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História da Catarina. Comportamento de um sociopata, aproveitador, oportunista

05.02.12

Era 27 de janeiro, calor intenso, verão em São Paulo. O dia começou nublado, Catarina pensava que iria chover e as chuvas nessa estação sempre são muito fortes; tomou banho, se vestiu como nunca, pegou o guarda-chuva e saiu para encontrar o homem que amava, ou pensava que amava. Encontro marcado para o Ibirapuera às 10 horas da manhã. Ela chegou ao parque, sentou-se em um banco de cimento e ficou esperando. Ele demorava. E ela estava preocupada... O namoro iniciou em agosto. A principio ele parecia tão apaixonado, fazia graça, beijava, abraçava, desejava... Tinha ciúmes. Catarina o estava estranhando, ele não respondia mais às suas mensagens de e-mails, nem as mensagens via celular... Não atendia aos telefonemas.   Uma semana atrás eles marcaram de ir ao museu da língua portuguesa, e ele não apareceu. Ela foi sozinha. Triste, mas firme como toda mulher de fibra. Fizeram amor no dia 30 de dezembro, não foi bom para Catarina. Mas ela não disse nada. Nem deu tempo. No meio da transa ele recebeu um telefonema, disse ele que era um amigo que mora no Rio de Janeiro. Ele desligou o celular, tomou um banho e saiu dizendo que iria viajar para Rio... Catarina ficou arrasada... Correu para vestir a roupa, saiu atrás dele tentando entender o que estava acontecendo, mas somente recebeu um beijo frio e um "agente se fala"... Cinco meses de namoro, e de repente isso. Ela ficou desnorteada, foi para casa cabisbaixa... Se sentindo uma coisa usada e jogada fora, faltava alto estima, faltava entender como um homem recebe um telefonema nessa situação e sai correndo como um cachorrinho ensinado... Não "Fia" entenda que ele é um irmão pra mim, e tá pagando a passagem...   Mas, nada tirava da cabeça de Catarina que havia outros interesses. Ela sabia que ele era muito interesseiro, só estava com ela porque ela estava muito apaixonada e fazia tudo que ele pedia, pagava o motel, a cerveja e a pizza... Como era tonta, pensava Catarina, faço tudo por ele e ele faz assim comigo. Era provável que o amigo dele estivesse arrumando alguém com uma grana para ele dar um golpe... Catarina percebia que ele era um aproveitador de mulheres.   Ele viajou. Em 15 dias não deu notícias. Quando voltou, ligou e disse: -estou em Sampa. Marcaram um encontro numa segunda à tarde, ela estava de férias e ele nunca trabalhava mesmo.  Conversaram bastante, quer dizer, ele falou, contou da sua experiência no Rio, da sua estada numa praia distante, por isso o celular não funcionava. Falava das pessoas que conheceu, inclusive uma tal assistente social com idéias "idiotas" segundo ele.  Falou tanto dessa mulher que após o encontro Catarina resolveu dar uma olhada no Orkut dele... E não foi surpresa quando viu os recados da tal mulher falando de coisas tão íntimas... Ligou para ele e ele disse ser apenas brincadeiras. http://www.tabacultural.com.br/creusacarlasdesousa.htm Creias Carla de Sousa   Depois desse dia, ele ficou estranho. E ela deprimida. Emagreceu quase 10 quilos em uma semana.   Chegamos então ao dia 27 de janeiro. Finalmente ele chega e cumprimenta Catarina com um beijo no rosto. Ela estremece. Sabe que será o fim. Mas, não quer aceitar. Ele começa a falar coisas sem nexo, e em seguida diz que não faz sentido estarem juntos, pois ele não está apaixonado. Ela engole o choro e pergunta se alguma vez ele esteve apaixonado, então ele responde que não, que simplesmente ela estava ali, tão fácil, tão carente que ele aproveitou para ter algum prazer sem precisar pagar.   Ainda disse que ela logo encontraria alguém para casar, e ter seus filhos, negrinhos... Ele era branco, transparente e ela negra. Ela percebeu que ele era racista também. Nossa, ele não gostava de nordestinos, dizia odiar gente pobre, sem dinheiro para comer e beber bem... E agora se mostra racista... Naquele instante Catarina só ouvia, estava cega de ódio... Sentia-se muito usada... E ele continuava, você acha que algum dia eu iria levar você em minha casa para apresentar aos meus pais?  Meu pai não gosta de negros, ele é descendente de italianos, branco. Minha mãe é descendente de portugueses, branca...  Catarina suava, não sabia se era o calor do verão, o mormaço do tempo que se preparava para uma chuva típica da estação, ou se isso era resultado das verdades que ela se recusou a ver por todo esse tempo.   Ele dizia que não havia mais assunto entre eles, que ela era sem graça, sem capacidade de argumentação... Mas, ela pensava, como argumentar com um publicitário sobre propaganda, anúncios e outros, é um assunto tão chato! Como argumentar com os publicitários amigos dele que diziam "comer" uma mulher para conseguir a conta de uma empresa. Catarina era engenheira.  É outro mundo. Ela tentou argumentar, tentou brigar, mas ele não deixou. Ao contrario disse que não queria vê-la mais. E não queria brigar, não queria baixar o nível... Mas qual nível? Ele não tinha nível. Era um gigolô.   O namoro acabou. Catarina ficou muito triste. Nesse dia ela ficou, algumas horas, sentada no banco da estação de metrô.  Choveu muito durante a tarde, ela ficou vendo a chuva, as pessoas passando, saindo dos trens, indo para suas casas, felizes, e ela abandonada. A chuva passou, era mais de cinco da tarde.  Catarina reuniu forças, entrou no trem, voltou para casa.   O pior do fim de um namoro é não ter para quem contar sua tristeza. Como Catarina iria falar que aquele cara a explorou o quanto pode e quando encontrou alguém disposta a dar mais vantagens a abandonou. Catarina sentiu vergonha, sentiu nojo, queria voltar ao passado e ignorar aquele sujeito. Por muito pouco ele não destruiu a vida de Catarina.   Quando o verão acabou, Catarina sentiu um alívio, foi como se as águas de março levando o verão, levassem também aquele sentimento que no principio foi bom e no fim transformou-se em coisa ruim. Aquela chuva forte lavava a alma de Catarina, levando os farelos de amor que ainda restavam dentro dela...

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As cicatrizes que o psicopata deixa para sempre

01.02.12
http://antologiafemenina.blogspot.pt/2007/09/el-psicpata.html?m=1
Este es el segundo prototipo. A este hay que de verdad tenerle miedo: deja cicatrices imborrables. Las va marcando, a fuego lento, y una va disfrutando en ese doloroso placer, hasta que un día se da cuenta que está completamente quemada.

El psicópata

Definición: hombre que padece de un servero trastorno de personalidad y relacionamiento encubierto, que disfruta de un juego de seducción, manipulación y poder, al que la mujer se sentirá involuntariamente atraída hasta quedar envuelta en una relación casi enferma (a veces deja de ser casi) y dependiente de la que le costará mucho tiempo, quizás años, salir y sobreponerse.

Descripción: Es un conquistador nato. Maneja perfectamente la estrategia, y qué tácticas utilizar para alcanzarla. No busque en rasgos físicos, se esconde detrás de cualquier fisonomía. Aunque seguramente tendrá una mirada cautivante y misteriosa. Sus víctimas son siempre mujeres con la autoestima baja. Y si no la tenían, llegan a desgastarla tanto, que su valoración cae hasta el punto en que no son capaces de dejarlos porque sienten que ya nadie va a amarlas como él. Ejerce una fascinación indescriptible, e incontrolable. Sí, creo que también injustificable. Porque cuando quiere demostrar amor, lo hace al extremo, de manera pasional, sorpresiva e inesperada. Sin cálculos ni medidas. Luego comienza la etapa oscura, repleta de gritos, reproches, recriminaciones, celos. A continuación las desapariciones, las ausencias, los silencios. Y ella extraña, añora, desespera. Busca al primero, a aquel que recuerda en sueños, al que la hace suspirar. Pero es el que paulatinamente, sin percibirlo, cada vez se muestra menos. Ella se queda prendada de una ilusión, de una actuación fugaz, de una puesta en escena. Luego el telón se cierra, los disfraces se guardan, las caretas se caen, y queda el ser despojado de belleza. La sombra de lo que nunca fue. Simplemente queda lo real. Sólo que de vez en cuando, cada vez que esté a punto de perderla, cada vez que la sienta lejana, volverá por sus disfraces y montará un nuevo acto. Y así, una y otra vez. Una y otra vez. Y las tendrá ahí, a su merced, embelesadas, idiotizadas, glorificándolos, necesitándolos. Presas y entregadas. Se apodera de ellas como una soga que las ata, como una droga que las hace adictas.

Características: seductor, mitómano, manipulador, egoísta, desconsiderado, temperamental. Adictivo. Es como una montaña rusa que mezcla el placer y el dolor, aunque no siempre en la medida justa.

Conducta repetitiva: Ponerlas a prueba hasta encontrar el límite, para ver hasta donde se extiende su dominio, para comprobar la incondicionalidad. Va y vuelve. Está con una pero se enamora de otra. Oscila entre el amor y el desprecio.

La clave: Self preservation. El psicópata es como el golpeador. Lo hará, lo disfrutará, y volverá a pedir perdón de alguna manera. No deje que ese breve instante de arrepentimiento la enceguezca. No es más que parte del proceso. Volverá a lastimarla, a maltratarla, a rebajarla. Porque su mayor satisfacción reside en el poder dominarlas. Es difícil identificarlos en el comienzo, generalmente se lo ve cuando ya está enamorada, y es difícil desprenderse. Entonces, por si acaso, nunca deje que le pongan el pie encima, o la arrollen directamente.

Recomendación: Mantenga siempre alta su autoestima, es el mejor escudo contra ellos. Cuando una se valora el psicópata no tiene lugar por donde atacar, no tiene flancos. Y si aún así ha caído en sus garras, cuando se encuentra a si misma justificando todas sus acciones, cuando se encuentra aferrándose a la esperanza de que él algún día él va a enamorarse aunque le esté diciendo en la cara que usted no le importa, cuando todas sus amigas le estén diciendo sinceramente que él está loco: CRÉALES. Haga un esfuerzo, deje de la do los sentimientos y escuche a la razón (en este caso aplica y es absolutamente válido). Si no, en 10 años, se encontrará maltrecha y desesperanzada esperando a alguien irreal.

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Príncipe? Não! É o aproveitador moderno

01.02.12
11 Abr 2010
Príncipe? Não! É o aproveitador moderno.
Modo actual:irritado
Na primeira versão, eles queriam apenas "a carne" de moças imprudentes, e para isso se mostravam bem sucedidos, bem relacionados, bem intencionados. Uma vez que tivessem aquilo que procuravam, botavam a mala nas costas e iam pra outro lugar enganar outra jovem.

Na segunda versão, eles procuravam por mulheres mais velhas e separadas, ou viúvas. A ambição passou a ser maior: Queriam ser sustentados por elas. Propunham casamento oferecendo apenas "companhia" e pedindo em troca nada menos que tudo. Mas o preço era alto, pra ter isso eles tinham que se casar e isso dava certas limitações ao indivíduo. Mulherengos convictos sempre, mas sempre tinham uma maneira de agir que prendia a mulher a eles, e eles a elas.

Mas, na versão 3.0, eles são muito diferentes! Eles se adaptaram à mulher moderna! Eles sabem que a mulher atual estuda pra caramba, trabalha pra caramba, fica bem sucedida, e...Esquece de viver, esquece de experimentar e fica sem a "malícia" necessária para os relacionamentos, onde existe mais do que uma entrega, existe uma troca maravilhosa de experiências que tem hora que dá certo e hora que não dá, e nos faz ter subsídios e forças para enfrentar as situações difíceis que virão.

Mulheres modernas, bem resolvidas, inteligentes, bem articuladas, que conhecem muitos e namoram quase ninguém, são independentes, moram sozinhas, tem seus bons carros e realizam com certa regularidade pequenos sonhos de consumo. São médicas, são gerentes de banco, são professoras, são dentistas, são empresárias.

Eu descrevi você né amiga? Pois é, eu sei... Você é o alvo.

Esse indivíduo de quem falo vai te encontrar geralmente no lugar de sempre, atualmente o território sem lei da Internet. Em chats, em salas de bate-papo, em fóruns, em sites de relacionamento, eles estão em todos os lugares. Então, você o conhece depois de um tempo trocando e-mails e mensagens instantâneas é amor a primeira vista. Ele é bonitão, interessante, bem resolvido, SOLTEIRO, sem ex-mulheres, sem filhos, sem passado só presente, parece até ter sido feito exclusivamente pra suprir seus sonhos, então vocês vão para a cama... E ele é divino, carinhoso e viril ao mesmo tempo, uma loucura. Paixão imediata.

Perfeito demais pra ser verdade? E é mesmo. Esse homem não existe.

E esse homem vai ocupar todos os espaços, dormirá uma vez em sua casa e depois começará a se apropriar aos poucos dela, ficará dias inteiros com seu carro, ligará para Deus e o mundo da sua casa, consumirá tua comida e começará a deixar "pequenas contas pessoais" pra você pagar. Você, boba, apaixonada, faz isso tudo e ainda compra presentes pra ele.

Um dia você percebe que nunca viu um familiar dele, não entende porque o telefone dele tem número restrito, porque ele tem disponibilidade de horário no meio da semana pra ficar a manhã inteira na academia ou na praia, lembra que nunca mais viu o carrão que ele tinha quando saía contigo, que faz al.. meses que quem paga as contas dele é você, que quando vocês saem quem tira o cartão da bolsa é você, e aí começa a ligar as coisas, começa a entender que seu príncipe é um grande, gordo e feio sapo.

Nessa hora, seu príncipe que virou sapo, vira o que ele realmente é: O OGRO.

Agora você percebe que aquelas fotos picantes que ele queria tirar durante o sexo inusitado não eram para apimentar a relação, agora você entende porque você nunca mais viu o carrão que ele tinha... Porque pertencia à outra mulher que estava sendo enganada enquanto ele se ostentava pra você, e que provavelmente o dinheiro que ele pagava os encontros e jantares também vinha dela, como o seu dinheiro foi para outra... E começa a sentir raiva dele e de si mesma.

Nessa hora, ele, sabendo que você está extremamente sensível, chora, faz escândalo, sofre... E te enrola de novo, mas geralmente por menos tempo, pois agora você está mais centrada e desconfiada e percebe rápido os movimentos dele. Mas já é tarde, porque você caiu novamente na lábia dele mesmo com seu relacionamento no buraco só esperando as "pás de cal", e só após al.. meses e muitos traumas, você consegue se livrar dele porque ele já está noutra onda.

Surreal? Imaginário? "Realidade aumentada"? Não!!!

Eu estou descrevendo a trajetória do relacionamento que estes aproveitadores "new generation" geralmente percorrem. Cada um tem sua forma de agir, mas em linhas gerais é assim que eles agem, e eu estou escrevendo isto pra você porque VOCÊ pode ser alvo de um deles em qualquer momento da sua vida.

Todo mundo se acha muito inteligente, muito esperta e geralmente somos mesmo, mas quando isso acontece vemos como somos frágeis. Tenha cuidado, porque você pode passar por isso também.
http://www.myspace.com/deboramexicana/blog/532614230

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Duas história e um elo comum. O meu ex namorado é psicopata e eu fujo!

29.01.12

“Fui vítima de um homem psocopata. Lindo, jovem, charmoso, sentimental, sedutor, "ingênuo", ultra carinhoso, preocupado com minha saúde e bem estar. Conquistou-me de tal maneira que eu abandonei tudo para ficar com ele. Com o tempo comecei encontrando contradições, mentiras e um comportamento misterioso em muitas situações. Não atendia telefone quando saia, sumia de casa, nunca falava de amigos, nunca havia namorado antes (???). Antes disso começar acontecer, porém, ele já havia feito de tudo para que eu acreditasse nunca mais encontrar alguém que me amasse tanto quanto ele dizia e tentava demonstrar. O domínio dele sobre mim e sobre minha vida foi aumentando e me sufocando. Eu não tinha mais vida. Ele, sim. Eu programava uma coisa, ele mudava e saia sozinho dando satisfações bizarras e mentirosas e voltando de suas saídas apresentando juras e mais juras de amor, acompanhadas de carinho intenso. Cansei. Perdi o controle e o mandei embora, finalmente (o apartamento era meu). Mas parte de mim ele levou, perdi anos da minha vida, amigos, dinheiro, oportunidades, viagens, negócios, por causa dele. Um autêntico psicopata, que não tem sentimento, não tem consciência, se vê como o centro do universo e das atenções era ele, e, com toda a certeza, estará dominando a vida de mais alguém neste exato momento. É importante que saibam que o psicopata NÃO AMA NINGUÉM, NUNCA. Ele finge que ama aqueles de quem ele poderá se aproveitar de alguma forma. Isso está comprovado cientificamente, pena que não seja amplamente divulgado, pois as pessoas associam psicopatas a criminosos que estão na cadeia. Pelo contrário, os psicopatas que estão livres são a maioria e, quase sempre, se apresentam muito bonitos, bem vestidos, muito educados, conhecedores de etiqueta, cavalheiros, charmosos, andam com dinheiro, e são extremamente simpáticos (dificilmente alguém deixa de simpatizar com eles, só os "escolados", que já conhecem essa artimanha). Isso faz parte do jogo da conquista. Com a conquista da confiança de suas vítimas eles alçam vôo para seus objetivos puramente materiais, sob juras deslavadas de afeto, amizade amor. Quando a fonte seca, elas alçam novo vôo. Por um psicopata muitas pessoas desavisadas já morreram, tenho certeza disso, e sem que desses bandidos sociais nenhuma lágrima haja escorrido da face, em sua intimidade. Apenas a satisfação. Obrigado por você haver abordado um tema tão importante para todo mundo. Sorte daqueles que leram seu depoimento. Desejemos ao Promissor, que apresentou um depoimento a respeito intitulado Namorada Psicopata, e a mim, boa sorte. No meu caso, o trauma foi tamanho, que vejo um psicopata em cada um que conheci depois dele.” Anita [133725] No começo do namoro, meu ex parecia o namorado perfeito. Muito carinhoso e apaixonado, falava que queria se casar e ter filhos comigo. Eu, carente e com baixa estima, acreditei. Mas depois de um tempo, ele começou a fazer de tudo para provocar o meu sofrimento. Falava das aventuras sexuais que já havia tido com outras mulheres, que já havia saído com várias alunas da escola de idiomas, em que dava aulas de inglês e que tal atriz de TV era muito linda e gostosa. Eu não gostava, mas deixava para lá. Quando estava tudo bem entre nós, meu ex criava um clima para que eu ficasse mal. De um segundo para outro, ele mudava de humor e falava que apresentar uma namorada para a família dele não fazia diferença porque uma antiga namorada prometeu que se casaria com ele e não se casou. Esperta, ela! Era sempre assim: estava tudo bem, mas ele mudava de humor repentinamente. Minha família achava que ele tinha jeito de homossexual. Uma vez, estávamos comendo pão na mesa da cozinha da casa dele, quando ele propôs sexo a três!!! Eu, ele e outra mulher!!! Eu me neguei, claro e ele alegou que eu era muito careta, conservadora e que eu tinha que acompanhar a evolução do mundo!! Disse também que não sentiria nem um pouco de ciúmes se me visse transando com outro homem!! Triste, eu percebi ali, o quanto ele era doido e que aquele namoro estava com os dias contados. Eu jamais toparia algo assim, mesmo apaixonada por ele. Não consegui ser mais a mesma e pouco tempo depois, ele terminou comigo, alegando que não havia se apaixonado por mim. Isso depois de ter jurado que eu era a mulher da vida dele! Eu estava apaixonada e sofri. Mas ele quis que eu fosse uma grande amiga e com esperanças de uma volta e que ele mudasse, aceitei. Só que ele não repeitava minha fragilidade e vivia fazendo terrorismo comigo, que ia arrumar outra namorada! Pois na minha frente, ele acabou dando em cima de uma amiga minha, que até hoje, o odeia e com razão. Ele alegou que não via nada demais, se a minha amiga topasse em sair com ele. Com a cabeça virada, acabei brigando com a minha amiga, mas depois ela me perdoou. Fiquei sem falar com ele nessa época, mas depois voltei atrás. Ficamos amigos de novo e depois de um tempo, amigos coloridos. Eu achava que a nossa amizade colorida faria com que ele visse que eu o amava e assim, voltaríamos. Ele transava comigo e com outras ao mesmo tempo. A gente se submete a cada coisa em nome do amor! Amor? Não! Eu estava doente. Esse cara me manipulou de todas as maneiras. Com mentiras sobre o emprego dele, criando falsas ilusões de uma volta e outras coisas. Até dinheiro meu , ele levou. E quando passei em um concurso, ele ficou despeitado com a minha conquista e pouco tempo depois, sem ao menos me contar antes, postou fotos dele com a nova namorada, no facebook. Tive a certeza de que foi para me atingir. A nova namorada tem cara de ingênua e senti pena dela. Fiquei mal, triste e com raiva de mim mesma, por ter sido tão idiota! Mas depois, melhorei. Não podemos deixar que uma pessoa vinda do inferno acabe com a nossa vida. Li sobre as características de um psicopata e bateu com meu ex: mentiroso, manipulador, sedutor, inteligente, egocêntrico (ele, em primeiro e último lugar), humor instável, falta de compaixão (é normal fazer sofrer), imaturo ao extremo, promíscuo e já que não sente emoção e é robótico, precisa de adrenalina e de viver situações arriscadas. No caso do meu ex, sexo a três ou grupal. Ele tem psicopatia leve e mesmo leve, já é capaz de provocar um grande estrago!!! Aprendi a ser mais esperta!!! http://www.euconfesso.com/confissao-32435.html

