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16.02.12

Sociopatas, psicopatas, personalidades anti-sociais, personalidades dissociais, personalidades amorais, don juan, donjuanismo, transtorno de personalidade anti-social, Transtorno de personalidade narcisista, predadores sociais, parceiro manipulador, aproveitador de mulheres, homens que não sabem amar, psicopata do amor, sedutores compulsivos, sindrome de calimero, canalhas, cafajestes, manipulador emocional, Vampiros emocionais, vampiros anti-sociais …

 

Características: pessoas frias, insensíveis, manipuladoras, perversas, transgressoras de regras sociais, impiedosas, imorais, sem consciência e desprovidas de sentimento de compaixão, isentos de sentimentos, culpa ou remorso, raciocínio frio e calculista combinado com uma total incapacidade de tratar as outras pessoas como seres humanos pensantes e com sentimentos. São indivíduos frios, calculistas, inescrupulosos, dissimulados, mentirosos, sedutores e que visam apenas o próprio benefício. Eles são incapazes de estabelecer vínculos afetivos ou de se colocar no lugar do outro. São desprovidos de culpa ou remorso e, muitas vezes, revelam-se agressivos e violentos. Personalidade fria e insensível para com os sentimentos alheios, cujo próprio interesse momentâneo é o objetivo maior. Embotamento afetivo. Fanfarronice e charme superficial; Falta de empatia; Decisões tomadas sempre em interesse próprio, mesmo quando isso é eticamente questionável; Mentiras crônicas; Falta de remorso; Falta de responsabilidade pelas próprias ações, sempre culpando outrem; Emoções de pouca profundidade; Foco na auto gratificação às expensas dos outros; Comportamento do tipo levar vantagem em tudo; Manipulação.

Elas apresentam traços de egoísmo, buscam qualquer meio e forma para conquistarem, mas parecem não levar em conta os sentimentos da outra pessoa, insensibilidade e menosprezo ao sentimento do outro. Pessoas frequentemente egoístas e com uma grande sensibilidade à monotonia: são intolerantes ao tédio, o que os faz comummente buscarem estímulos e novidades, caracterizando uma inconstância nos relacionamentos que se tornam enjoativos facilmente. Eles parecem se entediar ou enjoar quando ficam com uma mesma pessoa e, principalmente, quando a mesma se apaixona. Para aquele que seduz, a concretização da conquista traz a monotonia que, para eles, é detestável, as relações são rápidas e sem nenhum vínculo afetivo. apresentam níveis de autocontrole extremamente reduzidos. São denominados "cabeça-quente" ou "pavio-curto" por sua tendência a responder às frustrações e às críticas com violência súbita, ameaças e desaforos. Eles facilmente se ofendem e se tornam violentos por trivialidades ou por motivos banais. Apesar de a explosão de agressividade e violência serem intensas, elas ocorrem em um curto espaço de tempo, após o qual voltam a se comportar como se nada tivesse ocorrido. Quando "perde o controle", sabe exatamente até onde ele quer ir, no sentido de magoar, amedrontar ou machucar uma pessoa. Apesar de tudo isso, eles se recusam a admitir que tenham problemas em controlar seu temperamento. Eles descrevem seus episódios agressivos como uma resposta natural à provocação a que foi submetido (vítima de toda a situação).

Necessidade compulsiva por sedução, necessidade intensa de seduzir o tempo todo, envolvimento sexual fácil mas fracasso no envolvimento emocional, determinada por relacionamentos íntimos pouco duradouros ou até mesmo inexistentes, superficiais e inconstantes, não se apegam aos seus parceiros, apenas uma atração fugaz. Apesar dessa compulsão à sedução, isso não significa que a pessoa seja, obrigatoriamente, mais viril ou mais ativo sexualmente, nem sempre se dá às custas de um desempenho sexual excecional mas sim, devido à habilidade em oferecer às pessoas a serem seduzidas, tudo aquilo que elas mais estão querendo.

Parece ter preferência por perigo, intolerante à rotina, monotonia e tédio, viciados na adrenalina do perigo e por isso são movidos pela alta inclinação a relacionamentos proibidos ou que ofereçam um certo grau de desafio, contínuos comportamentos anti-sociais que agridem o direito dos que com ele convivem. É um eterno inconveniente, no dizer comum. Isto tem como causa básica a incapacidade em controlar seus impulsos. Há nele uma incômoda impaciência e urgência em ser satisfeito no que quer. A impulsividade apresentada visa sempre alcançar prazer, satisfação ou alívio imediato em determinada situação, sem qualquer vestígio de culpa ou arrependimento. Transformam as qualidades da mulher em defeitos de um dia para o outro e os que traem compulsivamente.

O narcisismo: a ponto delas amarem muito mais a si mesmas que a qualquer outra pessoa. Só tem uma única intenção, o de manipular tudo a sua volta para seu melhor proveito e para, adivinhem, a satisfação do seu EGO. Acentuada imaturidade afetiva: sempre muito inconstantes, e exclusivamente dirigidos à satisfação de suas conquistas. O aspeto volúvel e responsável pela constante troca de relacionamento pode ser indício dessa imaturidade afetiva e indica, sobretudo, uma completa carência de responsabilidade ou medo de assumir os compromissos normais das pessoas maduras. Eterno imaturo, infantil.

Normalmente essas pessoas ignoram a decência e a virtude moral. São intolerantes à constância, estão sempre mudando e não estabelecem nenhum vínculo afetivo com facilidade, ou caso estabeleçam, são excessivamente superficiais e breves; o que não os causam nenhum tipo de remorso ou culpa. Tendem a ser sexualmente promíscuos, abandonando amantes e família regularmente na busca de nova conquista. Portadores de grande insensibilidade moral, faltando-lhes totalmente juízo e consciência morais, bem como noção de ética, não tem freios eficientes à sua impulsividade. Muitas vezes apresentam comportamentos exibicionistas, usando nudez em público ou junto das suas conquistas.

Ele mente olhando nos olhos e com atitude completamente neutra e relaxada, sabe que está mentindo, não se importa, não tem vergonha ou arrependimento, nem sequer sente desprazer quando mente. Diz o que convém e o que se espera para aquela circunstância. Ele pode mentir com a palavra ou com o corpo, quando simula e teatraliza situações vantajosas para ele, podendo fazer-se arrependido, ofendido, magoado. Quer ser admirado, quer ser o mais rico, mais bonito, melhor vestido. Assim, ele tenta adaptar a realidade à sua imaginação, à sua personagem do momento, de acordo com a circunstância e com sua personalidade é narcisística. Esse indivíduo pode converter-se no personagem que sua imaginação cria como adequada para atuar no meio com sucesso, propondo a todos a sensação de que estão, de fato, em frente a um personagem verdadeiro. Alguns "mais experientes" são tão especialmente hábeis em mentir que se utilizam de pequenas verdades para ganharem credibilidade em seus discursos. A coisa funciona mais ou menos assim: eles admitem alguns deslizes que cometeram de fato, apenas para que as pessoas "de bem" se confundam e pensem da seguinte maneira: "Sejamos razoáveis, se fulano' está admitindo seus erros, e bem provável que ele esteja falando a verdade sobre as demais histórias." Por serem profundamente inseguras, essas pessoas tendem a construir sua autoestima em cima de um personagem seguro, bem-resolvido, sociável. Incapacidade de amar, insensibilidade e frieza. São seres humanos desprovidos  de sentimentos que não possuem capacidade emocional para gostarem verdadeiramente de ninguém. Incapacidade em estabelecer relações que não sejam exploradoras, não existe capacidade de identificar valores morais, não existe capacidade de compromisso com os outros e não há sentimentos de culpa.

