una simple tarjeta que diga: “Te envío esta pequeña nota para contarte que tu hermano consiguió un empleo nueva esta semana. Es posible que lo veas en cualquier comercial de Wal-Mart uno de estos días. Cariños de papá y mamá”. Esta estrategia le permite a la víctima reconocer que la familia aún está allí – esperando pacientemente, si necesitara apoyo. También reduce la cantidad de sermones o berrinches del Perdedor, ya que los contactos se producen sobre una base tradicional y esperada. Además, es difícil enfadarse acerca del nuevo empleo que consiguió el hermano sin parecer ridículo. Por otro lado, no invente días de fiesta ni envíe un recordatorio sobre el cumpleaños de Sigmund Freud. Eso es sospechoso… incluso en mi familia.
- Recuerde que existen muchos canales de comunicación. Es importante mantener abierto algún canal, si esto fuera posible. Los canales de comunicación pueden incluir: llamadas telefónicas, cartas, tarjetas y mensajes por correo electrónico. Las salidas mensuales programadas o ir de compras una vez por mes, también programado, son muy útiles si son posibles. El objetivo es mantener contacto mientras su ser querido está involucrado en una relación controladora o abusiva. Recuerde, la meta es mantener contacto, no así presionar a la víctima.
- No sienta que el comportamiento de la víctima es contra la familia o los amigos. Es posible que sea una forma de supervivencia o una manera de reducir el estrés o la tensión. Las víctimas pueden mostrarse altamente resistentes, enfadadas, e incluso hostiles debido a la complejidad de su relación con el controlador o abusador. También pueden maldecir, amenazar y acusar a sus seres queridos y amigos. Esta defensa hostil actúa, de hecho, como una auto-protección dentro de la relación – es un intento por evitar “problemas”.
- La víctima necesita saber y sentir que nos es rechazada debido a su comportamiento. Tenga en cuenta, que la víctima es dolorosamente consciente de su situación. Sabe que está siendo tratada mal y/o controlada por su pareja. Los frecuentes recordatorios de esto sólo le harán desear a la víctima tener menos contacto. Naturalmente evitamos a aquellas personas que nos recuerdan cosas o situaciones que son emocionalmente dolorosas.
- Las víctimas pueden abrir levemente una puerta y brindar información acaezca de su relación o darnos indicios de que pueden estar pensando en terminar la relación. Cuando la puerta se abra, ¡no se arroje tras ella con todo el cuerpo de salvamento con usted! Escuece y simplemente ofrezca apoyo diciendo: “Sabes que tu familia te apoya en cualquier decisión que necesites tomar y en cualquier momento que la tomes”. Es posible que las víctimas estén explorando qué tipo de apoyos están disponibles, pero no estén listas para llamar a las tropas en ese momento. Muchas víctimas tienen un “plan de escape” que puede tomarle meses o años en llevar a cabo. Quizás estén compilando información en ese momento, pero sin estar listas para terminar la relación enseguida.
- Podemos recibir mensajes de las personas de dos maneras: a través de “canales directos” o de “rumores”. A través de “canales directos” significa hablar cara a cara, diciéndoselo a la persona directamente. Esto ocurre muy pocas veces en una relación con un Perdedor, ya que los controladores y abusadores monitorean y controlan el contacto con los demás. No obstante, la vía de los “rumores” aún está abierta. Cuando recurrimos a los rumores, enviamos mensajes a nuestros seres queridos a través de otras personas. Las víctimas de personas controladoras y abusivas, a menudo tienen permiso de mantener una relación con algunas pocas personas, quizás con un hermano o con el mejor amigo. Podemos enviarle mensajes a nuestros seres queridos a través de la persona de contacto, un mensaje que exprese nuestra comprensión y apoyo. No debemos utilizar esta vía para enviar insultos (“¡Bill es tan tonto!”) o para descalificar a la víctima (“¡Si no termina esa relación acabará perdiendo leal razón!”) – debemos enviar mensaje de amor y apoyo. Debemos enviar mensajes como: “Espero que él o ella (la víctima) sepa que su familia está preocupada y que le amamos y le apoyamos”. Los comentarios que se envían a través de rumores deberán estar fraseados con el entendimiento de que nuestros seres queridos los oirán e interpretará de esa manera. No use una persona de contacto para expresar su ira y amenazar con contratar a un matón para que le dé una golpiza al abusador, y luego tratar de enviar un mensaje de amor y apoyo. Sea cuidadoso con el tipo de mensaje y el modo en que lo transmite. El contacto del rumor suele tener acceso a la víctima, para transmitirle mensajes que nosotros no podemos. Es otra manera de hacerles saber que los estamos apoyando, y esperamos para ayudarles si lo necesitan.
- Cada situación es diferente. La familia puede necesitar apoyo y asesoramiento comunitario. Una consulta familiar con un profesional de salud mental o con un abogado puede ser útil si la situación se vuelve legalmente compleja o si existe un peligro de daño significativo.
- Como familiares o amigos de una víctima involucrada con un controlador o abusador, nuestra reacción normal es la de considerar la posibilidad de actuar dramáticamente. Algunas veces, nos enfadamos, nos resentimos y nos volvemos agresivos. Nuestras mentes se llenan con una diversidad de planes que, con frecuencia, oscilan desde rescatar o secuestrar a la víctima hasta emboscar al controlador o al abusador y golpearlo con un bate de béisbol. Una de las reglas de oro es que cualquier agresión hacia el controlador o abusador le ocasionará dificultades adicionales a su ser querido. Trate de mantener la calma y esperar la oportunidad de mostrarle a la víctima su amor y su apoyo cuando ésta lo necesite.
- En algunos casos, como en el caso de los adolescentes y adultos jóvenes, es posible que la familia aún le brinde algún tipo de apoyo económico, de seguro u otros. Cuando recibimos una respuesta de enfado a nuestras llamadas, nuestra ira y nuestro resentimiento nos dicen que debemos cortarle nuestro apoyo. He oído decir: “Si ella piensa seguir saliendo con ese tonto, no lo hará en el automóvil que yo estoy pagando” y “Si él elige a esa mujer antes que a su familia, puede dejar de estudiar en la universidad y salir a vender hamburguesas”. Retirar la ayuda económica sólo causa que su ser amado se vuelva más dependiente del controlador o abusador. Recuerde, si nos volvemos agresivos amenazando, quitando nuestro apoyo o presionando a la víctima – somos nosotros quienes nos convertimos en el factor amenazante, no el controlador o abusador. De hecho, esto lleva a la víctima a buscar apoyo en el controlador. Tristemente, cuanto más “calvario” experimente la víctima, mayor será el vínculo que desarrolle con el abusador como se explicó en el Síndrome de Estocolmo y la Disonancia Cognitiva.
- Como podrán imaginar, la combinación del Síndrome de Estocolmo y la Disonancia Cognitiva también puede estar activa cuando nuestro ser querido participa en un culto, religiones inusuales y otros grupos extraños. En algunas situaciones, el abusador o el controlador pueden ser un grupo o una organización. Las víctimas que se perciben como desleales al grupo son castigadas. Aunque este artículo trata acerca de las relaciones de las personas individuales, estas pautas familiares pueden ser útiles en situaciones de control de grupos.
Ideas Finales
Quizás usted sea víctima de una pareja abusiva y controladora, buscando comprender sus sentimientos y actitudes. Quizás tenga un hijo o una hija, o un amigo que esté involucrado en una relación con una pareja abusiva y controladora, y esté buscando maneras de ayudar y comprender.
Si uno de sus seres querido está involucrado con un Perdedor o Fracasado, es decir, con una pareja abusiva y controladora, el resultado a largo plazo es difícil de determinar debido a los diversos factores involucrados. Si la relación está en la etapa inicial de las “citas”, es posible que terminen la relación por su cuenta. Si la relación ha continuado por más de un año, es posible que la víctima necesite apoyo y un plan de escape antes de poder terminar la relación. El matrimonio y los hijos complican aún más la capacidad de salir de esa situación. Cuando la víctima decide finalizar una relación que no es feliz, es importante que vean a sus seres queridos como una fuente apoyo, afecto y comprensión – no como una fuente de presión, culpa o agresión.
Este artículo intenta comprender la complejidad de los sentimientos y las actitudes que confunden tanto a la víctima como a la familia y a los amigos. He destacado las recomendaciones para desvincularse de un Perdedor o una persona controladora o abusiva, pero, claramente, hay muchas más víctimas en esta situación. Espero que este artículo sea de utilidad para las familias y los amigos que se preocupan, lloran y tienen dificultades para comprender la situación que atraviesan sus seres queridos. Se dice que el conocimiento es poder. Espero que estos conocimientos resulten útiles y poderosos para las víctimas y sus seres queridos.
Por favor, tenga en cuenta este artículo como una guía general. Algunas recomendaciones pueden ser adecuadas y útiles, mientras que otras pueden no aplicarse a una situación específica. En muchos casos, es posible que se requiera ayuda profesional de naturaleza psicológica o legal.
Dr. Joseph M. Carver,

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Homem tóxico, o "psicopata"

26.01.12

Outro tipo descrito por Bernardo Stamateas no livro ”Gente Tóxica” é o psicopata, também esmuiçado por Ana Beatriz Silva em “Mentes Perigosas”. Crueldade, perversidade, mentira, enganações, manipulação impiedosa, narcisismo, soberba, dissimulação, megalomania, teatralidade, versatilidade e camuflagem social são palavras que se associam a esse tipo muito perigoso, cujas principais vítimas são as pessoas mais sensíveis, bondosas e as solitárias. Esse tipo não se resume ao serial killer -que é o grau máximo de psicopatia - mas engloba também o caloteiro, o estelionatário e pode muito bem estar disfarçado de esposa e mãe dedicada, pai de família, líder corporativo ou religioso. Pode perfeitamente estar escondido em um cargo de poder graças a sua eloquência, encanto, desenvoltura e falta de escrúpulos. Especialistas o comparam a répteis, tamanha sua capacidade de se adaptar e alterar sua forma rapidamente para a posição que lhe for mais vantajosa. Ele mostra uma imagem falsa o tempo todo, que ele mesmo inventa (camuflagem social). Costuma cuidar da aparência em grau exacerbado, pois é incrivelmente egocêntrico e orgulhoso. Não tem culpa nem angústia, não ama ninguém, mente, engana, rouba sem escrúpulos - e não sente absolutamente nada pelo dano que causa. O propósito do psicopata é arruinar a sua vida. Os outros só servem a ele como meros objetos para que ele obtenha suas metas permanentes: resultados financeiros, sexo e poder. Se você é bem sucedido, o psicopata quer manter contato com você para roubar e destruir o que você conseguiu, controlando e manipulando a sua vida e todos os que estão ao seu redor. Quando você lhe diz “não”, ele se lança contra você. “Leva & traz” o tempo todo. Adota máscaras. Sempre se ofende com tudo, pois é ressentido, amargurado e considera-se “intocável”. Costuma ser bastante loquaz (parecendo inteligente), charmoso, sedutor, convincente e muito observador, mas no fundo é superficial, agressivo, teimoso, mau e frio, incapaz de manter laços com qualquer pessoa que não sejam movidos a interesse. Ilógico e sem autocontrole. Antissocial, incapaz de sentir pena ou arrependimento, o psicopata é indiferente às consequências e tenta despertar remorso nos outros. Seus passos são: entrar no seu círculo afetivo íntimo - ir morar com você - prestar atenção a todos os seus movimentos (fingindo interesse por suas opiniões) - influenciar seu estado de ânimo, emoções e ações. Ele simplesmente atua. Carente de empatia, tem necessidade de satisfação imediata. O consolo é que o psicopata se arruina sozinho: não devemos nos preocupar em combatê-lo, apenas em viver o mais longe possível dele. Cada vez que um psicopata entra na nossa vida é porque deixamos e entregamos a ele aquilo que nos pertence, inclusive nossa paz de espírito e nossa vitalidade. Escreva um cartaz bem grande para ele: “Proibido entrar!” Distancie-se de qualquer encontro. Não entre no jogo dele. Trate-o com indiferença: faça como se ele não existisse. E não se detenha para interiorizar-se de absolutamente nada do que ele fizer. Isso não significa ignorá-lo, mas sim erradicá-lo de sua vida. Não lhe dê boas-vindas. http://piperacea.blog.terra.com.br/2009/09/28/gente-toxica-7-o-psicopata/

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Relações psicopáticas

25.01.12

RELAÇÕES (RALAÇÕES) PSICOPÁTICAS 

Ele é meu, sai do meu caminho.

Não saio porque ele é meu.

Ah sim? Pois eu vou até às últimas consequências!

Então vai, se isso te dá prazer! Mas eu vou ainda mais longe.

Ele é meu, toma lá este ácido na fuça.

É meu, toma lá este tiro na cabeça.

Não é teu, é meu…

Enquanto as duas doidas disputam a quem ele “pertence”, ele vai aproveitando para procurar outras ainda para que haja mais e mais taradas a “lutar por ele” e é aí que esse psicopata vai buscar inspiração para obter a satisfação sexual por saber que “é desejado e cobiçado” por muitas e muitas desequilibradas obcecadas que não têm auto-estima nem carácter.

http://comunidade.sol.pt/blogs/marilulu/archive/2010/03/24/RELA_C700D500_ES-_2800_RALA_C700D500_ES_2900_-PSICOP_C100_TICAS.aspx

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El complementario y su psicópata por Hugo R. Marietán