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Psicopatia e Violência Urbana

29.01.12

Psicopatia e Violência Urbana Renato Sabbatini O recente episódio da morte de João Acácio da Costa, o "Bandido da Luz Vermelha", assinado a tiros em Santa Catarina, é bastante revelador sobre o precário estado da internação judicial de psicopatas no Brasil. O caso em questão foi muito polêmico, pois ele foi solto após ter cumprido integralmente pena em regime fechado, à qual foi condenado por uma série de 88 assaltos, latrocínios e estupros horripilantes em São Paulo nos anos 60. Estranhamente, os laudos psiquiátricos feitos de última hora opinavam que "os seus episódios psicóticos anteriores tinham sido de natureza benigna (sic)", e que ele era "absolutamente capaz de retornar ao convívio social". Com base nesse parecer, a Justiça soltou-o, alegando não poder reter em prisão um condenado comum que tinha cumprido o período máximo de encarceramento, que é de 30 anos. Deu no que tinha que dar. Depois de vários episódios indicadores de desadaptação aguda, distúrbios mentais, suspensão do tratamento, breve reinternação e retorno da agressividade, ele foi morto com um tiro na cabeça em uma briga de bar. O que se deve fazer com os psicopatas e sociopatas crônicos e irrecuperáveis, que apresentam comportamento altamente agressivo e violento ? Evidentemente, eles não podem viver de forma autônoma na sociedade, pois sempre acabam por causar mais tragédias, crimes e sofrimento. Não é culpa deles, mas sim de seus cérebros danificados, sem possibilidade de cura clínica. Todos os países razoavelmente organizados têm um sistema de detenção em manicômio judicial por período indeterminado para casos como esses. No Brasil, e em outros países, há quem defenda pura e simplesmente a pena de morte para pessoas assim (nos Estados Unidos, o inspirador do apelido dado a João Acácio, o assassino e estuprador Caryl Chessman foi executado em câmera de gás, em maio de 1960, por 17 crimes), mas na maior parte das democracias os criminalmente insanos são declarados inimputáveis, pois são irresponsáveis legalmente (devido à doença mental, eles não têm o famoso "livre arbítrio"), e, se oferecem perigo para a sociedade são trancafiados para todo o sempre. Quem não se lembra do impressionante porão onde o Dr. Hannibal Lecter, o médico canibal, era mantido preso, no filme "O Silêncio dos Inocentes" ? Evidentemente, a justiça não é cega, e, algumas vezes, é imperfeita. Muita gente que é louca vai parar na cadeia comum, e acaba solta depois de um certo tempo, como aconteceu com o Bandido da Luz Vermelha (ele deveria ter continuado em tratamento na casa de custódia, mas, ao ser transferido para a Penitenciária do Estado, ficou elegível para a soltura). Outros não são insanamente violentos, mas vão parar no manicômio judiciário e lá ficam esquecidos do mundo. Como conseqüência de erros como esses, e dos abusos rampantes contra os direitos humanos que prevaleciam (e ainda prevalecem) em muitos hospitais psiquiátricos, que mantêm seus pacientes em condições sub-humanas (lembrem-se das reportagems sobre o Juqueri), houve um movimento antipsiquiátrico muito importante no passado, o que levou a uma mudança significativa nos critérios de internamento de psicopatas. Um dos seus expoentes, o psiquiatra americano Thomas Sasz, chegou a declarar que a esquizofrenia e outras síndromes psiquiatricas graves, crônicas e incuráveis, não eram doenças, mas sim "estratégias utilizadas pelos indivíduos para se adaptar a um mundo hostil ao seu modo de vida". E que, portanto, eles só iriam piorar ao serem submetidos a um regime fechado de internação, devendo serem tratados em casa, em contato com a sociedade. Como resultado desse movimento, dezenas de milhares de casos irrecuperáveis foram jogados nas ruas, à sua própria sorte, num dos episódios mais estarrecedores da história moderna da medicina. Uma parcela considerável dos "homeless", dos loucos de rua e andarilhos que vagam por aí saíram dessa multidão de desassistidos e sem esperança. Gente que fala sozinha na ria, gesticula, etc., estão tendo quadros alucinatórios, típicos da esquizofrenia. Não deveriam estar soltos, principalmente se não têm parentes nem recursos para comprar medicamentos que precisam ser tomados constantemente, sob supervisão, para controlar a doença mental. Hoje, sabemos que a esquizofrenia, a psicose maníaco-depressiva, o transtorno obsessivo-compulsivo, etc., são distúrbios biológicos do cérebro, e que de forma nenhuma se poderia encarar seu portador sob o prisma da "normalidade" social. Alguns psicopatas e sociopatas são tão agressivos e violentos, que necessitam internação compulsória e vitalícia, para proteção da própria sociedade e deles mesmos. Diversos casos recentes que chamaram a atenção da imprensa, como o homem que degolou uma criança que tomou como refém em um assalto, do desempregado que invadiu uma loja em Campinas e ameaçou uma funcionária, e outros, mostram uma história típica de paranóia (sentem que o mundo os ameaça, existe gente querendo matá-los, há um complô contra eles) e de alucinações auditivas e visuais (vozes, visões ameaçadoras ou que os impulsionam a cometer atos violentos). Existem também os criminosos com a síndrome de descontrole (são pessoas que depois alegam terem tido "um branco", uma raiva incontrolável, que os levaram a "perder a cabeça") e que pode ter muitas causas. Finalmente existem pessoas com epilepsia "condutopática" (algo que não existe em Medicina, mas reconhecidamente existem certas epilepsias do lobo temporal e do sistema límbico que levam à crises de violência incontrolável), com tumores cerebrais, ou alterações graves produzidas pelo uso de drogas, inclusive álcool. Casos como o do Bandido da Luz Vermelha mostram a inoperância cretina do sistema penal brasileiro, e dos seus inúmeros desvãos, pelos quais escapam gente clinicamente inepta para o convívio social, que só podem levar a mais desgraças. Creio que uma parcela considerável dos crimes cometidos contra pessoas inocentes têm origem em psicopatias e alterações neuropsiquiátricas de seus perpetradores. Quando vamos aprender a nos defendermos efetivamente contra esse tipo de indivíduo ?

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Um psicopata na cama. Confissão da namorada de um psicopata

29.01.12

Dr. Caio,   Sou viúva; vivi 22 anos com um homem muito viril; tivemos uma vida sexual boa. Tenho 2 filhos; uma moça de 20 anos e um adolescente de 13 anos. Ele faleceu há seis anos. HOJE estou com 51 anos, no entanto tenho aparência de 40. Ano passado conheci um italiano e me apaixonei. Ele propôs morarmos juntos... Ele tem um filho na Itália com uma modelo russa com quem viveu uns três anos maritalmente, depois começou a trai-la e por fim ela arranjou um namorado e assim mesmo continuavam morando juntos por causa do filho, quando a situação ficou insustentável e ele veio embora para o Brasil. A princípio houve uma rejeição grande de meu filho por ele. Minha filha, no entanto tratava bem, porém depois de alguns meses começou a ter certa aversão ao nosso relacionamento. No primeiro mês fizemos umas quatro vezes sexo, mas percebi que ele tinha certa dificuldade de ereção. Depois me contou que tinha prostatite, e que estava se tratando. Na última vez que fizemos sexo ele teve dor intensa quando ejaculou. Ele tem 53 anos. Mas depois percebi que ele procurava as escondidas meninas entre 18 a 20 anos, e fugia para motel cerca de uma vez ao mês para ter encontros sexuais. Depois me disse que tinha tara por luxúria e me convenceu a ir a um motel com uma prostituta e ele. Ela tentou me excitar, mas fiquei de certa forma muito tensa e não deu muito certo. Pedi a ele que não queria mais enfrentar tal situação. Ele então esfriou totalmente comigo, a ponto de ter certa repulsa por qualquer contato ( beijo, abraço, etc...). Lógico que nosso relacionamento terminou. Ele fala que não consegue amar ninguém e que tem total falta de libido, mas vejo que ele liga permanentemente para meninas, diz que ama, que as deseja, etc. Mas vi que ele também saiu com uma mulher de 40 estes dias. Seus rompantes por mulheres duram dois a três encontros, depois se "decepciona" com elas, diz que é porque descobre que elas o querem apenas por dinheiro ( aliás ele finge para elas que tem.... ). Pedi que ele arranjasse outro lugar e se mudasse. Ele me acusa que eu não o compreendo, e que ele na verdade não ama ninguém, apenas sai com pessoas para conversar e aumentar sua auto-estima... e que ele é muito deprimido por causa da saudades e do desprezo do filho por ele ( a ex dele fala que ele veio ao Brasil atrás de prostitutas...).  Ele é muito simpático e sociável. Conversa com todo mundo e faz amizades onde passa. Gosto dele, mas não entendo se ele finge, se tem um problema de fato. Na verdade chegou a me propor para continuarmos morando juntos e eu sairia nos finais de semana com outro... Mas esta é uma situação absurda para meus moldes morais. Quando comecei a morar com ele não sabia de toda sua história, só recentemente fiquei ao par. Levei ele a um urologista, fez exames de sangue e uma ecografia retal, não tem bactérias, porém tem um pequeno cisto na base da próstata e uma alteração grande no tamanho da próstata. Não tem dificuldade para urinar, mas para ejacular, um pouco. O exame mostra que ele tem testosterona pouco acima do normal.  O restante é bastante normal. Estou confusa, se devo investir neste relacionamento e ajudá-lo a se curar ou se tudo isso é uma farsa e ele me usa para poder ficar no Brasil ( visto que mora de graça comigo!). Me ajude a entender toda esta situação. Obrigada, __________________________________ Resposta:   Querida amiga: Graça e Paz!   Prostatite é o de menos. Entretanto, sendo promiscuo, provavelmente ele tenha adquirido a condição pela via de muito sexo anal sem camisinha, que é uma das principais causas de prostatite nos casos nos quais sexo está em questão, especialmente havendo os sintomas de comportamento promiscuo, como é o caso. Veja: http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?349 Mas, como disse, a prostatite é o de-menos. O que importa é ele. Sim! E os sintomas que nele mais me incomodam são os que têm a ver com a psicopatia dele. Psicopatia? Sim! O psicopata não é apenas o serial killer que esteja matando à solta... Este de fato é apenas o último estado da psicopatia. Entretanto, há cada vez mais milhares e milhões de psicopatas no mundo. O psicopata não sente, não se importa, não ama, não cuida, não pensa em nada que não seja ele; e ele sem amor por si mesmo; posto que na psicopatia não exista sentimento e nem emoção. Outro termo para psicopatia, segundo a Bíblia, é a expressão de Paulo acerca do “homem cauterizado”, que é o individuo que endureceu tanto que não mais se move pelo amor ou pelo arrependimento que dê fruto de amor. Não faça este mal à sua vida!... Não o deixe ir... De fato, mande-o embora; e logo. Se não for por você mesma que você faça isto [e deveria ser!], que seja pelo menos pelos seus filhos... Sinceramente: se seu marido já falecido estivesse vivo, ficaria louco em pensar que você colocou um maluco desses dentro de casa, e convivendo a com seus filhos... Depois não dá nem para se queixar com a vida que uma tragédia aconteceu, pois, a tragédia mora na sua casa. Não conheço você, mas sei que você não precisa disso. Aliás, ninguém precisa disso. As razões dele são como as do diabo... “Sou assim porque não amo!” Ora, se é assim, que mais você pode esperar dele? Onde não há amor só existe iniqüidade! Não existe outra alternativa. Portanto, não tenho sequer uma palavra a mais a dizer..., exceto: Saia disso antes que isso coma você viva! Se ele precisa de ajuda, que a busque. Você não existe para essa missão... Sua casa não é Centro de Recuperação de Luxurientos Viciados. Lembrando: O mundo ficará cada dia mais cheio de psicopatas latentes, vivendo sem amor. Verdadeiros vampiros ambulantes, soltos nos bares, nas praias, nas boates, nas igrejas... e candidatando-se a pai, mãe, padastro, madastra, amante, qualquer coisa..., mas tudo sem amor. O psicopata é o ser que ama se sentir descolado de tudo e todos. Sim, ele ama não sentir; e, para e por nada sentir morrerá na alma. Infelizmente estes são os fatos desta existência e do problema que você me trouxe. Espero lhe ter sido de alguma utilidade. Um apelo: leia o meu site – www.caiofabio.com – pois, sei que ajudará você em muita coisa nesta hora. Felicidades em sua decisão!   Nele, que nos chama às boas companhias com gente sob o nosso teto e com nossos filhos,   Caio 5 de abril de 2009 Lago Norte Brasília DF  http://www.caiofabio.net/conteudo.asp?codigo=04443

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Mulher de homem galinha, mulherengo, sedutor, infiel, mentiroso

28.01.12

Para a psicóloga, se o homem se sente realizado tendo muitas mulheres e encontra parceiras que o aceitam assim, o problema não se configura e não há por que julgá-lo. “A questão é quando o homem deseja mudar, não consegue e acaba destruindo relações importantes para ele”, avalia a especialista. Segundo ela, esse tipo de homem tem muito medo de se entregar e ser rejeitado, sofre de falta de auto-confiança na área emocional (mesmo bem-sucedido profissional e financeiramente) e tem uma enorme carência. “É como se procurasse em cada mulher a cura para seu vazio existencial e acreditasse que é função da parceira completá-lo em todos os sentidos, o que é missão impossível.” “Se as mulheres ficam com os sedutores é porque existe um acordo entre eles”. A mulher que vive ao lado de um homem galinha sofre muito. Mas ela o aceita pela mesma razão que aceita um alcoólatra”, diz a psicóloga. “Acha que vai salvá-lo e que, com ela, ele vai mudar.” Sentir-se sempre atraída por homens assim pode indicar ainda um componente reprimido. A relação seria uma forma de vivenciar, através do parceiro, o desejo de ser sexualmente livre e ter vários amantes.“ A galinhagem masculina é uma agressão à integridade emocional feminina”, continua a especialista. O risco que a mulher corre é não conseguir distinguir que o problema é do homem e passar a se autodepreciar achando que, se ele procura outra, o problema é dela, que não consegue supri-lo. Ou, então, o de se vingar, repetindo o comportamento masculino, seduzindo vários parceiros, realimentando o círculo de poder, ciúme e disputa e negligenciando suas próprias necessidades emocionais.

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Common everyday sociopaths

28.01.12

WHEN YOU SAY THE WORD "sociopath" most people think of serial killers. But although many serial killers are sociopaths, there are far more sociopaths leading ordinary lives. Chances are you know a sociopath. I say "ordinary lives," but what they do is far from ordinary. Sociopaths are people without a conscience. They don't have the normal empathy the rest of us take for granted. They don't feel affection. They don't care about others. But most of them are good observers, and they have learned how to mimic feelings of affection and empathy remarkably well. Most people with a conscience find it very difficult to even imagine what it would be like to be without one. Combine this with a sociopath's efforts to blend in, and the result is that most sociopaths go undetected. Because they go undetected, they wreak havoc on their family, on people they work with, and on anyone who tries to be their friend. A sociopath deceives, takes what he wants, and hurts people without any remorse. Sociopaths don't feel guilty. They don't feel sorry for what they've done. They go through life taking what they want and giving nothing back. They manipulate and deceive and convincingly lie without the slightest second thought. They leave a path of confusion and upset in their wake. Who are these people? Why are they the way they are? Apparently it has little to do with upbringing. Many studies have been done trying to find out what kind of childhood leads to sociopathy. So far, nothing looks likely. They could be from any kind of family. It is partly genetic, and partly mystery. But researchers have found that the brains of sociopaths function differently than normal brains. And their brains function in a way that makes their emotional life unredeemably shallow. And yet they are capable of mimicking emotions like professional actors. Sociopaths and psychopaths are the same thing. The original name for this disorder was "psychopath" but the general public and media confused it with "psycho" and "psychotic" so in the 1930s the name was changed to sociopath. Recently the media again caused a misperception that sociopaths were always serial killers, so now many call the condition "antisocial personality disorder (ASPD)." But some experts think ASPD includes many things like narcissism, paranoia, etc., including sociopathy. And others think ASPD is the same thing as sociopathy, but the diagnostic criteria used to describe and diagnose ASPD is different than sociopathy, so for the purposes of this article, we'll stay with the term "sociopathy." Sociopaths don't have normal affection with other people. They don't feel attached to others. They don't feel love. And that is why they don't have a conscience. If you harmed someone, even someone you didn't know, you would feel guilt and remorse. Why? Because you have a natural affinity for other human beings. You know how it feels to suffer, to fear, to feel anguish. You naturally care about others. If you hurt someone you love, the guilt and remorse would be even worse because of your affection for him or her. Take that attachment and affection away and you take away remorse, guilt, and any kind of normal feelings of fairness. That's a sociopath.   SO HOW COMMON ARE THEY? Some researchers say about one percent of the general population are sociopaths. Others put the figure at three or four percent. The reason the estimates vary is first of all, not everyone has been tested, of course, but also because sociopathy is a sliding scale. A person can be very sociopathic or only slightly, and anywhere in between. It's a continuum. So how sociopathic does someone have to be before you call him a sociopath? That's a tough question and it's why the estimates vary. But clearly sociopaths are fairly common and not easy to detect. Even when the evidence is staring you in the face, you may have difficulty admitting that someone you know, someone you trusted, even someone you love, is a sociopath. But the sooner you admit it, the faster your life can return to normal. Face the facts and you may save yourself a lot of suffering. Most of the information in this article (and more) can be found in two excellent books I strongly recommend: Without Conscience: The Disturbing World of the Psychopaths Among Us, and The Sociopath Next Door. The first book is by Robert Hare, who has made his career out of studying sociopaths. He's one of the leading, if not the leading expert on the subject. His insights and examples are compelling. But because Hare has done most of his research in prisons, sometimes his book seems a little removed from everyday reality. We don't very often run into rapists and cold-blooded killers. The second book, by Martha Stout, brings it to the everyday level, describing the kinds of people we are likely to meet in ordinary life.   HOW TO SPOT A SOCIOPATH The big question is, of course, how can you know whether someone is a sociopath or not? It's a difficult question and even experts on the subject can be fooled. If you suspect that someone close to you is a sociopath, I suggest you read both of the books I mentioned, and also read the comments on the comments page, and think hard about it. Compare that person to the other people in your life, and ask yourself these questions: 1. Do you often feel used by the person? 2. Have you often felt that he (or she, because women can be sociopaths too) doesn't care about you? 3. Does he lie and deceive you? 4. Does he tend to make contradictory statements? 5. Does he tend to take from you and not give back much? 6. Does he often appeal to pity? Does he seem to try to make you feel sorry for him? 7. Does he try to make you feel guilty? 8. Do you sometimes feel he is taking advantage of your good nature? 9. Does he seem easily bored and need constant stimulation? 10. Does he use a lot of flattery? Does he interact with you in a way that makes you feel flattered even if he says nothing overtly complimentary? 11. Does he make you feel worried? Does he do it obviously or more cleverly and sneakily? 12. Does he give you the impression you owe him? 13. Does he chronically fail to take responsibility for harming others? Does he blame everyone and everything but himself? And does he do these things far more than the other people in your life? If you answered "yes" to many of these, you may be dealing with a sociopath. For sure you're dealing with someone who isn't good for you, whatever you want to call him. I like Martha Stout's way of detecting sociopaths. She wrote: "If ... you find yourself often pitying someone who consistently hurts you or other people, and who actively campaigns for your sympathy, the chances are close to one hundred percent that you are dealing with a sociopath."   WHAT DO THEY WANT? This is an interesting question. Of course most of our purposes are strongly influenced by our connections and affections with others. Our relationships with others, and our love for them, give us most of the meaning and purpose in our lives. So if a sociopath doesn't have these things, what is left? What kind of purposes do they have? The answer is chilling: They want to win. Take away love and relationships and all you have left is winning the game, whatever the game is. If they are in business, it's becoming rich and defeating competitors. If it's sibling rivalry, it's defeating the sibling. If it's a contest, the goal is to dominate. If a sociopath is the envious sort, winning could be simply making the other lose or fail or be frustrated or embarrassed. A sociopath's goal is to win. And he (or she) is willing to do anything at all to win. Sociopaths don't have as much to think about as normal people, so they can be very clever and conniving. Sociopaths aren't busy being concerned with relationships or moral dilemmas or conflicting feelings, so they have much more time to think about clever ways to gain your trust and stab you in the back, and how do it without anyone knowing what's happening. One of the questions in the list above was about boredom. This is a real problem for sociopaths and they seem fanatically driven to prevent boredom. The reason it looms so large for them (and seems so strange to us) is that our relationships with people occupy a good amount of our time and attention and interest us intensely. Take that away and all you have is "playing to win" which is rather shallow and empty in comparison. So boredom is a constant problem for sociopaths and they have an incessant urge to keep up a high level of stimulation. Even negative stimulation — drama, worry, upset, etc. — is more tolerable to a sociopath than boredom. And here I might mention that the research shows sociopaths don't feel emotions the same way normal people do. For example, they don't experience fear as unpleasant. This goes a long way to making their inexplicable behavior comprehensible. Some feelings that you and I might find intolerable might not bother a sociopath at all.   HOW TO DEAL WITH A SOCIOPATH There is no known cure or therapy for sociopathy. In fact, some evidence suggests that therapy makes them worse because they use the therapeutic interactions to learn more about human vulnerabilities they can then exploit. They learn how to manipulate better and they learn better excuses that others will believe. They don't usually seek therapy, unless there is something to gain from it. Given all that, there's only one solution for dealing with a sociopath: Get him or her completely out of your life for good. This seems radical, and of course, you want to be fairly sure your diagnosis is correct, but you need to protect yourself from the drain on your time, attention, money, and good attitude. Healing or helping a sociopath is a pointless waste of your life. That's not your mission. It's not your responsibility. You have your own goals and your own life, and those are your responsibility. If there are children involved, that complicates the issue, of course. You can read more on that here. In Hare's book (Without Conscience), he says before you diagnose someone as a sociopath, he recommends you get a full clinical diagnostic, including an extensive interview with the sociopath by a qualified psychotherapist, plus interviews with the sociopath's bosses, co-workers, friends, and family. Uh, yeah, right. Good luck with that one. I agree, that would be ideal, but if you can get a sociopath to submit to an interview, I would be astonished. So you'll have to do the best you can with whatever information you can get. I don't recommend you tell anyone you've diagnosed him (or her) as a sociopath. In fact, I strongly urge you not to. I don't even know if it's a good idea to tell anyone about your conclusion. Just get the sociopath out of your life with as little fanfare as possible. The only exception I would make to this rule is if the sociopath is making someone else's life a living hell, it seems wrong to leave her to the wolves while you slink off. I don't recommend you try to convince your friend she's dealing with a sociopath. I recommend that you simply say you got a lot of insight from this or that book or whatever, and let your friend draw her own conclusions. Maybe even buy your friend a book. But it's not your mission to save your friend, either. Tell her what you know and if she ignores your warning, that's her problem, not yours. Because you said something, she may figure it out eventually. If this all sounds cold or heartless, maybe you're not dealing with a sociopath, or maybe she or he hasn't driven you to the point of madness (yet). But remember what the solution is; you may need it some day. And besides, the point of all this dismal information is so you no longer need to think about such negative things and so you can turn your attention to positive, life-affirming, uplifting goals of your own. You may also want to check out a support group for people who are in a relationship with a sociopath: LoveFraud.com SafeRelationships.com Abuse Recovery: For Survivors of a Relationship with a Narcissist or Psychopath If you have a sociopath in your life, you should take it seriously. For more resources, look in the sidebar of the comments page (click here). Learn what you need to learn, and if you're pretty sure you have correctly identified one, do what needs to be done to protect yourself and your non-sociopathic loved ones. Then get back to your own life. Accomplish your goals. Nurture your relationships. Learn and grow and enjoy yourself.     Here's a summary of Common Everyday Sociopaths: 1. They make you feel sorry for them. 2. They make you feel worried or afraid. 3. They give you the impression you owe them. 4. They make you feel used. 5. Sometimes you suspect they don't care about you. 6. They lie to you and deceive you. 7. They take a lot from you and give back very little. 8. They make you feel guilty (and use that to manipulate you). 9. They take advantage of your kindness. 10. They are easily bored and need constant stimulation. 11. They don't take responsibility, but place blame elsewhere.   Update: I've been reading and writing about oxytocin lately (see the article, Peace, Love, and Oxytocin) and came across an interesting experiment. Paul Zak, one of the primary researchers in the field, found that when you give someone a dose of oxytocin, they tend to become more generous. "Interestingly," wrote Joyce Gramza, "Zak found that oxytocin had no effect on two percent of the participants and that these students fit the personality profile of sociopaths." Oxytocin is a naturally-produced hormone that creates feelings of closeness, comfort, relaxation, empathy for others, and trust. As I said before, the estimates given in the research on sociopaths are that one to four percent of the population is sociopathic. Now with this study, coming from an entirely different field, maybe we can be more specific and narrow it down to two percent. One in fifty. If you know more than fifty people, chances are you know a sociopath. Comments I've gotten so many comments on this article, I've created a blog just to handle them all. Read the comments and make your own comments here: Sociopath Article Comments. I had received quite a few comments before I started the comments blog. Here are the original comments: Original Comments Page. More resources: As I find new resources, I've been posting them in the left sidebar of the comments page. If you know of other support groups for people who are dealing with (or have dealt with) sociopaths, please post them on the comments page, and I will add the resources to the sidebar. Thank you.