 

Atuação: Imagine uma pessoa normal, dobre o nível de energia, triplique o amor pela agitação e, em seguida, desligue os circuitos da preocupação. Todo mundo já se sentiu assim uma ou duas vezes na vida. Lembra-se daquele baile de formatura, quando você estava deslumbrante e o ar fazia cócegas com aquele perfume dos cravos e a cerveja contrabandeada? E se todos os dias fossem repletos desses tipos de possibilidades? E se não houvesse uma vozinha dentro da sua cabeça para estragar a alegria ao lembrar as coisas terríveis que poderiam acontecer se você exagerasse? Comparado a uma vida repleta de bailes de. formatura, fica difícil empolgar-se com seu emprego. Eles gostam de ter gente por perto e adoram as festas devido a todas as oportunidades que surgem. Onde quer que haja divertimento haverá anti- sociais. São quatro etapas no processo de caça. Na primeira, ele estuda a vítima, conhece seus gostos, suas fraquezas. Ele em geral procura quem esteja fragilizado, porque é mais fácil de ser dominado. Uma viúva recente, uma mulher que tenha saído de um relacionamento difícil, que tenha perdido um ente querido, alguém que consiga manipular. Depois de estudar a vítima ele começa a fase de absorção, na qual já sabe o que a vítima quer e faz de tudo para satisfazê-la, ganhando, assim sua confiança e seu amor. É aqui também que começa o controle excessivo sobre ela, afastando-a dos amigos, do trabalho ou de qualquer que seja que possa afastá-la dele e fazê-la desconfiar de suas intenções. O próximo passo é a exploração, em que o psicopata suga toda energia psiquica e física de sua presa. Ele reestrutura a vida da parceira de acordo com seus interesses. É nessa etapa que a mulher mais sofre, segundo Ana Beatriz, porque começa a perceber que ele não era bem quem  parecia ser, mas ainda não sabe que está dormindo com o inimigo.  Acha que ele está infeliz e começa a fazer de tudo para agradá-lo com medo de perder aquele homem que tanto a ama. A última fase é chamada de revelação e horror quando o cara mostra quem realmente é. Em geral ocorre porque o psicopata já esgotou suas possibilidades naquela relação e encontrou outra vítima, ou então ja tem um domínio tão grande sobre a mulher que sabe que mesmo mostrando sua crueldade não irá perdê-la. Mas você vai se vender por um pouco de carinho, mesmo que falso, pois é tudo o que você mais espera  depois de tudo que você já se submeteu para mantê-los satisfeitos. E da próxima vez você vai tentar satisfazê-lo ainda mais, em prol de manter o carinho que é mendigado a você, mesmo que para isso você tenha que passar por cima de suas vontades e convicções. Mas o que você não sabe é que aquele sentimento que  você tem às vezes,  e que fica cada dia mais evidente é a mais pura e lógica verdade: por mais que você se submeta a  loucuras para satisfazê-los, você NUNCA será suficiente. Sabe porque? Porque esse é o maior medo do sociopata  manipulador. Se você se sentir suficiente na relação doentia que ele constrói, você não estará mais suscetível as suas chantagens e manipulações emocionais. Você vai começar a enxergá-lo como o que ele realmente é: um DOENTE. E mesmo que tenha tudo para dar certo, mesmo que vocês tenham gostos parecidos, tenham um tesão incontrolável um pelo outro, adorem ficar junto o tempo todo, adorem ficar grudados nas baladas, sonhem em casar e ter filhos, esse comportamento doentio pode levar tudo a ruína, inclusive a sua saúde mental. Quando você perceber, já largou tudo o que gosta, já parou de render no trabalho e não terá mais vida própria em nome de satisfazer a demanda doentia destes sociopatas. Manipuladores são parasitas e devem ser tratados como tal. Aprenda a defender-se antes que você perca mais tempo de sua vida esperando o dia que eles mudem.

“EU GOSTO DE QUEM VOCÊ É” –O psicopata mostra admiração pelo talento e pelos pontos fortes da vítima.

“EU SOU COMO VOCÊ” –O psicopata identifica características da personalidade da vítima e faz de conta que compartilha gostos e interesses.

“SEUS SEGREDOS ESTÃO SEGUROS COMIGO” –A vítima, achando que está diante de um amigo, abre o coração e conta medos e expectativas.

“SOU SEU AMANTE / AMIGO IDEAL” –Último estágio da manipulação. O psicopata cria um elo psicológico que promete uma relação duradoura. A vítima já está em suas mãos. 

Exímios em fazer uso de mentiras, de forma a livrarem-se de situações embaraçosas. Desempenham papéis sociais sempre teatrais. Muitas vezes, os psicopatas querem convencer as pessoas de que são capazes de vivenciar fortes emoções, porém eles sequer sabem diferenciar as nuances existentes entre elas. Confundem amor com pura excitação sexual, tristeza com frustração e raiva com irritabilidade. Para que a técnica funcione, há que ter em conta alguns pormenores. Primeiro que tudo, o mentiroso tem de encarnar uma personagem dócil, de modo a apelar para o sentimento. O passo seguinte é encontrar o interlocutor certo. Alguém que não esteja atento a pormenores e que se coloque “a jeito” para ser iludido. A estratégia é começar por seduzir, através de palavras bonitas e atos a condizer. São igualmente rápidos em atender as mais diversas expectativas. Não é preciso esforçar-se muito porque a duração é limitada, já que rapidamente estala o verniz e a verdade virá ao de cima. Apesar dessa conquista compulsiva servir-lhe para melhorar sua sensação de segurança e auto-estima, uma vez possuído o que desejava, já não o deseja mais. Em alguns casos começa a se desestimular com a conquista quando percebe que a pessoa conquistada já está apaixonada por ele. Pode até nem haver necessidade do ato sexual a partir do momento em que ele percebe que a pessoa aceita e deseja o sexo com ele. É o namorado que vai entrando de mansinho na vida da companheira, com um carinho, uma atenção e uma sexualidade totalmente cativantes, até que começam as investidas no cartão de crédito, os pedidos para emprestar o carro, objetos da casa podem misteriosamente sumir, papéis são falsificados, assinaturas forjadas, desfalques, fraudes escandalosas. Geralmente no início pagam ou dividem jantares, passando rapidamente a nunca pagarem nada com a maior normalidade. Mesmo que nunca pague a conta nos restaurantes, ele disfarça com tanto charme que a cara-metade nem se importa. Vive às custas do outro, mantém casos extraconjugais, só pensa na própria satisfação e impõe uma relação de posse. E, por mais que apronte, ele sempre transfere a sua culpa à vítima. Tem um histórico conturbado com mulheres, mas faz acreditar que com você será diferente. Ele deixa claro que determinadas áreas importantes da vida dele, como amigos, família ou trabalho, são "zonas proibidas" e exclui você de algumas ou da maioria delas;  Foge dos eventos que incluam sua família e amigos e evita passar muito tempo com essas pessoas. É como se tivesse certeza de que alguém alí sabe alguma coisa negativa sobre ele; Ele pode deixar pistas de que está interessado ou até mesmo saindo com outra mulher;  Se estiver saindo com outra mulher, mente garantindo que você é a pessoa mais importante da vida dele. Tente saber do passado dele: infidelidades, fraudes, problemas com agressões, álcool/drogas (que nunca admitirá), dividas, incapacidade de manter trabalho.