25.01.12

El complementario y su psicópata por Hugo R. Marietán "Uno son el torturador y el torturado. El torturador se equivoca, porque cree no participar en el sufrimiento; el torturado se equivoca, porque cree no participar en la culpa." Schopenhauer Una manera de ser Este tema está abordado desde el punto de vista clínico, por lo tanto, acentuaremos lo descriptivo. La psicopatía es una manera de ser, es una personalidad, una variante de los tipos humanos. No es una enfermedad, sino una manera de ser atípica, infrecuente y estridente, por su patrón conductual que desentona, en ocasiones, con el patrón general de conducta de la comunidad. El psicópata es una persona que tiene un comportamiento distinto porque tiene necesidades distintas que satisfacer. Por eso hace un uso particular de la libertad, crea códigos propios, repite patrones conductuales y tiene necesidades de estímulos intensos. Todo esto analizado desde una persona común que ve al psicópata como a alguien que está, en algunos aspectos de su conducta, desadaptado. El psicópata no tiene un tipo de conducta psicopática en el cien por ciento de su accionar, se muestra psicopáticamente en determinado tipo de relaciones. Otra característica básica es la cosificación, que implica quitarle al otro los atributos que lo valoran como persona, es decir, desjerarquizarlo para considerarlo un objeto y, desde esta maniobra psicológica, poder manipularlo. Finalmente, en el acto psicopático grave, el psicópata comete una acción de tal magnitud que ese solo hecho lo describe. Modos de relación del psicópata El psicópata tiene, al menos, tres modos de relacionarse psicopáticamente con el otro. El asociativo: es cuando un psicópata entra en relación con otro psicópata. Este tipo de asociación se da cuando el proyecto que debe realizar lo supera ampliamente como individuo. La relación es tensa y el equilibrio se mantiene mientras persista el objetivo. Hay que recordar que estamos hablando de personas altamente narcisistas, egocéntricas; en consecuencia, el apego que puedan tener sólo lo justifica el objetivo. El segundo modo de relacionarse con el otro es el tangencial, es decir, cuando el psicópata se encuentra con la víctima ocasional; cuando ejerce su psicopatía en función de una acción de tipo delictiva, una violación, una estafa, por ejemplo. Es un encuentro ‘puntual’. Otro modo de relacionarse es el complementario: cuando el psicópata encuentra su complementario, o el complementario encuentra su psicópata. La relación es de doble vía y está lejos del preconcepto víctima-victimario; ambos participan activamente para mantener el vínculo. Considero que la persona que logra permanecer junto a un psicópata, no es otro psicópata, como habitualmente se entiende. Yo creo que el que más chance tiene de relacionarse y permanecer con un psicópata, es un neurótico. Estas relaciones son metaestables, se mantienen, pero con explosiones y desequilibrios a lo largo de todo su desarrollo. El complementario Insisto en aclarar lo descriptivo de esta exposición, que es extracto de mi experiencia con tratamientos de complementarios que conviven con psicópatas. Se observa que se forma un circuito psicopático persistente; y pienso que ningún sistema permanece si no cubre una necesidad. El tipo de necesidad que satisface el complementario con el psicópata, o el tipo de anclaje que hace que esa relación se mantenga, no tiene su base en la lógica, sino en lo irracional. Cuando se atiende a estas personas lo primero que florece en el discurso es la queja. El complementario utiliza el escenario de la relación terapeuta-paciente para transmitir su queja. No son quejas comunes, son quejas sobre humillaciones, descalificaciones, incluso agresiones físicas. La forma de presentar la queja varía desde la justificación ("Yo lo provoqué"), la minimización ("Me golpeó, pero no es nada"), el detallismo (el detenerse morosamente en describir cada acción), hasta la búsqueda de conmiseración ("¡Cómo me hace sufrir!, ¿verdad?"). El disfrute secreto Desde la lógica común, uno se pregunta ¿qué hace esta persona con este psicópata? ¿Qué beneficios saca para continuar en esta relación? Razonando con parámetros lógicos comunes, no se comprende la permanencia de esa pareja. Aún si se analizan con el complementario las circunstancias que llevaron a hechos agresivos, y la manera de prevenirlos, éstos se repiten. Con esto quiero decir que el hacer razonar, el esclarecimiento del porqué suceden las cosas, en este caso, no sirve, porque el anclaje está en lo irracional. El complementario muchas veces da la impresión de que se relaciona con el psicópata a través de la angustia, o sea que, siguiendo esta premisa, el anclaje sería displacentero. Pero, después de ver a muchos de estos pacientes complementarios, yo pienso que el anclaje es el disfrute, pero no el disfrute del sufrimiento. Es un disfrute inefable y donde el sufrimiento es un efecto secundario de ese disfrute. La persona complementaria nos trae la queja, nos muestra el ‘precio’ del goce, nos muestra el "chichón"3. Este tipo de disfrute es secreto, en el sentido de que suele ser desconocido (conscientemente) para el complementario, y a veces también para el psicópata. Pero hay algo allí que los une; tal vez en la ‘animalidad’, en lo irracional, haya un goce. En ocasiones, por el discurso que tienen los complementarios, suelen relacionarlo con algún tipo de disfrute especial, con el sexo por ejemplo; pero eso no consigue justificar el pagar el precio de las humillaciones, las descalificaciones, la baja de la autoestima, el ‘deterioro’ de su ‘persona’. Algunos logran captar que con el psicópata pudieron desinhibir sus represiones; logran realizar lo prohibido. Inmodificables Otra característica del psicópata que se debe tener en cuenta es su impermeabilidad a las modificaciones. El psicópata es una persona que puede tolerar mucha presión, puede aguantar castigos, y aún así mantenerse en una posición. Esto obliga al complementario a doblegarse, porque la posición del otro es irreductible; lo pone en la opción de: "es esto o nada"; "tómalo o déjalo... si puedes". El complementario termina luchando, no contra el psicópata, que es inmodificable, sino contra sí mismo, contra su conciencia del propio valor. Y se obliga a doblegarse. Este obligarse a hacer, en el que ve menoscabada su persona, es altamente doloroso. Pero es mayor el sufrimiento que provoca la no presencia del psicópata, esto hace que el complementario pague la factura y continúe con la relación. La regla de oro que mantiene este vínculo es la formula: "con él estoy mal, pero sin él estoy peor". Entre ‘mal’ y ‘peor’, está el disfrute. Códigos propios Si se conversa en profundidad con estas personas, se verá que entre el psicópata y su complementario se establecen códigos propios, señas, gestos, que hacen que modifique la conducta del otro. Una paciente me decía: "mi padre me mira de ‘esa forma’ y yo ya sé lo que debo hacer". Otra paciente decía: "yo lo seguía por detrás, no quería que estuviera a su lado para no comprometerse; sin embargo, por su forma de caminar yo sabía si tenía que pararme o si tenía que estar a un costado o donde sea". Autoestima socavada El complementario tiene la autoestima socavada. Uso el término "socavada" porque la erosión que hace el psicópata sobre el complementario no suele ser una acción grotesca y brutal, sino que, al contrario, puede ser muy por debajo y sutil; va descalificando, desmereciendo, creándole inseguridades (es un juego de un "premio y tres castigos", en donde no se sabe cuando llega el premio y cuando el castigo, ni por qué) hasta que la autoestima del complementario termina socavada. Decía una consultante: "Yo antes no era así de insegura. Tenía trabajo, proyectos, iniciativa; me manejaba sola. Ahora necesito preguntar todo, hasta las pavadas. Él, a todos mis planes y posturas, le encontraba un pero, un motivo de crítica, un lado negativo. No era agresivo, me hacía razonar, y al final terminaba adoptando su criterio y pensando que mi forma de encarar las cosas era la de una tonta". El psicópata no se pasa pensando qué hacer para que el complementario haga tal cosa o tal otra, o qué hacer para descalificarlo y bajar su autoestima. Ni se lo plantea; no es un estratega ni un diseñador de conductas. Es como es. Le sale espontáneamente ese tipo de conducta que finalmente termina haciendo sentir desvalorizado al complementario. Asimetría intolerable Se establece una marcada asimetría en cuanto a la consideración del otro. El psicópata ve al otro como una cosa de su pertenencia, a su disposición y sin necesidad de una lógica que fundamente esta postura. Debe ser así y punto. El complementario se considera a sí mismo y a su pareja, como persona. No sabe que está con un psicópata. Pueden parecerle raras algunas conductas, pero no puede salir fuera del sistema para evaluar y concluir: "es un psicópata". Por considerarlo un igual es que hace el razonamiento equivocado: "no entiendo por qué hizo esto, yo en su lugar...". Y sufre pensando en un error o esperando una disculpa; quiere ser considerado por el psicópata como una persona, lo cual es una ilusión, algo imposible de lograr. No se puede comprender, empáticamente, la mente de un psicópata. Contacto cero ¿Cuál es nuestro rol, como terapeutas, en este tipo de relaciones? Cuando el anclaje es fuerte no se puede hacer nada. Cuando se rompe el vínculo generalmente es porque el psicópata deja a su pareja, siendo ésta la posibilidad que tiene el complementario de salir del sistema. Del lo contrario es muy difícil. La otra forma es cuando el hartazgo es muy fuerte en el complementario, o sea que el sufrimiento supera ampliamente a los beneficios que obtiene de su psicópata. Aquí es cuando el complementario pide ayuda. La intervención del terapeuta en este caso, al ser un tipo de relación atípica, debe ser también atípica. No se puede tratar de manera estándar un vínculo que no lo es. La regla básica cuando se quiere mantener la separación entre un psicópata y un complementario es el "contacto cero", dado que el anclaje es irracional y apenas se avistan se vuelve a rearmar el circuito psicopático. El terapeuta debe ser creativo y ocupar un papel más activo que el standard para ampliar las posibilidades del complementario. El límite de las palabras Ni las palabras, ni las argumentaciones, sirven, ya que el psicópata es buen manejador de las palabras, un mentiroso, y suele ser muy convincente, sobre todo con alguien que desea fuertemente ser convencido, como es el complementario. Algunas indicaciones que pueden dar resultados son: hacer docencia, que la persona logre entender las características del psicópata; levantar la autoestima, lograr el contacto cero, fortificar lo afectivo con antidepresivos y ansiolíticos (separarse del psicópata produce algo paradójico: alivio y muchísima angustia a la vez). La manipulación por el agobio Si el complementario trata de salir del circuito psicopático, como "la cosa" le pertenece al psicópata, éste la persigue psicopáticamente. Por ejemplo, contaba una consultante: "Iba al trabajo y al mirar por la ventana, lo veía en la calle; trataba de hacer una ‘salida’ nocturna y en el mismo lugar ‘aparecía’ él; o al llegar a la madrugada lo encontraba en la puerta esperándome". El temor a encontrárselo en cualquier parte, a cualquier hora, terminó confinándola en su casa, y aún así la atormentaba por teléfono y con cartas. Es un agobio y presión de tal naturaleza, que genera mucha angustia, por lo cual se utilizan recursos que fueron motivo de charlas anteriores.

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Gente Tóxica 5 - O manipulador é soberbo e improdutivo, tem vida dupla, inveja e leva uma carga pesada

25.01.12

Gente Tóxica 5 - O manipulador é soberbo e improdutivo, tem vida dupla, inveja e leva uma carga pesada http://piperacea.blog.terra.com.br/2009/09/14/gente-toxica-5/ O manipulador é mais um tipo descrito em “Gente Tóxica“ pelo autor Bernardo Stamateas. Esse tipo engana as pessoas com a intenção deliberada de machucá-las. Mete-se nas mentes alheias, seduzindo-as e usando-as. Sua vítima preferencial é a pessoa codependente, crédula, com “complexo de salvador” e sentimento de culpa acentuado, que sobrepõe a amabilidade à própria dignidade, não consegue dizer “não” e teme confrontos - gente querida, com capacidade e reconhecimento público. O manipulador ”estuda” essa pessoa para detectar seus pontos de vulnerabilidade e debilidade. Seu objetivo é ter controle sobre a vida dela e destruí-la por meio de assédio moral e maus - tratos verbais, destruindo a autoestima do outro. Para tanto, vale-se de diferentes armações.  Primeiro usa palavras sedutoras e de reconhecimento para ganhar intimidade, até que tenha a vítima em suas mãos, mas lentamente introduz a desqualificação contínua, com gritos e insultos. Ele maltrata e degrada sua vítima sistematicamente a fim de  anulá-la como pessoa. O bombardeio psicológico produz verdadeiro extermínio emocional. No início a vítima justifica as ações do manipulador e passa por cima das agressões para evitar confronto. Com o tempo, entra no jogo dele: começa a se distanciar de todos os seus afetos para obter a aprovação do manipulador e não perder o vínculo com ele. Quanto maiores os sentimentos de culpa e vergonha da vítima, maior será o poder do manipulador sobre ela. Ele trabalha o tempo todo para convencer sua vítima de que ele vale mais do que ela para que ela fique com medo de perder a companhia dele e queira retê-lo. Na verdade é ele quem está manipulando porque quer tirar o que a vítima tem, sugando as energias dela. O manipulador desqualifica, questiona e rebaixa tudo o que sua vítima faz, com acusações constantes. Emprega o mecanismo psicológico da satanização, fazendo com que a vítima acredite ser algo que não é, com características de uma pessoa má. Aos poucos o manipulador isola sua vítima das pessoas de quem ela gosta e que gostam dela e poderiam ajudá-la. Outra característica desse tipo é unir-se a outras pessoas iguais a ele para armar seu próprio bando. O manipulador é soberbo - sente-se grande e poderoso e tenta demonstrar que sabe como fazer dinheiro, bons negócios, formar um casal feliz, criar bem os filhos, etc. Tem vida dupla - diz uma coisa e faz outra. Leva cargas pesadas. O passado do manipulador é repleto de dívidas e ressentimentos. Quando sente que foi descoberto, tenta provocar medo. Tem inveja - o sucesso alheio lhe faz sentir muita raiva. É improdutivo - sua vida não dá frutos. Costuma aparecer como alguém protetor, bom, que quer amar sua vítima, dá coisas, mas na sequência cobra caro e exige eterna recompensa, fazendo com que a vítima esteja sempre pronta a satisfazer as necessidades dele. Devemos aprender a nos distanciar das pessoas que querem nos manipular, nos enganar e tirar nossa paz. São as nossas decisões que nos levam a nos converter em pessoas manipuláveis ou não. Jogue fora seus medos. Arrisque-se a expor seus sentimentos. Não se isole - mantenha-se articulado. Não seja codependente e não cometa os mesmos erros. Não se obrigue a carregar um fardo pesado demais pelo resto da vida. Distancie-se de quem vem roubar você. Não permita que ninguém apresse você. Aprenda a dizer não. Assuma a direção da sua vida e não deixe ninguém tomar decisões por você. Não se sacrifique por ser amável demais. Ponha sua dignidade à frente da amabilidade.

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Como lidar com um psicopata

23.01.12
Como lidar com um psicopata http://malvadas.org/2009/11/como-lidar-com-um-psicopata/
por Vanessa em 22/11/2009 às 18:12Feminicies
Deixar uma pessoa irritada, em pouco tempo, não é um dom para qualquer um. Primeiramente, a pessoa tem que ter um nível elevado de cara-de-pau, falta de noção e ser dissimulado. Só assim, consegue fingir que não está entendendo a nossa raiva.
Pessoas normais também podem ser irritantes. Já um psicopata, será em disparado o mais insuportável. Ainda mais se ele tiver acabado de levar um pé na bunda e não ter mais nenhum contato com a vítima. Aliás, sumir do mapa é a única coisa que garante a sua paz.
A pessoa quando está nessa fase, vai te ligar, uma, duas, três, quarenta e oito vezes. Se você for inteligente, não vai atender. Ele vai sumir por um tempo, mas não se engane, em alguns dias aparece de novo. . Com o tempo, você vai repensar, achar que pegou pesado e vai estar mais calma. Procure usar isso a seu favor e não mantenha contato. Mesmo que ele não pare de te procurar.
Você quer saber por que que quanto mais o ignora, mais ele insiste? Será que ele não entendeu o recado? Sim, amiga, ele entendeu. Ao contrário do que pensa, ele não é tão burro assim. Ele acha que você é! E sendo assim, acredita que mais cedo ou mais tarde vai ceder e falar com ele. Para ele, você é fraca. Ele subestima a sua inteligência e não admite que você quer distância dele. ELE QUER manter o contato e é só a OPINIÃO DELE que importa. Foda-se você. Ele quer fazer de você o brinquedinho dele. É tão gostoso fazer você de gato e sapato…
Resista. Se você ceder agora e atender o psicopata tudo que conseguiu até agora vai por água abaixo. Ele vai te irritar porque não tem nada de interessante para te dizer, simplesmente quer continuar botando a culpa nas coisas que você fez.
Entenda que ele tem a necessidade de manipular os seus sentimentos. Quer identificar um psicopata? Ele dirá que você é única, que nenhuma mulher é igual você, vai implorar novas chances de provar o quanto te ama, vai apelar para sentimentalismo barato dizendo que está na pior fase da vida, que está sofrendo e outras mentiras. Um conselho de amiga, finja que não ouviu nada.
Ele te trata como idiota? Tenta te fazer acreditar a qualquer custo que você está mal? Que o que está vivendo é um momento de ilusão, que está andando com as pessoas erradas? Ele é um cretino. Não tente mostrar que você está ótima, isso o deixa no veneno.
Se nada der certo, ele vai tentar ser seu amigo e querer saber como está a sua vida, se está namorando, etc. Seja curta e grossa. Ele não precisa saber detalhes da sua vida. Ponha na tua cabeça que sua infelicidade é a felicidade dele.
Em uma ultima fase, ele vai tentar te provar o quanto está feliz e você sofrendo. Ele quer que você se sinta a pior mulher do mundo. Se você o mandar para a puta que o pariu, ele vai ter quase um orgasmo.
Corte os vínculos, já. O objetivo não é confrontar com ele e sim tirá-lo da sua vida. Não existe amizade com psicopata. Sei que não é fácil ser indiferente, mas essas pessoas são perigosas. Não seja piedosa com alguém que só te faz mal. Eu consegui, espero que vocês consigam.

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Contacto zero

22.01.12
Contato Zero - Texto da Maria
A regra do “nenhum contato”

Esta é uma regra fundamental para você se livrar do psicopata. Comecei a aplicá-la após tentar vários outros meios de suportar uma convivência diplomática com Pedro no pós-namoro, porém sem sucesso. Os participantes do fórum de psicopatia de Robert Hare estão sempre lembrando uns aos outros da “no contact rule”. Realmente, só isso funciona.

Tentei perdoá-lo e seguir em frente, sendo receptiva às tentativas de contato dele. Não deu certo. Tentei manter distância física mas responder e-mails e telefonemas. Não deu certo. Tentei pedir que ele se afastasse para eu refazer minha vida. Ele não se afastou. Tentei forçar a barra de uma amizade, e foi impossível. Por que? Porque ele continuava mentindo e tentando me manipular. Depois de algum tempo, você pega várias coisas no ar, você aprende como a pessoa age. Ele falava algo, eu pensava: “mentira”, ele contava uma estória, eu captava: “está bancando a vítima para me manipular”. Enfim.