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Entenda a psicopatia conhecendo também as principais características

27.01.12

Entenda a psicopatia conhecendo também as principais características Eles podem estar mais próximo do que você imagina, não tem nenhum sentimento, dotados de uma grande inteligência e cruéis em todos os seus crimes, eles são os psicopatas. Você já assistiu em filmes ou em séries tramas que narravam a história de uma criança que aos poucos foi crescendo com uma personalidade aparentemente boa e um conjunto de características estanhas e diferente da sociedade, personagem este que muitas vezes mostra-se uma grande revolta com a sociedade mas que vive aparentemente bem, na maioria das vezes fazem faculdade, se mostram ótimas pessoas e são super inteligente, estamos falando dos psicopatas, termo usado pelos cientistas, para indicar pessoas que tem transtornos, costumam ser egocêntricas, desonestas e indignas de confiança. O problema central dos psicopatas é não sentir emoções ou seja ausência de carinho, amor, gratidão nem nenhum tipo de afeto, fazendo com que fiquem distantes emocionalmente em suas relações. Se você assisti ou já assistiu -Dexter- você vai saber reconhecer todos esses pontos que irão ser citados neste artigo e vai saber bem do que estamos falando. Nem todos os psicopatas são encantadores ou sedutores, mas uma boa parte dessas pessoas apesar de serem contra tudo e todos, à primeira vista podem demonstrar grande simpatia e encanto com os outros. É geralmente assim que eles conseguem se aproximar de quem os interessa, sem fazê-los desconfiar de que possuem outras intenções. Pessoas que utilizam do encanto ou sedução para conquistarem outras causas são denominadas manipuladoras. Indivíduos psicopatas são árduos manipuladores; facilmente conseguem influenciar as outras pessoas porque possuem ótima lábia, estupendo conhecimento a respeito daquilo que o outro gostará de ouvir ou ver. Interessante notar também que, apesar de serem persuasivos, são pessoas céticas e desconfiadas que dificilmente são influenciadas. Eles são sempre os influenciadores mas raramente são os influenciados. Psicopatas são pessoas excessivamente sensíveis ao tédio, monotonia e tudo o que for relativo à “constância”. Necessitam constantemente de estímulos, pois são ausentes de emoções reais. Pessoas assim ficam entediadas muito facilmente, não suportam monotonia e rotina, e estão em busca constante por estímulos e excitações que lhe ofereçam perigo para se livrarem do tédio. Por isso, eles enjoam facilmente de tudo e todos. Então, seus relacionamentos, empregos, preferências e objetivos estão em constante mudança, porque enjoam muito fácil das coisas. Eles precisam sempre de novidades a fim de que não caiam na monotonia. Assim, seus relacionamentos não são duradouros, eles não param em um emprego fixo, seus objetivos perdem a graça muito fácil, seus gostos são instáveis etc. Psicopatas geralmente podem começar um determinado projeto de forma empolgada e excitante, contudo, não conseguem terminá-lo porque de repente parecem ter enjoado. Também pode acontecer que anseiam em excesso por algo, todavia, quando conseguem, não querem mais. Portanto, para eles, a empolgação para as coisas da vida têm uma duração muito curta. Logo, se são pessoas que não toleram tédio e rotina, consequentemente também são intoleráveis às regras e normas. Conheça as principais características Charme: Tem facilidade em lidar com as palavras e convencer pessoas vulneráveis. Por isso, torna-se líder com frequência. Seja na cadeia, seja em multinacionais. Inteligência: O QI costuma ser maior que o da média: alguns conseguem se passar por médico ou advogado sem nunca ter acabado o colegial. Ausência de culpa: Não se arrepende nem têm dor na consciência. É mestre em botar a culpa nos outros por qualquer coisa. Tem certeza de que nunca erra. Espírito sonhador: Vive com a cabeça nas nuvens. Mesmo se a situação do sujeito estiver miserável, ele só fala sobre as glórias que o futuro lhe reserva. Habilidade para mentir: Não vê diferença entre sinceridade e falsidade. É capaz de contar qualquer lorota como se fosse a verdade mais cristalina. Egoísmo: Faz suas próprias leis. Não entende o que significa “bem comum”. Se estiver tudo ok para ele, não interessa como está o resto do mundo. Frieza: Não reage ao ver alguém chorando e termina relacionamentos sem dar explicação. Sabe o cara que “foi comprar cigarro e nunca mais voltou?” Então. Parasitismo: Quando consegue a confiança de alguém, suga até a medula. O mais comum é pedir dinheiro emprestado e deixar para pagar no dia 31 de fevereiro. http://www.seatualize.com/entenda-a-psicopatia-conhecendo-tambem-as-principais-caracteristicas/ Curiosidades Para cada 25 pessoas, 1 ao menos exibe traços psicopáticos. Para cada 3 homens psicopatas, 1 mulher é psicopata. Falta de metas a longo prazo ou mudanças constantes de metas. Geralmente acham que estão certos e que seu estilo de vida é o mais adequado. Tende a ser infiel e seus relacionamentos íntimos geralmente não são duradouros. Podem possuir vida dupla socialmente sendo pessoas exemplares, mas com pessoas da intimidade se mostrarem totalmente diferentes. Costumam ser irritadiços e podem atacar impulsivamente num momento de raiva. Quase sempre dão mais valor ao material do que o sentimental, inclusive podem ser oportunistas e obcecados pelo dinheiro. Bastante críticos em relação a moralidade e ética. Para eles, “regras foram feitas para serem quebradas” e “os fins justificam os meios”. Possuem mudanças súbitas de temperamento.

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¡CUIDADO... Vampiros emocionales al acecho!

27.01.12

“¡Cada día haces peor las cosas. No te fijas en nada!”, “Cómo puedes conducir tan mal. Eres un peligro público”,  “¡Cállate!; tú no sabes nada de lo que estamos hablando”,  “No sabes cocinar. Eres muy tonta”, “Tú tienes que hacer  lo que yo te diga”, “Dejo la vida por ti y mira cómo me lo agradeces” ...y otras frases parecidas a las anteriores y que son las que habitualmente utiliza el vampiro para someter emocionalmente a su víctima. Es usual que  la víctima permita al depredador penetrar hasta los lugares más recónditos de su vida personal, profesional, familiar y afectiva. Una vez que se ha instalado, iniciará las maniobras conducentes para poner en práctica un salvaje vampirismo emocional. La víctima acabará desposeída de toda su energía emocional. Será un juguete en manos de su depredador. CARACTERÍSTICAS: Son vehementes, exigentes y en ocasiones dan evidentes muestras de agresividad pero lo hacen victimizándose, tratando de imputar a la real víctima el motivo de la discordia desde un falso sentimiento de persona maltratada o incomprendida. Es decir; el depredador emocional se muestra ante la víctima como víctima misma, para, de esta forma, acrecentar la angustia y la confusión del auténtico victimizado. No es fácil para una víctima “enganchada” reconocer al vampiro emocional. Éste sabe generar la confusión necesaria para transmitir a la víctima un insoportable sentimiento de culpabilidad. Cuando el vampiro emocional manifiesta los auténticos rasgos de su carácter suele aparecer como mentiroso compulsivo, bravucón, en ocasiones furibundo, histriónico, suelen erigirse siempre en el centro de las atenciones, todo debe de girar alrededor de ellos mismos, la bipolaridad suele ser una característica común de su personalidad, son manipuladores sin escrúpulos y culpabilizadores imperturbables hacia la víctima o su entorno. Por el contrario, si la estrategia lo requiere, pueden mostrarse falsamente afables y complacientes y desde ahí, virar bruscamente y sin razón aparente, el sentido de las emociones para culpabilizar sin piedad a la víctima. Les falta integridad. Tienen muy poca idea de quién o qué son en realidad. Solo saben qué quieren. Se sienten confusos de su propia identidad. Si te relacionas demasiado con alguno, terminarás por no conocerlo. Estarás confundida respecto a su personalidad. Carecen de escrúpulos y cualquier artimaña será legítima con tal de conseguir sus objetivos. Estos fines pueden circunscribirse al ámbito del amor ciego, a la entrega incondicional, al dinero sin límites, a la atención sin fisuras, a la admiración absoluta, a la fidelidad incorruptible, al acaparamiento aberrante. Su inmadurez les permite operar sin detenerse a reflexionar si sus actos tienen o no consecuencias para los demás. Obtienen poder de los secretos que les confías. En el trato que mantengas con ellos, cuídate de las informaciones que compartas. El vampiro emocional trata de apartar a la víctima de su entorno habitual. La aleja de los amigos, la aparta de la familia, aniquila su autoestima y, si pueden, hasta provoca la pérdida del empleo de la víctima para incrementar la dependencia. Sus intereses son tan insaciables que, en ocasiones, para conseguir sus objetivos, no dudarán en adularlos transitoriamente para luego volver a aniquilarlos con conductas y palabras falsamente emocionales. Carecen de percepción propia para procesar, críticamente, sus errores. El error “siempre es de su pareja” y en base a ello, no dudarán en recurrir a cualquier procedimiento para conseguir sus objetivos que pueden variar desde un arruinamiento intencionado hacia la víctima o al abandono definitivo por otra víctima nueva u otra causa más atrayente. Un vampiro emocional jamás dejará traslucir sus propias motivaciones y nunca se reconocerá como autor de un fallo o de un error. Se consideran perfectos y todo lo que queda en torno a ellos es sólo la “lamentable imperfección de los demás” y en especial la de su víctima. REGLAS QUE IMPONE UN VAMPIRO EMOCIONAL: Los vampiros se rigen por reglas completamente diferentes. No son justos, pero sí bastante consistentes. "Mis necesidades son más importantes que las tuyas". Operan con el egoísmo de los depredadores y de los niños. Si TUS necesidades coinciden con las de ellos, los vampiros emocionales pueden ser trabajadores entusiastas, compañeros cariñosos y buena compañía en general. Pero todo cambia cuando TUS necesidades entran en conflicto con las suyas. Ahí es cuando sacan los colmillos. "Las reglas se aplican a otras personas, no a mí" Creen que tienen derecho a sacar ventaja de no regirse por las reglas que siguen otras personas. Se saltan los turnos, no esperan en las colas, se creen únicos en el mundo. "No es mi culpa, jamás" Los vampiros jamás cometen errores, nunca se equivocan y sus motivos siempre son puros. Otras personas se aprovechan de ellos de forma injusta. Los vampiros no asumen la responsabilidad de su propia conducta, en especial cuando conduce a consecuencias negativas. La culpa de sus actos o fracasos siempre será de los demás. "Lo quiero ahora" Los vampiros no esperan. Si te interpones en su camino o intentas retrasar su gratificación...¡¡provocarás a la bestia!! "Si no me salgo con la mía, me da una rabieta" Cuando no se salen con la suya, son capaces de crear una imponente serie de desdichas para las personas que les han negado algo. Son explosiones emocionales manipuladoras a través de irritantes rabietas o ridículos "berrinches". TIPOS DE VAMPIROS EMOCIONALES: Los expertos dicen que hay varios tipos de depredadores emocionales que absorben la energía de quienes los rodean, dejando a sus víctimas emocionalmente vacías. EL QUEJUMBROSO: Todo el tiempo está quejándose de sus problemas y desgracias (que suelen ser siempre los mismos), el mundo entero parece estar en su contra. Cada sugerencia positiva que hagas es descartada con múltiples argumentos EL MELODRAMÁTICO: Cualquier  detalle en su vida puede convertirse en un melodrama. Cualquier experiencia cotidiana puede ser generador de una explosión de intensas emociones (un olvido puede ser signo de alzheimer, un saludo sonriente de un desconocido es el presagio de una posible infidelidad). Esta categoría incluye también a “los catastróficos”. La vida para ellos es un peligro constante, un presagio de enfermedad, muerte, desgracia y catástrofe. EL CRONISTA: Cualquier pequeño detalle en su vida diaria puede ser motivo de una gran historia, de un eterno monólogo, una extensa narración. Son incapaces de escuchar a los demás. Solo los  usan como espectadores de sus exageradas historias.. EL EGÓLATRA: Boicoteará cualquier éxito, interés, aventura o deseo que expreses. Lo que ellos sienten siempre es más grande, sus experiencias más intensas o sus desgracias peores. Tienden a echar por tierra cualquier aspiración o plan de los demás, a todo le encuentran  defectos o la parte más negativa. EL IRACUNDO: Estallan por cualquier cosa. Para estar con ellos siempre hay que andar con pies de plomo. EL INDEFENSO: Necesita que hables constantemente por él, que  lo defiendas, lo apoyes, lo protejas, lo ayudes, le resuelvas cualquier tipo de problema por insignificante que sea. Y ellos…tranquilos y felices, porque no tienen que hacerse responsables por sí mismos. DAÑOS QUE PUEDEN CAUSAR: Los vampiros emocionales te utilizarán para satisfacer cualquier necesidad que experimenten en ese momento. Carecen de escrúpulos para aprovechar tus esfuerzos, dinero, amor, atención, admiración, cuerpo o alma con el fin de satisfacer sus anhelos insaciables. Quieren lo que quieren, y poco importa lo que TÚ sientas al respecto. Cuando se ofrecen a ayudar o a dar algo, por lo general ocultan un motivo. Poco a poco, desde la sutileza a la tiranía, el vampiro emocional va imponiendo su voluntad y su criterio innegociable e interpreta la tolerancia y la condescendencia de la víctima como debilidad, entrega y sometimiento.    http://mujersincadenas.blogspot.pt/2011/03/cuidado-vampiros-emocionales-al-acecho.html ¿CÓMO PROTEGERTE? Una vez  que lo hayas reconocido, debes actuar utilizando su lado débil... ¡¡Sacarlo a la luz!!. No permitas que siga abusando de tí. Tú tienes el control de tu vida, no el vampiro emocional. Él pretenderá que pienses que no existe otra opción en tu vida mas que someterte a su voluntad. Recuerda que siempre hay otras alternativas diferentes, incluso alejarte de él de inmediato. Guarda tus secretos y tus valores. No permitas que te aisle de tu círculo social y familiar. Ellos utilizan el miedo y la confusión para controlar a su víctima. No te dejes dominar ni pierdas tu seguridad...¡¡Enfrenta tus miedos y date la vuelta!! Recuerda, la elección que parece más aterradora es normalmente la correcta. No es fácil identificar al vampiro emocional, pues el enmascaramiento conductual es una de sus armas más poderosas. Para remediarlo, la víctima necesitará alejamiento, incomunicación absoluta con el depredador, ayuda psicológica por expertos en la materia y años de desintoxicación. Aún así, muchas quedarán encadenadas de por vida a esta clase de vampiros emocionales cuyos estragos y consecuencias psicológicas pueden dejar al mismísimo Conde Drácula como incipiente aprendiz de "chupasangre".