Cheio de palavras encantadoras, sorrisos envolventes e, sobretudo, uma “sinceridade” admirável. As aspas servem para alertar que, na verdade, essa pseudo-sinceridade também faz “parte de seu show”. Ele logo avisa: “não quero nada sério e não estou disposto a assumir uma relação”. E esta declaração parece-lhe autorizar a agir do modo como bem entender, independentemente de como o outro está se sentindo. Porque ao mesmo tempo em que ele diz que não quer nada com o outro, liga, aparece, mostra desejo, seu corpo demonstra prazer e vontade de continuar por perto. E assim ele vai degustando mais uma “caça” de modo cruel. A maneira mais fácil de confundir e enlouquecer uma pessoa é agindo de modo contraditório. E este é o script do ‘amante-psicopata’. Ele é absolutamente incoerente. Quer, mas não quer. Fica, mas não está. Beija, transa, é carinhoso e eloquente, mas à primeira cobrança, ele reforça: “nunca te prometi nada; sempre deixei claro que não estava disposto a te assumir”. E pronto! A repetição de sua promessa inicial, mesmo depois de tantas demonstrações e até declarações contrárias, basta para que ele se sinta isento da necessidade de qualquer consideração para com o outro.

Inicio: “tu és a melhor coisa que me aconteceu nos últimos tempos.” ou “somos iguais”.

Depois: “O problema não tem a ver contigo, mas sim comigo…eu é que não estou preparado para ter um relacionamento!” ou “desculpa, mas quero estar sozinho… preciso de pensar na minha vida!”… ou dão “um tempo” à relação, mantêm um contacto diário com a ex_pseudo_namorada, “preciso de estar sozinho… não estou bem… preciso de me encontrar “.

Desculpas esfarrapada, para viver no melhor dos dois mundos, deixando sempre algo em stand-by, não se vá um dia arrepender (modo de não fechar portas, querer deixar finais em aberto… típico de pessoas imaturas, que não sabem o que querem). Estrategista, ele tem o dom de montar todo um teatro a sua volta, ele faz uma força enorme para sustentar mentiras, faz jogo de intrigas, ele planta terreno. Ele dá o tiro, joga a culpa em quem está do lado e ainda por cima vai no enterro da vítima, isso quando não serve como testemunha do crime, é extremamente dissimulado.

 

Vitimas: mulheres com uma baixa auto-estima, carentes de afeto, ingênuas ou muito sugestionáveis e influenciáveis. As pessoas de bom coração (e dinheiro) são o seu alvo preferido. Uma mulher bonita, com dinheiro na bolsa, carência afetiva, por exemplo. O que os motiva é o prazer de sentirem que conseguem ludibriar e iludir as mais incautas. Raramente racionaliza se esse tipo de conduta causa prejuízos no campo sentimental e emocional das mulheres, sendo que alguns desses homens dizem francamente não se importar com isso. Não sente culpa ou remorso por tais comportamentos. Dá à conquista amorosa ares de desporto e competição, muitas vezes convidando amigos para apostas sobre sua competência em conquistar essa ou aquela mulher. Não é raros que esses conquistadores tragam listas e relações das mulheres conquistadas, tal como um troféu de caça. Sabem manipular direitinho a sua vítima que se vê enleada e confundida. Por consequência, a vítima fica como que intrigada quer descobrir o porquê daquelas atitudes não muito comuns, mas ele sabe também ser reticente e evasivo e não se deixa pegar. Há um prazer sádico em ver sua vítima sofrendo e se amargurando (atormentá-la sadicamente). Sufoca, esmaga e destrói. É o ás das críticas e, na intimidade ou em público, sabe desvalorizar sua mulher como ninguém. Ao oprimir o outro, ele se sente poderoso. Não raro, esse homem se acha a parte inferior do casal, seja porque seu trabalho é menos valorizado e ele ganha menos ou porque seu grau de instrução é menor do que o da parceira.

'O cafajeste conhece a técnica de sedução para conseguir que tanto a esposa quanto a amante, ou várias namoradas, acreditem que são 'o amor da vida dele'', afirma Mirian. Ainda que alguma delas note pistas de que ele não está sendo sincero, é quase certo que se apegue à ideia de que 'comigo, vai ser diferente, meu amor irá mudá-lo'. Um erro.

Muitas vezes, o lar doméstico desses indivíduos é marcado também pelas outras diversas característica psicopáticas, tais como egoísmo, mentiras, manipulação etc. Da mesma forma com as outras pessoas, eles não se importam com os sentimentos dos seus familiares, são frios e não sentem culpa por nada que fazem. São na realidade, indivíduos irritadiços, agressivos, impulsivos, sádicos, interesseiros, egoístas, frios e excessivamente manipuladores: enquanto maltratam as pessoas mais íntimas que se importam com ele, o indivíduo demonstra profundo ódio, rancor e indiferença aos mesmos; fora desse ambiente familiar conturbardo, se mostram totalmente o oposto: pessoas queridas, alegres e do bem.

Os laços sentimentais habituais entre familiares não existem. Essa impulsividade reflete também um baixo limiar de tolerância às frustrações, refletindo-se na desproporção entre os estímulos e as respostas, ou seja, respondendo de forma exagerada diante de estímulos mínimos e triviais. Inverte a culpa e o foco da questão quando alguém suspeita dele, tenta fazer cair em descrédito a pessoa que está prestes a desmascará-lo. Tenta inclusive convencer sua vítima de que ela precisa se tratar emocionalmente. Ele tenta fazer com que a própria pessoa acredite não ter uma linha de raciocínio coerente, tenta desmoralizar suas vitimas quando ele próprio não tem moral alguma. Ele sempre tem justificativas para as suas maldades, ou seja, sua vitima sempre é a causadora de tudo para ele. Eles podem arruinar empresas e famílias, provocar intrigas, destruir sonhos. Todo mundo a sua volta é “tosco”, “caipira”, “burro”. O parceiro manipulador, aos poucos, se coloca como líder do relacionamento, sufocando ao mesmo tempo em que se mostra cada vez menos amoroso, gentil e capaz de manter o respeito e o afeto que deram origem à relação. A pessoa manipuladora se fortalece, essencialmente, enfraquecendo o ego de suas vítimas, minar a auto-confiança da parceira e transformando-a em mera muleta, na qual se apoia para viver. Além de agressões verbais, críticas, atitudes de falsa surpresa diante de um erro, ele também faz tudo para afastar a parceira dos amigos e da família, de modo a criar um vazio em torno da outra ao enfraquecer a rede de amizades e afastá-la de amigos. não pede desculpas quando não cumpre o que diz ou falha nos compromissos feitos, usa a chantagem emocional para conseguir controlar os outros. Ou então faz com que as pessoas sintam-se diminuídas e acuadas, fragilizando-as. “Não se pode dizer que seu grupo de colegas seja muito brilhante.  “Pensava que você tivesse amigos melhores”. O jogo deles se baseia no poder e na autopromoção às custas dos outros, e eles são capazes de atropelar tudo e todos com total egocentrismo e indiferença. Todos lhe dizem que ele é um perigo? Podem ter razão… Como animais predadores, vampiros ou parasitas humanos, esses indivíduos sempre sugam suas presas até o limite improvável de uso e abuso. Possuem um extraordinário poder de nos importunar e de nos hipnotizar com o objetivo maquiavélico de anestesiar nosso poder de julgamento e nossa racionalidade. Com histórias imaginárias e falsas promessas nos fazem sucumbir ao seu jogo e, totalmente entregues à sorte, perdemos nossos bens materiais ou somos dominados mental e psicologicamente. Deixam os outros exaustos, adoecidos, com uma enorme dor de cabeça, a carteira vazia, o coração destroçado e, nos piores casos, vidas perdidas. As outras pessoas são meros objetos ou coisas, que devem ser usados sempre que necessários para a satisfação do seu bel-prazer. Os psicopatas zombam dos mais sensíveis e generosos. Para eles, essas pessoas não passam de uma gente fraca e vulnerável e, por isso mesmo, são seus alvos preferidos. Esquecem-se da carteira constantemente e não tem pruridos em pedir dinheiro que sabem nunca irão pagar. Prepare-se para ver sua conta no fundo do poço. Ele sempre vai convencê-lo de que pagará tudo, com juros, no fim do mês. Só não vai dizer de qual mês. O psicopata gosta de status, ele quer desfrutar do bom e do melhor, mas, muitas vezes, não quer bancar, dá até um jeitinho pra demonstrar que se sente mal por você pagar todas as contas.