Tudo foi ficando irritante demais para mim. E o pior: apesar de ter superado o fim, eu continuava caindo nas ciladas que ele armava. Eu ainda sentia dó e culpa em proporções suficientes para ele brincar comigo à vontade, exercendo seus dotes de ator dramático. Depois que o namoro acabou ele tentou de todas as maneiras manter meus sentimentos acesos por ele. Eu percebia claramente que ele não sentia mais nada por mim, todavia não aceitava que eu também não sentisse mais nada por ele. Queria me ter nas mãos. Era fácil perceber isso, pelo olhar frio dele, pela atitude indiferente logo após ter chorado baldes dizendo que eu era a mulher de sua vida. Essas coisas me deixavam estupefata. A gota d´água foi quando eu descobri que enquanto ele fazia tudo isso, estava namorando há meses.

Cansei, não tinha porque aguentar aquilo. Ele não é meu amigo, não é digno de confiança, nem de lealdade. Estava me fazendo mal aquele contato. Coloquei um ponto final definitivo faz poucos meses. O último dia que ele me ligou foi hoje (óbvio que não atendi), mas tenho fé que com o tempo ele vai sumir da minha vida para sempre, porque eu não respondo mais às provocações dele. Mantendo distância, estou a salvo. Qualquer mínimo contato é uma oportunidade que você dá para esse tipo de pessoa tentar te manipular. Não vale a pena.

Texto: Maria
http://vitimasdepsicopatasenarcisistas.blogspot.pt/2011/10/contato-zero-texto-da-maria.html?m=1

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As mulheres do sociopata

22.01.12
http://homensevoluidosbr.blogspot.pt/2011/06/os-sociopatas-e-as-mulheres.html
Hoje em dia, os relacionamentos são cada vez mais instáveis, e cada vez mais crianças nascem em lares desestruturados, sem conhecer limites por não ter quem os ensine e sem saber viver conforme as regras de uma sociedade civilizada. Muitos jovens, que viveram rodeados pela indiferença ou falta da presença de seus pais, filhos de pais divorciados ou que trabalhavam em tempo integral, e assim passavam dias sós, sem ninguém para "criá-los" de fato, passaram a "se criarem" sozinhos, criando sua própria visão do mundo, muitas vezes distorcida, e ou se tornando extremamente individualistas, sem nenhuma consideração para com o resto da humanidade, ou admitindo sua carência afetiva e dessa forma se tornando uma pessoa sem auto-estima que passa a vida procurando a aprovação alheia.
Falarei do primeiro caso, os chamados sociopatas. E que a grande maioria das mulheres, pelo menos as femininas, que não abdicaram de seu poder de sedução, enxerga como homens super interessantes, segundo seus critérios recônditos e nunca admitidos abertamente.
Os sociopatas, quando não são tímidos e introspectivos, e souberam desenvolver pelo menos minimamente a capacidade de interação social, passam a ser vistos pelas mulheres como homens indiferentes, distantes e misteriosos; como homens superiores e que devem ser cobiçados por várias mulheres justamente por conta desta atitude por parte deles.
Quando uma mulher é socialmente venerável, ou seja, é bela e/ou apetitosa, elas sabem de sua condição desde muito cedo, e aprenderam a usar seus atributos para conseguirem o que querem da grande maioria dos homens, os chamados "matrixianos", que imaginam, em sua ingenuidade, que se submeter e agradar a uma mulher é uma forma de conquistá-la. O homem que foge do jugo da “rainha” e lhe resiste, será o único digno de atenção, a quem elas chamam de “diferente”.
Muitas mulheres veem o sociopata, nas condições que supracitei, como um homem de alto valor social. Elas veem este homem como alguém que age com indiferença, que lhe dá atenção apenas de vez em quando, que muitas vezes está distante e fora de sintonia com o mundo, mas sempre tendo atitude pra conseguir o que quer e quando quer, não importando os meios que ele utilize para chegar a seus fins, porque é um homem que tem “algo a mais”, e que age daquela forma porque deve ter várias mulheres, inclusive melhores que ela própria, a seus pés.
O sociopata, sem querer, desperta na mulher duas coisas que as movem: curiosidade e competitividade. Agindo da maneira certa sem se dar conta disso, ele faz com que a mulher lhe empreste todas as aspirações e qualidades que elas procuram num homem, sem que elas admitam isso. E quanto mais bonita ela for, mais ela ficará desconcertada com essa atitude por parte dele, o que a levará a ser totalmente dominada por ele.
Mas este é um domínio que ele não faz questão de ter. Porque para ele o mundo se resume a seus interesses e a suas vontades. Ele não tem consideração para com os demais, e se em algum momento utiliza de seu domínio sobre ela, é apenas para saciar desejos carnais a que todos os seres humanos estão biologicamente suscetíveis, sem nenhum traço de sentimentalismo ou consideração.
As mulheres lindas, desesperadas por serem tratadas como superiores que são, conforme a maioria dos homens assim a fizeram se sentir, vão atender a todos os desejos deste homem, vão estar disponíveis para ele em qualquer momento em que forem requisitadas, vão tentar surpreendê-lo positivamente para conseguir a tão sonhada veneração e aprovação, para dessa forma terem seu insaciável desejo de continuidade satisfeito, e assim partirem felizes para outros desafios com mais um homem domado em sua lista... As mulheres são utilitaristas, e elas só dão o que lhes é mais caro, ou seja, o livre acesso a seu corpo, àqueles que pelo menos demonstrem ter o que as atrai. Como disse N. A., nada é de graça na relação com as mulheres.
Mas com este é diferente. Os agrados, a exclusividades, as demonstrações de afeto, o sexo de qualidade, nada agrada o sociopata, nada o move em direção a ela. Ele permanece irredutível na sua superioridade, e a mulher bonita sequer sonha que foi ela quem conferiu esse status a ele. E assim o ciclo se repete, indefinidamente, sempre ficando algo mal resolvido por parte dela com relação às verdadeiras intenções dele, coisa que na realidade nunca existiu, pois o individualismo exacerbado do sociopata o impede de enxergar as intenções dos outros para com ele: o que existe são apenas as intenções dele, e no momento que lhe convir.
E nada que ela fizer terá efeito, pois ela está lidando com alguém com distúrbios psicológicos e nada do que ela ou qualquer mulher do mundo oferecer fará ele se dobrar. NUNCA nenhuma mulher feminina, que não abdicou de seu poder de sedução para abraçar o racionalismo, vai chegar ao raciocínio de que aquele homem inacessível na verdade é um sociopata, sequelado e com graves traumas, que pode até se tornar perigoso em certas circunstâncias, colocando a integridade mental e até mesmo física dela em perigo, com potencial para arruiná-la pelo resto da vida.
Esse é um caso extremo, e cada vez mais comum nos dias de hoje, de como a irracionalidade das mulheres em suas escolhas no âmbito amoroso as leva cada vez mais para a ruína.
HOMENS EVOLUÍDOS

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Gigolo, caracteristIcas e atuação

19.01.12
Sobre el origen de la palabra Gigoló y su sorprendente actualidad

No dejan de sorprenderme las diferencias conceptuales que existen para definir a personas que hacen lo mismo pero son de distinto sexo. A una mujer que se mete con un hombre, mayor o no, con la finalidad de que la mantenga y sacar provecho de esa relación se le dice, en el mejor de los casos, prostituta. A un hombre que se mete con una mujer para aprovecharse y vivir de ella se le dice...Gigoló, así, con todo y mayúscula.

Se dice que un gigoló es el amante joven de una mujer de más edad que lo mantiene. (Espasa Calpe 2005). La palabra proviene del francés gigoló, formada a partir de gigue (violín y baile), adaptada del germánico gigua (violín). La palabra femenina precedió a la masculina (qué raro...):gigolette, que significa mujer desvergonzada. ¿Quién era el hombre que podía acompañar a una mujer de esta naturaleza? Un gigoló.

La definición ha cambiado pues en la actualidad se dice que un gigoló no es exclusivamente el hombre que busca el amor y el dinero de una mujer mayor, puede ser una de su edad, o inclusive menor, que lo mantenga. La cuestión se ha vuelto un poco confusa en estos tiempos, además, por el tema de la equidad de género y la búsqueda de igualdad por nuestra parte. Trabajamos y nos gusta saber que también somos capaces de pagar nuestra cuenta y hacernos responsables de nuestros gastos. Cuando aparece un hombre que "está atravesando una mala racha", te invita a salir y no tiene dinero, no se ve ningún problema en pagarle. Para eso somos iguales ¿no? Al menos eso indica el protocolo femenino de nuestro tiempo.

La cuestión se convierte en preocupante cuando constantemente el hombre en cuestión tiene justificaciones de todo tipo para no hacerse responsable de sus gastos, o inclusive, cuando se casa y es la esposa quien corre con todos los gastos. No quiero decir con esto que en las parejas que así lo han acordado implique que existen un abusador y una víctima. En estos casos hay una diferencia radical; si se vive por mutuo acuerdo esa situación y esos son los términos de la relación, no hay problema alguno. Se trata de un acuerdo entre dos adultos. El problema surge cuando no es ese el acuerdo y la situación se vive de esa manera.

El interés de estos hombres, es evidente pero no está de más decirlo, por la mujer en cuestión se acaba cuando ella pierde su empleo, cambia las reglas o empieza a decirle que se haga responsable de algo, aunque sea pagar la renta o llevar los gastos a la mitad. Una mujer así pierde todo atractivo a los ojos de este vividor.

Los gigolós de nuestro tiempo, igual que los de antaño, son encantadores, posiblemente atractivos, profundamente convincentes y totalmente manipuladores. Resultan tan fascinantes que si sus parejas no "los apoyan" les hacen sentir malas mujeres, esposas o novias, pues viviendo en un mundo en donde la equidad de género es una cuestión vital, son incapaces de ser solidarias en una situación crítica del personaje en cuestión. Buscan a mujeres exitosas profesionalmente, capaces, autosuficientes, atractivas ..... y con inseguridades encubiertas en su disfraz de mujeres ejecutivas y modernas. Muchas mujeres exitosas esconden una gran inseguridad interna y buscan la aceptación y compañía de un hombre que no cuestione su trabajo y compromiso con él. Este es el tipo de mujeres perfectas para un gigoló, quién les hará compañía y aceptará a cambio, solamente, de que ellas lo mantengan. Es posible que ellas vivan en una casa propia y ellos no tienen inconveniente alguno en irse a vivir con ellas o en vivir alternadamente entre su casa (si es que tienen) y la de estas ilusas féminas.

Otro común denominador de estos seductores hombres es que tienen siempre justificaciones creíbles para vivir sin un peso. Son "muy buenos", dan todo a su familia, una causa u otra persona y tienen la mala suerte de encontrarse con personas que siempre abusan de ellos y de su bonhomía. Si están divorciados, seguramente "la ex era una abusadora que dejó al pobre en la calle". Pronto les van a pagar una fortuna que les deben (ese pronto, sobra decirlo, jamás llega) y tienen un gran talento para que otras personas les crean y presten recursos.

Como todo, la cuestión es ¿por qué una mujer se siente atraída por este tipo de hombres? La solución no está en erradicarlos del mapa (que sería fantástico, sobra decirlo), está en que como mujeres aprendamos a valorarnos y cuidarnos para dejar de atraer como miel a las abejas a este tipo de hombres. Algo tiene que cambiar una mujer en su interior para modificar patrones de conducta y maneras de relacionarse que le hagan caer inevitablemente en las fauces de estos tiburones. Claro está, también existen ganancias secundarias en ser víctima en la vida, se genera la simpatía de muchas personas.... y así no es necesario cambiar pues siempre existirán personas que comprendan y prefieran apoyar a la víctima que ayudarla a crecer.

En todo caso, paremos las antenas y prestemos atención a estos símbolos. No seremos poco solidarias, estaremos cuidando de nosotras al no caer en los engaños de este tipo de hombre.
Mulheres blogueras http://mujeresconstruyendo1.blogspot.pt/2010/02/sobre-el-origen-de-la-palabra-gigolo.html

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Mentirosos: Quais os tipos e como lidar com eles...

14.01.12

Mentirosos: Quais os tipos e como lidar com eles...  Tirado de aqui.

Os mentirosos sempre inventam, criam algo sobre alguma coisa ou alguma coisa sobre coisa nenhuma. São criativos e se realizam ao reproduzirem a mentira  proferida. Geralmente eles não têm noção da gravidade do que dizem ou fazem. Mentem pelo prazer , quase necessidade, de falsificar ou imaginar coisas que gostaria que de fato tivesse acontecido ou viesse a acontecer.

Para o simples mentiroso, mentir é uma forma de realização pessoal. Porque ele não mente apenas por gostar de falar sobre o que não existe, mas pela sensação de sentir que pode ser verdade. Ou seja, ele se apossa da mentira e sente como verdade. O que de fato é o objetivo final, construir a sua verdade, o seu mundo, completamente desconexo da realidade. O mentiroso muitas vezes não é mau, é um lunático apenas. Geralmente é facilmente identificado pela frequência com que profere inverdades e pela eterna incoerência em seus discursos. Contraditório e inseguro por natureza, o mentiroso deixa de ser perigoso quando passa a ser percebido, tornando-se uma figura cômica,ridicularizada pelos seus discursos desconexos e pela eterna falta de objetividade.

Já os manipuladores da verdade, são de fato perigosos,verdadeiros sociopatas! Ao contrário dos mentirosos, eles não sentem prazer apenas em mentir, mas tem a intensão de prejudicar alguém ou se promover, tudo de forma consciente e premeditada. Além do que, ele não cria a partir do  nada, ele é um mentiroso contextualizado! Sempre colocando suspiros e risos em frases idênticas para promover icognitas e interpretações de acordo com o que deseja. São detalhes minunciosamente calculados que são capazes de produzir os efeitos que ele deseja, sem deixar rastros.

Ao contrário do mentiroso que é facilmente identificado, o manipulador da verdade quase nunca é. Primeiro porque ele tem uma relação diferente com a verdade. Ele não nega para si os fatos reais, ele apenas deseja convertê-los a sua conveniência. Conhece bem a verdade e se aprofunda nela, para utilizá-la em momento oportuno e a seu favor.  Já o mentiroso, que não gosta da verdade, não se aprofunda, por isso mente mal e sempre é desmascarado. O manipulador da verdade não, porque mente com coerência e promove a sensação de veracidade. Inteligente e conhecedor dos pontos fracos de suas vítimas, esse sociopata disfarçado de "Boa gente", age de forma tão perfeita, que consegue atingir quem deseja, utilizando artifícios e opiniões alheias que legitimam a sua verdade. Não a verdade que gostaria de acreditar, como faz o mentiroso, mas a verdade que produz conscientemente a fim de se beneficiar.

Uma característica de pessoas assim, é usar sempre palavras alheias para introduzir assuntos. Ou seja, eles utilizam fatos reais, com alguns sutis acrescimos, e promovem conflitos, discórdias e separações. E como não usam palavras próprias, e os acréscimos são de fato  muito sutis, eles acabam promovendo o que desejam e saem ilesos. Afinal, nunca afirmam nada por conta própria nem negam, apenas reproduzem o que de alguma forma foi dito. Quando algo escapole(e isso quase nunca acontece!), ele logo procura unir elementos que promovam incredulidade na pessoa que o acusou, ou seja, utiliza uma tática para mudar o foco e passar despercebido, pois uma de suas características é a pseudodiscrição.

Mas o que levaria uma pessoa a manipular verdades afim de prejudicar outras? Pura Maldade? Ás vezes sim. Mas geralmente, o que acontece como os manipuladores da verdade, é que eles sentem a necessidade de convergir o mundo para si próprios. Não é uma questão apenas de criar coisas, mas de convergir sempre. Ele conhece a verdade, mas quer que ela sempre esteja a seu favor, tem dificuldade de lidar com a negação, a perda. E quando algo não ocorre a seu favor, ele prejudica pessoas com total consciência do mal que está causando, porque o que conta é a sua auto-realização. Narcisismo em excesso em função de um passado triste, disfarce de sensação de impotência ou eterna criança mimada? Bom, pseudopsicologias á parte, moralmente falando, essas pessoas possuem sérias falhas de caráter e precisam ser tratadas com cautela.

Nos proteger contra os mentirosos, é fácil! Mesmo porque, no momento em que o identificamos, procuramos artifícios próprios para não nos envolvermos em seu mundo de fantasias, nem deixar que essas fantasias prejudiquem nossas vidas. Mas e com os manipuladores da verdade, como podemos agir? Bom, a grande dificuldade seria exatamente identificá-los! Pois são inteligentes e conhecem o ponto fraco de suas vítimas, além de serem carismáticos e darem a impressão de ser de extrema confiança. Mas uma forma de se proteger, mesmo antes de identificar, é começar a observar não apenas a notícia que recebe, mas a pessoa que traz a notícia. Pergunte não apenas sobre o que ela veio trazer, mas o Por quê.- Por que está me dizendo isso? - Os manipuladores da verdade não suportam a subjetividade! Só fazem isso com pessoas de extrema confiança ou quando percebem uma mínima margem de erros. Mas pergunte o Por quê e aguarde a resposta, se ela de fato existir.Talvez o perigo more ao lado...