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Vampiros emocionais, vampiros anti-sociais

27.01.12

Os Vampiros Emocionais nos atraem e depois nos sugam. Do livro VAMPIROS EMOCIONAIS Como lidar com pessoas que sugam você, Albert J. Bernstein, Ph.D. A princípio, os Vampiros Emocionais parecem melhores que as pessoas comuns. São tão inteligentes, talentosos e encantadores como um conde romeno. Gostamos deles, confiamos neles, esperamos mais deles do que das outras pessoas. Esperamos mais, recebemos menos e, no fim das contas, saímos derrotados. Nós os convidamos a entrar na nossa vida e quase sempre só percebemos o erro quando eles desaparecem na noite, deixando-nos exauridos, com dor na nuca, carteira vazia ou talvez coração partido. Suas percepções são distorcidas pelos seus anseios de metas imaturas e inatingíveis. Eles esperam atenção total e exclusiva de todos. Esperam um amor perfeito que se dê, sem nunca exigir nada em troca. Querem uma vida repleta de divertimento e entusiasmo, e ter alguém que cuide de tudo o que seja chato ou difícil. Os vampiros parecem adultos por fora, mas ainda são bebês por dentro. Assim como os vampiros do cinema recuam diante de crucifixos, alho ou água benta, os Vampiros Emocionais sentem-se por demais ameaçados por experiências adultas comuns como o tédio, a incerteza, a responsabilidade e ter de dar além de receber. Os vampiros que ficam de tocaia à noite sugam todo o sangue da vítima. Os Vampiros Emocionais usam a vítima para satisfazer quaisquer necessidades do momento. Não têm escrúpulos e roubam seu esforço, seu dinheiro, seu amor, sua atenção, sua admiração, seu corpo ou sua alma, para satisfazer seus desejos insaciáveis. Querem o que você quer, e não ligam muito para o que você pensa. Os Vampiros Emocionais conseguem transformar-se no que você quiser ver, mas só durante um período suficiente para seduzi-lo. Dizer que são perfeitos atores não lhes faz justiça. Não raro, interpretam tão bem seus papéis que acabam se convencendo de que são quem fingem ser. Aos Vampiros Emocionais falta integridade. Não estou emitindo um juízo moral; pelo contrário, é um comentário sobre a estrutura de sua personalidade. Os vampiros são vazios por dentro. Não sabem muito bem quem ou o que realmente são; só sabem o que querem. Além de se confundirem com relação à própria identidade, os vampiros também podem confundir a vítima quanto à própria identidade. Quem se envolve muito com eles, mal se conhece. Às vezes é melhor fugir, ou não se envolver.  Começam com uma primeira impressão espetacular. Parecem um pouco melhores do que as outras pessoas - mais talentosos, mais interessantes, mais competentes, mais carinhosos, mais glamourosos, ou simplesmente mais divertidos. Também é fácil conversar com eles. Parecem compreendê-lo imediatamente, saber o que você quer. Mesmo que desconfie de fumaça e espelhos, você quase acredita que o que acha que vê é a realidade. No cinema e na realidade é a mesma coisa; o negro poder que os Vampiros Emocionais detêm sobre as pessoas normais é a hipnose. Os hipnotizadores convidam as pessoas a concentrar a atenção neles, e não no que estão fazendo. O desvio da atenção é o principal segredo da hipnose, comunicação hipnótica provoca confusão e desvio de atenção propositalmente. Espera-se que você desista de tentar entender, desative seu raciocínio crítico e se deixe levar. Os hipnotizadores identificam as pessoas que provavelmente lhes darão o que querem. O truque de fazer com que as pessoas submetidas à hipnose se comportem como galinhas não é recitar encantamentos mágicos; é procurar pessoas que façam o que se espera delas, mesmo que achem ser bobagem. Os hipnotizadores isolam suas vítimas. Os hipnotizadores de boate convidam as pessoas mais influenciáveis da plateia para subir ao palco. Uma vez no palco, cegas pelas luzes e ouvindo somente a voz do hipnotizador, é bem menos provável que essas pessoas usem o raciocínio crítico. Ficam felizes ao acreditar que foram chamadas ao palco porque o hipnotizador reconheceu seus talentos ocultos, e não sua credulidade. Os Vampiros Emocionais também gostam de manter suas vítimas próximas a eles e longe de pessoas que possam fazer muitas perguntas constrangedoras. A relação com o vampiro é sempre algo especial, e quase sempre envolve alguns segredinhos que ficam só entre os dois, A hipnose pode fazê-lo acreditar que esses segredinhos são tesouros, em vez de armadilhas. As duas mais importantes informações objetivas a respeito de alguém são os detalhes do histórico dessa pessoa e as opiniões de outras pessoas. Se, por algum motivo, você perceber que está evitando essas fontes, ou achando que são irrelevantes, cuidado! Quando perceber que está dentro de um buraco, a primeira coisa a fazer é parar de cavar. Se descobrir que foi hipnotizado, primeiro você tem de admiti-lo para si mesmo - trazer o fato às claras. Não tente ocultar o fato de que você se deixou levar. Esqueça a ideia de tentar convencer os Vampiros Emocionais de que não jogaram limpo com você. Eles vão rir e recitar as conversas, tintim por tintim, para provar que não fizeram promessas ou, caso tenham feito, que não as cumpriram por culpa de outra pessoa. Geralmente não é possível, nem com um bom advogado, reaver o que os vampiros tiraram de você. Nem tente. Só não deixe que tirem mais. VAMPIROS ANTI-SOCIAIS Os vampiros anti-sociais são viciados em agitação. Não são chamados de anti- sociais por não gostarem de festas, mas porque não se importam com as normas sociais. Eles adoram farra. Também adoram sexo, drogas e rock'n'roll, e tudo o mais que seja estimulante. Detestam mais o tédio do que uma estaca no coração. Da vida só querem bons momentos, um pouco de ação e gratificação imediata de todos os desejos. De todos os vampiros, os anti-sociais são os mais sensuais, entusiasmados e divertidos. As pessoas se afeiçoam a eles rápida e facilmente e são enganadas na mesma velocidade. Fora a diversão passageira, esses vampiros não têm muito a retribuir. Você vai se decepcionar muito se esperar que sejam dignos de confiança.

- O que houve, amor? - pergunta o Vampiro Adam. Elise fica de queixo caído: -Adam, é incrível você me perguntar isso. Acha que devo aceitar que você saia por aí beijando outra mulher bem na minha cara? Adam passa o braço sobre o ombro de Elise, mas ela o afasta. - Meu amor - diz ele -, era uma festa e eu estava bêbado. Afinal, foi só um beijinho.  - Um beijinho que durou cinco minutos? - Amorzinbo, você sabe que não significou nada. É a você que eu amo. Você é a única. Por favor, benzinho, confie em mim.  Com ar despreocupado, o vampiro tira um cigarro do maço e põe entre os lábios; e sorri. As covinhas do rosto o fariam parecer um menino, não fossem as presas. Ele acende o cigarro e dá uma tragada profunda. - A noite é uma criança - diz ele, batendo com a mão na traseira do banco da Harley. - Vamos dar uma volta? Nas costas da jaqueta dele está escrito: "Viva em alta velocidade, morra jovem e deixe um belo cadáver."

Os anti-sociais são os mais simples dos vampiros, e também os mais perigosos. Da vida, só querem divertimento, um pouco de ação e gratificação imediata de todos os desejos. Se lhes for possível usar você para atingir suas metas, ninguém é mais empolgante, charmoso ou sedutor. Se você estiver no caminho, já era! Os anti-sociais, assim como todos os vampiros, são imaturos. Em seus melhores dias, agem como adolescentes. Nos piores, são páreo duro para as crianças - o que, por falar nisso, também se aplica aos adolescentes. Para ser tecnicamente correto, trata-se de pessoas com tendências para o distúrbio da personalidade anti-social. Anti-social, neste caso, significa não- socializado - que não liga para as reservas sociais normais. O nome foi mal escolhido. Assim como seu antecessor, sociopata, remonta aos tempos em que os diagnósticos psiquiátricos eram juízos morais, e não descrições da personalidade. Há uns cem anos, quando esse diagnóstico foi formulado pela primeira vez, era considerado o tipo de personalidade dos criminosos. Ainda é. De todos os Vampiros Emocionais, os anti-sociais são os que têm maior probabilidade de se envolver em atos ilícitos.  O outro problema do nome é que o significado coloquial de antisocial se refere a pessoas que não gostam de festas. Isso não é verdade com relação aos vampiros anti-sociais. Eles gostam de ter gente por perto e adoram as festas devido a todas as oportunidades que surgem. Onde quer que haja divertimento haverá anti- sociais. Em outro sentido, porém, os anti-sociais são solitários. Têm dificuldade para assumir qualquer tipo de compromisso porque não confiam em ninguém. Os anti- sociais estão convictos de que a única motivação humana é o egocentrismo. São predadores até o osso, e se orgulham disso. Sentem-se perfeitamente à vontade com o egoísmo porque acham que não existe outra forma de motivação. Os anti-sociais são sempre bastante atraentes e divertidíssimos. Imagine uma pessoa normal, dobre o nível de energia, triplique o amor pela agitação e, em seguida, desligue os circuitos da preocupação. Todo mundo já se sentiu assim uma ou duas vezes na vida. Lembra-se daquele baile de formatura, quando você estava deslumbrante e o ar fazia cócegas com aquele perfume dos cravos e a cerveja contrabandeada? E se todos os dias fossem repletos desses tipos de possibilidades? E se não houvesse uma vozinha dentro da sua cabeça para estragar a alegria ao lembrar as coisas terríveis que poderiam acontecer se você exagerasse? Comparado a uma vida repleta de bailes de. formatura, fica difícil empolgar-se com seu emprego. LISTA DE CARACTERÍSTICAS DO VAMPIRO EMOCIONAL ANTI-SOCIAL: OUVIR O CHAMADO DA SELVA Verdadeiro ou falso: marque um ponto para cada resposta verdadeira. 1. Essa pessoa acredita que as normas foram feitas para serem transgredidas. 2. Essa pessoa tem o hábito de recorrer a desculpas para não fazer o que não quer fazer. 3. Essa pessoa já teve problemas com a lei. 4. Essa pessoa regularmente se envolve em atividades arriscadas por serem emocionantes. 5. Essa pessoa sabe usar explosões brilhantes de charme para conseguir o que quer. 6. Essa pessoa não é boa na administração das finanças. 7. Essa pessoa fuma sem pedir desculpas. 8. Essa pessoa tem outro (s) vício (s). 9. Essa pessoa já teve mais parceiros sexuais do que amaioria.  10. Essa pessoa raramente se preocupa.  11. Essa pessoa acredita realmente que é possível resolver alguns problemas recorrendo às vias de fato.  12. Essa pessoa não vê problema algum em mentir para atingir uma meta.  13. Essa pessoa justifica fazer o mal aos outros porque os outros fariam o mesmo se tivessem oportunidade.  14. Essa pessoa é capaz de ter um acesso de nervos para conseguir o que quer.  15. Essa pessoa não entende o significado de prevenir para não remediar.  16. Essa pessoa é adepta de se divertir primeiro e trabalhar depois.  17. Essa pessoa foi demitida do emprego ou demitiu-se impulsivamente.  18. Essa pessoa recusa-se a obedecer a qualquer tipo de regulamento com relação ao traje.  19. Essa pessoa sempre faz promessas que jamais cumpre.  20. Apesar de todos esses defeitos, essa pessoa ainda é uma das mais estimulantes que já conheci.  Pontuação: Cinco ou mais respostas verdadeiras qualificam a pessoa como Vampiro de Emoções anti-social, embora não seja obrigatoriamente um diagnóstico de distúrbio da personalidade anti-social. Se a pessoa marcar mais de 10 pontos, segure a carteira e o coração. No núcleo da personalidade anti-social há um desejo ardente de estímulos de todos os tipos. Todas as outras características parecem ter origem em um impulso fundamental para a agitação. Em qualquer encruzilhada os anti-sociais em geral escolhem o caminho que leva à agitação em menos tempo. Eles próprios podem ignorar totalmente essa dinâmica, contudo ela serve para explicar grande parte de seu comportamento. No lado positivo, os anti-sociais não se deixam influenciar por dúvidas e preocupações. Aceitam riscos e desafios que aterrorizam as pessoas comuns.  Não podemos viver sem eles. Os heróis quase sempre são tão perigosos para os amigos quanto para os inimigos. O mesmo impulso que leva à coragem nos campos de batalha, no esporte e na bolsa de valores também leva ao tédio na vida cotidiana.  as longas horas em que as pessoas socializadas se contentam com o adiar a gratificação para cumprir com as obrigações, os anti-sociais ficam andando de um lado para outro como feras enjauladas à procura de um modo de escapar. As normas cotidianas que proporcionam estrutura e significado a nossa vida são meramente as grades da jaula dessas pessoas. Os anti-sociais não se vêem como pessoas que procuram encrenca, só procuram a chance de se libertar. A liberdade para eles, porém, significa encrenca para todas as outras pessoas. Em sua procura de estímulo constante, os anti-sociais sentem-se atraídos por tudo o que vicia, como os lemingues sentem atração pelos despenhadeiros. Gostam muito de sexo e drogas, bem como de apostas, cartões de crédito e investimentos arriscados com o dinheiro alheio. A droga escolhida pode variar, mas a finalidade é a mesma. No fundo, todos os vícios são parecidos, porque provocam uma mudança rápida na neuroquímica que é a motivação essencial da vida dos anti-sociais. Os anti-sociais raramente pensam por que fazem o que fazem; simplesmente fazem. Planejamento e análise de alternativas, para eles, é desnecessário e entediante. Nos campos de batalha e de jogos, são mais bonitos do que qualquer um de nós poderia esperar ser, porque estão livres das preocupações e das dúvidas que nos incomodam. Só depois de algum tempo é que se torna evidente que a maioria das decisões dos anti-sociais é mera jogada de dados. Por dentro, os anti-sociais que estão tomando decisões. Para eles, a vida é uma série de reações inevitáveis a tudo o que estiver acontecendo no momento. Se você lhes der o que querem, ficam ficam entusiasmados. Se você os frustrar, eles têm um ataque de nervos. Deixe-os em uma situação tediosa que eles fazem um alvoroço. Acreditam piamente que seus atos são provocados pelo que você faz. Essa convicção os livra da responsabilidade e da culpa, mas também lhes rouba a percepção do controle sobre a própria vida - essa percepção que é uma das essenciais para a saúde mental, preocupação e a dúvida podem nos atrapalhar, mas também proporcionam sentido e continuidade à nossa vida. Apesar dos defeitos, os vampiros anti-sociais são adoráveis. Seria de esperar que gente tão predadora fosse odiada e indesejável, mas isso está longe de ser verdade. A imaturidade é o manancial da atração e a fonte de todo o charme. Os vampiros vivem a vida emocional usando outras pessoas. Para sobreviver, precisam saber convencer muito bem que têm exatamente o que você quer. Fazem o que você quer, mas é raro continuarem fazendo enquanto você o quer. preocupam-se muito pouco. Preferem pensar em algo muito mais importante do que prazos, obrigações ou como você se sentirá se eles não cumprirem uma promessa. É comum perderem o emprego, gastar o que não têm e partir o coração das pessoas que gostam deles. A realidade cotidiana não é páreo para a sensação palpitante e arrepiante de viver uma fantasia. As drogas, compradas a um traficante ou produzidas pelo sistema endócrino por meio de comportamento de risco, também provocam outro problema. Com o tempo, há necessidade de consumir cada vez mais, pois produzem efeitos cada vez menores. É inevitável que os choques incríveis que os aventureiros tanto amam lhes privem o cérebro das quantidades menores de substâncias químicas necessárias à manutenção do equilíbrio cotidiano. Nos longos períodos de tempo entre as aventuras emocionantes, os anti-sociais se sentem deprimidos, irritados e vazios.  É aí que você entra. Além de companheiros de jogos, os anti-sociais geralmente precisam de alguém que cuide deles, limpe a bagunça que fazem e os ajude a se reerguer. Oferecem o mundo em troca desses serviços, mas nada pagam. Os codependentes não recebem nem gratidão. Contudo, quando aventureiros estão em atividade, a brincadeira é maravilhosa.  Químico ou comportamental, qualquer que seja o nível de impulso que você presumir, os aventureiros oferecem uma loucura que o arrebata do mundo cotidiano e o leva para a realidade alternativa de diversão e aventura. Sem ao menos tentar, são excelentes hipnotizadores. Sempre começam aos poucos. têm talento para descobrir pessoas que gostariam de se divertir um pouco, principalmente se a diversão envolver rebelião contra autoridade. São hipnotizadores, cativam o adolescente que temos dentro de nós e descrevem todas as maravilhosas possibilidades que a vida oferece se estivermos pelo menos dispostos a correr o risco. A sinuca em que eles nos põem é um desafio, simples e eficaz: se não fizer isso, diga adeus à oportunidade e admita que não teve coragem. Não sabem quando parar. São muito bem-dotados para forçar as outras pessoas a irem mais longe do que queriam. elas não aprendem bem com os próprios erros, nem com qualquer tipo de castigo. Mais do que qualquer outro grupo, têm a capacidade de levantar, sacudir a poeira e repetir a mesma burrice. A pressão do ambiente também é poderosa. Quando os vampiros não conseguem o que querem, logo têm um acesso de raiva. No caso dos aventureiros, os acessos de raiva quase sempre terminam com ele indo embora. Se o companheiro de jogo escolhido não for bastante divertido, é menos provável que gritem, mas se desviam na direção de outra pessoa. A perspectiva de perda iminente faz com que qualquer coisa pareça mais valiosa. As pessoas podem começar a se esforçar por manter satisfeitos os vampiros de sua vida, mesmo quando sabem que são péssima companhia. O relacionamento começou com harmonia instantânea. Desde o primeiro dia ela vem se modificando, ato após ato, porque ele a pessoa mais empolgante que ela já conheceu.  confusa com o relacionamento, mas relutante em conversar sobre isso com alguém, pois já sabe o que toda pessoa diria. A melhor maneira de prever o que alguém fará no futuro é o que fez no passado. Eles contam uma versão dos fatos que você (ou eles) gostaria de ouvir, e não o que realmente acontece. Isso ocorre principalmente quando falam de sexo, drogas, dinheiro, do que fizeram no passado e do que pretendem fazer no futuro. Se puder evitar, jamais acredite em algo do que disserem sem algum tipo de corroboração externa. Os vampiros não se vêem refletidos no espelho. Já reparou que as pessoas que têm um ego enorme costumam ser pequenas em tudo? A melhor proteção contra esses vampiros é reconhecê-los antes que liguem o charme. Quando os vir chegando, segure o coração e esconda a carteira até averiguar os antecedentes. O que os vampiros anti-sociais fizeram no passado é o melhor prognóstico do que farão no futuro.

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Porque desejo ter alguém na minha vida que me faz mal, relações destrutivas

26.01.12
A veces, las personas se preguntan ¿Por qué deseo tener en mi vida a alguien que me causa daño?

Una y otra vez, vemos cómo sentimos la necesidad de seguir relacionándonos con personas que nos han lastimado, herido o que son muy negativas para nosotros.

Hay dos explicaciones básicas. Una es la que nos proporciona el Dr. Joseph Carver en su artículo “El Amor y el Síndrome de Estocolmo” y la otra es la que podríamos llamar “La Ley del Deseo”, citando el título de la famosa película de Pedro Almodóvar.

Normalmente, en una relación (ya sea de pareja, familiar, de amistad, laboral, etc.), cuando alguien nos hace daño, es natural querer un resarcimiento. Queremos que esa persona se disculpe, queremos que esa
persona se ponga en nuestros zapatos y comprenda el daño que nos causó.
Queremos que sienta empatía y subsane o repare el daño causado.

En otros casos, también podemos permitir que afloren sentimientos negativos y podemos querer que la persona que nos hirió pague por ello. Podemos querer venganza, podemos desear lastimar a esa persona “para que aprenda a no lastimar a los demás” (un concepto totalmente erróneo, ya que no se aprende nada positivo de esa manera).

Pero también existe una lucha de poder. Muchas veces, vemos a la persona que nos ha lastimado, o engañado, estafado, mentido, herido, como alguien que “nos ganó”. En realidad, una persona así – que va por la vida causando daño, estafando, engañando gente – no es un “ganador/a“, sino un “perdedor/a“. De modo que no ganó ni nos ganó nada. Por el contrario, salió perdiendo.

¿Qué es lo que esa persona dañina sale perdiendo?

Muchas cosas. En primer lugar, pierde a alguien sano y bueno, como nosotros. En segundo lugar, pierde credibilidad, y también, pierde la posibilidad de establecer relaciones y vínculos sanos con los demás. En
resumen, quien daña a los demás es un perdedor nato.

Y ¿por qué querríamos a alguien así en nuestra vida?

Como explicamos antes, nuestro orgullo herido demanda una compensación por el daño recibido, también nuestro lado oscuro entra en competencia y quiere darle su merecido a ese patán. Pero, ¿alguien que
causa tanto daño, vale la pena nuestro esfuerzo? No, definitivamente
no.

Realmente no vale la pena que perdamos tiempo ni que le dediquemos ni una pizca de nuestras energías a quienes nos causan daño. Estas personas ya tienen bastante con elegir ser malas personas, en lugar de
buenas personas, y quitarse a sí mismas la posibilidad de establecer
relaciones saludables con los demás.

Nuestro lado humanitario y compasivo es el que, en ocasiones, puede impedirnos poner fin a una relación tortuosa. Las personas dañinas buscan, naturalmente, gente compasiva que quiera perdonarles todo,
redimirlos, recuperarlos, sacrificarse por ellos, etc. Y manejan a estas
personas a través de la culpa, (¿cómo no me vas a ayudar?) o través de la sumisión (los
psicópatas tergiversan los hechos de manera tal que parecen tener
siempre razón y hasta obligan a sus víctimas a disculparse, en lugar de
pedir perdón ellos mismos).

Pero también hay otro factor importante que entra en juego, y es el deseo. Deseamos aquello que no podemos tener, que nos desafía, que está prohibido, que se nos presenta como un reto; y queremos demostrarle al
mundo que podemos vencer ese reto, que podemos trasgedir las reglas y
poseer lo prohibido, etc. Además, de esta manera también queremos
demostrarle al mundo (en realidad, a nosotros mismos) que no estábamos
equivocados y que es posible recuperar a esa persona, conquistar lo
inconquistable o ganar la partida.

Los psicópatas son, por su propia naturaleza narcisista y egocéntrica, personas inconquistables. Para el psicópata, el “otro” no existe. Es sólo un objeto. No tiene en cuenta a las demás personas y sólo las usa a su antojo, para luego descartarlas.

Y esto es precisamente lo que la víctima de un abusador de este tipo ve como un desafío. Dejar de ser un objeto más de la colección de un psicópata. Conquistar a una persona inconquistable, recuperar a una
persona enferma o mala, y resarcirse por el daño que ha causado, entre
otras cosas.
http://www.asi-sea.com/m/group/discussion?id=2317751%3ATopic%3A318161

Ésta es la verdadera razón por la que muchas personas sienten que “quieren un psicópata en sus vidas“, cuando en el fondo, sólo quieren reparar el daño que han sufrido. La persona que ha sido herida o lastimada por un abusador emocional, se
siente frustrada e insatisfecha. Se siente infeliz. Y un modo de
compensar su frustración es buscar satisfacer aquello que ha quedado pendiente o insatisfecho.