São pessoas altamente sedutoras, com conversas divertidas e agradáveis, são hábeis em manipular, se mostram superiores em suas falas, porém qualquer sinal de perigo que possa estragar seus planos, disfarçam e com frieza mudam o curso da conversa ou da ação, para enganar e não deixar pistas. São verdadeiros camaleões no disfarce! Não admitem estar vulneráveis pois não conseguem lidar com adversidades, bem como deceções. Eles vão culpar o mundo por seus problemas, vão sugar a sua atenção, e vão te manipular quando você não puder dar 101% dela a eles. São pessoas que não têm necessidade, eles têm urgência. Não sabem adiar e não aguentam esperar. Quase nunca eles se importam com as necessidades alheias, porque tendem a priorizar as suas. (...) exigem toda a atenção, paciência e carinho para si mesmos ("Você tem que me tratar sempre bem.") e pouco retribuem ("Eu te maltrato, mas você não pode me maltratar, apenas me dar carinho e apoio."). E classificado como "mimado", rebelde, estressado, louco ou apenas o "seu modo de ser". Contudo, seu "modo de ser", na realidade, é um modo de ser doentio.

"Síndrome do sol" acha que tudo gira em torno delas. Suas necessidades estão em primeiro lugar, seus desejos são os mais urgentes, seus problemas precisam sempre ser entendidos, no entanto, não se dão ao trabalho de olhar pro outro ser humano, de sentir que ele tem questões a serem resolvidas e metas a serem atingidas. Tem a capacidade de entender o outro ser humano, mas não o fazem por pura maldade e egoísmo. Acham sempre que suas manipulações são as melhores, que todos são idiotas, que suas mentiras são engolidas, subestimando sempre e sempre a inteligência do outro.

Caso demonstrem possuir laços mais estreitos com alguns membros de sua família (mãe, filhos), certamente é pelo sentimento de possessividade e não pelo amor genuíno. Não se esqueça: eles são incapazes de amar, eles não possuem a consciência genuína que caracteriza a espécie humana. Gostam de possuir coisas e pessoas, logo, é com esse sentimento de posse que eles se relacionam com o mundo e com as pessoas. Quando a questão é família, o comportamento deles também segue o mesmo padrão de indiferença e irresponsabilidade. Em geral afirmam, com palavras bem colocadas, que se importam muito com sua família (mãe, irmãos, filhos), mas suas atitudes contradizem totalmente o seu discurso. Eles não hesitam em usar seus familiares e amigos para se livrarem de situações difíceis ou tirarem vantagens. Quando dizem que amam ou demonstram ciúmes, na realidade têm apenas um senso de posse como com qualquer objeto. Eles tratam as pessoas como "coisas" que, quando não servem mais, são descartadas da mesma forma que se faz com uma ferramenta usada.

Não quer crescer e abandonar os maus hábitos que aprendeu com a mãe. Mesmo que esteja comprometido, ele continuará a se ver como um garoto solteiro. Seus amigos são sua prioridade e, tranquilamente, a abandonará um fim de semana inteiro por qualquer diversão com eles. Colocará sempre os pés na mesa e nunca os pratos na pia. O problema é que ele a vê como mãe-empregada-gueixa.

O sociopata é rebelde, não disponível emocionante. Eles são iconoclastas, carismáticos e fascinantes. Eles fazem uma relação com eles em um desafio tentador. Eles podem até dizer-lhe forma-direita que não são nenhum bom e só vai te machucar, mas eles fazem isso sabendo muito bem que só vão fazer você se esforçar mais para estar com eles. Este tipo de pessoa que você gosta de brincar com a forma como um gato aprecia torturar um mouse. Eles são sádicos, e eles sabem exatamente como isso vai acabar: com eles triunfantes e você devastado. Eles são excitados por sua admiração e desejo, como se alimenta o seu sentido de grandiosidade. Como você acaba é de nenhum interesse para eles, e eles vão despejá-lo sem a menor cerimônia, quando você já não for úteis ou divertidas. Um sociopata é incapaz de assumir a responsabilidade por seu mau comportamento. Eles nunca vão mudar.

Sexualmente provocantes e costumam estar sempre à caça de elogios a respeito de sua aparência física, inapropriadamente provocativos sexualmente, expressem emoções de uma forma impressionável, exibir masculinidade e habilidades físicas, promiscuidade, irresponsabilidade nas relações sexuais sem proteção de DST (doenças sexualmente transmissíveis), AIDS-HIV. Exibir os órgãos genitais em público (decorrente de alteração momentânea dos freios psicológicos pela ingestão de substâncias desinibidoras como o álcool). São muito manipuladores, controlando pessoas e circunstâncias para conseguir atenção. Você adora eles porque são vistosos, adoráveis, belos. Sabem aproveitar a vida; amam a vida. Você PRECISA de alguém assim do seu lado. Ele está usando você. Uma vez que você se envolver com um manipulador emocional, você estará preso numa teia de aranha. Você nunca sabe o que esperar deles. Se pela manhã eles disserem que te amam, de noite é bem possível que te odeiem sem motivo algum. Pelo menos sem nenhum motivo razoável, porque obviamente eles tentarão justificar suas atitudes culpando alguém (provavelmente você).

Uma característica de pessoas assim, é usar sempre palavras alheias para introduzir assuntos. Ou seja, eles utilizam fatos reais, com alguns sutis acrescimos, e promovem conflitos, discórdias e separações. E como não usam palavras próprias, e os acréscimos são de fato  muito sutis, eles acabam promovendo o que desejam e saem ilesos. Afinal, nunca afirmam nada por conta própria nem negam, apenas reproduzem o que de alguma forma foi dito. A intriga é uma das ferramentas poderosas de um psicopata, o que pode levar a consequências devastadoras. Desta forma coloca as várias peças da sua vida umas contra as outras (família, companheiras, amigos, ex-companheiras ou mesmo filhos), ficando a assistir sem demonstrar qualquer tipo de remorsos, sentindo-se como o centro do mundo.