Enquanto aos mentirosos de primeiro grau, continue sem dar credibilidade, um dia provavelmente ele irá perceber que não é levado a sério, que conquistou a incredulidade das pessoa.A partir daí talvez  sinta algum tipo de necessidade de construir uma vida conexa com a realidade. Ou então por algum outro motivo possa de fato procurar um bom terapeuta que o leve a isso...

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PSICOPATAS: ELES SÃO BELOS E... MAUS

13.01.12

Tirado de aqui.

Blusão de couro, corpo elegante. Um olhar quase hipnótico de tão atraente, que se demora ao contemplar com a maior atenção a pessoa com quem dialoga... Eis um rapaz que atrai, que “puxa para si” - especialmente se quem está sendo mirada é uma mulher já “de uma certa idade”.

Uma mulher bonitona, com dinheiro na bolsa...com alguma carência afetiva, também... Como é que ele sabe que aquela senhora chique, descolada, tem tanta grana e infelicidade juntas? Por que será que pinçaa no meio do grupo geral de pessoas para justamente dela aproximar-se e então iniciar um tórrido relacionamento? Ele capta todo um universo de informações não verbais, não explícitas, com notável eficiência - porque é um psicopata.

Este casalzinho bem pode ser o Felipe e a Clô Ayala (Henri Castelli e Regina Duarte) da novela O Astro, exibida há poucos meses na TV Globo. Henri Castelli, ator de grande talento, emprestou seu charme (e sobretudo seu olhar) para compor o personagem que sugere um tipo de psicopata muito comum: o aproveitador de mulheres. Aquele que nelas mergulha (fisicamente) do mesmo modo que mergulha, nada, bóia, dá cambalhotas e “pula ondas” nas suas contas bancárias (dessas mulheres).

Vasto e complexo é o universo da Psicopatia. Há pelo menos dois séculos já é velha conhecida - a anormalidade - da Psiquiatria, com outros nomes conforme a época em que foi descrita e analisada: “manie sans délire” (França), “moral insanity” (Inglaterra); “oligofrenia moral”, etc.

Neste artigo queremos deter-nos no tipo (já que são tantos os tipos e subtipos psicopáticos) do aproveitador de mulheres. É o namorado que vai entrando de mansinho na vida da companheira, com um carinho, uma atenção e uma sexualidade totalmente cativantes, prometendo mil compromissos definitivos, falando palavras que mais parecem saídas de um livro de poesias medievais ! Até que... começam as investidas no cartão de crédito, os pedidos para emprestar o carro ou comprar um “zero”, só para ele. Objetos da casa podem misteriosamente sumir...papéis são falsificados, assinaturas forjadas. Desfalques. Fraudes escandalosas.

A mulher-amante ( amantíssima! ) não pode acreditar que seu garotão tão maravilhoso e puro é que fez esse rolo todo. E mais: fez, armou, planejou com antecedência, sim. A Psicopatia é uma anormalidade que surge predominantemente nos homens, pois está ligada ao cromossomo Y. É algo mais profundo que um simples “modo de ser”. Mas também surgem formas psicopáticas em mulheres, - e essas são terríveis. O mundo ainda está engatinhando diante da compreensão da magnitude do problema. No momento, só uma atitude sábia é recomendável : Fuja dele !

Amiga, fuja e corra como quem corre de um incêndio !!!

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Ana Alice de Melo e Djalma Brugnara

13.01.12

Tirado de aqui.

É quase sempre difícil perceber. Até que um ato desmedido vem à tona e desperta a incredulidade tão comum aos episódios de violência praticados dentro de casa. Frases como “eu nunca esperava que ele(a) pudesse fazer isso” ou “ele(a) sempre foi uma pessoa calma” demonstram que se enganar sobre a personalidade de alguém é fácil. Na nossa sociedade, marcada pelo jogo das aparências e pela fogueira das vaidades, conhecer quem vive do seu lado é um desafio.

 

Quando Ana Alice de Melo e Djalma Brugnara Veloso se conheceram, em 1992, ela tinha apenas 16 anos e era muito bonita. Ele, 14 anos mais velho, tentava se estabelecer como empresário e já tinha fama de galanteador e bom-partido nas rodas que frequentava em Belo Horizonte. Djalma encantou-se por Ana Alice, que por sua vez deslumbrou-se com os galanteios do rapaz. Ele era sedutor e bom de papo. Depois de mais de 10 anos de namoro veio o casamento, o segundo dele e o primeiro dela. Em seguida, vieram os filhos, dois meninos, hoje com 8 e 2 anos, e as sucessivas crises. Ele nunca perdeu a pose, nem deixou de ser mulherengo.

 

Ana Alice se formou advogada e aprendeu a se defender. Descobriu as escapadelas do marido e as brigas foram ficando mais comuns. O segundo filho, nascido em 2009, chegou em meio a uma guerra conjugal. E enquanto a família crescia, os negócios de Djalma iam de mal a pior. Primeiro, ele montou uma empresa de turismo, que naufragou. Depois, investiu em carros para locação, mas até a sede da loja, no bairro Estoril, sequer tinha placa, e os carros tinham seus documentos, quase sempre, em nome de familiares.

 

Inconformado com os rumos de sua vida, Djalma foi-se perdendo cada vez mais, o que abalou o casamento e culminou no pedido de separação. A ex-mulher, então procuradora do estado em ascensão, encontrou na justiça mecanismos para se defender das vilanias do ex-marido. Mas isso não foi suficiente. O final dessa história todo mundo conhece: no começo de fevereiro deste ano, Djalma matou a mulher a facadas, na bela e luxuosa casa que construíram juntos, e se suicidou no mesmo dia, em um motel não muito longe dali, deixando órfãos os dois filhos pequenos.

 

Quem convivia com o empresário Djalma Brugnara Veloso foi surpreendido com o desfecho trágico da história que um dia foi de amor. Homens que não conseguem suportar o fim do relacionamento ou lidar com uma traição se encaixam, frequentemente, na categoria das pessoas que, de acordo com psicólogos, revelam um lado perverso e, muitas vezes, violento, ao serem confrontadas com a frustração.

 

Foi assim também com Lindemberg Alves, o rapaz que, inconformado com o término do namoro, manteve Eloá Pimentel em cárcere privado e a matou em 2008. O mesmo motivo levou o advogado Mizael Bispo de Souza a pôr fim à vida de Mércia Nakashima, em 2010, e impeliu o jornalista Pimenta Neves a assassinar Sandra Gomide em 2000. Em 2010, Eliza Samudio teria sido morta a mando do goleiro Bruno Fernandes. O país parou, em 1992, diante do assassinato da atriz Daniella Perez pelo ator Guilherme de Pádua. Em 1976, o empresário Doca Street executou a socialite mineira Ângela Diniz.

 

De uma hora para outra, bons moços passam a monstros e profissionais exemplares sujam as mãos de sangue. Outra característica comum aos crimes é a subjugação da mulher a uma posição inferior. “A sociedade historicamente patriarcal e machista em que vivemos leva muitos homens a acreditarem que a violência contra a mulher é aceitável”, analisa a cientista política Marlise Matos, coordenadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Mulher (Nepem), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

 

Ainda que as aparências enganem, sinais indicam quando a tirania masculina que transforma o jogo do amor em dominação pode desembocar em agressão e morte. “Pessoas que apresentam intolerância a frustrações, desequilíbrio emocional, instabilidade de humor, ciúme doentio, acessos de raiva e impulsividade são mais propensas a praticarem atos desmedidos”, alerta a psicóloga e orientadora Carla Couto. Entretanto, em relacionamentos fortuitos – os mais habituais hoje em dia –, as pistas costumam ser pouco evidentes.

Autora do livro Mentes Perigosas: o Psicopata Mora ao Lado, a psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva lembra que portadores de psicopatia, muitas vezes responsáveis pela violência física ou psicológica contra mulheres, são tão dissimulados que conseguem driblar até os médicos. “Os psicopatas são os verdadeiros atores da vida real. Representam como ninguém. Ter cautela é sempre importante quando não se conhece alguém muito bem”, afirma.

 

Se é tão complicado confiar plenamente em quem está ao nosso lado e prever acessos de fúria, então como impedir que o problema chegue ao limite? De acordo com especialistas, o primeiro passo é ter atenção aos detalhes que revelam traços sombrios da personalidade do outro. “É importante checar seus hábitos, saber um pouco do seu passado. Sem querer ser pessimista, somente realista, precisamos entender que a maldade existe verdadeiramente. Temos uma tendência equivocada a sempre achar que o outro não é tão ruim assim e que um dia ele vai mudar”, diz Ana Beatriz Barbosa Silva.

 

A esperança na mudança do outro não pode servir de justificativa para a mulher sofrer calada. É recorrente ouvir de vítimas de agressão doméstica a confissão de que deixaram a violência ir longe demais na tentativa de ajudarem o homem a alterar o comportamento. A segunda chance (ou terceira, quarta, quinta) dada ao companheiro, muitas vezes com o objetivo de preservar a estrutura familiar, acaba desembocando na continuação dos abusos.

 

Se o problema com o parceiro ou parceira estiver em estágio inicial, a dica é apostar no diálogo para auxiliar a pessoa. Vale ainda recorrer a auxílio de profissional, como psicólogo ou médico, e a conforto espiritual, como nas religiões, caso a pessoa tenha fé em crenças. Mas, se a situação já estiver próxima do insuportável, com histórico de ameaças e perseguições, o aconselhável mesmo é partir para a aplicação das leis e levar o caso ao conhecimento da polícia. A Lei Maria da Penha, criada em 2006, é uma aliada forte na proteção feminina. Embora homens também sofram com a possessividade nas relações, as mulheres ainda são maioria entre as vítimas.

 

Na raiz da questão, avalia a subsecretária de Direitos Humanos de Minas Gerais e presidente do Conselho Estadual da Mulher, Carmen Rocha, está a equiparação social entre os sexos, que ganhou força com a emancipação da mulher, sua entrada no mercado de trabalho e a transformação em “chefe” do lar. “Até hoje, há quem identifique o homem com o espaço público e mulher com o doméstico. Essa ideia ultrapassada é usada como justificativa para a opressão. É um fenômeno construído culturalmente, que precisa ser modificado”, afirma.

 

Um olhar para o futuro, porém, revela um cenário perigoso e preocupante. Isso porque os jovens de hoje, cada vez mais distantes dos limites, chegarão à idade adulta com grande dificuldade de aceitar um “não” como resposta. A baixa tolerância à decepção, potencializada pela criação permissiva que pais e mães dispensam aos filhos, vai resultar em pessoas emocionalmente instáveis e despreparadas para relacionamentos amorosos maduros, segundo especialistas. A tendência, notada no mundo todo, levou estudiosos a apelidarem o grupo de crianças nascidas a partir dos anos 1990 de geração “N”, em alusão ao narcisismo que caracteriza esses indivíduos.

Elas ficaram assim por serem excessivamente elogiadas pelos pais, que, soterrados pelo excesso de trabalho e culpados pelo pouco tempo de convivência com os filhos, sentem-se na obrigação de fazer as vontades da prole, como uma forma de compensação pela ausência.

 

A psicóloga Carla Couto, que lida diretamente com representantes da geração “N” em seu consultório, em Belo Horizonte, teme pelas reações desses jovens quando, por exemplo, se virem diante de um pedido de divórcio. “As consequências poderão ser nefastas, inclusive com atos violentos. Qualquer contrariedade poderá gerar uma explosão”, explica. Carla pondera, no entanto, que o comportamento não é regra para todos os nascidos pós-1990.

 

Crescendo sem regras dentro de casa e com a convicção de que o mundo gira em torno de seus caprichos, muitos futuros adultos terão resistência às normas que devem reger qualquer relação entre pessoas – seja no amor, na escola ou no trabalho. Como têm certeza de que são autossuficientes e incorrigíveis, não admitem crítica. Para quem sofre violência física ou psicológica hoje, e para quem algum dia passar pelo problema, a recomendação é uma só: nunca prorrogar a solução. “Jamais podemos banalizar aquilo que nos incomoda ou machuca. Evitar que o limite seja atingido também é responsabilidade da vítima”, afirma Carla Couto.

 

Vizinho de condomínio do casal Djalma Veloso e Ana Alice de Melo, o presidente do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), Rodrigo Pereira Cunha, prefere não falar diretamente do assunto, porque não acompanhou o caso de perto e nem conhece os detalhes dele, mas alerta para um dado que tem tudo a ver com a história do crime da Vila Alpina. “Em 90 a 95% de situações de violência familiar, o agressor é mesmo o homem”, diz.

 

Segundo o jurista, o fim das relações amorosas muitas vezes não é tão pacífico e civilizado como deveria ser. É muito comum que os restos do amor se transformem em agressões físicas e verbais. Discussão e até certa dose de agressividade podem acabar fazendo parte da vida familiar e do fim do amor, mas a violência, não. “Talvez uma das maneiras de ajudar a diminuir tal violência, além das ações jurídicas e políticas, é entendê-la como uma relação de dominação erótica de um gênero sobre o outro. Se não se domina por bem, usa-se o recurso da força física, por mais primário e primitivo que ele seja”, explica.

 

Segundo o advogado, as mulheres, talvez por saberem lidar melhor com o que lhes falta, elaboram melhor a perda e exercem o seu poder muito mais no campo da sedução e da palavra. “O homem, pela relação histórica de dominação e de patriarcado, é mais comum que recorra à força física. Apesar da igualização de direitos proclamada pela lei, há diferenças abissais: químicas (hormonais), físicas e biológicas. Daí a necessidade de se considerar diferentes os desiguais, para igualizá-los perante a lei”.

 

O juiz titular da Vara de Nova Lima, Juarez Morais, que assinou a decisão para que Djalma Brugnara saísse de casa, conta que a violência doméstica entre os mais ricos é mais frequente do que a mídia noticia. O problema todo é que, nas classes mais abastadas, a família geralmente abafa. “Violência doméstica não é privilégio de pobre. Esta não foi a primeira Maria da Penha que eu assinei para moradores de condomínios de luxo da MG-30. Tenho inúmeros outros casos semelhantes", diz o magistrado. “Não foi o primeiro caso e, infelizmente, tenho certeza de que não será o último”, referindo-se ao crime da Vila Alpina.

 

A tese também é defendida pelo advogado de Ana Alice de Melo, Murillo Evandro de Andrade. Segundo ele, a violência entre os mais ricos é muito comum: “Tenho hoje mais de 10 casos de violência doméstica contra mulheres de nível social elevadíssimo”, conta. “O problema todo é que os mais ricos parecem não querer aceitar as regras. Acham que podem tudo e que não precisam se submeter à lei”.

 

"Ninguém se transforma em psicopata de um dia para o outro"

 

ENCONTRO - Como se pode definir um psicopata? ANA BEATRIZ BARBOSA SILVA - Psicopata é o indivíduo que apresenta um transtorno de personalidade, que se caracteriza por total ausência de sentimento de culpa, arrependimento ou remorso pelo que faz de errado; falta de empatia com outro e emoções de forma geral (amor, tristeza, medo, compaixão etc.). Os psicopatas são frios, mentirosos contumazes, egocêntricos, transgressores de regras sociais. Muitos são violentos e só visam ao interesse próprio. Eles estão infiltrados em todos os meios sociais, credos, culturas, e são capazes de passar por cima de qualquer pessoa apenas para satisfazer seus sórdidos interesses. Podemos dizer que são verdadeiros “predadores sociais”, almejam somente o poder, status e diversão, e usam as pessoas apenas como troféus ou peças do seu jogo cruel. Normalmente, são os pais que levam seus filhos ao consultório, por não aguentarem mais o seu comportamento desafiador ou transgressor, ou por acharem que falharam na educação dos mesmos. Já os adultos dificilmente procuram um consultório psiquiátrico ou psicológico.