El mejor remedio para esto es comprender que esa persona dañina, si ya dejó de formar parte de nuestras vidas, nos hizo un favor al alejarse. Nadie necesita un abusador en su vida. No nos beneficia en
nada, sino por el contrario, no nos permite avanzar en la vida, ni estar
bien. Si aún no ha salido de nuestras vidas, es importante hacer todo
lo posible por cortar ese tipo de relación enfermiza que no nos favorece
en nada.

La gente psciológicamente saludable puede parecer aburrida, si la comparamos con la adrenalina que nos provoca lidiar con la gente psicológicamente enferma. Pero, demás está decir, que una relación con
una persona enferma y dañina es una pérdida de tiempo y de energía
absoluta, mientras que una relación con una persona que parece
“aburrida” (normal) no sólo nos enriquecerá, sino que nos beneficiará y
propiciará nuestro crecimiento emocional.

No desee relaciones negativas, deséese lo mejor para usted mismo.

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Amar a un abusador

26.01.12
Amar a un Abusador
Jul 14th, 2009 por AEEA
EL AMOR Y EL SÍNDROME DE ESTOCOLMO
- El Misterio de Amar a un Abusador -

El siguiente artículo fue escrito por el Dr. Joseph Carver, psicológo clínico de Ohio, a modo de folleto informativo gratuito para sus pacientes. Les recomendamos leer el mismo porque le brindará mucho información útil acerca del Síndrome de Estocolmo, una patología bastante común que se desarrolla en una relación entre una víctima y un abusador.
El Amor y el Síndrome de Estocolmo – por el Dr. Joseph Carver
Con frecuencia, las personas se asombran de sus propias reacciones y problemas psicológicos. Las personas que sufren de depresión se quedan estupefactas cuando recuerdan que alguna vez pensaron en suicidarse. Lo pacientes que están recuperándose de trastornos psiquiátricos severos, a menudo quedan atónitos cuando recuerdan sus síntomas y conductas durante los episodios psiquiátricos. Recientemente, un paciente con Trastorno Bipolar me dijo: “¡No puedo creer que haya pensado que podía cambiar el clima a través de telepatía mental!” Una de las reacciones más comunes es: “¡No puede creer que haya hecho eso!”
En la práctica clínica, algunas de las personas que más se sorprenden y se asombran son aquellas que han estado involucradas en una relación abusiva y controladora. Cuando la relación termina, suelen hacer comentarios como: “Sé lo que me ha hecho, pero aún lo/la amo”, “No sé por qué, pero deseo que regrese”, o “Sé que suena descabellado, pero lo/la extraño”. Hace poco oí a un paciente decir: “Esto no tiene sentido. Él consiguió una novia nueva y está abusando de ella también… pero, ¡estoy celosa!” Los amigos y los familiares de estas personas se quedan aún más sorprendidos y asombrados cuando oyen estos comentarios o son testigos de que sus seres queridos regresan a la relación abusiva. Cuando una situación no tiene sentido, desde un punto de vista social, ¿tiene sentido desde el punto de vista psicológico? La respuesta es: ¡Sí!
El 23 de agosto de 1973, dos delincuentes armados con ametralladoras ingresaron en un banco de Estocolmo, Suecia. Esgrimiendo su arma, un presidiario fugitivo llamado Jan-Erik Olsson les anunció a los aterrorizados empleados del banco: “¡La fiesta acaba de comenzar!” Los dos ladrones de bancos mantuvieron cautivos a cuatro rehenes, tres mujeres y un hombre, durante las siguientes 131 horas. Los rehenes fueron atados con cartuchos de dinamita y mantenidos en la bóveda del banco hasta que finalmente, fueron rescatados el 28 de agosto.
Luego de su rescate, los rehenes exhibieron una actitud sorprendente, tendiendo en cuenta que fueron amenazados, abusados y que temieron por sus vidas durante cinco días. En las entrevistas con los medios de comunicación, quedó claro que apoyaban a sus captores y, de hecho, les temían a los agentes policiales que acudieron a su rescate. Los rehenes habían comenzado a creer que sus captores estaban de hecho, protegiéndolos de la policía. Tiempo después, una de las mujeres se involucró con una de los delincuentes y otra estableció un fondo de defensa legal para ayudar a los criminales con sus gastos de defensoría. Claramente, los rehenes habían establecido un “vínculo” emocional con sus captores.
Aunque el trastorno psicológico que se produce en las situaciones de la toma de rehenes comenzó a conocerse como el “Síndrome de Estocolmo”, debido a la publicidad de los medios, el “vínculo” emocional con los captores era un tema familiar en el campo de la psicología. Ya había sido reconocido muchos años antes, y se había hallado en otros estudios de situaciones con rehenes, prisioneros o relaciones abusivas, tales como:
• El abuso infantil
• Las mujeres golpeadas o abusadas
• Los prisioneros de guerra
• Los miembros de un culto
• Las víctima de incesto
• Las situaciones de toma de rehenes por parte de delincuentes
• Los prisioneros de campos de concentración
• Las relaciones intimidantes o controladoras
Haciendo un análisis final, los vínculos emocionales con los abusadores son, en realidad, una estrategia de supervivencia de las víctimas de abuso e intimidación. La reacción del “Síndrome de Estocolmo” en situaciones de toma de rehenes y/o situaciones abusivas son tan conocidas en la actualidad que los negociadores de rehenes policiales ya no las ven como reacciones inusuales. De hecho, frecuentemente se alienta este tipo de reacción en situaciones delictivas porque aumenta las posibilidades de supervivencia de los rehenes. El lado negativo de esto es que también asegura que aquellos rehenes que experimenten el “Síndrome de Estocolmo” no colaborarán mucho durante el rescate o la prosecución penal. El personal de cumplimiento de la ley local ha reconocido este síndrome, a lo largo de mucho tiempo, en el caso de mujeres golpeadas que deciden no presentar cargos contra el abusador, pagan la fianza de su esposo o novio golpeador para que sea liberado de prisión, y hasta han llegado a atacar físicamente a la policía cuando ésta acude a rescatarlas de un ataque violento.
El Síndrome de Estocolmo (SS) también puede encontrarse en las relaciones familiares, románticas e interpersonales. El abusador puede ser el esposo o la esposa, el novio o la novia, el padre o la madre, o cualquier otra persona con un rol que le permita al abusador adoptar una posición de control o autoridad.
Es importante comprender los componentes del Síndrome de Estocolmo, ya que se relacionan con las relaciones abusivas y controladoras. Una vez que se comprende el síndrome, es más fácil comprender por qué las víctimas apoyan, aman, e incluso defienden a sus abusadores o controladores.
Cada síndrome tiene síntomas o conductas, y el Síndrome de Estocolmo no es una excepción. Aunque no se ha determinado una lista precisa de características, debido a la diversidad de opiniones entre los expertos y los investigadores, muchas de las siguientes características se encontrarán presentes:
• Sentimientos positivos por parte de la víctima hacia el abusador o controlador
• Sentimientos negativos por parte de la víctima hacia sus familiares, amigos, o hacia las autoridades que intentan rescatarla o apoyarla o conseguir su liberación
• Apoyo a las razones y las conductas del abusador
• Sentimientos positivos por parte del abusador hacia la víctima
• Conductas de apoyo por parte de la víctima, a veces, ayudando al abusador
• Incapacidad de colaborar mediante conductas que pudieran ayudar a su liberación o desapego.
El Síndrome de Estocolmo no sucede en todos los casos de toma de rehenes o situaciones abusivas. En otro asalto a un banco que involucró una toma de rehenes, después de aterrorizar a los clientes y empleados del banco durante muchas horas, un policía francotirador le disparó e hirió a ladrón de bancos que aterrorizaba a las víctimas. Luego de caer al piso, dos mujeres lo recogieron y lo sostuvieron físicamente contra la ventana para que le dieran otro disparo. Como pueden ver, la cantidad de tiempo que una persona es expuesta al abuso o al control, y estos factores adicionales, ciertamente juegan un rol importante.
Se ha encontrado que existen cuatro situaciones o condiciones que sirven como base para que se desarrolle el Síndrome de Estocolmo. Estas cuatro situaciones pueden encontrarse en relaciones abusivas, casos de abuso severo y toma de rehenes:
• La presencia de una amenaza que se percibe como un riesgo contra la supervivencia física o psicológica de la persona y la creencia de que el abusador cumplirá con esa amenaza.
• La presencia de pequeños gestos de aparente amabilidad por parte del abusador hacia la víctima
• El aislamiento de cualquier otro perspectiva diferente de la del abusador
• La percepción de la incapacidad de escapar a la situación
Al tener en cuenta cada una de estas situaciones podemos comprender cómo se desarrolla el Síndrome de Estocolmo en las relaciones románticas, al igual que en las situaciones de delincuentes y rehenes. Al analizar cada situación, encontramos lo siguiente:
Percepción de amenaza a la supervivencia física o psicológica de la persona
La percepción de una amenaza puede formarse a través de métodos directos, indirectos o como testigo. Las parejas antisociales o con patrones de delincuencia pueden amenazar directamente su vida o la de sus amigos y familiares. Sus antecedentes de violencia nos llevan a creer que el captor o controlador cumplirá con su amenaza de una manera directa si no satisfacemos sus demandas. El abusador nos asegura que solamente será nuestra colaboración lo que mantenga a salvo la vida de quienes amamos.
Indirectamente, el abusador o controlador hace amenazas sutiles para que usted nunca lo abandone o tenga otra pareja, recordándole que, en el pasado, otras personas han pagado las consecuencias por no satisfacer sus deseos. Ofrecen pistas o indicios tales como: “Conozco personas que pueden hacer desaparecer a otras”. Las amenazas indirectas también pueden provenir de historias contadas por el abusador o controlador – cómo se vengaron de quienes se enfadaron con ellos en el pasado. Estas historias de venganza se cuentan con el propósito de recordarle a la víctima que si abandonan al abusador, es posible que éste se vengue de ella.
Presenciar actos de violencia o agresión también se percibe como una amenaza.
Ser testigo de un temperamento violento dirigido al aparato de televisión, hacia otros conductores en una carretera o hacia una tercera parte, envía claramente el mensaje de que podríamos ser el próximo blanco de dicha violencia. Ser testigos de los pensamientos y las actitudes del abusador o controlador es amenazador e intimidante, porque sabemos que podríamos ser el blanco de esos pensamientos en el futuro.
Percepción de los “Pequeños Gestos de Amabilidad”
En situaciones amenazantes y de supervivencia, buscamos una evidencia de esperanza – algún signo menor de que la situación podría mejorar. Cuando un abusador o controlador le muestra a la víctima algunos pequeños gestos de amabilidad, aunque de todos modos sean para beneficio de los abusadores, la víctima interpreta esos pequeños gestos de amabilidad como una característica positiva del captor. En las situaciones delictivas o de toma de rehenes durante la guerra, permitirle a la víctima continuar con vida es, con frecuencia, un gesto suficiente. Algunos actos mínimos, como permitirle ir al baño o proporcionarles agua o comida, son suficientes para reforzar el Síndrome de Estocolmo en los casos de rehenes tomados por delincuentes.
En una relación con un abusador, una tarjeta de cumpleaños, un pequeño regalo o presente (habitualmente ofrecido luego de un periodo de abuso), o un tratamiento especial, no sólo se interpretan como algo positivo, sino como una evidencia de que el abusador no es “tan malo” y, quizás, en algún momento, pueda corregir su comportamiento. Frecuentemente, a los abusadores y controladores se les da el crédito positivo de no abusar de su pareja, en los casos en que la pareja hubiera sido, normalmente, objeto de abuso verbal o físico, bajo ciertas circunstancias. Normalmente, una pareja agresiva y celosa puede volverse intimidante o abusiva en ciertas situaciones sociales, como cuando un compañero de trabajo del sexo opuesto le saluda con su mano en medio de una multitud. Después de ver el saludo, la víctima espera ser agredida verbalmente y cuando esto no sucede así, ese “pequeño gesto de amabilidad” es interpretado como un signo positivo.
Algo similar a la percepción de los pequeños gestos es la percepción de un “lado amable”. Durante una relación, el abusador o controlador puede compartir información acerca de su pasado – cómo fueron maltratados, abusados, descuidados, abandonados o agraviados. La víctima comienza a sentir que el abusador o controlador puede ser capaz de corregir su conducta o, peor aún, que él (el abusador) también puede haber sido o ser una “víctima”. Es posible que la víctima desarrolle un sentimiento de compasión hacia el abusador y, a menudo, oímos a la víctima del Síndrome de Estocolmo defender a su abusador, diciendo: “Ya sé que fracturó mi mandíbula y mis costillas… pero, él tiene problemas. ¡Tuvo una niñez muy dura!”
Los perdedores o fracasados y los abusadores pueden admitir que necesitan ayuda psiquiátrica o pueden reconocer que están perturbados psicológicamente, pero no obstante, esto sucede casi siempre después de haber abusado o intimidado a la víctima. Este tipo de aceptación es una manera de negar su responsabilidad por el abuso cometido. En realidad, las personas con trastornos de la personalidad y los delincuentes han aprendido, a lo largo de muchos años, que pueden minimizar la responsabilidad personal de sus conductas abusivas o violentas, e incluso negarlas culpando su pésima crianza, o por haber sido abusados cuando eran niños, y actualmente – por los juegos de video. Un asesino culpó su crimen por el hecho de que comía demasiadas comidas rápidas – lo que hoy se conoce como la “Defensa Twinkie” o defensa biológica. Aunque puede ser cierto que el abusador o el controlador haya tenido una niñez muy difícil – mostrar compasión por su historia no produce ningún cambio en su conducta, y de hecho, prolonga el periodo de tiempo que la víctima será abusada. Aun cuando las “historias tristes” siempre son incluidas en sus disculpas – después de un episodio de abuso o control – ¡su conducta nunca cambia! Tenga en cuenta que una vez que usted se acostumbre a oír sus “historias tristes”, ellos simplemente intentarán otra estrategia. No conozco a ninguna víctima de abuso o delito que haya oído a su abusador decir: “¡Te golpeo (robo, asalto, etc.) porque mi madre me odiaba!”
Aislamiento de Cualquier Otra Perspectiva Diferente de la Captor
En las relaciones abusivas o controladoras, la víctima siente que siempre está caminando como “pisando cáscaras de huevo” – con miedo a decir o hacer algo que pudiera desencadenar un ataque de violencia o intimidación. Para su supervivencia, comienzan a ver el mundo desde la perspectiva del abusador. Comienzan a corregir aquellas cosas que podrían causar un ataque, comienzan a actuar de manera que hará feliz al abusador o evitan aspectos de sus propias vidas que pudieran ocasionar un problema. Si sólo tuviéramos un dólar en nuestro bolsillo, entonces la mayoría de nuestras decisiones serían decisiones financieras. Si su pareja es un abusador o un controlador, entonces la mayoría de sus decisiones estarán basadas en la percepción de la potencial reacción del abusador. Comenzamos a preocuparnos por las necesidades, los deseos o los hábitos del abusador o controlador.
Adoptar la perspectiva del abusador como técnica de supervivencia puede volverse un sentimiento tan intenso que la víctima puede mostrar, realmente, mucha ira hacia las personas que tratan de ayudarle. El abusador ya está enfadado y siente resentimiento hacia cualquier persona que pudiera ofrecer apoyo a la víctima; típicamente usando múltiples métodos y manipulaciones para aislar a la víctima de otras personas. Cualquier contacto que la víctima tenga con persona que le apoyen dentro de su comunidad será confrontado con acusaciones, amenazas y/o estallidos de violencia. Así, las víctimas se ponen en contra de su familia – temiendo que el contacto familiar cause más violencia y abusos en el hogar. En este punto, las víctimas maldicen a sus padres y amigos, les piden que no llamen y que dejen de interferir, y terminan toda comunicación con otras personas. Ahora la víctima está de acuerdo con el abusador o controlador, y ve a las personas que le ofrecen apoyo como personas que “causan problemas” y deben ser evitadas. Muchas víctimas amenazan a sus familiares y amigos con solicitar órdenes de restricción si continúan “interfiriendo” o si tratan de ayudar a al víctima con su situación. Aparentemente, pareciera como si se hubieran puesto de parte del abusador o controlador. En realidad, están tratando de minimizar las situaciones de contacto que pudieran convertirles en blanco de más ataques de abuso verbal o intimidación. Si una llamada casual de la madre ocasiona dos horas de un estallido de temperamento con amenazas y acusaciones – la víctima se dará cuenta de que es más seguro de que su madre no llame más. Si pedirle, simplemente, a la madre que deje de llamar no funciona, por su propia seguridad la víctima puede acusar a la madre de arruinar la relación y exigirle que deje de llamar.
En casos severos del Síndrome de Estocolmo en relaciones de pareja, la víctima puede tener dificultades para dejar al abusador y, de hecho, puede sentir que la situación abusiva es su culpa. En las situaciones policiales, la víctima puede llegar a sentir que el arresto de su pareja, por atacarla físicamente o abusar de ella, es su culpa. Algunas personas permitirán que sus hijos sean removidos del hogar por las agencias de protección al menor, antes que terminar la relación con el abusador. Conforme adoptan la perspectiva del abusador, los niños tienen la culpa – se quejaron por la situación, llamaron la atención de las autoridades y pusieron en riesgo la relación de los adultos. Tristemente, los niños pasan a convertirse en un peligro para la seguridad de la víctima. Quienes padecen el Síndrome de Estocolmo, permiten que los niños sean removidos del hogar porque disminuye su estrés como víctimas mientras que les proporciona a los niños un ambiente emocional y físicamente más seguro.
Percepción de la Incapacidad de Escapar
Como rehenes de un robo de banco, amenazados por delincuentes armados, es fácil comprender la percepción de la incapacidad de escaparse. En las relaciones románticas, la sensación de que uno no puede escapar es muy común. Muchas relaciones abusivas o controladoras se viven como verdaderas relaciones “hasta que la muerte nos separe” – atrapados juntos por cuestiones o bienes financieros, conocimiento mutuo de detalles íntimos o situaciones legales. Éstas son algunas de las situaciones más comunes:
• Las parejas controladoras han incrementado las deudas u obligaciones financieras dentro de la relación hasta el punto que ninguno de los dos puede sobrevivir económicamente sin el otro. Los controladores que presienten que su pareja podría dejarlos, a menudo comprarán un automóvil nuevo, reclamando luego que ellos no pueden pagar una cuota de manutención o pensión alimenticia para los niños debido a que tienen mucha deuda en cuotas por el flamante automóvil.
• La terminación legal de una relación, especialmente una relación matrimonial, con frecuencia genera problemas importantes. Un controlador con ingresos “en negro” (no declarados oficialmente) o que se mantiene a través de situaciones legalmente cuestionables, corre el riesgo de que se investiguen dichas fuentes de ingresos o que las mismas se hagan públicas debido al divorcio o la separación. Así, el controlador puede preocuparse más acerca de la posible exposición pública de sus acuerdos de negocios que de la pérdida de la relación.
• Con frecuencia, el controlador hace amenazas extremas que incluyen amenazar con quitarle los niños y llevárselos fuera del estado, amenazar con dejar sus empleos o negocios en lugar de pagar la pensión alimenticia o la cuota de mantenimiento de su pareja, amenazar con exponer públicamente los problemas personales de la víctima o asegurarle a la víctima que nunca podrá tener una vida en paz debido al acoso o asedio continuo que llevarán a cabo. En casos severos, el controlador puede amenazar con hacer algo que le impida a la víctima mantenerse, como: “Me ocuparé de que pierdas tu empleo” o “Haré quemar tu automóvil”.
• Los controladores a menudo mantienen a la víctima encerrada en la relación mediante una culpa mayor – amenazan con suicidarse si la víctima los abandona. La víctima oirá cosas como: “Me mataré delante de los niños”, “Me prenderé fuego en el jardín delantero”, o “¡Nuestros hijos no tendrán más madre o padre si me dejas!”
• En una relación con un abusador o controlador, la víctima también ha experimentado una pérdida de su autoestima, confianza en sí misma y energía psicológica. La víctima puede sentirse “agobiada” y demasiado deprimida para terminar la relación o dejar al abusador. Además, los abusadores y controladores crean, a menudo, un tipo de dependencia a través del control de las finanzas, colocando los vehículos y las propiedades a su nombre, y eliminando cualquier patrimonio o recurso que la víctima puede utilizar para dejar al abusador. En la clínica práctica, he oído a las víctimas decir: “Me iría, pero ¡ni siquiera puedo retirar dinero de la cuenta de ahorros! No sé cuál es la clave de acceso.”
• Las víctimas adolescentes o los adultos jóvenes pueden sentirse atraídos a personas controladoras cuando se sienten inexpertos, inseguros y abrumados por los cambios en su situación de vida. Cuando los padres están atravesando un divorcio, un adolescente puede apegarse a un individuo controlador, sintiendo que el controlador puede estabilizar su vida. Los estudiantes universitarios novatos pueden sentirse atraídos a personas controladoras que les prometan ayudarles a sobrevivir viendo lejos del hogar en un campus universitario.
En las relaciones no saludables y, definitivamente en el Síndrome de Estocolmo, existe una preocupación diaria con los “problemas”. Los problemas pueden ser cualquier grupo, individuo, situación, comentario, mirada casual o comida fría que pueda producir un estallido de temperamento o abuso verbal de parte del controlador o abusador. Para poder sobrevivir, los “problemas” deben ser evitados a toda costa. La víctima debe controlar las situaciones que ocasionan problemas. Esto puede incluir evitar a la familia, a los amigos, a los compañeros de trabajo y a cualquier persona que podría ocasionar un “problema” en la relación abusiva. La víctima no odia a su familia y a sus amigos; sólo está evitando “problemas”. La víctima también limpiará la casa, calmará a los niños, revisará el correo, evitará ciertos temas y se anticipará a cualquier problema de control o abuso, en un esfuerzo por evitar los “problemas”. En estas situaciones, los niños que son muy activos causan “problemas”. Los seres queridos y los amigos son fuentes de “problemas” para una víctima que está intentando evitar una agresión verbal o física.
El Síndrome de Estocolmo en las relaciones no es algo poco común. Los profesionales del cumplimiento de la ley son dolorosamente conscientes de este tipo de situaciones y las disputas domésticas son algunas de las llamadas de alto riesgo que reciben durante las horas de trabajo. Cuando un vecino llama a la policía durante un incidente de abuso entre los cónyuges, el abusador se muestra pasivo cuando llega la policía, quién encuentra al cónyuge alterado y amenazando a los oficiales si arrestaran a su pareja abusiva bajo cargos de violencia doméstica. A decir verdad, la víctima sabe que el abusador o controlador tomará represalias contra él o ella si: 1) ellos apoyan el arresto, 2) hacen declaraciones acerca del abuso o la pelea, las que serán percibidas como desleales por parte del abusador, 3) no pagan la fianza para sacarlos de la cárcel lo más pronto posible, y 4) no se disculpan personalmente por la situación – como si fuera culpa de la víctima.