 

Trabalho: Não costumam ter a mesma habilidade em outras áreas da atividade humana; ocupacional, empresarial, estudantil ou mesmo familiar. Apreciam viver no limite, no conhecido "fio da navalha". Nessa busca desenfreada, muitas vezes, envolvem-se em situações ilegais, agressões físicas, brigas, desacatos a autoridades, direção perigosa, uso de drogas, promiscuidade sexual etc. Frequentemente mudam de residência e emprego na busca de novas situações que os "excitem". No trabalho apresentam desempenho errático, com faltas frequentes, uso indevido dos recursos da empresa e violação da política da companhia. Não honram compromissos formais ou implícitos com as outras pessoas. Geralmente são preguiçosos, preferindo acordar a hora de almoço. São conflituosos. Não se conseguem comprometer a um trabalho de uma forma sistemática, não compartilha dos mesmos valores da companhia e de seus colegas. A diretoria quer gente que dê duro, todo dia, das 8 às 18 horas, e que vista a camisa da empresa? Pode esquecer. Ele até consegue encarar essa rotina por um certo tempo, sempre com a intenção de passar uma imagem falsa. Mas os únicos valores que lhe dizem respeito são só os que estão na própria cabeça. Gostam de dinheiro, mas não gostam de trabalhar. Fazem de tudo para sua autosatisfação e se puderem vivem as custas do suor dos outros. São verdadeiras sanguesugas!

 

Alcool/drogas/sexo: Abuso de substâncias psicoativas que estariam relacionadas à desinibição do comportamento suficiente para permitir a intensificação do prazer ou aplacar a sensação de vergonha. Os sintomas hipersexuais têm sido rotulados como compulsivos, impulsivos ou, tal como acontece com o vício do jogo ou das drogas, aditivos.

 

Causas: Perceção má do sexo oposto, seja através de uma rejeição, negligência ou abuso. Em algum momento da infância do portador, houve uma ausência ou falhas de afeto por parte da pessoa do sexo oposto (mãe que não dá afeto ao filho). Se em alguma época da vida da criança, o pai deixou de estar presente, de dar-lhe o devido afeto ou ter comportamentos de infidelidade ou sociopatas, a criança pode construir a ideia de que as outras pessoas também não são capazes de oferecer afeto e por isso não merecem o afeto. Talvez ele possa crescer com essa ideia e tornar-se um adulto com futuros problemas nos relacionamentos. Fala-se em hereditariedade. Se uma criança teve falhas no afeto com a mãe, por exemplo, futuramente, este homem tende a acreditar que as mulheres não dão amor e que por isso não merecem amor também. Há uma fixação da mãe assim como uma vertente de um complexo de Édipo, onde o homem teria tido uma visão muito perfeita da mãe enquanto criança, dificuldade em desligar da mesma.

 

Tratamento: significativamente difícil. Pode ajudar esses indivíduos seriam psicoterapias, onde as causas da síndrome seriam buscadas e pesquisadas minuciosamente, a fim de tentar reverter ideias, pensamentos e comportamentos consequentes que deram origem à síndrome. Contudo, por serem pessoas que não veem muitos problemas no seu comportamento, frequentemente, não veem motivos para procurar ajuda, muito menos dizem-se incomodados pelo prejuízo causados nas pessoas envolvidas. Incorrigibilidade: Dificilmente ou nunca aceita os benefícios da reeducação, da advertência e da correção. Podem dissimular, durante algum tempo seu caráter torpe e anti-social, entretanto, na primeira oportunidade voltam à tona com as falcatruas de praxe. As terapias biológicas (medicamentos) e as psicoterapias em geral se mostram, até o presente momento, ineficazes.

Temos que ter em mente que as psicoterapias são direcionadas às pessoas que estejam em intenso desconforto emocional, o que as impede de manter uma boa qualidade de vida. Por mais bizarro que possa parecer, parecem estar inteiramente satisfeitos consigo mesmos e não apresentam constrangimentos morais ou sofrimentos emocionais como depressão, ansiedade, culpas, baixa auto-estima etc. Não é possível tratar um sofrimento inexistente. É no mínimo curioso, embora dramático, pensar que são portadores de um grave problema, mas quem de fato sofre é a sociedade como um todo. É importante lembrar que de uma forma geral todos nós estamos vulneráveis às ações desses predadores sociais. Assim, é mais sensato falarmos em ajuda e tratamento para as vítimas do que para eles mesmos. Além de acharem que não têm problemas, não esboçam nenhum desejo de mudanças para se ajustarem a um padrão socialmente aceito. Julgam-se auto-suficientes, são egocêntricos e suas ações predatórias são absolutamente satisfatórias e recompensadoras para eles mesmos. Mudar para quê? Dessa forma, raramente procuram auxílio médico ou psicológico. Quando eles chegam a um consultório, quase sempre é por pressões familiares ou, então, com o intuito de se beneficiarem de um laudo técnico. Frequentemente estão envolvidos com problemas legais, endividados e às voltas com o sistema judicial. Por isso, tentam obter do profissional de saúde mental algum diagnóstico ou alguma comprovação de problemas que os auxiliem a minimizar as sanções que lhes foram impostas

 

Diagnóstico: Os transtornos que mais podem ocorrer nesses indivíduos são psicopatia, os transtornos de personalidade: o transtorno de personalidade anti-social, de personalidade narcisista e o de personalidade histriônica.

Transtorno Anti-social da Personalidade pelo menos três dos seguintes critérios: (1) fracasso em conformar-se às normas sociais com relação a comportamentos legais, indicado pela execução repetida de atos que constituem motivo de detenção (2) propensão para enganar, indicada por mentir repetidamente, usar nomes falsos ou ludibriar os outros para obter vantagens pessoais ou prazer (3) impulsividade ou fracasso em fazer planos para o futuro (4) irritabilidade e agressividade, indicadas por repetidas lutas corporais ou agressões físicas (5) desrespeito irresponsável pela segurança própria ou alheia (6) irresponsabilidade consistente, indicada por um repetido fracasso em manter um comportamento laboral consistente ou honrar obrigações financeiras (7) ausência de remorso, indicada por indiferença ou racionalização por ter ferido, maltratado ou roubado outra pessoa.

Quem sofre de Transtorno de Personalidade Narcisista, segundo o DSM-III:

 •Atribui a si mesmo importância excessiva - e é visto pelos outros como tendo o ego inflado

 •Pode alimentar fantasias de amor perfeito (adoração completa), além de sucesso, fama, poder, beleza ilimitados

 •É exibicionista e precisa ser visto e admirado de alguma forma - ainda que negativamente

 •Tem tendência a sentir raiva aparentemente sem razão

 •Tende a tratar as pessoas com frieza como forma de puni-las, ou para dar pistas de que não precisa mais delas

 •Rumina constantemente sentimentos de inferioridade, vergonha e vazio interior

 •Idealiza ou desvaloriza completamente as pessoas de maneira quase instantânea, fundamentando-se em poucos dados objetivos

 •Mostra dificuldade ou incapacidade de sentir empatia

Outro teste. Responda a) Sempre b) Raramente c) Nunca:

1. Ele costuma se fazer de vítima e de “coitadinho”, invertendo situações para se sair como o prejudicado?

2. Ele mente no cotidiano e representa bem, sem aparentar nervosismo ou receio de ser descoberto?

3. Ele demonstra simpatia, charme e amabilidade fora de casa, mas, da porta para dentro, age com rudez ou violência?

4. Ele tenta manipular e usar os outros, muitas vezes agindo em benefício próprio?

5. Ele não sente culpa, arrependimento ou remorso quando causa deceção ou tristeza a outras pessoas?

6. Ele se transforma quando sente ciúme, fazendo ameaças e externando ódio de uma maneira agressiva?

7. Ele tem dificuldade em sentir empatia com o outro e emoções de uma forma geral (amor, tristeza, medo, compaixão)?

8. Ele age por impulso, sem medir consequências de seus atos, principalmente quando é contrariado?

9. Ele tem verdadeira obsessão pelo sucesso, poder e status, buscando realizações a curto prazo e passando por cima dos outros?