 

ENCONTRO - É mais comum encontrar homens psicopatas? ANA BEATRIZ BARBOSA SILVA - Pelas estatísticas oficiais, sim. São três homens para cada mulher. No entanto, não sabemos se as mulheres estão sendo subdiagnosticadas. Isso porque os homens são naturalmente mais impulsivos e agressivos que as mulheres, e podem revelar a psicopatia com mais facilidade e/ou visibilidade. Já as mulheres apresentam uma perversidade mais sutil, camuflada, no campo das intrigas. O fato é que não existe nenhuma pesquisa, até o momento, que aponte por que existem mais homens psicopatas que mulheres.

 

ENCONTRO - Há uma relação direta entre psicopatia e loucura? ANA BEATRIZ BARBOSA SILVA - Não. É muito comum as pessoas associarem psicopatia à loucura, mas essa é uma ideia equivocada. Em medicina, “loucura” é quando a pessoa apresenta surtos psicóticos (alucinações e delírios), como ocorre com os portadores de esquizofrenia, por exemplo. Os esquizofrênicos vivem em uma “realidade paralela”, fora de si ou em ruptura com o “mundo verdadeiro”, e, exatamente por isso, não têm noção do que fazem. Já os psicopatas sabem exatamente o que estão fazendo, têm noção de que estão infringindo regras sociais e que a vítima está sofrendo com suas atitudes maquiavélicas, imorais e antiéticas. Isso porque os psicopatas não apresentam problema algum de ordem cognitiva ou deficiência de raciocínio. A deficiência deles está no campo das emoções: aquilo que nos vincula afetivamente com o outro ou com todas as coisas do universo.

 

ENCONTRO - A partir de que idade é possível diagnosticar a psicopatia? ANA BEATRIZ BARBOSA SILVA - A medicina só pode dar o diagnóstico de psicopatia a partir dos 18 anos. No entanto, ninguém se transforma em psicopata de um dia para o outro. O indivíduo já nasce psicopata. Assim, fica claro que uma criança e um adolescente também apresentam condutas maldosas ou são genuinamente perversos. Isso se percebe nos maus-tratos com os irmãos, coleguinhas e animais, nas mentiras recorrentes, roubos de pertences dos outros, transgressões de regras sociais e, especialmente, na falta de afeto. Porém, por uma questão de nomenclatura, antes da maioridade o problema é denominado transtorno da conduta, antigamente conhecido como delinquência.

 

ELE NÃO PERDIA A POSE

 

Quando jovem, Djalma Brugnara Veloso sempre frequentou as altas rodas da sociedade mineira. Afinal, seu pai, Djalma Veloso, foi um dos mais conceituados cardiologistas de Belo Horizonte. Talvez porque carregasse o nome do progenitor, Djalminha, como era chamado pelos amigos, foi um menino paparicado. Sempre teve tudo o que quis. Cresceu com poucos limites, achando que tudo podia. Desde pequeno, praticava esportes; frequentava academias. Malhar todos os dias era o seu lema. Preocupava-se em andar e mostrar-se sarado. Bem de vida, sempre gostou de carros e desde cedo desfilava com possantes pela cidade. Logo tornou-se um “pegador”.

 

BMWs e Mercedes, mulheres e dinheiro. Esse era o mundo que há muitos anos forjava a fantasia de Djalma Brugnara. Djalminha gostava de se exibir. Andava com pulseiras de ouro, colares e muitas, muitas grifes nas suas roupas.

 

Apesar da vaidade extremada, era uma pessoa cordial e, aparentemente, normal. “Ele sempre vinha aqui com a mulher e os dois filhos”, conta o garçom de um shopping da capital, localizado no bairro do São Bento: “Estava sempre com um carrão novo, e fazia questão de estacioná-lo ocupando duas vagas, enviesado”.

 

Fora do tom, pelo menos na aparência, era seu jeito mulherengo de ser. Chegava a incomodar. Na academia que frequentava, a Alta Energia, no São Bento, Djalminha vivia tentando azarar colegas bonitas. Duas delas, que o conheceram em momentos distintos, admitiram ter sofrido constrangimento com as abordagens. “Tive de mudar de academia por causa dele”, conta uma delas, que não quis se identificar. Mesmo dizendo a ele que ela era casada, o assédio não parava. “Ele começou a me abordar de forma ostensiva. Fiquei com medo”, conta a moça.

 

A empregada doméstica Sandra Alves, 34 anos, que trabalhou na casa da mãe da ex-mulher de Djalma, também confirma a fama de Don Juan: “Ele era uma pessoa tranquila, mas muito mulherengo”, diz. “Isso era conhecido por todos”.

 

Um amigo muito próximo a Djalma, que sempre almoçava com ele durante a semana, também ajuda a recriar sua personalidade: “Era um cara gentil, mas ao mesmo tempo levava a vida na flauta”, conta o empresário, que o conhecia há mais de 30 anos. “Ele começava a trabalhar só depois das 14h, vivia apertado de dinheiro e estava sempre metido em rolos”.

 

Ele apresentava-se como um empresário bem-sucedido. Mas, em verdade, nunca o foi. Sua última atividade foi uma pequena empresa de locação de automóveis. A firma não tinha fachada e era sediada num terreno escondido entre muros altos.

 

É impossível saber exatamente o que aconteceu”, diz o psicanalista e psiquiatra Stélio Lage. “As duas pessoas que poderiam reconstruir a história estão mortas. Mas, minha experiência de consultório mostra que o tipo ‘pegador’ e os vaidosos ao extremo não gostam de ser rejeitados. Também não suportam a traição, porque veem na frente deles a infidelidade que sempre praticaram. E isso pode acabar em ódio”. Ainda que a pose aparente estar tudo bem.

VOCÊ CORRE PERIGO?

 

1. Ele(a) costuma se fazer de vítima e de “coitadinho(a)”, invertendo situações para se sair como o(a) prejudicado(a)? a) Sempre b) Raramente c) Nunca

 

2. Ele(a) mente no cotidiano e representa bem, sem aparentar nervosismo ou receio de ser descoberto? a) Sempre b) Raramente c) Nunca

 

3. Ele(a) demonstra simpatia, charme e amabilidade fora de casa, mas, da porta para dentro, age com rudez ou violência? a) Sempre b) Raramente c) Nunca

 

4. Ele(a) tenta manipular e usar os outros, muitas vezes agindo em benefício próprio? a) Sempre b) Raramente c) Nunca

 

5. Ele(a) não sente culpa, arrependimento ou remorso quando causa decepção ou tristeza a outras pessoas? a) Sempre b) Raramente c) Nunca

 

6. Ele(a) se transforma quando sente ciúme, fazendo ameaças e externando ódio de uma maneira agressiva? a) Sempre b) Raramente c) Nunca

 

7. Ele(a) tem dificuldade em sentir empatia com o outro e emoções de uma forma geral (amor, tristeza, medo, compaixão)? a) Sempre b) Raramente c) Nunca

 

8. Ele(a) age por impulso, sem medir consequências de seus atos, principalmente quando é contrariado? a) Sempre b) Raramente c) Nunca

 

9. Ele(a) tem verdadeira obsessão pelo sucesso, poder e status, buscando realizações a curto prazo e passando por cima dos outros? a) Sempre b) Raramente c) Nunca

 

10. Ele(a) tem grande capacidade de persuasão e habilidade para enganar quem quer que seja? a) Sempre b) Raramente c) Nunca

 

Resultado

 

Há grande chance de a pessoa ter algum transtorno de personalidade (como psicopatia ou desvio de conduta) se você marcou a alternativa “a” nove vezes ou dez vezes. Caso tenha assinalado a opção “b” cinco vezes ou mais, é preciso acompanhar o comportamento do indivíduo e ter atenção se as atitudes se intensificarem. Se a alternativa “c” foi marcada sete vezes ou mais, aparentemente não há nada de grave com a pessoa.

 

Atenção

 

Os especialistas alertam que o diagnóstico correto e preciso só pode ser dado após um exame clínico rigoroso, com observação do comportamento e do histórico de vida do indivíduo. O teste é apenas um indicativo de que há algo de estranho e de que é necessário buscar ajuda e tratamento. Para evitar problemas mais sérios, o essencial é tomar certa distância da pessoa e jamais compactuar com alguém dessa natureza.

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Amante Psicopata

12.01.12

Amantes-psicopatas: seduzem e depois "matam"!(Rosana Braga) Tirado de aqui.

Infelizmente, tenho notado que um tipo de amante muito ardiloso vem se proliferando feito um surto pelo mundo: o ‘amante-psicopata’.  Embora não se trate de um tipo novo, parece-me que ele nunca havia se sentido tão à vontade. Costumamos acreditar que psicopata é somente aquele sujeito com desvios comportamentais tão acentuados que logo o identificaríamos, caso se aproximasse da gente.  Ledo engano. É bom saber que nem sempre são pessoas tão facilmente identificáveis quanto imaginamos, especialmente quando se trata de alguém cujo maior objetivo é a conquista, ainda que seja da forma mais sórdida possível. Ele é um típico ‘Don Juan’, cheio de palavras encantadoras, sorrisos envolventes e, sobretudo, uma “sinceridade” admirável.  As aspas servem para alertar que, na verdade, essa pseudo-sinceridade também faz “parte de seu show”.  Ele logo avisa: “não quero nada sério e não estou disposto a assumir uma relação”.  E esta declaração parece lhe autorizar a agir do modo como bem entender, independentemente de como o outro está se sentindo. Aliás, se tem algo que este tipo de amante não reconhece é o sentimento alheio.  Talvez porque, no fundo, dissociou-se tão profundamente de seus próprios sentimentos (para se defender da possibilidade de sofrer) que se torna incapaz de enxergar um coração. Está ocupado demais com suas armaduras e máscaras que não lhe sobra capacidade para olhar para algo ou alguém com interesse, humanidade ou compaixão.  Que dirá então sentir-se arrependido ou culpado por alguma coisa que tenha feito ou dito. . . A célebre frase de Saint Exupéry – “Você se torna responsável por aquilo que cativa” – não faz o menor sentido para o ‘amante-psicopata’.  Porque ao mesmo tempo em que ele diz que não quer nada com o outro, liga, aparece, mostra desejo, seu corpo demonstra prazer e vontade de continuar por perto.  E assim ele vai degustando mais uma “caça” de modo cruel. Claro que não estou declarando o outro como absolutamente inocente.  Acredito que todo encontro é, de certa forma, complementar.  No entanto, sabemos que a maneira mais fácil de confundir e enlouquecer uma pessoa é agindo de modo contraditório.  E este é o script do ‘amante-psicopata’.  Ele é absolutamente incoerente. Quer, mas não quer.  Fica, mas não está.  Beija, transa, é carinhoso e eloqüente, mas à primeira cobrança, ele reforça: “nunca te prometi nada; sempre deixei claro que não estava disposto a te assumir”.  E pronto! A repetição de sua promessa inicial, mesmo depois de tantas demonstrações e até declarações contrárias, basta para que ele se sinta isento da necessidade de qualquer consideração para com o outro. Outro dia, uma amiga contou que está ‘enrolada’ com um rapaz que tem namorada, mas que também vive declarando que gosta muito de estar com ela.  Este psicopata concentra-se em duas vítimas ao mesmo tempo.  Uma sabe e a outra não. . . E assim ele vai minando o senso lógico dela, confundindo sua capacidade de discernimento com palavras doces, passeios esporádicos, enfim, adequações que correspondem com as vontades e necessidades dele, evidenciando sua personalidade dissimulada, egocêntrica e egoísta. Mas o cúmulo foi quando ela me contou que ele estava na casa da namorada e, enquanto a mesma tomava banho, ligou (falando baixinho ao telefone): “Oi, linda! Ela foi tomar banho e aproveitei para ligar e dizer que estou com saudades.  Queria saber como você está!”. Ela explodiu: “como assim??? Você fica com ela, espera ela entrar no banho e me liga?!?” E eis que ele dá seu golpe final, matando sua vítima: depois de deixá-la tonta com tantas palavras e atitudes que não fazem sentido e, no momento em que ela tenta reagir, abandona-a como se absolutamente nada tivesse acontecido.  Ou pior! Como se a desequilibrada e louca fosse ela!Poderia citar muitas outras atitudes características dos amantes-psicopatas, mas basta dizer que são perversos, insensíveis e extremamente perigosos à saúde emocional das pessoas predispostas a esta complementação. Minha sugestão é para que você, vulnerável a esta espécie de amante, fortaleça-se o quanto antes.  Busque ajuda.  Faça terapia.  Reflita sobre o que te leva a se interessar por este tipo de amante. . .  até que se sinta forte o bastante para, além de reconhecê-lo, matar não o próprio, mas qualquer possibilidade de corresponder às suas investidas. Por fim, saiba que eles são “inteligentes” e perspicazes.  Cair na cilada do psicopata não é sinal de burrice, mas apenas de fragilidade psico-afetiva.  Mais do que se sentir completamente imbecil depois do golpe final, trate de amadurecer e aprender.  E certamente passará a atrair um outro tipo de amante, disposto a fazer o amor valer a pena.

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Livro MENTES PERIGOSAS

12.01.12

O PSICOPATA MORA AO LADO

(Tirado de aqui).