El Síndrome de Estocolmo genera un vínculo no saludable con el controlador o el abusador. Es la razón pro la cuál muchas víctimas continúan soportando y apoyando a un abusador, incluso después que la relación ha terminado. También es la razón por la cuál continúan viendo “el lado bueno” de un abusador y se muestran compasivos con alguien que alguna vez ha abusado mental físicamente de ellas.
¿Hay Algo Más en Juego?
Para dar una respuesta breve, diría que ¡Sí! A lo largo de toda la historia, las personas se han encontrado a sí mismas apoyando y participando en situaciones de vida que oscilan entre abusivas y bizarras. En conversaciones con estos participantes voluntarios y activos de situaciones no saludables y bizarras, queda claro que han desarrollado sentimientos y actitudes que respaldan su participación. Un modo en que estos sentimientos e ideas se desarrollan se conoce como “disonancia cognitiva”. Como podrán observar, los psicólogos tenemos palabras y frases complejas para definir casi todo.
La “Disonancia Cognitiva” explica cómo y por qué las personas cambian sus ideas y opiniones propias para apoyar situaciones que no son saludables, positivas o normales. En teoría, las personas buscan limitar la información o las opiniones que le hacen sentirse incómodas. Cuando tenemos dos tipos de cogniciones (conocimientos, opiniones, sentimientos, puntos de vista de otras personas, etc.) que son opuestos, la situación se vuelve emocionalmente incómoda. Aunque se encuentren en una situación tonta o difícil – son pocas las personas que aceptan admitir ese hecho. En cambio, intentarán disminuir la disonancia – el hecho de que sus cogniciones o información no coinciden, acuerdan o tienen sentido cuando les combina. La “Disonancia Cognitiva” se puede disminuir adquiriendo nuevos conocimientos, nuevas cogniciones o información – incorporando nuevas ideas o sentimientos. Algunos ejemplos son los siguientes:
• Los fumadores adictos saben que fumar causa cáncer de pulmón y representa múltiples riesgos para su salud. Para continuar fumando, el fumador cambia sus cogniciones (sus ideas o sentimientos) por otros como: 1) “Estoy fumando menos que hace diez años atrás”, 2) “Estoy fumando cigarrillos bajos en alquitrán”, 3) “Esas estadísticas las inventan los conspiradores de la industria del cáncer”, o 4) “¡De algo hay que morirse, de todos modos!” Estas nuevas cogniciones o actitudes les permiten seguir fumando y, entonces, comienzan a culpar a los restaurantes por ser injustos.
• Si usted compra un vehículo deportivo de $40.000.- con una autonomía de 8 millas por galón. Usted justificará el gasto y las cuestiones relacionadas, diciendo: 1) “Es un vehículo excelente para viajar (cuando usted sólo viaja una vez por año)”, 2) “Puedo usarlo para transportar cosas (una mesa pequeña una vez cada 12 meses), y 3) “Puedes llevar a mucha gente en él (el 95% de las veces que lo utiliza, sólo viaja usted).”
• Su esposo o novio se torna abusivo y agresivo. Usted no puede dejarlo por problemas económicos, por los niños u otros factores. Debido a la disonancia cognitiva, comienza a decirse a sí misma: “Él sólo me golpea con la mano abierta” y “Él sufrió mucho estrés o tensión en el trabajo”.
León Festinger fue el primero en acuñar el término “Disonancia Cognitiva”. Él observó un culto (en 1956) en el cuál los miembros voluntariamente dejaron sus propiedades, ingresos y trabajos para trabajar para ese culto. Este culto creía en mensajes del espacio exterior que predicaban el día en que el mundo se acabaría por una inundación. Como miembros del culto y firmes creyentes, los fieles creían que podían ser salvados por platillos voladores en el momento indicado. Conforme se reunieron y esperaron ser trasladados por los platillos voladores a la hora especificada, llegó y pasó el momento en que el mundo se acabaría. No ocurrió ninguna inundación ni apareció ningún platillo volador. En lugar de creer que fueron tontos, después de toda esa inversión emocional y personal, decidieron que sus creencias, realmente habían salvado al mundo de la inundación y se volvieron creyentes más fervientes después que la profecía fracasó. La moraleja es: cuanto uno más invierte (ingresos, empleo, propiedades, tiempo, esfuerzos, etc.) más fuerte es la necesidad de justificar nuestra posición. Si invirtiéramos $5.00 en un boleto de una rifa, justificaríamos la pérdida diciendo: “Ganaré la próxima vez”. Si invertimos todo lo que tenemos, necesitaremos una creencia casi irrazonable y una actitud inusual para respaldar y justificar dicha inversión.
Los estudios nos dicen que somos más leales y nos comprometemos más con algo que es difícil, incómodo y hasta humillante. Los rituales de iniciación de las fraternidades universitarias, los campamentos de entrenamiento de la Marina y la escuela de graduados, todos producen individuos leales y comprometidos con la causa. Casi todas las pruebas duras crean una experiencia vinculante. Cada pareja, sin importar cuán diferentes sean sus integrantes, se enamoran en las películas después de pasar por un ataque terrorista, ser perseguidos por un asesino, quedar varados en una isla o haber sido secuestrados por extraterrestres. Las inversiones y los calvarios o duras pruebas constituyen los ingredientes de un vínculo sólido – aun cuando ese vínculo no sea saludable. Nadie establece este tipo de vínculo o se enamora perdidamente por ser miembro del Automóvil Club o club de música de discos compactos. Pero si tratamos de sobrevivir en una isla desierta – ¡pueden apostar que sucederá!
Las relaciones abusivas producen una importante dosis de inversión no saludable de ambas partes. En muchos casos, tendemos a permanecer y apoyar la relación abusiva, debido a lo que hemos invertido en esa relación. Intenten decirle a un nuevo miembro de la Marina que como ha sobrevivido al campamento de entrenamiento, ahora debería enrolarse en la ¡Guardia Costera! Hay diferentes tipos de inversión que nos mantienen atados a una mala relación:
• Inversión Emocional – Hemos invertido tantas emociones, llorado tanto y preocupado tanto, que pensamos que debemos permanecer en la relación hasta el final.
• Inversión Social – ¡Todos tenemos nuestro orgullo! Para evitar la vergüenza social y situaciones sociales incómodas, continuamos con la relación.
• Inversiones Familiares – Si hay niños presentes en la relación, las decisiones respecto de la relación quedan tapadas por las necesidades de los niños.
• Inversión Financiera – En muchos casos, la pareja controladora y abusiva ha creado una compleja situación financiera. Muchas víctimas permanecen en una mala relación, esperando que se presente una situación mejor que les permita dejar la relación y desvincularse de su pareja más fácilmente.
• Inversión del Estilo de Vida – Muchas parejas controladoras o abusivas utilizan el dinero o un estilo de vida como inversión. Las víctimas que se encuentran en esta situación quizás no quieran perder su estilo de vida actual.
• Inversión de Intimidad – Con frecuencia invertimos intimidad emocional y sexual. Algunas víctimas han experimentado una destrucción de su autoestima emocional y/o sexual en relaciones no saludables. La pareja abusiva puede amenazar con difundir rumores o contar detalles íntimos o secretos. A menudo encontramos este tipo de chantaje que utiliza la intimidad en este tipo de situaciones.
En muchos casos, no se trata simplemente de nuestros sentimientos hacia un individuo que nos mantiene atrapados en una relación no saludable – frecuentemente, se trata de todo lo que hemos invertido. Las relaciones son complejas y, por lo general, en público, solemos ver sólo la punta del iceberg. Por esta razón, una de las frases más comunes que oímos decir a las víctimas en defensa de su relación no saludable es: “¡Usted no comprende!”
¿Qué Pasa Cuando se Combinan Dos Condiciones No Saludables?
La combinación del “Síndrome de Estocolmo” y la “Disonancia Cognitiva” produces una víctima que cree firmemente que la relación no sólo es aceptable, sino también desesperadamente necesaria para su supervivencia. La víctima siente que sufrirá un colapso mental si la relación termina. En las relaciones largas, las víctimas habrán invertido todo y colocado “todos sus huevos en la misma canasta”. La relación decide ahora su nivel de autoestima, valor personal y salud emocional.
Por las razones descritas anteriormente, la víctima siente que sus familiares y amigos son una amenaza para la relación y, eventualmente, para su salud personal y existencia. Cuanto más protesten los familiares y amigos acerca de la naturaleza abusiva y controladora de la relación, más Disonancia Cognitiva desarrollará la víctima y se pondrá más a la defensiva. En esta instancia, los familiares y los amigos se vuelven víctimas de la persona abusiva y controladora.
Un factor importante a tener en cuenta es que tanto el Síndrome de Estocolmo como la Disonancia Cognitiva se desarrollan sobre una base involuntaria. La víctima no inventa esta actitud a propósito. Ambas condiciones se desarrollan como una estrategia para existir y sobrevivir a una relación y un ambiente amenazante y controlador. A pesar de lo que podamos pensar, nuestros seres queridos no están involucrados en una relación no saludable para irritarnos, avergonzarnos o llevarnos al alcoholismo. Lo que pudo haber comenzado como una relación normal se volvió una situación abusiva y controladora. La víctima está tratando de sobrevivir. Su personalidad ha desarrollado los sentimientos y pensamientos necesarios para sobrevivir a esa situación y reducir sus riesgos físicos y emocionales. Todos nosotros desarrollamos actitudes y sentimientos que nos ayudan a aceptar y sobrevivir a distintas situaciones. Desarrollamos estas actitudes y sentimientos en nuestro trabajo, nuestra comunidad y en otros aspectos de nuestras vidas. Como hemos visto a lo largo de la historia, cuanto más disfuncional es una situación, más disfuncional es nuestra adaptación y las ideas que desarrollamos para sobrevivir. La víctima está compenetrada en un intento por sobrevivir y hacer que la relación funcione. Una vez que deciden que la relación no funciona y que no la pueden reparar, necesitan apoyo mientras esperamos pacientemente su decisión de volver a un estilo de vida positivo y saludable.
Los Familiares y los Amigos de la Víctima
Cuando una familia enfrenta una situación en que uno de sus seres queridos está involucrado con un Perdedor o Fracasado o con una persona controladora o abusiva, la situación se torna emocional y socialmente dolorosa y difícil para la familia. Aunque cada situación es diferente, algunas de las pautas generales a tener en cuenta son las siguientes:
- Es posible que a su ser querido, la “víctima” del Perdedor o Abusador, le hayan pedido que elija entre la relación o la familia. Esta elección se hace más difícil por la presencia del control y la intimidación, presentes con frecuencia en las relaciones abusivas o controladoras. Sabiendo que la elección de la familia traerá como resultado severas consecuencias personales y sociales, la familia siempre ocupará un segundo lugar. Tenga en cuenta que la víctima sabe, en el fondo de su corazón, que sus familiares siempre le amarán y aceptarán su retorno – independientemente de lo que suceda.
- Recuerde que cuánto más presione a la “víctima” de un Perdedor o Abusador, más probará su punto. A su ser querido le están diciendo que la familia está tratando de arruinar su maravillosa relación. La presión bajo la forma de contactos, comentarios y comunicación será usada como evidencia contra usted. Una invitación a una reunión de “Tupperware” será confrontada con un “¡Ya lo ves! ¡Quieren estar a solas contigo para poder hablarte mal de mí!” El incremento de sus contactos se verá como un factor que “agrega presión” a la relación – no como una señal de que la familia se preocupa por la víctima, de corazón.
- Sus contactos con su ser querido, sin importar cuán rutinarios y afectuosos sean, pueden ser confrontados con ira y resentimiento. Esto se debe a que cada contacto puede desencadenar un ataque de ira del Perdedor o Abusador, quién atacará a la víctima verbal o emocionalmente. Imagine recibir un sermón de cuatro horas cada vez que llama la tía Gladys. En poco tiempo, la víctima se fastidiará cada vez que la tía llame, porque sabrá lo que cada contacto ocasiona en su hogar. Cuánto más tiempo hable la tía Gladys por teléfono – ¡más largo será el sermón que reciba la víctima! Así, cuando la tía Gladys llama, la víctima querrá terminar la comunicación lo antes posible.
- Una canción de los años 80, decía: ”Resiste ligeramente”, y quizás sea la clave para una buena estrategia familiar y social. Resistir excesivamente produce más presión. Cuando la víctima está fuera del hogar, con frecuencia es mejor establecer contactos predecibles y programados. Llamar todos los miércoles por la noche, simplemente para saber cómo está o para hablar de acontecimientos comunes, es menos amenazador que hacer llamadas al azar durante la semana. Las llamadas al azar siempre serán vistas como llamadas de “control sobre nosotros”. Si la llamada es respondida por el contestador automático, deje un mensaje cortés y afectuoso. Y lo más importante, no hable de la relación (¡es posible que el controlador esté escuchando!), a menos que la víctima desee hablar sobre el tema. El objetivo de estas llamadas programadas es el de mantener contacto, recordarle a su ser querido que usted siempre está allí, dispuesto a ayudarle, y para recordarle al controlador que la familia y los seres queridos se mantienen cerca y no han desaparecido.
- Trate de mantener contacto en fechas tradicionales y especiales con su ser querido – días de fiesta, ocasiones especiales, etc. Mantenga sus contactos breves y limitados, si hacer comentarios que pudieran ser usados como evidencia. Los contactos que se llevan a cabo durante las fechas “tradicionales” – Navidad, cumpleaños, aniversarios, etc. – no son muy amenazantes para el controlador o abusador. Asimismo, los contactos que brindan información, sin hacer preguntas, tampoco son percibidos como amenazadores. Un ejemplo podría ser una simple tarjeta que diga: “Te envío esta pequeña nota para contarte que tu hermano consiguió un empleo nueva esta semana. Es posible que lo veas en cualquier comercial de Wal-Mart uno de estos días. Cariños de papá y mamá”. Esta estrategia le permite a la víctima reconocer que la familia aún está allí – esperando pacientemente, si necesitara apoyo. También reduce la cantidad de sermones o berrinches del Perdedor, ya que los contactos se producen sobre una base tradicional y esperada. Además, es difícil enfadarse acerca del nuevo empleo que consiguió el hermano sin parecer ridículo. Por otro lado, no invente días de fiesta ni envíe un recordatorio sobre el cumpleaños de Sigmund Freud. Eso es sospechoso… incluso en mi familia.
- Recuerde que existen muchos canales de comunicación. Es importante mantener abierto algún canal, si esto fuera posible. Los canales de comunicación pueden incluir: llamadas telefónicas, cartas, tarjetas y mensajes por correo electrónico. Las salidas mensuales programadas o ir de compras una vez por mes, también programado, son muy útiles si son posibles. El objetivo es mantener contacto mientras su ser querido está involucrado en una relación controladora o abusiva. Recuerde, la meta es mantener contacto, no así presionar a la víctima.
- No sienta que el comportamiento de la víctima es contra la familia o los amigos. Es posible que sea una forma de supervivencia o una manera de reducir el estrés o la tensión. Las víctimas pueden mostrarse altamente resistentes, enfadadas, e incluso hostiles debido a la complejidad de su relación con el controlador o abusador. También pueden maldecir, amenazar y acusar a sus seres queridos y amigos. Esta defensa hostil actúa, de hecho, como una auto-protección dentro de la relación – es un intento por evitar “problemas”.
- La víctima necesita saber y sentir que nos es rechazada debido a su comportamiento. Tenga en cuenta, que la víctima es dolorosamente consciente de su situación. Sabe que está siendo tratada mal y/o controlada por su pareja. Los frecuentes recordatorios de esto sólo le harán desear a la víctima tener menos contacto. Naturalmente evitamos a aquellas personas que nos recuerdan cosas o situaciones que son emocionalmente dolorosas.
- Las víctimas pueden abrir levemente una puerta y brindar información acaezca de su relación o darnos indicios de que pueden estar pensando en terminar la relación. Cuando la puerta se abra, ¡no se arroje tras ella con todo el cuerpo de salvamento con usted! Escuece y simplemente ofrezca apoyo diciendo: “Sabes que tu familia te apoya en cualquier decisión que necesites tomar y en cualquier momento que la tomes”. Es posible que las víctimas estén explorando qué tipo de apoyos están disponibles, pero no estén listas para llamar a las tropas en ese momento. Muchas víctimas tienen un “plan de escape” que puede tomarle meses o años en llevar a cabo. Quizás estén compilando información en ese momento, pero sin estar listas para terminar la relación enseguida.
- Podemos recibir mensajes de las personas de dos maneras: a través de “canales directos” o de “rumores”. A través de “canales directos” significa hablar cara a cara, diciéndoselo a la persona directamente. Esto ocurre muy pocas veces en una relación con un Perdedor, ya que los controladores y abusadores monitorean y controlan el contacto con los demás. No obstante, la vía de los “rumores” aún está abierta. Cuando recurrimos a los rumores, enviamos mensajes a nuestros seres queridos a través de otras personas. Las víctimas de personas controladoras y abusivas, a menudo tienen permiso de mantener una relación con algunas pocas personas, quizás con un hermano o con el mejor amigo. Podemos enviarle mensajes a nuestros seres queridos a través de la persona de contacto, un mensaje que exprese nuestra comprensión y apoyo. No debemos utilizar esta vía para enviar insultos (“¡Bill es tan tonto!”) o para descalificar a la víctima (“¡Si no termina esa relación acabará perdiendo leal razón!”) – debemos enviar mensaje de amor y apoyo. Debemos enviar mensajes como: “Espero que él o ella (la víctima) sepa que su familia está preocupada y que le amamos y le apoyamos”. Los comentarios que se envían a través de rumores deberán estar fraseados con el entendimiento de que nuestros seres queridos los oirán e interpretará de esa manera. No use una persona de contacto para expresar su ira y amenazar con contratar a un matón para que le dé una golpiza al abusador, y luego tratar de enviar un mensaje de amor y apoyo. Sea cuidadoso con el tipo de mensaje y el modo en que lo transmite. El contacto del rumor suele tener acceso a la víctima, para transmitirle mensajes que nosotros no podemos. Es otra manera de hacerles saber que los estamos apoyando, y esperamos para ayudarles si lo necesitan.
- Cada situación es diferente. La familia puede necesitar apoyo y asesoramiento comunitario. Una consulta familiar con un profesional de salud mental o con un abogado puede ser útil si la situación se vuelve legalmente compleja o si existe un peligro de daño significativo.
- Como familiares o amigos de una víctima involucrada con un controlador o abusador, nuestra reacción normal es la de considerar la posibilidad de actuar dramáticamente. Algunas veces, nos enfadamos, nos resentimos y nos volvemos agresivos. Nuestras mentes se llenan con una diversidad de planes que, con frecuencia, oscilan desde rescatar o secuestrar a la víctima hasta emboscar al controlador o al abusador y golpearlo con un bate de béisbol. Una de las reglas de oro es que cualquier agresión hacia el controlador o abusador le ocasionará dificultades adicionales a su ser querido. Trate de mantener la calma y esperar la oportunidad de mostrarle a la víctima su amor y su apoyo cuando ésta lo necesite.
- En algunos casos, como en el caso de los adolescentes y adultos jóvenes, es posible que la familia aún le brinde algún tipo de apoyo económico, de seguro u otros. Cuando recibimos una respuesta de enfado a nuestras llamadas, nuestra ira y nuestro resentimiento nos dicen que debemos cortarle nuestro apoyo. He oído decir: “Si ella piensa seguir saliendo con ese tonto, no lo hará en el automóvil que yo estoy pagando” y “Si él elige a esa mujer antes que a su familia, puede dejar de estudiar en la universidad y salir a vender hamburguesas”. Retirar la ayuda económica sólo causa que su ser amado se vuelva más dependiente del controlador o abusador. Recuerde, si nos volvemos agresivos amenazando, quitando nuestro apoyo o presionando a la víctima – somos nosotros quienes nos convertimos en el factor amenazante, no el controlador o abusador. De hecho, esto lleva a la víctima a buscar apoyo en el controlador. Tristemente, cuanto más “calvario” experimente la víctima, mayor será el vínculo que desarrolle con el abusador como se explicó en el Síndrome de Estocolmo y la Disonancia Cognitiva.
- Como podrán imaginar, la combinación del Síndrome de Estocolmo y la Disonancia Cognitiva también puede estar activa cuando nuestro ser querido participa en un culto, religiones inusuales y otros grupos extraños. En algunas situaciones, el abusador o el controlador pueden ser un grupo o una organización. Las víctimas que se perciben como desleales al grupo son castigadas. Aunque este artículo trata acerca de las relaciones de las personas individuales, estas pautas familiares pueden ser útiles en situaciones de control de grupos.
Ideas Finales
Quizás usted sea víctima de una pareja abusiva y controladora, buscando comprender sus sentimientos y actitudes. Quizás tenga un hijo o una hija, o un amigo que esté involucrado en una relación con una pareja abusiva y controladora, y esté buscando maneras de ayudar y comprender.
Si uno de sus seres querido está involucrado con un Perdedor o Fracasado, es decir, con una pareja abusiva y controladora, el resultado a largo plazo es difícil de determinar debido a los diversos factores involucrados. Si la relación está en la etapa inicial de las “citas”, es posible que terminen la relación por su cuenta. Si la relación ha continuado por más de un año, es posible que la víctima necesite apoyo y un plan de escape antes de poder terminar la relación. El matrimonio y los hijos complican aún más la capacidad de salir de esa situación. Cuando la víctima decide finalizar una relación que no es feliz, es importante que vean a sus seres queridos como una fuente apoyo, afecto y comprensión – no como una fuente de presión, culpa o agresión.
Este artículo intenta comprender la complejidad de los sentimientos y las actitudes que confunden tanto a la víctima como a la familia y a los amigos. He destacado las recomendaciones para desvincularse de un Perdedor o una persona controladora o abusiva, pero, claramente, hay muchas más víctimas en esta situación. Espero que este artículo sea de utilidad para las familias y los amigos que se preocupan, lloran y tienen dificultades para comprender la situación que atraviesan sus seres queridos. Se dice que el conocimiento es poder. Espero que estos conocimientos resulten útiles y poderosos para las víctimas y sus seres queridos.
Por favor, tenga en cuenta este artículo como una guía general. Algunas recomendaciones pueden ser adecuadas y útiles, mientras que otras pueden no aplicarse a una situación específica. En muchos casos, es posible que se requiera ayuda profesional de naturaleza psicológica o legal.
Dr. Joseph M. Carver,