10. Ele tem grande capacidade de persuasão e habilidade para enganar quem quer que seja?

Resultado: Há grande chance de a pessoa ter algum transtorno de personalidade (como psicopatia ou desvio de conduta) se você marcou a alternativa “a” nove vezes ou dez vezes. Caso tenha assinalado a opção “b” cinco vezes ou mais, é preciso acompanhar o comportamento do indivíduo e ter atenção se as atitudes se intensificarem. Se a alternativa “c” foi marcada sete vezes ou mais, aparentemente não há nada de grave com a pessoa.

Outro teste:

1. Dissimulação: A boa lábia é o melhor trunfo dos "psicopatas do amor". São pessoas que não dizem o que pensam ou sentem, mas aquilo que quem desejam conquistar gostaria de ouvir. Conseguem identificar facilmente o ponto fraco e as carências alheias e usam isso a seu favor.

2. Autoestima em alta: Psicopatas costumam se julgar superiores. Vivem se comparando com os outros –e sempre se sentem os melhores nessa comparação– e acreditam que o universo lhes deve tudo. Não podem se frustrar jamais.

3. Ausência de remorso: Psicopatas sempre justificam suas ações e não apresentam nenhum traço de culpa. No entanto, sempre encontram um culpado para seus insucessos e frustrações.

4. Impulsividade: Irresponsáveis e desrespeitosos em relação a normas, regras e obrigações sociais. O psicopata imagina-se imune a qualquer julgamento ou punição e não pensa duas vezes antes de cometer delitos –que vão de arrebentar o carro da namorada numa crise de ciúme ou perseguir a "ex" que o dispensou.

5. Falta de empatia: Psicopatas são indiferentes aos sentimentos dos outros. Quando a pessoa deixa de ser útil ou causa problemas, a elimina de sua vida.

6. Vitimização: Psicopatas se fazem de coitadinhos, inocentes, injustiçados (por alguém ou pelo destino). Consideram o mundo cruel e precisam de apoio para seguir em frente.

7. Camaleônicos: Facilmente podem fingir ser o que não são, moldando-se às circunstâncias.

8. Manipulação: Incapazes de manter relacionamentos íntimos, são extremamente sedutores e agradáveis nas relações sociais superficiais. Por conta disso, conduzem as pessoas a realizarem seus desejos. Exemplo feito a mãe odiar a mulher.

DEZ PISTAS PARA IDENTIFICAR UM PSICOPATA

RELACIONAMENTOS:

SUPERFICIAL – Não se importa com o conteúdo, e sim em como vendê-lo.

NARCISISTA – Preocupa-se apenas consigo mesmo.

MANIPULADOR – Mente e usa as pessoas para conseguir algo.

SENTIMENTOS:

FRIEZA – É racional e calculista, pois tem pouca atividade no sistema límbico, centro das emoções como medo, tristeza, nojo.

SEM REMORSO – Não sente culpa. A parte responsável por isso no cérebro tem baixa atividade.

SEM EMPATIA – Não consegue se colocar no lugar dos outros.

IRRESPONSÁVEL – Só se compromete com o que lhe trouxer benefícios.

ESTILO DE VIDA:

IMPULSIVO – Tenta satisfazer as vontades na hora.

INCAPAZ DE PLANEJAR – Não estabelece metas de longo prazo.

IMPRUDENTE – Corre riscos e toma decisões ousadas.

 

Vida: A trajetória de sua vida nem sempre resulta num final satisfatório. Os prejuízos sócio-ocupacionais incluem gastos financeiros, a traição, perda de amigos, experiência de vergonha, problemas de trabalho, complicações legais. Acabam ridicularizados por essas tentativas totalmente fora do contexto e podem atravessar períodos de grande angústia na maturidade. Um excesso do complexo de Édipo, ou fixação na mãe, já que muitos deles acabam vivendo para sempre com suas mães. E´uma pessoa que precisa estar sozinha para se proteger de sua própria inadequação. É um ser de uma vida vazia e solitária. Desregrado, preguiçoso e endividado. Destroem o mundo, destroem os sonhos das pessoas as quais se envolvem, destroem o que está a volta deles e destroem-se a eles também.

 

Conclusão: Difícil identificar um psicopata do amor antes que ele cause grandes estragos. Geralmente só são reconhecidos como tal pelas vítimas quando estas já se encontram em situações más: baixa estima, finanças arruinadas, problemas com a justiça, casos limites de suicídio, afastadas de todos os amigos e família, sozinhas e sem nada. Lembre-se: ele dá o tiro, joga a culpa em quem está do lado e ainda por cima vai no enterro da vítima, isso quando não serve como testemunha do crime, é extremamente dissimulado. Deixe-se de se sentir culpada. Procure ajuda profissional. Não tenha pena, não se deixe enganar de novo.

Se tem filhos dele, todo o cuidado é pouco. Há hereditariedade e o convívio com uma pessoa deste tipo deve ser evitado ao mínimo. Ele pode usa-los nos seus esquemas fraudulentos ou quererem repetir o comportamento do pai. Mesmo dizendo que os filhos são importantes, ele não os ama como qualquer pessoa “normal”, mas como se ama um carro.

Se é amigo de um, você só tem a perder na amizade com um psicopata. Além de se aproveitar de você, ele vive num mundo fora das regras sociais, o que torna qualquer relacionamento perigoso. Não tenha pena porque ele adora se fazer de coitado. Não tente mudá-lo, coloque uma coisa na cabeça: psicopatas não têm cura.

Lembre-se que ele destroem o que está a volta deles, e se conseguir colocar as peças da sua vida umas contra as outras melhor ainda. Essas pessoas são todas vítimas dele. Há casos limites de homicídios perpetuados por manipulação de psicopatas, saindo sempre impune e feliz por ter conseguido os seus intentos.

 

Costumam ter um sorriso cativante, uma linguagem corporal interessante e uma boa lábia. Não caia nessa cilada! Não se distraia com olhares sedutores, demonstração de poder, gestos atraentes ou traquejo verbal, característicos. Todos esses artifícios são utilizados com extrema habilidade exatamente para encobrir as suas verdadeiras intenções. Também não se esqueça do poder do olhar desses indivíduos. Pessoas normais mantêm contato visual com as outras por uma gama de razões, na maioria das vezes por educação, mas o olhar intenso e frio deles é mais um exercício de poder e de manipulação do que simplesmente interesse ou empatia pelo outro. Não tenha pena, não gaste suas reservas de compaixão com uma pessoa sem coração. Ela vai sugar você (e suas finanças) até que se sinta vazio e fragilizado.

 

O que importa mesmo é sabermos que são seres incapazes de estabelecer vínculos verdadeiros de afeto. São monstros disfarçados de cordeiros! E por isso mesmo, todo cuidado é pouco!

O que você tem de fazer quando identificar um em sua vida? MANTENHA SE LONGE. Não tente curá-lo, porque não tem cura. Pessoas que nascem sem carater e morrem sem carater. Ele nasceu com uma deficiência química no cerebelo, o que o impede de gerar as emoções como amor, saudade e compaixão.

Só uma atitude sábia é recomendável : Fuja dele!