Minha intenção, com esse conteúdo é alertar você, leitor.
Como meu objetivo aqui no BLOG é trazer mais autoconhecimento e qualidade de vida, acredito que o post que segue abaixo é de utilidade pública.
Todo o conteúdo abaixo foi tirado do livro “MENTES PERIGOSAS”, de Ana Beatriz Barbosa Silva.
"Quando pensamos em psicopatia, logo nos vem à mente um sujeito com cara de mau, truculento, de aparência descuidada, pinta de assassino e desvios comportamentais tão óbvios que poderíamos reconhecê-lo sem pestanejar. Isso é um grande equívoco!
Para os desavisados, reconhecê-los não é uma tarefa tão fácil quanto se imagina. Os psicopatas enganam e representam muitíssimo bem! Seus talentos teatrais e seu poder de convencimento são tão impressionantes que chegam a usar as pessoas com a única intenção de atingir seus sórdidos objetivos. Tudo isso sem qualquer aviso prévio, em grande estilo, doa a quem doer.
Este livro discorre sobre pessoas frias, insensíveis, manipuladoras, perversas, transgressoras de regras sociais, impiedosas, imorais, sem consciência e desprovidas de sentimento de compaixão, culpa ou remorso. Esses "predadores sociais" com aparência humana estão por aí, misturados conosco, incógnitos, infiltrados em todos os setores sociais.
São homens, mulheres, de qualquer raça, credo ou nível social. Trabalham, estudam, fazem carreiras, se casam, têm filhos, mas definitivamente não são como a maioria das pessoas: aquelas a quem chamaríamos de "pessoas do bem".
Em casos extremos, os psicopatas matam a sangue-frio, com requintes de crueldade, sem medo e sem arrependimento.
Porém, o que a sociedade desconhece é que os psicopatas, em sua grande maioria, não são assassinos e vivem como se fossem pessoas comuns.
Eles podem arruinar empresas e famílias, provocar intrigas, destruir sonhos, mas não matam. E, exatamente por isso, permanecem por muito tempo ou até uma vida inteira sem serem descobertos ou diagnosticados. Por serem charmosos, eloquentes, "inteligentes", envolventes e sedutores, não costumam levantar a menor suspeita de quem realmente são. Podemos encontrá-los disfarçados de religiosos, bons políticos, bons amantes, bons amigos. Visam apenas o benefício próprio, almejam o poder e o status e são mentirosos contumazes, parasitas, chefes tiranos, pedófilos, líderes natos da maldade.
A realidade é contundente e cruel, entretanto, o mais impactante é que a maioria esmagadora está do lado de fora das grades, convivendo diariamente com todos nós.
Transitam tranquilamente pelas ruas, cruzam nossos caminhos, frequentam as mesmas festas, dividem o mesmo teto, dormem na mesma cama...
É importante ressaltar que os psicopatas possuem níveis variados de gravidade: leve, moderado e severo. Os primeiros se dedicam a trapacear, aplicar golpes e pequenos roubos, mas provavelmente não "sujarão as mãos de sangue" ou matarão suas vítimas.
Já os últimos, botam verdadeiramente a "mão na massa", com métodos cruéis sofisticados, e sentem um enorme prazer com seus atos brutais. Mas não se iluda!
Qualquer que seja o grau de gravidade, todos, invariavelmente, deixam marcas de destruição por onde passam, sem piedade.
Além de psicopatas, eles também recebem as denominações de sociopatas, personalidades anti-sociais, personalidades psicopáticas, personalidades dissociais, personalidades amorais, entre outras. Embora alguns estudiosos prefiram diferenciá-los, no meu entendimento esses termos se equivalem e descrevem o mesmo perfil.
É importante ressaltar que o termo psicopata pode dar a falsa impressão de que se trata de indivíduos loucos ou doentes mentais. A palavra psicopata literalmente significa doença da mente (do grego, psyche = mente; e pathos = doença). No entanto, em termos médico-psiquiátricos, a psicopatia não se encaixa na visão tradicional das doenças mentais. Esses indivíduos não são considerados loucos, nem apresentam qualquer tipo de desorientação. Também não sofrem de delírios ou alucinações (como a esquizofrenia) e tampouco apresentam intenso sofrimento mental (como a depressão ou
o pânico, por exemplo).
Ao contrário disso, seus atos criminosos não provêm de mentes adoecidas, mas sim de um raciocínio frio e calculista combinado com uma total incapacidade de tratar as outras pessoas como seres humanos pensantes e com sentimentos.
Os psicopatas em geral são indivíduos frios, calculistas, inescrupulosos, dissimulados, mentirosos, sedutores e que visam apenas o próprio benefício. Eles são incapazes de estabelecer vínculos afetivos ou de se colocar no lugar do outro. São desprovidos de culpa ou remorso e, muitas vezes, revelam-se agressivos e violentos. Em maior ou menor nível de gravidade e com formas diferentes de manifestarem os seus atos transgressores, os psicopatas são verdadeiros "predadores sociais", em cujas veias e artérias corre um sangue gélido.
Certamente, cada um de nós conhece ou conhecera algumas dessas pessoas durante a sua existência.
Muitos já foram manipulados por elas, alguns vivem forçosamente com elas e outros tentam reparar os danos materiais e psicológicos por elas causados.
Por isso, não se iluda! Esses indivíduos charmosos e atraentes frequentemente deixam um rastro de perdas e destruição por onde passam. Sua marca principal é a impressionante falta de consciência nas relações interpessoais estabelecidas nos diversos ambientes do convívio humano (afetivo, profissional, familiar e social).
O jogo deles se baseia no poder e na autopromoção às custas dos outros, e eles são capazes de atropelar tudo e todos com total egocentrismo e indiferença.
Como animais predadores, vampiros ou parasitas humanos, esses indivíduos sempre sugam suas presas até o limite improvável de uso e abuso.
Na matemática desprezível dos psicopatas, só existe oacréscimo unilateral e predatório, e somente eles são os beneficiados.
Os psicopatas são os vampiros da vida real. Não é exatamente o nosso sangue que eles sugam, mas sim nossa energia emocional.
Possuem um extraordinário poder de nos importunar e de nos hipnotizar com o objetivo maquiavélico de anestesiar nosso poder de julgamento e nossa racionalidade. Com histórias imaginárias e falsas promessas nos fazem sucumbir ao seu jogo e, totalmente entregues à sorte, perdemos nossos bens materiais ou somos dominados mental e psicologicamente.
O mais surpreendente é que, a princípio, os psicopatas aparentam ser melhores que as pessoas comuns. Mostram-se tão inteligentes, talentosos e até encantadores como o próprio conde romeno que o cinema imortalizou como o Conde Drácula. Inicialmente nos despertam confiança, simpatia e acabamos por esperar mais deles do que das outras pessoas. Ilusórias expectativas! Esperamos, mas não recebemos nada positivo e, no fim das contas, amargamos sérios prejuízos em diversos setores das nossas vidas.
Sem nos darmos conta, acabamos por convidá-los a entrar em nossas vidas e quase sempre só percebemos o erro e o tamanho do engodo quando eles desaparecem inesperadamente, deixando-nos exaustos, adoecidos, com uma enorme dor de cabeça, a carteira vazia, o coração destroçado e, nos piores casos, vidas perdidas.
Para os psicopatas, essa sucessão de fatos irresponsáveis é absolutamente "normal".
Durante todos esses anos de exercício profissional, ouvi muitas histórias sobre
psicopatia. Meus pacientes relataram (e até hoje o fazem) como essas criaturas invadiram, feriram e arruinaram as suas vidas. Em cada caso foi possível identificar comportamentos suspeitos; uns mais característicos, outros menos. Tudo varia muito de caso para caso, no entanto, em todos, precisamente em todos, pude identificar "o jogo da pena".
A meu ver, esse é um dos recursos mais comuns e constantes das pessoas
inescrupulosas. Muito mais que apelar para o nosso sentimento de medo, os psicopatas, de forma extremamente perversa, apelam para a nossa capacidade de sermos solidários.
Eles se utilizam de nossos sentimentos mais nobres para nos dominar e controlar. Os psicopatas se alimentam e se tornam poderosos quando conseguem nos despertar piedade
A piedade, a compaixão e a solidariedade são forças para o bem quando direcionadas às pessoas que de fato merecem e precisam de tais sentimentos. No entanto, quando esses mesmos sentimentos são direcionados a pessoas que apresentam comportamentos inescrupulosos de forma consistente e repetitiva, temos que considerar isso como um aviso de que algo está muito errado. É um sinal de alarme que não podemos ignorar.
Como reconhecer um psicopata
A simples identificação de alguns sintomas não são suficientes para a realização do diagnóstico da psicopatia. Muitas pessoas podem ser sedutoras, impulsivas, pouco afetivas ou até mesmo terem cometido atos ilegais, mas nem por isso são psicopatas.
Superficialidade e eloqüência
Os psicopatas costumam ser espirituosos e muito bem articulados, tornando uma conversa divertida e agradável. Geralmente contam histórias inusitadas, mas convincentes em diversos aspectos, nas quais eles são sempre os mocinhos. Não economizam charme nem recursos que os tornem mais atraentes no exercício de suas mentiras.
Para algumas pessoas, eles se mostram suaves e sutis, tal como os galãs da TV e do cinema.
Quando não temos conhecimento sobre a personalidade dos psicopatas podemos ser enrolados por suas histórias improváveis. Entre outras razões, isso ocorre pela habilidade dos psicopatas em se informarem sobre os mais diversos assuntos.
Se forem realmente testados por verdadeiros especialistas no assunto, revelam, porém, suas superficialidades de conteúdo. Eles tentam demonstrar conhecimento em diversas áreas como filosofia, arte, literatura, sociologia, poesia, medicina, psiquiatria, psicologia, administração, legislação e usam e abusam dos termos técnicos, passando credibilidade aos menos avisados.
Outro sinal muito característico desse comportamento é a total falta de preocupação ou constrangimento que esses psicopatas apresentam ao serem desmascarados como farsantes. Não demonstram a menor vergonha caso sejam flagrados em suas mentiras.
Ao contrário, podem mudar de assunto com a maior tranquilidade ou dar uma resposta totalmente fora do contexto. Esses tipos de psicopata são muito comuns no mercado de trabalho como um todo, que fingem ser profissionais qualificados, sem nunca terem colocado os pés numa faculdade.
Ausência de sentimento de culpa
Os psicopatas mostram uma total e impressionante ausência de culpa sobre os efeitos devastadores que suas atitudes provocam nas outras pessoas. Os mais graves chegam a ser sinceros sobre esse assunto: dizem que não possuem sentimento de culpa, que não lamentam pelo sofrimento que eles causaram em outras pessoas e que não conseguem ver nenhuma razão para se preocuparem com isso.
Na cabeça dos psicopatas, o que está feito, está feito, e a culpa não passa de uma ilusão utilizada pelo sistema para controlar as pessoas. Diga-se de passagem, eles (os psicopatas) sabem utilizar a culpa contra as pessoas "do bem" e a favor deles com uma maestria impressionante.
Os psicopatas são capazes de verbalizar remorso (da boca pra fora), mas suas ações são capazes de contradizê-los rapidamente. Uma das primeiras coisas que os psicopatas aprendem é a importância da palavra remorso e como devem elaborar um bom discurso para demonstrar esse sentimento. Com essa habilidade de racionalizar (criar razões para) seus comportamentos, os psicopatas se isentam de responsabilidade em relação às suas atitudes. Inventam "desculpas elaboradas" capazes de mexer profundamente com os sentimentos nobres de pessoas de bom coração, as quais eventualmente podem vir a sentir pena dessas criaturas tão maquiavélicas.
Ausência de empatia
Empatia é a capacidade de considerar e respeitar os sentimentos alheios. É a habilidade de se colocar no lugar do outro, ou seja, vivenciar o que a outra pessoa sentiria caso estivéssemos na situação e circunstância experimentadas por ela. Somente pela definição do que é empatia, já fica claro que esse não é um sentimento capaz de ser experimentado por um psicopata. Para os psicopatas, as outras pessoas são meros objetos ou coisas, que devem ser usados sempre que necessários para a satisfação do seu bel-prazer. Os psicopatas zombam dos mais sensíveis e generosos. Para eles, essas pessoas não passam de uma gente fraca e vulnerável e, por isso mesmo, são seus alvos preferidos.
A falta de empatia apresentada pelos psicopatas é geral. Eles são indiferentes aos direitos e sofrimentos de seus familiares e de estranhos do mesmo modo. Caso demonstrem possuir laços mais estreitos com alguns membros de sua família (esposa, filhos), certamente é peio sentimento de possessividade e não pelo amor genuíno.
Não se esqueça: psicopatas são incapazes de amar, eles não possuem a consciência genuína que caracteriza a espécie humana. Os psicopatas gostam de possuir coisas e pessoas, logo, é com esse sentimento de posse que eles se relacionam com o mundo e com as pessoas.
Mentiras, trapaças e manipulação
Antes de qualquer coisa, temos que considerar que todo mundo mente, uns mais, outros menos. O filósofo e psicólogo americano David Livingstone Smith afirma que a mentira "branca" é normal e até necessária. Em seu livro Por que Mentimos, Smith descreve que todos nós mentimos de forma consciente ou inconsciente, verbal ou não-verbal, declarada ou não-declarada. Segregamos o "engano" não somente através de palavras como também pelos nossos corpos (um sorriso falso, por exemplo).
A mentira é um ato espontâneo que permeia todos os setores da nossa vida, seja para não magoarmos uma pessoa querida, como forma de "boas maneiras", ou até mesmo para desfrutarmos de alguns ganhos. A não ser em situações de extrema necessidade, as pessoas comuns e decentes mentem somente de forma ocasional, sem maiores consequências, ato perfeitamente justificável sob o ponto de vista moral.
Temos que distinguir, porém, a mentira corriqueira da mentira psicopática. Os psicopatas são mentirosos contumazes, mentem com competência (de forma fria e calculada), olhando nos olhos das pessoas. São tão habilidosos na arte de mentir que, muitas vezes, podem enganar até mesmo os profissionais mais experientes do comportamento humano. Para os psicopatas, a mentira é como se fosse um instrumento de trabalho, que é utilizado de forma sistemática e motivo de grande orgulho.
Mentir, trapacear e manipular são talentos inatos dos psicopatas. Com uma imaginação fértil e focada sempre em si próprios, os psicopatas também apresentam uma surpreendente indiferença à possibilidade de serem descobertos em suas farsas. Se forem flagrados mentindo, raramente ficam envergonhados, constrangidos ou perplexos; apenas mudam de assunto ou tentam refazer a história inventada para que ela pareça mais verossímil.
Eles se gabam pelas suas habilidades em mentir e podem fazê-lo sem qualquer justificativa ou motivo. Essa habilidade, muitas vezes, é potencializada pela facilidade de associarem a linguagem verbal à corporal (gestos e expressões) na elaboração de suas mentiras, dando um apelo teatral às mesmas. Nesse cenário de enganação, os psicopatas são, ao mesmo tempo, roteiristas, atores e diretores de suas histórias improváveis.
É muito importante também destacar outro recurso utilizado por essas criaturas na "arte" da mentira. Alguns psicopatas "mais experientes" são tão especialmente hábeis em mentir que se utilizam de pequenas verdades para ganharem credibilidade em seus discursos. A coisa funciona mais ou menos assim: eles admitem alguns deslizes que cometeram de fato, apenas para que as pessoas "de bem" se confundam e pensem da seguinte maneira: "Sejamos razoáveis, se fulano' está admitindo seus erros, e bem provável que ele esteja falando a verdade sobre as demais histórias." Por isso é preciso muita observação, conhecimento de sua vida passada e um pouco de distanciamento emocional para não se deixar enganar com facilidade por um psicopata.
Pobreza de emoções
Os psicopatas apresentam uma espécie de "pobreza emocional" que pode ser evidenciada pela limitada variedade e intensidade de seus sentimentos. São incapazes de sentir certos tipos de sentimento como o amor, a compaixão e o respeito pelo outro. Por vezes podem nos confundir ao apresentarem episódios emocionais dramáticos, fúteis e de curta duração.
No entanto, se observarmos com mais cautela, constataremos que esses episódios não passam de pura encenação.
Muitas vezes, os psicopatas querem convencer as pessoas de que são capazes de vivenciar fortes emoções, porém eles sequer sabem diferenciar as nuances existentes entre elas. Confundem amor com pura excitação sexual, tristeza com frustração e raiva com irritabilidade.
Muitos psiquiatras afirmam que as emoções dos psicopatas são tão superficiais que podem ser consideradas algo bem similar ao que denominam de "proto-emoções" (respostas primitivas às necessidades imediatas).
Impulsividade
A impulsividade apresentada pelos psicopatas visa sempre alcançar prazer, satisfação ou alívio imediato em determinada situação, sem qualquer vestígio de culpa ou arrependimento.
Autocontrole deficiente
A maioria de nós possui o que denominamos controle arbitrário sobre nossos comportamentos. Assim, mesmo que por vezes tenhamos vontade de responder agressivamente a provocações, acabamos não agindo dessa forma, em função de sermos capazes de exercer nosso autocontrole.
Os psicopatas apresentam níveis de autocontrole extremamente reduzidos. São denominados "cabeça-quente" ou "pavio-curto" por sua tendência a responder às frustrações e às críticas com violência súbita, ameaças e desaforos. Eles facilmente se ofendem e se tornam violentos por trivialidades ou por motivos banais. Apesar de a explosão de agressividade e violência serem intensas, elas ocorrem em um curto espaço de tempo, após o qual os psicopatas voltam a se comportar como se nada tivesse ocorrido.
Um psicopata, quando "perde o controle", sabe exatamente até onde ele quer ir, no sentido de magoar, amedrontar ou machucar uma pessoa. Apesar de tudo isso, eles se recusam a admitir que tenham problemas em controlar seu temperamento. Eles descrevem seus episódios agressivos como uma resposta natural à provocação a que foi submetido. Daí a se colocar como vítima de toda a situação é um passo muito pequeno!
Necessidade de excitação
Os psicopatas são intolerantes ao tédio ou a situações rotineiras. Eles buscam situações que possam mantê-los em um estado permanente de alta excitação. Por isso, apreciam viver no limite, no conhecido "fio da navalha". Nessa busca desenfreada, muitas vezes, envolvem-se em situações ilegais, agressões físicas, brigas, desacatos a autoridades, direção perigosa, uso de drogas, promiscuidade sexual etc. Frequentemente mudam de residência e emprego na busca de novas situações que os "excitem".
Em função disso, dificilmente iremos encontrar um psicopata exercendo atividades que demandam estabilidade e alta concentração por longos períodos.
Muitos psicopatas procuram nos atos perigosos, proibidos ou ilegais que praticam o suspense e a excitação que esses atos provocam. Para eles, tudo isso não passa de mero prazer e diversão imediatos, sem qualquer outra conotação.
Falta de responsabilidade
Para os psicopatas, obrigações e compromissos não significam absolutamente nada. A sua incapacidade de serem responsáveis e confiáveis se estendem para todas as áreas de suas vidas. No trabalho apresentam desempenho errático, com faltas freqüentes, uso indevido dos recursos da empresa e violação da política da companhia. Nas relações interpessoais não honram compromissos formais ou implícitos com as outras pessoas.
Por isso, nunca acredite em acordos escritos ou verbais com eles, pois nunca irão cumpri-los totalmente. Talvez o façam parcialmente no início do acordo somente para impressionar e ganhar confiança de suas vítimas. Mas uma coisa é certa: mais cedo ou mais tarde eles irão “aprontar”!
Quando a questão é família, o comportamento deles também segue o mesmo padrão de indiferença e irresponsabilidade.
Quando constituem famílias (cônjuges e filhos) os psicopatas não o fazem por sentimentos amorosos, mas sim como um instrumento necessário para construir uma boa imagem perante a sociedade.
Em geral os psicopatas afirmam, com palavras bem colocadas, que se importam muito com sua família (pai, mãe, irmãos, filhos), mas suas atitudes contradizem totalmente o seu discurso. Eles não hesitam em usar seus familiares e amigos para se livrarem de situações difíceis ou tirarem vantagens. Quando dizem que amam ou demonstram ciúmes, na realidade têm apenas um senso de posse como com qualquer objeto. Eles tratam as pessoas como "coisas" que, quando não servem mais, são descartadas da mesma forma que se faz com uma ferramenta usada.
O diagnóstico de psicopatia somente pode ser feito quando o indivíduo se encaixa de forma significativa nesse perfil, ou seja, quando possuir a maioria dos sintomas aqui apresentados.
TRATAMENTO
Senhoras e senhores, não trago boas-novas. Com raras exceções, as terapias biológicas (medicamentos) e as psicoterapias em geral se mostram, até o presente momento, ineficazes para a psicopatia.
Temos que ter em mente que as psicoterapias são direcionadas às pessoas que estejam em intenso desconforto emocional, o que as impede de manter uma boa qualidade de vida. Por mais bizarro que possa parecer, os psicopatas parecem estar inteiramente satisfeitos consigo mesmos e não apresentam constrangimentos morais ou sofrimentos emocionais como depressão, ansiedade, culpas, baixa auto-estima etc. Não é possível tratar um sofrimento inexistente.
É no mínimo curioso, embora dramático, pensar que os psicopatas são portadores de um grave problema, mas quem de fato sofre é a sociedade como um todo.
É importante lembrar que de uma forma geral todos nós estamos vulneráveis às ações desses predadores sociais. Assim, é mais sensato falarmos em ajuda e tratamento para as vítimas dos psicopatas do que para eles mesmos.
Os psicopatas, além de acharem que não têm problemas, não esboçam nenhum desejo de mudanças para se ajustarem a um padrão socialmente aceito. Julgam-se auto-suficientes, são egocêntricos e suas ações predatórias são absolutamente satisfatórias e recompensadoras para eles mesmos. Mudar para quê?
Dessa forma, os psicopatas raramente procuram auxílio médico ou psicológico. Quando eles chegam a um consultório, quase sempre é por pressões familiares ou, então, com o intuito de se beneficiarem de um laudo técnico. Frequentemente estão envolvidos com problemas legais, endividados e às voltas com o sistema judicial.
Por isso, tentam obter do profissional de saúde mental algum diagnóstico ou alguma comprovação de problemas que os auxiliem a minimizar as sanções que lhes foram impostas.
Manual de sobrevivência
1 - Saiba com quem você está lidando.
Essa primeira e importante regra se traduz no "remédio amargo" de aceitar que os psicopatas existem de fato e que eles literalmente não possuem consciência genuína. Ou seja, eles são incapazes de experimentar o amor ou qualquer outro tipo de ligação positiva com os outros seres humanos. Eles podem ser encontrados em todos os segmentos da sociedade e existe uma grande chance de você ter um encontro doloroso com um deles. Nunca menospreze o poder destruidor de um psicopata. Todas as pessoas, incluindo os especialistas, podem ser manipuladas e enganadas por eles,
mesmo que tenham um conhecimento razoável sobre o assunto. Por isso, sua melhor defesa é entender e, principalmente, aceitar que existem pessoas com essa natureza: fria e devastadora.
2 - As aparências enganam!
Todo cuidado é pouco! Como disse Saint-Exupéry em O Pequeno Príncipe: "Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos".
Tenha sempre em mente que a maioria dos psicopatas não tem "pinta" de assassino.
Costumam ter um sorriso cativante, uma linguagem corporal interessante e uma boa lábia. Não caia nessa cilada! Ao conhecer novas pessoas, procure enxergar o que está por trás de tantos atrativos. Não se distraia com olhares sedutores, demonstração de poder, gestos atraentes, voz suave ou traquejo verbal, característicos de um psicopata.
Todos esses artifícios são utilizados com extrema habilidade exatamente para encobrir as suas verdadeiras intenções.
Também não se esqueça do poder do olhar desses indivíduos. Pessoas normais mantêm contato visual com as outras por uma gama de razões, na maioria das vezes por educação, mas o olhar intenso e frio do psicopata é mais um exercício de poder e de manipulação do que simplesmente interesse ou empatia pelo outro.
Em suma, da próxima vez que conhecer alguém que pareça ser uma pessoa muito extraordinária, tente não se iludir com o "evento teatral" à sua frente. Desvie seu olhar para as outras pessoas e se atenha ao que está sendo dito no conteúdo do discurso. É um exercício de separar a letra da melodia em uma canção.
3 - Não se esqueça de considerar a voz da sua intuição.
Sem percebermos, todos nós estamos constantemente observando o comportamento das pessoas. Muitas das impressões captadas por nosso cérebro podem se acumular em nossa memória de forma inconsciente, ou seja, sem que tenhamos conhecimento racional disso. Essas informações por vezes "guardadas" se manifestam na forma de intuição - como se fosse um instinto protetor do nosso organismo -, sinalizando perigos "invisíveis".
Embora aparentemente estranhas, essas informações, traduzidas na forma de "sensações", podem lhe ajudar se você permitir.
Então, lembre-se! Quando você estiver num dilema entre seguir o que manda o seu "coração" (intuição) e valorizar uma pessoa apenas pelo seu status profissional ou social, não vacile: siga sua intuição. Ela pode tirá-lo de uma grande enrascada!
4 - Abra os olhos com pessoas maravilhosas ou excessivamente bajuladoras.
No início de qualquer relacionamento, todos nós tentamos esconder aquele "lado meio sombrio", mostrando apenas o que temos de melhor. Para a maioria dos psicopatas isso também não é diferente, muito embora com consequências infinitamente maiores. Eles tendem a impressionar suas vítimas com elogios, cuidados especiais, gentilezas excessivas e histórias falsas sobre seu status social e/ou financeiro. Devemos ter uma "dose" extra de cautela quando alguma pessoa aparenta ser "tudo de bom". Não estou propondo que você contrate um detetive particular todas as vezes que conhecer alguém que lhe desperte algum interesse profissional ou afetivo. De forma alguma! Estou apenas sugerindo que você avalie muito bem quem é a pessoa com a qual está lidando.
Na medida do possível, procure lhe fazer perguntas sobre seus familiares, amigos, emprego, residência, projetos futuros... Os psicopatas geralmente dão respostas vagas, evasivas ou até inconsistentes quando são questionados sobre suas vidas. Suspeite de tais respostas e, se puder, procure confirmá-las. Cuidado também para não cair no golpe da pessoa perfeita, que fica horas a fio ouvindo seus problemas sem se preocupar em falar de si mesma. Na realidade, esses falsos "terapeutas" estão colhendo informações para usá-las mais tarde contra você.
Outra situação para manter os olhos bem abertos é quanto à bajulação. A maioria de nós gosta de receber elogios. Eles são sempre muito bem-vindos principalmente quando são sinceros.
Em contrapartida, a bajulação excessiva, o agradar "afetado" e pouco realista é uma das táticas dos psicopatas para nos cegar, seduzir e encobrir suas verdadeiras intenções: manipulação e controle. Por isso, desconfie dos famosos "puxa-sacos"!
E aqui é importante esclarecer que a regra da bajulação se aplica tanto para os
indivíduos quanto para os grupos e nações. Da mesma forma que um indivíduo se empolga com a adulação de um manipulador, uma nação inteira pode se "hipnotizar" por lideranças políticas que se utilizam desses mesmos recursos.
5 - Certas situações merecem atenção redobrada.
Determinados lugares encaixam-se como luvas para a ação plena dos psicopatas: bares, clubes sociais, boates, resorts, cruzeiros, aeroportos. Nesses locais eles fazem verdadeiros plantões. Suas vítimas preferenciais são os solitários que buscam companhia ou diversão. Os psicopatas, na espreita, observam-nas atentamente e depois partem para o ataque. Os viajantes solitários também são alvos fáceis, pois prontamente são identificados como perdidos e sozinhos num aeroporto ou num ponto turístico qualquer. Então, fique esperto!
6 - Autoconhecimento é fundamental.
Os psicopatas são experts em detectar e explorar nosso lado mais vulnerável. Eles identificam as "feridas" certas e não perdem a chance de tocá-las quando podem. Assim, uma ótima forma de defesa é entender a si mesmo, saber verdadeiramente quais são seus pontos fracos. Desconfie de qualquer pessoa que os aponte com frequência, seja em particular ou em situações públicas e pouco apropriadas. Tenha cuidado com pessoas muito críticas e que vivem atentas às suas vulnerabilidades e às dos outros.
O autoconhecimento nem sempre é fácil de ser alcançado, por vezes a ajuda de um profissional especializado pode ser muito útil nesse sentido.
7- Não entre no jogo das intrigas.
A intriga é uma das ferramentas poderosas de um psicopata. No ambiente de trabalho, a intriga pode levar a consequências devastadoras. A princípio o psicopata se mostra um ótimo colega de trabalho, com espírito de colaboração e um especial interesse em oferecer seu ombro a quem necessita de uma "força". Em pouco tempo ele é capaz de se tomar seu "melhor amigo de infância". Logo depois começará a utilizar as informações colhidas no ombro amigo para fazer intrigas. E isso ele fará com você e com todos que inicialmente acreditaram em sua "amizade".
Sem mais nem porque, a confusão está armada! Funcionários começam a se desentender e todos acabam fazendo mexericos. Somente o psicopata, perante o chefe, está fora de tanta "baixaria".
Resista à tentação de entrar no jogo das intrigas, fale dire-tamente com seu colega sobre os fatos ou se possível com o próprio chefe. Não deixe ninguém intermediar desentendimentos por você. Se você entrar nesse joguinho pode acabar se igualando ao psicopata e se distraindo do mais importante, que é se proteger.
8 - Cuidado com o jogo da pena e da culpa.
É muito importante que você entenda que o sentimento de pena ou de compaixão deve ser reservado às pessoas generosas, de bom coração e que estejam em sofrimento verdadeiro. Temos a virtude de sentir tristeza frente à aflição alheia e nos compadecemos com a sua dor. A compaixão nos faz sentir mais humanos, pois enxergamos nosso semelhante como a nós mesmos.
Mas, afinal, devemos dispensar um sentimento tão nobre a alguém frio e cruel?
Decididamente não!
Para início de conversa, um psicopata não sofre de fato. O máximo que ele consegue sentir é frustração por algo que não conseguiu concretizar. Também é muito importante que você tenha em mente que os psicopatas se alimentam dos nossos sentimentos mais nobres, da nossa compaixão, o que os torna cada vez mais fortes e poderosos.
Sentir pena de um deles é o mesmo que dar o alimento preciso para que continue com suas atitudes inescrupulosas. Não tenha pena de um psicopata, não gaste suas reservas de compaixão com uma pessoa sem coração. Ela vai sugar você até que se sinta vazio e fragilizado.
Por outro lado, um psicopata também "brinca" com o nosso sentimento de culpa, que também é uma virtude. Qualquer que seja o motivo que o fez se envolver com um psicopata, é muito importante que você não esqueça o seguinte: nunca aceite que ele culpe você pelas atitudes dele. Tenha a plena convicção de que a vítima é você e não ele. Os psicopatas são habilidosos em inverter papéis e fingem sofrer. De algozes passam-se por vítimas com a maior tranquilidade.
Os psicopatas não amam seus cônjuges, isso não existe! Eles os possuem como uma mercadoria ou um troféu com os quais reforçam seus desejos de manipulação, controle e poder.
De forma muito parecida, pais de filhos psicopatas sofrem e se culpam porque se sentem responsáveis pelo desenvolvimento da personalidade de seus filhos. No entanto, tudo indica que esses pais não cometeram erros tão graves assim, se é que os tenham cometido de fato. Os estudos sobre a personalidade psicopática revelam que a educação fornecida pelos pais pode, no
máximo, exacerbar o problema, mas não existe nenhum indício de que a maneira de educar seja capaz de originar a psicopatia.
Filhos psicopatas se utilizam muito do jogo da culpa. Eles costumam justificar os seus atos transgressores como consequência de comportamentos inadequados de seus pais quando eles ainda eram crianças. E, infelizmente, é muito difícil convencer esses pais de que nada disso é verdade. Os pais são as maiores vítimas do jogo da culpa.
9- Busque ajuda profissional.
Os danos causados pela passagem (ou permanência) de um psicopata na vida de alguém são devastadores e imensuráveis. Sua vida emocional, física, profissional (ou financeira) e até mesmo sua dignidade podem ser sumariamente destruídas por um deles. Assim, na medida do possível, os familiares e as vítimas de psicopatas devem buscar ajuda médica, psicológica e até mesmo jurídica. É recomendado que esses profissionais tenham profundo conhecimento sobre a natureza da personalidade psicopática.
10 - Dê valor a sua capacidade de ser consciente.
Não se esqueça de que você possui o bem mais valioso que um ser humano pode alcançar. Você tem a sua consciência que lhe confere o dom de amar a própria vida, o planeta e a humanidade como um todo. Por isso, é tão importante desenvolver e aperfeiçoar a nossa consciência. O desenvolvimento da consciência provoca experiências transformadoras em nós. Mudamos a nossa forma de ver, viver, sentir e nos relacionar com o mundo. Com o aperfeiçoamento da consciência, aumentamos a nossa capacidade de amar e, com isso, temos o privilégio de praticar o amor incondicional.
Exercer esse amor de forma realista e madura é ter o bem pulsando dentro de nós."
(MENTES PERIGOSAS – Ana Beatriz Barbosa Silva)
SITE: http://www.medicinadocomportamento.com.br/