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Homem tóxico, o "psicopata"

26.01.12

Outro tipo descrito por Bernardo Stamateas no livro ”Gente Tóxica” é o psicopata, também esmuiçado por Ana Beatriz Silva em “Mentes Perigosas”. Crueldade, perversidade, mentira, enganações, manipulação impiedosa, narcisismo, soberba, dissimulação, megalomania, teatralidade, versatilidade e camuflagem social são palavras que se associam a esse tipo muito perigoso, cujas principais vítimas são as pessoas mais sensíveis, bondosas e as solitárias. Esse tipo não se resume ao serial killer -que é o grau máximo de psicopatia - mas engloba também o caloteiro, o estelionatário e pode muito bem estar disfarçado de esposa e mãe dedicada, pai de família, líder corporativo ou religioso. Pode perfeitamente estar escondido em um cargo de poder graças a sua eloquência, encanto, desenvoltura e falta de escrúpulos. Especialistas o comparam a répteis, tamanha sua capacidade de se adaptar e alterar sua forma rapidamente para a posição que lhe for mais vantajosa. Ele mostra uma imagem falsa o tempo todo, que ele mesmo inventa (camuflagem social). Costuma cuidar da aparência em grau exacerbado, pois é incrivelmente egocêntrico e orgulhoso. Não tem culpa nem angústia, não ama ninguém, mente, engana, rouba sem escrúpulos - e não sente absolutamente nada pelo dano que causa. O propósito do psicopata é arruinar a sua vida. Os outros só servem a ele como meros objetos para que ele obtenha suas metas permanentes: resultados financeiros, sexo e poder. Se você é bem sucedido, o psicopata quer manter contato com você para roubar e destruir o que você conseguiu, controlando e manipulando a sua vida e todos os que estão ao seu redor. Quando você lhe diz “não”, ele se lança contra você. “Leva & traz” o tempo todo. Adota máscaras. Sempre se ofende com tudo, pois é ressentido, amargurado e considera-se “intocável”. Costuma ser bastante loquaz (parecendo inteligente), charmoso, sedutor, convincente e muito observador, mas no fundo é superficial, agressivo, teimoso, mau e frio, incapaz de manter laços com qualquer pessoa que não sejam movidos a interesse. Ilógico e sem autocontrole. Antissocial, incapaz de sentir pena ou arrependimento, o psicopata é indiferente às consequências e tenta despertar remorso nos outros. Seus passos são: entrar no seu círculo afetivo íntimo - ir morar com você - prestar atenção a todos os seus movimentos (fingindo interesse por suas opiniões) - influenciar seu estado de ânimo, emoções e ações. Ele simplesmente atua. Carente de empatia, tem necessidade de satisfação imediata. O consolo é que o psicopata se arruina sozinho: não devemos nos preocupar em combatê-lo, apenas em viver o mais longe possível dele. Cada vez que um psicopata entra na nossa vida é porque deixamos e entregamos a ele aquilo que nos pertence, inclusive nossa paz de espírito e nossa vitalidade. Escreva um cartaz bem grande para ele: “Proibido entrar!” Distancie-se de qualquer encontro. Não entre no jogo dele. Trate-o com indiferença: faça como se ele não existisse. E não se detenha para interiorizar-se de absolutamente nada do que ele fizer. Isso não significa ignorá-lo, mas sim erradicá-lo de sua vida. Não lhe dê boas-vindas. http://piperacea.blog.terra.com.br/2009/09/28/gente-toxica-7-o-psicopata/

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Sociopata nasce e morre sociopata

26.01.12

Um sociolata nasce sociopata ou torna-se um? sociopatas não sentem culpa e remorsos, são desprovidos de sentimentos, cujo objectivo é o prazer imediato sem pensar no prejuízo que pode causar aos demais. O não olhar a meios para atingir os fins. São megalómanos, narcisicos e sem freios para os seus impulsos, acham-se os melhores. Essas necessidades urgentes podem ser de dinheiro para cigarros (alguém dá) ou para sexo (alguém dá), independentemente do certo e errado, manipulando pessoas que podem ser um familiar sem recursos ou uma madura sem estima. Depois de conseguido o quer, passa para o próximo objectivo sem se preocupar com as consequências e com quem é envolvido no processo. São vilões mas fazem passar-se por vitimas. Há hereditariedade comprovada, mas ainda não é certo que o meio seja determinante. Há sociopatas filhos únicos de pais narcisistas, ou filhos de famílias numerosas (geralmente o mais novo) sem sensação de afecto da mãe e tendências psicopatas de pai.  Durante a adolescente há um comportamento irresponsável de faltas escolares e muitas vezes de reprovações consecutivas sem que demonstre preocupação com futuro, histórico de agressões, marginalidade. Mesmo quando tem uma habilidade especial (por exemplo para o desporto ou música) não fazem nada para a desenvolverem, até por preguiça, apesar de gostarem que os outros refiram essa característica ao estilo "eu sou bom, mas não faço nada por isso". No trabalho são pessoas que não conseguem manter o lugar, criando conflitos com chefias e colegas, são preguiçosos e tendem a cometer fraudes. As mentiras consecutivas e a irresponsabilidade por não cumprirem horas nem objectivos acabam por ser determinantes. No entanto dizem "eu sou o melhor funcionário, eles é que..." e nos negócios diz-se sempre com pouca sorte com os sócios. Finge que procura trabalho, mas só quer viver às custas de alguém. Por vezes mostram o seu ódio e irritabilidade com o mundo, nomeadamente tribunais, bancos, policia ou políticos. Mostra rebeldia e é vingativo, o oposto das regras sociais. No grupo são muitas vezes vistos como divertidos mas ao mesmo tempo loucos, seres estranhos. Exibicionismo patológico, ser o "mais notado" muitas vezes pelas piores razões. Para os mais desconfiados e experientes, eles são pessoas a manter longe. Não tem verdadeiramente amigos, até porque qualquer relação com eles só existe enquanto for rentável em dinheiro, posição ou outro interesse, mantendo apenas os mais incautos com uma estima baixa que gostam de ser visto como o "amigo de", independente dos prejuízos que a relação lhes causa, até que um dia se vem enredados em situações limites de grandes perdas (financeiras, familiares ou mesmo profissionais). O exemplo do sociopata passa a viver em casa do amigo, limpando o frigorifico, sem dividir qualquer despesa enquanto está num situação temporária que se prolonga indefinidamente. Pelas costas critica os amigos, apelidando-os de burros, sem berço, inábeis ou desonestos. E que tem sorte de o conhecerem e de poderem contar com a sua "amizade", até porque sem ele não são ninguém. Nas relações amorosas é um oportunista, aproveitador de pessoas menos experientes, que ele manipula como bem quer e enquanto quer. Consegue ter relações simultâneas sem sentir remorsos ("eu sou assim"), sempre com a mesma cara de pau, usando as peças conforme as suas necessidades. O sexo não é um objetivo, mas uma forma de mostrar que ganhou o jogo. No entanto mostra se interessar por sexo, falando constantemente sobre o  assunto, tendo comportamentos impróprios que vão desde se despir como apalpar alguém  em público. Gostam de contar as suas conquistas. O sexo é irresponsavel, sempre desprotegido, como uma ruleta russa. Não ama, apenas usa. Tem sentido de posse, conseguindo manter várias pessoas na vida (mulher, ex-mulher, amante, namorada e casos) transformando-as em coisas, que cada vez ficam com uma estima mais baixa, com mais problemas financeiros e familiares, o que enche o superego do psicopata. Adora que sintam ciúmes dele. Se uma ex está com outro, ele não tem ciúmes mas fica furioso por perder o controle da vida dela. Usa a mentira, intriga e passa falsas informações por forma a sair sempre como vitima, conseguindo colocar uns contra os outros, ficando a rir e sentindo-se o melhor, o mais importante e o mais querido por todas. Convence as vitimas que elas necessitam de apoio psiquiátrico, afasta-as de família e amigos para que vivam apenas para o servir. Controla a vida delas, mas não admite ser controlado. Gosta de mostrar que tem facilidades nas situações (as mulheres conquistadas ou uma outra outra qualquer habilidade), demonstrando que não tem culpa por ter esse dom, sem remorsos, mostrando que não sabe o que quer e que apenas é uma vitima dos outros. Próprio de alguém imaturo e infantil. Os sinais que dá são contraditórios, de forma a confundir as pessoas (estilo "não quero uma relação" mas vai ficando, aproveitando-se das vitimas), ao mesmo tempo consegue que todas se sintam as mais importantes e com sorte que ele lhes dê por vezes uma migalha de atenção. Não protege, nem cuida, no entanto exige ser cuidado, geralmente é muito exigente. É ingrato. Capaz de em minutos ir de um extremo ao outro, da risada aos gritos. Adora falar de si e quando ouve o outro tem como objectivo retirar proveito à posteriori das informações que lhe dão. Em relação à família (filhos, irmãos, pais) diz que são importantes, no entanto atua de forma que o contradiz. Na realidade não ama, não sente saudades ou quer cuidar, apenas os trata como peças que lhe podem ser úteis. Gosta de vangloriar dos feitos dos outros, dando a entender que é o responsável, no entanto não sente saudade, afeto, apenas embotamento sentimental. Há agressão verbal e física, que passado pouco tempo já nem se lembra, mas que para as vitimas são situações marcantes. Como não tem sentimentos e nunca demonstra gratidão. Os outros existem para o servir.  Não sente remorsos se os abandonar. Em relação à morte de alguém próximo pode teatralizar tristeza, mas a realidade é que não consegue sentir, nem percebe como os outros deprimem. Usa substancias que o ajudam na desinibição para as suas exibições, tendencialmente a ficar dependente de álcool sem nunca o admitir. Mantém vida boêmia e irresponsável. Complexo de edipo forte. Não faz planos, mas gosta de se fazer de vitima sobre o seu futuro. Desta forma envolve o interlocutor no seu futuro, mostrando que espera que o ajudem. Faz tudo de forma tão subtil que os mais inocentes pensam que se trata de alguém desprendido, o que é exatamente o contrario da realidade. A realidade é que ele pensa   qual das pessoas será usada para seu bem estar. As sociedade deve preocupar-se com as vitimas do sociopata e não com eles. Os tratamentos não são eficazes porque não aceitam que são doentes. A única solução passa por encarceramento em prisão ou ala psiquiátrica. As suas vitimas ficam em situações limites financeira e de saúde, chegando a cometer suicídio, enquanto eles procuram novas vitimas dizendo-se com a consciência tranqüila, mas interiormente sadicamente felizes. Nem todos os sociopatas são serial killers, mas podem tornar-se num. Geralmente são demasiado preguiçosos para planear um crime, mas podem comete-lo num acto de impulsividade (no transito, numa discussão ou em qualquer contrariedade fútil). Se tem um sociopata na sua vida, fuja. Eles não tem cura. Nem os profissionais conseguem, quanto mais alguém envolvido com um ser tão doente e perigoso. Reze para que o sociopata lhe tenha causado o menos estragos na sua vida. Siga o seu caminho, apenas com alguém que seja seu amigo e goste de si. E faça um favor à sociedade e denuncie-os. Dessa forma tentará que outras vidas não se percam desnecessáriamente.

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Psicopata ou resfriado? História na 1a pessoa

26.01.12

A seguir serão os sinais típicos que os sociopatas mostram. cada um deles será a minha experiência e pontos de vista. Eu gostaria de saber se encaixa na definição. Eu não estou à procura de um título, apenas uma resposta. Charme voluvel e Superficial. Posso mudar o jeito de eu falar, agir e me definir, dependendo de quem eu estou por perto. eu não sei como fazer uma conexão ou uma verdadeira amizade baseada em verdadeiras qualidades. Acho que as pessoas estão abaixo de mim. Manipulador - Eu jogo, exploro e abuso verbalmente as pessoas (principalmente mulheres) para o meu próprio divertimento. Eu tendo a explorar as mulheres, porque eu vejo eles como inferiores. Eles são ou alheio, irritante, ou prostitutas. Gosto de escolher as mulheres que são vistos como 'inalcançáveis' para provar a todos (e a mim) que eu possa obter alguma coisa que eu quero. Um relacionamento é sobre como criar e manter uma imagem. Grandioso senso de auto - Eu realmente acredito que sou melhor que 95% das pessoas. Não .... o mais inteligente, melhor, ou mais bem-sucedidos apenas melhor. Mentir patológico - Eu minto sobre merda inútil que me adiante. Eu vou mentir para pintar uma imagem do homem perfeito (para mulheres). Falta de remorso, vergonha ou culpa - Eu nunca senti nenhum desses. Só eu sei que as emoções (em ordem de freqüência) são aborrecimento, raiva e algo semelhante a Tristeza. Minha versão de tristeza é mais provável decepção. Só o tempo eu me sinto triste é quando eu perco o controle. Raso de Emoções - Eu sou incapaz de ter emoções para compartilhar com outras pessoas. Eu não entendo porque as pessoas ficam tristes quando os amigos e a família morre. Eu tive pessoas a morrem em minha vida ... Eu nunca me senti uma ou outra maneira sobre ele. Eu tentei agir como eu me importo, mas tendem a falhar. Eu estou no ponto onde eu apenas manter calma e deixá-los falar. Eu não posso relacionar ou compartilhar com alguém uma emoção. respostas emocionais tendem a fazer-me sentir desconfortável, e fora do lugar. Incapacidade para o Amor - Eu não te amo. Eu aprecio a perseguição, a vitória, e o sentimento de estar acima das mulheres com que eu estou . Gosto de estar no controle. Eu não fico irritado se um ex está com outra pessoa, eu mais ou menos se irrita que alguém tomou o meu controle. Necessidade de estímulo - Eu tenho um desejo de empurrar-me tão próximo quanto possível da morte. Eu sempre dobrar os limites de velocidades, para cima da unidade de 150, enquanto que tecem dentro e fora do tráfego de espessura. Eu não bebo, mas muitas vezes eu posso beber até desmaiar. Eu tenho abusado de drogas desde o meu segundo ano na escola. Eu maneira ida ao mar com ervas daninhas, cocaína e analgésicos. Quando tudo está indo bem na minha vida, me tornar auto-destrutivo que eu possa sentir "dor". Eu também gosto de reconstruir minha vida depois que um dos meus episódios porque lhe dá uma sensação de poder de saber que você pode superar qualquer coisa. Estou muito hostil ... Eu amo muito o confronto. Falta insensibilidade / de empatia - Eu não posso relacionar com outra pessoas sentimentos, não importa a situação. Controles Poor Behavioral Natureza / impulsivo - Estou louca impulsivo. Eu tenho problemas com economizando dinheiro e comprar un coisas necessárias. Eu costumava ser TOC até o ponto onde eu não podia ver televisão sem ter certeza que o quarto inteiro era paralelo, em linha reta e completamente escuros. Eu ainda sou uma Germaphobe, e estou propenso a altos níveis de estresse e ansiedade. Estou muito whimsicle. Entrei para o exército E.U. porque eu não tinha nada melhor para fazer naquele dia. Precocemente os problemas de comportamento Delinquência / Juvenil - Minha primeira data tribunal federal foi no meu aniversário de 16 (15Feb). Fui preso várias vezes e sempre descido. Gosto de me colocar em situações onde posso ser pego simplesmente para que eu possa ser mais esperto que a pessoa me investigando. Eu fui puxado para perto de 30 vezes, e geralmente falam a minha saída do bilhete. Eu tenho total desprezo por todas as leis. Eu navego vida por meus próprios padrões, que são flexíveis em determinadas situações. Unreliability Irresponsabilidade / - Eu odeio manter um emprego por mais de 6 meses. Comportamento sexual promíscuo Infidelidade / - Eu adoraria ter sexo. Eu não pratico sexo seguro. Gosto de sexo selvagem. Sexo é apenas uma maneira de provar que eu sou melhor e ganhar o jogo. Falta de Plano de Vida realistas Lifestyle / Parasitárias - Eu me vejo sendo absurdamente rico, com poder de influência. Versatilidade criminal ou empresarial - Eu mudo quem eu sou para atender minhas necessidades. Acabei de me tornar um reflexo do que você está procurando. Eu tenho uma grande capacidade de ver o que alguém precisa, quer, e os seus piores medos .. Então eu imito essas qualidades. Eu tenho um desejo para qualquer coisa ilegal. Eu amo ficar longe de outras coisas para ficar preso. Normalmente eu blunts luz na frente de policiais e unidade irracionalmente. Eu também tenho vindo a experimentar diversos pontos start ups com o passar dos anos pares. Eu acredito que eu finalmente encontrei algo que vai ficar. Eu sonho grande ... The following will be the typical signs that sociopaths show. Following each will be  my experience and views. I would like to know if I fit the definition. I'm not looking for a title, just an answer.  http://www.experienceproject.com/stories/Am-A-Sociopath/764547 Glibness and Superficial Charm I change the way I speak, act, and define myself depending on who I am around to help me fit in. I do not know how to make a genuine connection or friendship based on true qualities. I find people beneath me and unusually worthless.   Manipulative and Conning - I play, exploit and verbally abuse people (especially women) for my own amusement. I tend to exploit women because I view them as inferior. They are either oblivious, annoying, or ******. I enjoy picking women who are seen as 'unattainable' to prove to everyone (and myself) that I can get anything I want. A relationship is about creating and keeping an image.   Grandiose Sense of Self - I truly believe I am better then 95% of people. Not the smartest, best looking, or most successful.... just better.   Pathological Lying - I lie about pointless **** that will get me ahead. I will lie to paint an image of the perfect guy (for women).   Lack of Remorse, Shame or Guilt - I have never felt any of these. Only emotions I know (in order of frequency) are Annoyance, Anger and something similar to Sadness. My version of sadness is more likely disappointment. Only time I feel sad is when I lose control.   Shallow Emotions - I am unable to share emotions with other people. I do not understand why people are sad when friends and family die. I've had people die in my life... I just never felt one way or another about it. I've tried to act like I care, but I tend to fail. I'm at the point where I just keep quite and let them talk. I can not relate or share an emotion with someone. Emotional responses tend to make me feel uncomfortable, and out of place.   Incapacity for Love - I do not love. I enjoy the chase, the win, and feeling of being above the women I am with. I enjoy being in control. I don't get angry if an ex is with someone else; I more or less get annoyed that someone else has taken my control.   Need for Stimulation - I have a desire to push myself as close to death as possible. I consistently double speeds limits, drive upwards of 150, while weaving in and out of thick traffic. I don't drink often but when I do I drink until I pass out. I have abused drugs since my sophomore year in high school. I gone way over board with weed, cocaine, and pain killers. When everything is going well in my life, I become self destructive so I can feel 'pain'. I also enjoy rebuilding my life after one of my episodes because it gives you a sense of power to know you can overcome anything. I am very hostile... I love confrontation too.   Callousness/Lack of Empathy - I can not relate to another persons feelings, not matter the situation.   Poor Behavioral Controls/Impulsive Nature - I am insanely impulsive.  I have problems with saving money and buying un needed things. I used to be OCD to the point where I couldn't watch TV without making sure the whole room was paralell, straight and perfectly dark. I'm still a germaphobe, and am prone to high levels of stress and anxiety. I'm very very whimsicle. I joined the US Army because I had nothing better to do that day.   Early Behavior Problems/Juvenile Delinquency - My first federal court date was on my 16th birthday (15Feb). I have been arrested several times and have always gotten off. I enjoy putting myself in situations where I can get caught simply so I can outsmart the person investigating me. I have been pulled over close to 30 times, and usually talk my way out of the ticket. I have total disregard for all laws. I navigate life by my own standards which are flexible in certain situations.   Irresponsibility/Unreliability - I hate keeping a job for much more then 6 months.   Promiscuous Sexual Behavior/Infidelity - I love to have sex. I do not practice safe sex. I enjoy rough and kinky sex. Sex is merely a way to prove I am better and have won the game.   Lack of Realistic Life Plan/Parasitic Lifestyle - I see myself being insanely rich, with influential power.   Criminal or Entrepreneurial Versatility - I change who I am to suit my needs. I just make myself a reflection of what you are looking for. I have a great ability to see what someone needs, wants, and their worst fears.. So I mimic those qualities. I have a lust for thing illegal. I love getting away with things others get arrested for. Typically I light blunts in front of cops, and drive irrationally. I also have been trying out several dot com start ups over the last couple years. I believe I have finally found something that will stick. I dream big...