 

(este post é o resumo dos seguintes)

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Psicopatas muito cuidado você pode estar convivendo com um

15.02.12

  O PERFIL Fala-se em psicopata e muita gente imagina um indivíduo aterrorizante, com uma cara ameaçadora, tipo Freddie Kruger, do filme Sexta-Feira 13. Mas na é nada disso – e aí é que está o perigo. Geralmente, um psicopata é bonito, elegante, bem vestido e bem educado, culto, bem falante, delicado e extremamente simpático. Estamos usando só adjetivos masculinos porque a maioria deles é homem, embora existam também algumas mulheres. Por baixo dessa aparência tão atraente, porém, pode estar escondido um assassino frio e cruel, que sente prazer em matar. A psicopatia tem o nome científico de transtorno de personalidade antissocial. Trata-se de uma perturbação psicológica que se caracteriza por uma deturpação do caráter. O psicopata carece de sentimentos, é insensível, indiferente os sentimentos alheios, manipulador das pessoas, egocêntrico ao extremo, não sente remorso nem sentimento de culpa com relação aos atos cruéis que pratica. Apesar disso é dotado de um raciocínio que, muitas vezes, chega a ser brilhante. Nos casos mais graves estão incluídos os serial killers, sádicos etc. CAUSAS A psicopatia ainda é um mistério para a psiquiatria e a psicologia. Há inúmeros estudos e discussões a respeito do tema, sem que se chegue a uma conclusão definitiva. Pesquisas recentes apontam, com relativa certeza, três causas principais para o distúrbio: disfunções cerebrais/biológicas (ou traumas neurológicos), predisposição genética e traumas psicológicos na infância (assédio moral ou sexual, negligência, violência, separação dos pais etc.) PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS No caso dos homens, a psicopatia geralmente se manifesta antes dos 15 anos. Já nas mulheres, pode ficar oculta por muitos anos, talvez porque as psicopatas são mais discretas. Nelas, o distúrbio tende a se manifestar no início da idade adulta e as acompanha até o fim da vida. Algumas características de um psicopata são: Desrespeito e violação dos direitos dos outros, que ocorrem desde os 15 anos. Fracasso em se adaptar às normas sociais; Fracasso em fazer planos para o futuro; Irritabilidade e agressividade, frequentes lutas corporais ou agressões físicas. Desrespeito irresponsável pela segurança própria ou alheia. Irresponsabilidade indicada por um repetido fracasso em manter um comportamento conveniente no trabalho ou de cumprir obrigações financeiras; Ausência de remorso, indicada por indiferença ou racionalização por ter ferido, maltratado ou roubado outra pessoa. Conduta sexual exagerada e inadequada, via de regra com vários parceiros, sem qualquer ligação afetiva.  http://www.vocesabia.net/saude/psicopatas-voce-pode-estar-convivendo-com-um/ Os psicopatas são indivíduos exemplares, bem educados e gentis, sociáveis e simpáticos. São indivíduos que a maioria das pessoas jamais imaginaria serem capazes de alguma atrocidade. Quando cometem algum tipo de crime, as pessoas que os conhecem ficam surpresas e têm dificuldade em acreditar nas histórias.. Um ponto comum entre os psicopatas é o ambiente familiar, Todo psicopata tem um ambiente familiar conturbado, marcado por constantes discussões e brigas. Suzane Louise von Richthofen: acusada de ter planejado a morte dos próprios pais com a ajuda de um namorado e do irmão deste. Foi condenada a 39 anos de prisão e está presa, em regime fechado Francisco de Assis Pereira, o “Maníaco do Parque”: estuprou, torturou e matou, pelo menos, seis mulheres e atacou outras nove. Vários corpos das vítimas foram achados no Parque do Estado, região Sul da capital paulista. Foi condenado a 270 anos de prisão e afirma que “é guiado pela palavra de Deus” e se considera uma pessoa normal. Mohammed D’Ali Carvalho dos Santos: esquartejou a inglesa Clara Marie Burke, de 17 anos, em 2008 e fotografou o cadáver mutilado. No seu celular, a polícia encontrou a foto, sem os antebraços e as pernas. A cabeça, decepada, estava em cima do tronco. Está preso, condenado a 21 anos de prisão. Silvia Calabrese Lima: torturou uma menina de 12 anos que morava com ela. A garota foi achada em seu apartamento, acorrentada, com uma mordaça embebida em pimenta, dedos e dentes quebrados, unhas arrancadas e marcas de queimaduras com ferro de passar em todo o corpo. Interrogada, não demonstrou qualquer arrependimento e disse que estava apenas “educando a menina”. Ator Guilherme de Pádua: depois de assassinar a atriz Daniela Perez a golpes de punhal, em dezembro de 1992, foi ao velório dar os pêsames à mãe da vítima, a escritora de novelas Glória Perez e ao marido da vítima, o ator Raul Gazolla. Durante o interrogatório, não demonstrou qualquer emoção e relatou o assassinato tranquilamente. Atualmente, está em liberdade, depois de cumprir sete dos 19 anos de prisão a que foi condenado. Gilmar Alberto Wasckman, o “Canibal Gay”: cumpre 16 anos de prisão por ter assassinado um homem e comido os seus órgãos. Francisco das Chagas Rodrigues Filho: entre 1991 e 2003, castrou e matou 42 meninos, no Maranhão e no Pará. Considerado um dos maiores e mais cruéis serial killers do Brasil.   Tenha muito cuidado Portanto, leitor(a), tenha muito cuidado, porque aquela pessoa bonita, elegante, simpática e inteligente que você conhece e que tanto atrai você, pode estar planejando o seu assassinato. Sabe como é, hoje em dia, nunca se sabe…

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Tem perdido tempo com um sociopata monstruoso? Ainda não se convenceu?