Autoria e outros dados (tags, etc)

This Charming Psychopath: How to Spot Social Predators Before They Attack - An excerpt from Dr. Hare's Without Conscience, published by Psychology Today

11.01.12
This Charming Psychopath: How to Spot Social Predators Before They Attack
Written by admin on 24 February 2011

by Robert D. Hare, Ph.D.
(Reproduced with permission. © 2007 Psychology Today All Rights Reserved.)

Jeffrey Dahmer. Ted Bundy. Hannibal Lecter. These are the psychopaths whose stunning lack of conscience we see in the movies and in tabloids. Yet, as this report makes abundantly clear, these predators, both male and female, haunt our everyday lives at work, at home, and in relationships. Here’s how to find them before they find you.

She met him in a laundromat in London. He was open and friendly and they hit it off right away. From the start she thought he was hilarious. Of course, she’d been lonely. The weather was grim and sleety and she didn’t know a soul east of the Atlantic. “Ah, travelers’ loneliness,” Dan crooned sympathetically over dinner. “It’s the worst.” After dessert he was embarrassed to discover he’d come without his wallet. She was more than happy to pay for dinner. At the pub, over drinks, he told her he was a translator for the United Nations. He was, for now, between assignments. They saw each other four times that week, five the week after. It wasn’t long before he had all but moved in with Elsa. It was against her nature, but she was having the time of her life.

Still, there were details, unexplained, undiscussed, that she shoved out of her mind. He never invited her to his home; she never met his friends. One night he brought over a carton filled with tape recorders-plastic-wrapped straight from the factory, unopened; a few days later they were gone. Once she came home to find three televisions stacked in the corner. “Storing them for a friend,” was all he told her. When she pressed for more he merely shrugged. Once he stayed away for three days and was lying asleep on the bed when she came in midmorning. “Where have you been?” she cried. “I’ve been so worried. Where were you?” He looked sour as he woke up. “Don’t ever ask me that,” he snapped. “I won’t have it.” “What-?” “Where I go, what I do, who I do it with-it doesn’t concern you, Elsa. Don’t ask.”

He was like a different person. But then he seemed to pull himself together, shook the sleep off, and reached out to her. “I know it hurts you,” he said in his old gentle way, “but I think of jealousy as a flu, and wait to get over it. And you will, baby, you will.” Like a mother cat licking her kitten, he groomed her back into trusting him. One night she asked him lightly if he felt like stepping out to the corner and bringing her an ice cream. He didn’t reply, and when she glanced up she found him glaring at her furiously. “Always got everything you wanted, didn’t you?” he asked in a strange, snide way. “Any little thing little Elsa wanted, somebody always jumped up and ran out and bought it for her, didn’t they?”

“Are you kidding? I’m not like that. What are you talking about?” He got up from the chair and walked out. She never saw him again.

There is a class of individuals who have been around forever and who are found in every race, culture, society and walk of life. Everybody has met these people, been deceived and manipulated by them, and forced to live with or repair the damage they have wrought. These often charming-but always deadly-individuals have a clinical name: psychopaths. Their hallmark is a stunning lack of conscience; their game is self-gratification at the other person’s expense. Many spend time in prison, but many do not. All take far more than they give.