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Sociolata futebol

26.01.12

Sociopatia Um indivíduo em cada vinte cinco pessoas é sociopata. Isso significa que , estatisticamente falando, você interage com sociopatas o tempo todo. A maioria deles não são  homicidas, nem "Serial Killers", mas apresentam um potencial danoso enorme para o equilíbrio social. Recentemente ficamos chocados com um crime que ocorreu no meio futebolístico. Em entrevista, o principal suspeito declarou,  a uma revista de circulação nacional, a seguinte frase " Eu tenho a consciência tranquila." A sociedade se baseia em regras de boa convivência, respeito aos direitos coletivos, preservação das normas, comportamento responsável, cumprimento de obrigações pessoais e familiares. Esses indivíduos sociopatas descumprem esse código de conduta repetidamente e não sentem culpa por fazê-lo. Os sociopatas são desprovidos de consciência. A consciência só pode ser tranquila neste caso citado se for inexistente. Pessoas normais sentem culpa ( até de coisas pelas quais  não são responsáveis). Os sociopatas não sentem culpa, sabem o que estão fazendo( por isso, são imputáveis pelos crimes) , predam o mundo, buscando sempre os seus benefícios em detrimento dos outros, "eliminando", em maior ou menor grau, qualquer obstáculo. As pessoas desavisadas acreditam que todos são essencialmente confiáveis. Por não investigarem acuradamente o comportamento dos outros, caem em armadilhas perigosas. São exploradas, iludidas, torturadas, logradas, sugadas, assassinadas, esquartejadas, pagando um preço alto. http://www.marcosrferreira.com/ As condições que nos levam a pensar em sociopatia incluem: envolvimento repetitivo com delitos, mentiras, uso e abuso de substâncias entorpecentes, "vida boêmia e irresponsável", "autovitimização", desmotivação para o trabalho( o que se confunde com depressão), envolvimento com amizades ligadas à contravenção. Cabe a todos ficarem atentos para não caírem na armadilha nefasta da sociopatia que domina os nossos tempos. "Quando os bons se omitem, uma minoria peçonhenta triunfa." Eu recomendo que  vocês comprem essa revista de circulação nacional e leiam a reportagem.Não poderia haver uma melhor descrição do cotidiano comportamental de um sociopata, nem mesmo em livros de psicopatologia psiquiátrica. Os sociopatas falam sem o menor sinal de emoção. Quando perguntado sobre a vítima, o suspeito resignou-se a dizer que "ainda ia rir muito disso tudo"( divulgado na televisão, mas não na revista).Vamos aos pontos altos , em trechos selecionados da revista. ..." Era uma orgia só", "uma p...", " rezo para que a E apareça."( bonzinho), " Vou brigar pela guarda"( pai amoroso, snif, snif, quase me emociono), "Ela disse que tinha gente atrás dela"( distorção da história, aproveitando para jogar a culpa em alguém)... Quando entrou em contradição( mentiras demais), simplesmente emendou a história... " É que quando...", ou preferiu não responder ..." Não sei dizer o dia". " Quem tem que provar o que está dizendo é quem está me acusando"...( isso mesmo, ou você se entregaria, sabichão?). Não podemos minimizar a origem desses "craques". O fato de serem bem-sucedidos no futebol não vai modificá-los na sua essência. Vai  apenas intensificar os traços sociopáticos. Como diz o velho ditado, " um tolo e muito dinheiro fazem uma grande bagunça". E a bagunça alimentada por dinheiro, fama, orgias, ostentação, exibicionismo, vai crescer até chegar ao crime. Outros craques oriundos de favelas tomadas por traficantes já protagonizaram comportamentos sociopáticos.  Nas palavras de um outro atacante, cujos "amigos " são traficantes, " Não vou deixar as minhas raizes."( isso mesmo, não vai, está nos seus genes, na sua essência mental). Quando são flagrados, inventam histórias absurdas, sempre na tentativa de passarem por vítimas ou bonzinhos. Não é dinheiro para o tráfico, é para "cestas básicas".( snif, snif, quase me emociono). E assim seguem, porque são sociopatas. E sociopatas  são irrecuperáveis. Lugar de sociopata é trancafiado numa cadeia, longe da convivência humana. Só assim estaremos seguros.

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Relações psicopáticas

25.01.12

RELAÇÕES (RALAÇÕES) PSICOPÁTICAS 

Ele é meu, sai do meu caminho.

Não saio porque ele é meu.

Ah sim? Pois eu vou até às últimas consequências!

Então vai, se isso te dá prazer! Mas eu vou ainda mais longe.

Ele é meu, toma lá este ácido na fuça.

É meu, toma lá este tiro na cabeça.

Não é teu, é meu…

Enquanto as duas doidas disputam a quem ele “pertence”, ele vai aproveitando para procurar outras ainda para que haja mais e mais taradas a “lutar por ele” e é aí que esse psicopata vai buscar inspiração para obter a satisfação sexual por saber que “é desejado e cobiçado” por muitas e muitas desequilibradas obcecadas que não têm auto-estima nem carácter.

http://comunidade.sol.pt/blogs/marilulu/archive/2010/03/24/RELA_C700D500_ES-_2800_RALA_C700D500_ES_2900_-PSICOP_C100_TICAS.aspx

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El complementario y su psicópata por Hugo R. Marietán

25.01.12

El complementario y su psicópata por Hugo R. Marietán "Uno son el torturador y el torturado. El torturador se equivoca, porque cree no participar en el sufrimiento; el torturado se equivoca, porque cree no participar en la culpa." Schopenhauer Una manera de ser Este tema está abordado desde el punto de vista clínico, por lo tanto, acentuaremos lo descriptivo. La psicopatía es una manera de ser, es una personalidad, una variante de los tipos humanos. No es una enfermedad, sino una manera de ser atípica, infrecuente y estridente, por su patrón conductual que desentona, en ocasiones, con el patrón general de conducta de la comunidad. El psicópata es una persona que tiene un comportamiento distinto porque tiene necesidades distintas que satisfacer. Por eso hace un uso particular de la libertad, crea códigos propios, repite patrones conductuales y tiene necesidades de estímulos intensos. Todo esto analizado desde una persona común que ve al psicópata como a alguien que está, en algunos aspectos de su conducta, desadaptado. El psicópata no tiene un tipo de conducta psicopática en el cien por ciento de su accionar, se muestra psicopáticamente en determinado tipo de relaciones. Otra característica básica es la cosificación, que implica quitarle al otro los atributos que lo valoran como persona, es decir, desjerarquizarlo para considerarlo un objeto y, desde esta maniobra psicológica, poder manipularlo. Finalmente, en el acto psicopático grave, el psicópata comete una acción de tal magnitud que ese solo hecho lo describe. Modos de relación del psicópata El psicópata tiene, al menos, tres modos de relacionarse psicopáticamente con el otro. El asociativo: es cuando un psicópata entra en relación con otro psicópata. Este tipo de asociación se da cuando el proyecto que debe realizar lo supera ampliamente como individuo. La relación es tensa y el equilibrio se mantiene mientras persista el objetivo. Hay que recordar que estamos hablando de personas altamente narcisistas, egocéntricas; en consecuencia, el apego que puedan tener sólo lo justifica el objetivo. El segundo modo de relacionarse con el otro es el tangencial, es decir, cuando el psicópata se encuentra con la víctima ocasional; cuando ejerce su psicopatía en función de una acción de tipo delictiva, una violación, una estafa, por ejemplo. Es un encuentro ‘puntual’. Otro modo de relacionarse es el complementario: cuando el psicópata encuentra su complementario, o el complementario encuentra su psicópata. La relación es de doble vía y está lejos del preconcepto víctima-victimario; ambos participan activamente para mantener el vínculo. Considero que la persona que logra permanecer junto a un psicópata, no es otro psicópata, como habitualmente se entiende. Yo creo que el que más chance tiene de relacionarse y permanecer con un psicópata, es un neurótico. Estas relaciones son metaestables, se mantienen, pero con explosiones y desequilibrios a lo largo de todo su desarrollo. El complementario Insisto en aclarar lo descriptivo de esta exposición, que es extracto de mi experiencia con tratamientos de complementarios que conviven con psicópatas. Se observa que se forma un circuito psicopático persistente; y pienso que ningún sistema permanece si no cubre una necesidad. El tipo de necesidad que satisface el complementario con el psicópata, o el tipo de anclaje que hace que esa relación se mantenga, no tiene su base en la lógica, sino en lo irracional. Cuando se atiende a estas personas lo primero que florece en el discurso es la queja. El complementario utiliza el escenario de la relación terapeuta-paciente para transmitir su queja. No son quejas comunes, son quejas sobre humillaciones, descalificaciones, incluso agresiones físicas. La forma de presentar la queja varía desde la justificación ("Yo lo provoqué"), la minimización ("Me golpeó, pero no es nada"), el detallismo (el detenerse morosamente en describir cada acción), hasta la búsqueda de conmiseración ("¡Cómo me hace sufrir!, ¿verdad?"). El disfrute secreto Desde la lógica común, uno se pregunta ¿qué hace esta persona con este psicópata? ¿Qué beneficios saca para continuar en esta relación? Razonando con parámetros lógicos comunes, no se comprende la permanencia de esa pareja. Aún si se analizan con el complementario las circunstancias que llevaron a hechos agresivos, y la manera de prevenirlos, éstos se repiten. Con esto quiero decir que el hacer razonar, el esclarecimiento del porqué suceden las cosas, en este caso, no sirve, porque el anclaje está en lo irracional. El complementario muchas veces da la impresión de que se relaciona con el psicópata a través de la angustia, o sea que, siguiendo esta premisa, el anclaje sería displacentero. Pero, después de ver a muchos de estos pacientes complementarios, yo pienso que el anclaje es el disfrute, pero no el disfrute del sufrimiento. Es un disfrute inefable y donde el sufrimiento es un efecto secundario de ese disfrute. La persona complementaria nos trae la queja, nos muestra el ‘precio’ del goce, nos muestra el "chichón"3. Este tipo de disfrute es secreto, en el sentido de que suele ser desconocido (conscientemente) para el complementario, y a veces también para el psicópata. Pero hay algo allí que los une; tal vez en la ‘animalidad’, en lo irracional, haya un goce. En ocasiones, por el discurso que tienen los complementarios, suelen relacionarlo con algún tipo de disfrute especial, con el sexo por ejemplo; pero eso no consigue justificar el pagar el precio de las humillaciones, las descalificaciones, la baja de la autoestima, el ‘deterioro’ de su ‘persona’. Algunos logran captar que con el psicópata pudieron desinhibir sus represiones; logran realizar lo prohibido. Inmodificables Otra característica del psicópata que se debe tener en cuenta es su impermeabilidad a las modificaciones. El psicópata es una persona que puede tolerar mucha presión, puede aguantar castigos, y aún así mantenerse en una posición. Esto obliga al complementario a doblegarse, porque la posición del otro es irreductible; lo pone en la opción de: "es esto o nada"; "tómalo o déjalo... si puedes". El complementario termina luchando, no contra el psicópata, que es inmodificable, sino contra sí mismo, contra su conciencia del propio valor. Y se obliga a doblegarse. Este obligarse a hacer, en el que ve menoscabada su persona, es altamente doloroso. Pero es mayor el sufrimiento que provoca la no presencia del psicópata, esto hace que el complementario pague la factura y continúe con la relación. La regla de oro que mantiene este vínculo es la formula: "con él estoy mal, pero sin él estoy peor". Entre ‘mal’ y ‘peor’, está el disfrute. Códigos propios Si se conversa en profundidad con estas personas, se verá que entre el psicópata y su complementario se establecen códigos propios, señas, gestos, que hacen que modifique la conducta del otro. Una paciente me decía: "mi padre me mira de ‘esa forma’ y yo ya sé lo que debo hacer". Otra paciente decía: "yo lo seguía por detrás, no quería que estuviera a su lado para no comprometerse; sin embargo, por su forma de caminar yo sabía si tenía que pararme o si tenía que estar a un costado o donde sea". Autoestima socavada El complementario tiene la autoestima socavada. Uso el término "socavada" porque la erosión que hace el psicópata sobre el complementario no suele ser una acción grotesca y brutal, sino que, al contrario, puede ser muy por debajo y sutil; va descalificando, desmereciendo, creándole inseguridades (es un juego de un "premio y tres castigos", en donde no se sabe cuando llega el premio y cuando el castigo, ni por qué) hasta que la autoestima del complementario termina socavada. Decía una consultante: "Yo antes no era así de insegura. Tenía trabajo, proyectos, iniciativa; me manejaba sola. Ahora necesito preguntar todo, hasta las pavadas. Él, a todos mis planes y posturas, le encontraba un pero, un motivo de crítica, un lado negativo. No era agresivo, me hacía razonar, y al final terminaba adoptando su criterio y pensando que mi forma de encarar las cosas era la de una tonta". El psicópata no se pasa pensando qué hacer para que el complementario haga tal cosa o tal otra, o qué hacer para descalificarlo y bajar su autoestima. Ni se lo plantea; no es un estratega ni un diseñador de conductas. Es como es. Le sale espontáneamente ese tipo de conducta que finalmente termina haciendo sentir desvalorizado al complementario. Asimetría intolerable Se establece una marcada asimetría en cuanto a la consideración del otro. El psicópata ve al otro como una cosa de su pertenencia, a su disposición y sin necesidad de una lógica que fundamente esta postura. Debe ser así y punto. El complementario se considera a sí mismo y a su pareja, como persona. No sabe que está con un psicópata. Pueden parecerle raras algunas conductas, pero no puede salir fuera del sistema para evaluar y concluir: "es un psicópata". Por considerarlo un igual es que hace el razonamiento equivocado: "no entiendo por qué hizo esto, yo en su lugar...". Y sufre pensando en un error o esperando una disculpa; quiere ser considerado por el psicópata como una persona, lo cual es una ilusión, algo imposible de lograr. No se puede comprender, empáticamente, la mente de un psicópata. Contacto cero ¿Cuál es nuestro rol, como terapeutas, en este tipo de relaciones? Cuando el anclaje es fuerte no se puede hacer nada. Cuando se rompe el vínculo generalmente es porque el psicópata deja a su pareja, siendo ésta la posibilidad que tiene el complementario de salir del sistema. Del lo contrario es muy difícil. La otra forma es cuando el hartazgo es muy fuerte en el complementario, o sea que el sufrimiento supera ampliamente a los beneficios que obtiene de su psicópata. Aquí es cuando el complementario pide ayuda. La intervención del terapeuta en este caso, al ser un tipo de relación atípica, debe ser también atípica. No se puede tratar de manera estándar un vínculo que no lo es. La regla básica cuando se quiere mantener la separación entre un psicópata y un complementario es el "contacto cero", dado que el anclaje es irracional y apenas se avistan se vuelve a rearmar el circuito psicopático. El terapeuta debe ser creativo y ocupar un papel más activo que el standard para ampliar las posibilidades del complementario. El límite de las palabras Ni las palabras, ni las argumentaciones, sirven, ya que el psicópata es buen manejador de las palabras, un mentiroso, y suele ser muy convincente, sobre todo con alguien que desea fuertemente ser convencido, como es el complementario. Algunas indicaciones que pueden dar resultados son: hacer docencia, que la persona logre entender las características del psicópata; levantar la autoestima, lograr el contacto cero, fortificar lo afectivo con antidepresivos y ansiolíticos (separarse del psicópata produce algo paradójico: alivio y muchísima angustia a la vez). La manipulación por el agobio Si el complementario trata de salir del circuito psicopático, como "la cosa" le pertenece al psicópata, éste la persigue psicopáticamente. Por ejemplo, contaba una consultante: "Iba al trabajo y al mirar por la ventana, lo veía en la calle; trataba de hacer una ‘salida’ nocturna y en el mismo lugar ‘aparecía’ él; o al llegar a la madrugada lo encontraba en la puerta esperándome". El temor a encontrárselo en cualquier parte, a cualquier hora, terminó confinándola en su casa, y aún así la atormentaba por teléfono y con cartas. Es un agobio y presión de tal naturaleza, que genera mucha angustia, por lo cual se utilizan recursos que fueron motivo de charlas anteriores.

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Sociopata e sexualidade

25.01.12
UMA PÁGINA EM BRANCO NO SEXO (Sexualidade e sociopatia)

 

(Esse é uma série de traduções de textos publicados no blog de um sociopata declarado, que trata esse distúrbio da personalidade de forma impressionante)
http://www.recantodasletras.com.br/artigos/2885921
SEXUALIDADE E SOCIOPATIA

“Sociopatia é um transtorno da personalidade. Somos manipuladores excepcionais, muito flexíveis em nosso caráter e personalidade. Não temos uma rígidez na auto-imagem ou visão de mundo, não observamos as normas sociais, nem temos "bússola' moral, devido a uma frágil definição do certo e do errado. Nós também podemos ser mutantes (como camalões), de fala mansa e encantadora.

Nós podemos nos tornar seu companheiro ideal, em pouco tempo e não temos uma posição padrão estabelecido em nada. Isto se estende, pelo menos em algum grau, a nossa sexualidade.

O manual original diagnóstico e estatístico (DSM), lançado em 1952, lista a homossexualidade como um distúrbio da personalidade sociopática. A conexão entre os dois foi posteriormente removida devido a protestos da comunidade gay por ser a homossexualidade equiparada a sociopatia.

Muitos têm comentado que os sociopatas parecem não ter nenhuma identidade sexual específica, que até o termo bissexual é enganador, pois implica em algum tipo de preferência, quando, na verdade,  "a igualdade de oportunidades" é um rótulo mais apropriado.

Na verdade, o sociopata parece ser o bonobo (tipo de Chipanzé, onde a fémea usa a sexualidade para dominar o macho) do mundo humano que pratica o sexo casual, frequente e utilitário e que faz uma pessoa com objetivo definido na sua busca pela dominação e pelo poder, que não sente a necessidade de discriminar de acordo com o gênero. (significa transar com homem, mulher, jovem, bonito, feio, velho, gordo, branco, negro, rico ou pobre. Para o sociopata tanto faz, desde que o sexo sirva para atingir seus objetivos)

Vemos exemplos de ficção do sociopata "bissexual" como talentoso Mr. Ripley, o Coringa de Batman (dependendo de quem escreve), e exemplos da vida real com Leopold e Loeb e outros listados aqui. Se eu tivesse que especular sobre as celebridades atuais, eu incluiria também a Angelina Jolie, Tom Cruise, e Lindsay Lohan, que apesar do narcisismo poderia aplicar-se igualmente bem para essas pessoas
.
Eu estava pensando sobre tudo isso ao ler um artigo sobre predileções sexuais de Sir Laurence Olivier. Embora casado três vezes, ele aparentemente também tinha muitos interesses masculinos, um dos seus parceiros ele explicou da seguinte forma:

"Ele é como uma página em branco e ele vai ser o que você quer que ele seja. Ele está esperando que você lhe dê uma sugestão, e então ele vai tentar ser essa tipo de pessoa."

Talvez Larry não fosse um sociopata, talvez ele fosse, mas ele compartilhou com os sociopatas: a característica da opção sexual é um poder do ser humano e bem ilustra bem como isso pode jogado fora com uma identidade sexual.

Em qualquer caso, a lição aprendida aqui é não ser só um sociopata, potencialmente, mas fazer-se um grande ator dramático e dá um novo significado para a consolação de idade, "há muitos peixes no mar."”

(os textos entre aspas são notas desse tradutor)

Tradução livre do original publicado em:

http://www.sociopathworld.com/2009/05/sexuality-and-sociopathy.html

O texto acima foi escrito por um sociopata declarado, mas ele usa toda essa conversa apenas para dizer que sexualmente o sociopata é como uma folha em branco que será escrita de acordo com o pedido do “freguês”.

Se uma mulher sociopata desejar alguma coisa de um homem, ela vai usar a sexualidade e vai transar com esse homem independente de quem e como ele seja; se, por outro lado ela quiser alguma coisa de uma mulher, ela vai transar com essa mulher, independente de como ela seja (bonita, feia, branca, negra, nova velha, magra ou gorda), assim o mesmo ocorre se o sociopata for homem fará a mesma coisa, é um “coringa” que jogará em qualquer posição para atingir seu objetivo de dominio e poder.

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