The most obvious expressions of psychopathy-but not the only ones-involve the flagrant violation of society’s rules. Not surprisingly, many psychopaths are criminals, but many others manage to remain out of prison, using their charm and chameleon-like coloration to cut a wide swathe through society, leaving a wake of ruined lives behind them.

A major part of my own quarter-century search for answers to this enigma has been a concerted effort to develop an accurate means of detecting the psychopaths among us. Measurement and categorization are, of course, fundamental to any scientific endeavor, but the implications of being able to identify psychopaths are as much practical as academic. To put it simply, if we can’t spot them, we are doomed to be their victims, both as individuals and as a society.

My role in the search for psychopaths began in the 1960s at the psychology department of the University of British Columbia. There, my growing interest in psychopathy merged with my experience working with psychopaths in prison to form what was to become my life’s work. I assembled a team of clinicians who would identify psychopaths in the prison population by means of long, detailed interviews and close study of file information. From this eventually developed a highly reliable diagnostic tool that any clinician or researcher could use and that yielded a richly detailed profile of the personality disorder called psychopathy. We named this instrument the Psychopathy Checklist (Multi-Health Systems; 1991).

The checklist is now used worldwide and provides clinicians and researchers with a way of distinguishing, with reasonable certainty, true psychopaths from those who merely break the rules. What follows is a general summary of the key traits and behaviors of a psychopath. Do not use these symptoms to diagnose yourself or others. A diagnosis requires explicit training and access to the formal scoring manual. If you suspect that someone you know conforms to the profile described here, and if it is important for you to have an expert opinion, you should obtain the services of a qualified (registered) forensic psychologist or psychiatrist. Also, be aware that people who are not psychopaths may have some of the symptoms described here. Many people are impulsive, or glib, or cold and unfeeling, but this does not mean that they are psychopaths. Psychopathy is a syndrome-a cluster of related symptoms.

Key Symptoms of Psychopathy

Interpersonal
Emotional Social Deviance
Glib and superficial Impulsive
Egocentric and grandiose Poor behavior controls
Lack of remorse or guilt Need for excitement
Lack of empathy Lack of responsibility
Deceitful and manipulative Early behavior problems
Shallow emotions Adult antisocial behavior
 

Glib and Superficial

Psychopaths are often voluble and verbally facile. They can be amusing and entertaining conversationalists, ready with a clever comeback, and are able to tell unlikely but convincing stories that cast themselves in a good light. They can be very effective in presenting themselves well and are often very likable and charming. One of my raters described an interview she did with a prisoner: “I sat down and took out my clipboard,” she said, “and the first thing this guy told me was what beautiful eyes I had. He managed to work quite a few compliments on my appearance into the interview, so by the time I wrapped things up, I was feeling unusually… well, pretty. I’m a wary person, especially on the job, and can usually spot a phony. When I got back outside, I couldn’t believe I’d fallen for a line like that.”

Egocentric and Grandiose

Psychopaths have a narcissistic and grossly inflated view of their own self-worth and importance, a truly astounding egocentricity and sense of entitlement, and see themselves as the center of the universe, justified in living according to their own rules. “It’s not that I don’t follow the law,” said one subject. “I follow my own laws. I never violate my own rules.” She then proceeded to describe these rules in terms of “looking out for number one.”

Psychopaths often claim to have specific goals but show little appreciation regarding the qualifications required-they have no idea of how to achieve them and little or no chance of attaining these goals, given their track record and lack of sustained interest in formal education. The psychopathic inmate might outline vague plans to become a lawyer for the poor or a property tycoon. One inmate, not particularly literate, managed to copyright the title of a book he was planning to write about himself, already counting the fortune his best-selling book would bring.

Lack of Remorse or Guilt

Psychopaths show a stunning lack of concern for the effects their actions have on others, no matter how devastating these might be. They may appear completely forthright about the matter, calmly stating that they have no sense of guilt, are not sorry for the ensuing pain, and that there is no reason now to be concerned. When asked if he had any regrets about stabbing a robbery victim who subsequently spent time in the hospital as a result of his wounds, one of our subjects replied, “Get real! He spends a few months in hospital and I rot here. If I wanted to kill him I would have slit his throat. That’s the kind of guy I am; I gave him a break.” Their lack of remorse or guilt is associated with a remarkable ability to rationalize their behavior, to shrug off personal responsibility for actions that cause family, friends, and others to reel with shock and disappointment. They usually have handy excuses for their behavior, and in some cases deny that it happened at all.

Lack of Empathy

Many of the characteristics displayed by psychopaths are closely associated with a profound lack of empathy and inability to construct a mental and emotional “facsimile” of another person. They seem completely unable to “get into the skin” of others, except in a purely intellectual sense. They are completely indifferent to the rights and suffering of family and strangers alike. If they do maintain ties, it is only because they see family members as possessions. One of our subjects allowed her boyfriend to sexually molest her five-year-old daughter because “he wore me out. I wasn’t ready for more sex that night.” The woman found it hard to understand why the authorities took her child into care.

Deceitful and Manipulative

With their powers of imagination in gear and beamed on themselves, psychopaths appear amazingly unfazed by the possibility-or even by the certainty-of being found out. When caught in a lie or challenged with the truth, they seldom appear perplexed or embarrassed-they simply change their stories or attempt to rework the facts so they appear to be consistent with the lie. The result is a series of contradictory statements and a thoroughly confused listener. And psychopaths seem proud of their ability to lie. When asked if she lied easily, one woman laughed and replied, “I’m the best. I think it’s because I sometimes admit to something bad about myself. They think, well, if she’s admitting to that she must be telling the truth about the rest.”

Shallow Emotions

Psychopaths seem to suffer a kind of emotional poverty that limits the range and depth of their feelings. At times they appear to be cold and unemotional while nevertheless being prone to dramatic, shallow, and short-lived displays of feeling. Careful observers are left with the impression they are playacting and little is going on below the surface. A psychopath in our research said that he didn’t really understand what others meant by fear. “When I rob a bank,” he said, “I notice that the teller shakes. One barfed all over the money. She must have been pretty messed up inside, but I don’t know why. If someone pointed a gun at me I guess I’d be afraid, but I wouldn’t throw up.” When asked if he ever felt his heart pound or his stomach churn, he replied, “Of course! I’m not a robot. I really get pumped up when I have sex or when I get into a fight.”

Impulsive

Psychopaths are unlikely to spend much time weighing the pros and cons of a course of action or considering the possible consequences. “I did it because I felt like it,” is a common response. These impulsive acts often result from an aim that plays a central role in most of the psychopath’s behavior: to achieve immediate satisfaction, pleasure, or relief.

So family members, relatives, employers, and coworkers typically find themselves standing around asking themselves what happened-jobs are quit, relationships broken off, plans changed, houses ransacked, people hurt, often for what appears as little more than a whim. As the husband of a psychopath I studied put it: “She got up and left the table, and that was the last I saw of her for two months.”

Poor Behavior Controls

Besides being impulsive, psychopaths are highly reactive to perceived insults or slights. Most of us have powerful inhibitory controls over our behavior; even if we would like to respond aggressively we are usually able to “keep the lid on.” In psychopaths, these inhibitory controls are weak, and the slightest provocation is sufficient to overcome them. As a result, psychopaths are short-tempered or hotheaded and tend to respond to frustration, failure, discipline, and criticism with sudden violence, threats or verbal abuse. But their outbursts, extreme as they may be, are often short-lived, and they quickly act as if nothing out of the ordinary has happened. For example, an inmate in line for dinner was accidentally bumped by another inmate, whom he proceeded to beat senseless. The attacker then stepped back into line as if nothing had happened. Despite the fact that he faced solitary confinement as punishment for the infraction, his only comment when asked to explain himself was, “I was pissed off. He stepped into my space. I did what I had to do.” Although psychopaths have a “hair trigger,” their aggressive displays are “cold”; they lack the intense arousal experienced when other individuals lose their temper.

A Need for Excitement

Psychopaths have an ongoing and excessive need for excitement-they long to live in the fast lane or “on the edge,” where the action is. In many cases the action involves the breaking of rules. Many psychopaths describe “doing crime” for excitement or thrills. When asked if she ever did dangerous things just for fun, one of our female psychopaths replied, “Yeah, lots of things. But what I find most exciting is walking through airports with drugs. Christ! What a high!” The flip side of this yen for excitement is an inability to tolerate routine or monotony. Psychopaths are easily bored and are not likely to engage in activities that are dull, repetitive, or require intense concentration over long periods.

Lack of Responsibility

Obligations and commitments mean nothing to psychopaths. Their good intentions-”I’ll never cheat on you again”-are promises written on the wind. Horrendous credit histories, for example, reveal the lightly taken debt, the loan shrugged off, the empty pledge to contribute to a child’s support. Their performance on the job is erratic, with frequent absences, misuse of company resources, violations of company policy, and general untrustworthiness. They do not honor formal or implied commitments to people, organizations, or principles. Psychopaths are not deterred by the possibility that their actions mean hardship or risk for others. A 25-year-old inmate in our studies has received more than 20 convictions for dangerous driving, driving while impaired, leaving the scene of an accident, driving without a license, and criminal negligence causing death. When asked if he would continue to drive after his release from prison, he replied, “Why not? Sure, I drive fast, but I’m good at it. It takes two to have an accident.”

Early Behavior Problems

Most psychopaths begin to exhibit serious behavioral problems at an early age. These might include persistent lying, cheating, theft, arson, truancy, substance abuse, vandalism, and/or precocious sexuality. Because many children exhibit some of these behaviors at one time or another-especially children raised in violent neighborhoods or in disrupted or abusive families-it is important to emphasize that the psychopath’s history of such behaviors is more extensive and serious than most, even when compared with that of siblings and friends raised in similar settings. One subject, serving time for fraud, told us that as a child he would put a noose around the neck of a cat, tie the other end of the string to the top of a pole, and bat the cat around the pole with a tennis racket. Although not all adult psychopaths exhibited this degree of cruelty when in their youth, virtually all routinely got themselves into a wide range of difficulties.

Adult Antisocial Behavior

Psychopaths see the rules and expectations of society as inconvenient and unreasonable impediments to their own behavioral expression. They make their own rules, both as children and as adults. Many of the antisocial acts of psychopaths lead to criminal charges and convictions. Even within the criminal population, psychopaths stand out, largely because the antisocial and illegal activities of psychopaths are more varied and frequent than are those of other criminals. Psychopaths tend to have no particular affinity, or “specialty,” for one particular type of crime but tend to try everything. But not all psychopaths end up in jail. Many of the things they do escape detection or prosecution, or are on “the shady side of the law.” For them, antisocial behavior may consist of phony stock promotions, questionable business practices, spouse or child abuse, and so forth. Many others do things that, though not necessarily illegal, are nevertheless unethical, immoral, or harmful to others: philandering or cheating on a spouse to name a few.

Origins

Thinking about psychopathy leads us very quickly to a single fundamental question: Why are some people like this? Unfortunately, the forces that produce a psychopath are still obscure, an admission those looking for clear answers will find unsatisfying. Nevertheless, there are several rudimentary theories about the cause of psychopathy worth considering. At one end of the spectrum are theories that view psychopathy as largely the product of genetic or biological factors (nature), whereas theories at the other end posit that psychopathy results entirely from a faulty early social environment (nurture). The position that I favor is that psychopathy emerges from a complex-and poorly understood-interplay between biological factors and social forces. It is based on evidence that genetic factors contribute to the biological bases of brain function and to basic personality structure, which in turn influence the way an individual responds to, and interacts with, life experiences and the social environment. In effect, the core elements needed for the development of psychopathy-including a profound inability to experience empathy and the complete range of emotions, including fear-are in part provided by nature and possibly by some unknown biological influences on the developing fetus and neonate. As a result, the capacity for developing internal controls and conscience and for making emotional “connections” with others is greatly reduced.

Can Anything Be Done?

In their desperate search for solutions people trapped in a destructive and seemingly hopeless relationship with a psychopath frequently are told: Quit indulging him and send him for therapy. A basic assumption of psychotherapy is that the patient needs and wants help for distressing or painful psychological and emotional problems. Successful therapy also requires that the patient actively participate, along with the therapist, in the search for relief of his or her symptoms. In short, the patient must recognize there is a problem and must want to do something about it. But here is the crux: Psychopaths don’t feel they have psychological or emotional problems, and they see no reason to change their behavior to conform with societal standards they do not agree with. Thus, in spite of more than a century of clinical study and decades of research, the mystery of the psychopath still remains. Recent developments have provided us with new insights into the nature of this disturbing disorder, and its borders are becoming more defined. But compared with other major clinical disorders, little research has been devoted to psychopathy, even though it is responsible for more social distress and disruption than all other psychiatric disorders combined. So, rather than trying to pick up the pieces after the damage has been done, it would make far greater sense to increase our efforts to understand this perplexing disorder and to search for effective early interventions. The alternatives are to continue devoting massive resources to the prosecution, incarceration, and supervision of psychopaths after they have committed offenses against society and to continue to ignore the welfare and plight of their victims. We have to learn how to socialize them, not resocialize them. And this will require serious efforts at research and early intervention. It is imperative that we continue the search for clues.

A Survival Guide

Although no one is completely immune to the devious machinations of the psychopath, there are some things you can do to reduce your vulnerability.

Know what you are dealing with. This sounds easy but in fact can be very difficult. All the reading in the world cannot immunize you from the devastating effects of psychopaths. Everyone, including the experts, can be taken in, conned, and left bewildered by them. A good psychopath can play a concerto on anyone’s heart strings.

Try not to be influenced by “props.” It is not easy to get beyond the winning smile, the captivating body language, the fast talk of the typical psychopath, all of which blind us to his or her real intentions. Many people find it difficult to deal with the intense, “predatory state” of the psychopath. The fixated stare, is more a prelude to self-gratification and the exercise of power rather than simple interest or empathic caring.

Don’t wear blinders. Enter new relationships with your eyes wide open. Like the rest of us, most psychopathic con artists and “love-thieves” initially hide their dark side by putting their “best foot forward.” Cracks may soon begin to appear in the mask they wear, but once trapped in their web, it will be difficult to escape financially and emotionally unscathed.

Keep your guard up in high-risk situations. Some situations are tailor-made for psychopaths: singles bars, ship cruises, foreign airports, etc. In each case, the potential victim is lonely, looking for a good time, excitement, or companionship, and there will usually be someone willing to oblige, for a hidden price. Know yourself. Psychopaths are skilled at detecting and ruthlessly exploiting your weak spots. Your best defense is to understand what these spots are, and to be extremely wary of anyone who zeroes in on them.

Unfortunately, even the most careful precautions are no guarantee that you will be safe from a determined psychopath. In such cases, all you can do is try to exert some sort of damage control. This is not easy but some suggestions may be of help:
1. Obtain professional advice. Make sure the clinician you consult is familiar with the literature on psychopathy and has had experience in dealing with psychopaths.

2. Don’t blame yourself. Whatever the reasons for being involved with a psychopath, it is important that you not accept blame for his or her attitudes and behavior. Psychopaths play by the same rules-their rules-with everyone.

3. Be aware of who the victim is. Psychopaths often give the impression that it is they who are suffering and that the victims are to blame for their misery. Don’t waste your sympathy on them.

4. Recognize that you are not alone. Most psychopaths have lots of victims. It is certain that a psychopath who is causing you grief is also causing grief to others. Be careful about power struggles. Keep in mind that psychopaths have a strong need for psychological and physical control over others. This doesn’t mean that you shouldn’t stand up for your rights, but it will probably be difficult to do so without risking serious emotional or physical trauma.

5. Set firm ground rules. Although power struggles with a psychopath are risky you may be able to set up some clear rules-both for yourself and for the psychopath-to make your life easier and begin the difficult transition from victim to a person looking out for yourself.

6. Don’t expect dramatic changes. To a large extent, the personality of psychopaths is “carved in stone.” There is little likelihood that anything you do will produce fundamental, sustained changes in how they see themselves or others.

7. Cut your losses. Most victims of psychopaths end up feeling confused and hopeless, and convinced that they are largely to blame for the problem. The more you give in the more you will be taken advantage of by the psychopath’s insatiable appetite for power and control.

8. Use support groups. By the time your suspicions have led you to seek a diagnosis, you already know that you’re in for a very long and bumpy ride. Make sure you have all the emotional support you can muster.

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