15.02.12

Percebe que alguma coisa está errado com ele. Na verdade é uma pessoa envolvente, diferente das outras. Tem um entusiasmo de um garoto de 18 anos mesmo quando tem idade para ser avô. Imagine-se com 18 anos sem responsabilidades, vivendo com os pais, com mesada para as baladas, sem ter que dar satisfações. Ele gosta de ser o centro das atenções, tem um ego enorme, acha-se uma pessoa especial, única. Nota que ele bebe muito ou está a usar drogas que lhe aumentem a adernalina? Outras vezes fica violento, grita-lhe ou sai Porta fora com respidez. Pode estar aparentemente bem disposto e passado uns minutos irrascivel. Dá-lhe sinais contraditórios. Uns dias parece que é a mulher da vida dele, no dia seguinte sabe que está com outra. Uns dias quer estar consigo, noutros parece que a detesta. Disse que não quer uma relação mas aparece, transa, fica. Sente-se lijonsiada por estar com ele? Feliz quando ele a leva a jantar (mesmo que no fim diga que não tem dinheiro)? Ele faz intrigas? Diz que o x disse que, ou que ouviu alguém dizer que você é ou foi, que o seu primo é um tosco, que as suas amigas são chatas, que o seu carro tem uma cor feia ou que a sua casa não é de qualidade. Depois usa o seu carro e a sua casa. E na realidade você não pode criticar os amigos dele porque pessoas assim não tem amigos, apenas pessoas que usam conforme as suas necessidades (ou para pedir dinheiro, servir de alibi para as suas baladas, ou para usar a casa deles para jantar). Por vezes tem os seus seguidores, amigos com baixa estima que querem ser próximos. São vitimas, como as mulheres, os filhos, colaboradores, colegas ou familia. Pode dizer que alguém é muito importante para a vida dele (filho, mãe ou sobrinho) mas a verdade é que o que quer é tirar partido dos outros, usa-pôs e de preferencia que eles se comportem à sua imagem, sigam os seus passos. Uma pessoa assim não sente amor, afeto , mas apenas tem sentimento de posse. Nota que ele a manipula de uma forma subtil? Estilo a minha ex-namorada dava-me isto ou fazia aquilo. Quando repara esta a dar muito mais que a tal ex-namorada ou a fazer-lhe as vontades impossíveis. Consegue perceber que por muito que faça na vai ser suficiente? E ainda a vai fazer sentir fazer culpada por tudo. Pelo que fez e pelo que devia ter feito. Nem o dinheiro do xá da Pérsia seria suficiente para lhe comprar os seus quereres (nunca pedido, ele não quer nada, como pode ele ter um carro daqueles se não tem gasolina ou como pode ele ter um gaget daqueles se não ganha para isso?). Faz-se de vitima, sindrome de calimero.. Roubaram-lhe a carteira, o sócio não gostava de trabalhar, ou outras desculpas para lhe dizer que a vida é madrasta. E você enche-se de pena. E até o ajuda no próximo negócio. Não olhe para o que ele fala mas como ele atua. Pode cai o mundo e ele dorme, pode morrer um familiar e ele continua (mesmo que chore ou se finja triste). Um psicopata usa a vitimização para conseguir os seus objetivos imediatos, que pode ser um objecto, sexo ou um favor qualquer. Lembra-se do calimero? um desenho animado que se vitimizava para manipular o próximo, conseguindo os seus objetivos sob a capa de fragil e coitadinho? Ele não olha a meios. Usa quem está perto. Se necessita de dinheiro fica amigo do mais rico, se necessita de um carro fica amigo do dono do stand, se quer uma camisola sugere-lhe que não tem o que vestir. O que os outros lhe dizem? Que informações lhe deram quando o conheceu? Só a própria pessoa não vê. Faça o teste seguinte. Tire as suas próprias conclusões! Como perceber se ele é um sociopata? 1. Sente-se muitas vezes usada por essa pessoa?  2. Sente por vezes que ele não se importa verdadeiramente consigo? 3. Por vezes ele mente-lhe e engana-a? 4. Ele dá sinais contraditórios? 5. Ele recebe de si muito mais do que lhe dá? 6. Ele apela à sua pena? 7. Ele tenta fazê-la sentir culpada? 8. Sente que por vezes ele tenta tirar vantagem da sua boa natureza? 9. Ele parece facilmente entediado e precisa de estímulo constante? 10. Ele interage com você de uma maneira que faz você se sentir lisonjeada,  mesmo que ele não diga nada abertamente? 11. Ele faz você se sentir preocupada?  12. Será que ele dará a impressão de que você pertence a ele?  13. Será que ele cronicamente deixa de assumir responsabilidade, muitas vezes culpando os outros? Se respondeu sim à maioria destas questões, então ele é um sociopata. Se não lhe quiser chamar assim, um facto é certo: está a lidar com alguém que não lhe faz bem nenhum. Fuja enquanto é tempo. Um sociopata pode não matar (até um dia que está irritado e mata o condutor do carro que parou no amarelo, ou que a sufoca numa discussão, ou se espatifa numa velocidade desproporcionada depois de ter bebido uns quantos). http://www.youmeworks.com/sociopaths.htm Pessoas assim deixam um rasto de destruição por onde passam. Um dia vai olhar para trás e perceber que fez errado e que não valeu mesmo a pena. E sua vida já ficou confusa. Muitas pessoas só se dã conta da espécie de pessoa que tinham ao lado depois de perderem tudo. Tudo engloba bens materiais, estima, amigos e família, vontade de viver, alegria, energia. Será que vale a pena ter uma pessoa assim ao seu lado? As relações fazem-se com base em respeito, verdade, bons sentimentos. Se ele lhe mente, usa-a, manipula-a, suga lhe a energia, deixa-lhe a estima no fundo, vitimiza-se, está à espera de quê? Essas pessoas não mudam, nã tem cura. Podem dizer-se arrependidos, mostra-se solidários, até chorar. Não acredite. Quanto mais tempo durar essa relação mais ficará no fundo do poço. E para se ver livre de um monstro assim só tem uma solução que é o contacto zero. Nem telefonemas, SMS, cafés. Mande-lhe um mail apenas a dizer que não o quer mais na sua vida. Curto e grosso. Se ele sentir que ainda não lhe tirou tudo a que tinha direito vai aparecer. Nem que seja um telefonema a pedir dinheiro porque o filho tem que ir ao dentista ou porque carro avariou. Não o atenda. A unica solução é cortar o contato. Viva a vida com quem gosta de si. Há pessoas que não são doentes perigosos. Conte aos outros os seus problemas, não esconda. Denuncie! Quem gosta de si vai ajudá-lá.

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PARA AQUELES QUE COMO EU, JA TIVERAM UMA EX PSICOPATA...

15.02.12

Psicopatas. Tirado de aqui.
Embora a psicopatia (também chamada de sociopatia ou transtorno de personalidade antissocial) seja popularmente associada a pessoas violentas, com aparência insana - ou seja, facilmente identificáveis -, tal associação é comumente errônea, porque diferente do que as pessoas acreditam; psicopatas, em sua maioria, não são assassinos.
Mesmo que não demonstrem socialmente, a característica principal da psicopatia é um forte traço narcisista enraizado na personalidade. São indivíduos megalomaníacos , imprevisíveis, sem escrúpulos, excessivamente egoístas e egocêntricos.
Um ponto muito comum entre todos os psicopatas é o ambiente intrafamiliar marcado por diversos e extensos conflitos; todo psicopata tem um ambiente familiar conturbado, permeado por constantes discussões e brigas.
Frequentemente, esmagam suas vítimas de uma forma tão sutil e quase imperceptível, que praticamente ninguém percebe - apenas a vítima, ao tempo que posam para a sociedade como santinhos e cidadãos do bem. Dependendo do grau da psicopatia, deixam marcas por onde passam, de sentimentais a financeiras.
São excessivamente manipuladores e controladores. O lema de um psicopata é "sempre controlar para não ser controlado".
Sua conduta carece normalmente de uma motivação, ou se uma motivação pode ser inferida, ela é inadequada enquanto explicação para tal comportamento.
Eles são reis em inversão de papéis. Sua vida inteira é vivida de forma teatral e dramática, onde o psicopata é sempre a "vítima" ou "coitadinho" e os outros são os vilões maldosos que merecem punição.
Nunca admitem um erro, querem ter sempre a razão de tudo e tentam fazer o possível para com que o outro se sinta o culpado. De uma forma ou de outra, esses indivíduos têm notáveis tendências em estimular sentimentos de dó, compaixão e pena nas outras pessoas. Como é perceptível, a maioria dos psicopatas não mata, mas é capaz, porém, de arrebentar facilmente com o emocional e até mesmo o financeiro das pessoas.
Eles são literalmente antissociais, parecem odiar tudo e todos, são hostis à sociedade, demonstrando uma conduta que lhe traz conflitos freqüentes com o meio em que vivem. Podem ser contrários às regras, rebeldes, agressivos e apresentam um comportamento em que suas ações são destinadas a irritar às pessoas em sua volta, por isso são freqüentemente irritantes e pouco toleráveis.
Psicopatas são pessoas excessivamente rancorosas e vingativas. Provavelmente odeiam a sociedade porque um dia foram odiados por ela - ou ao menos imaginaram ser.
A psicopatia é um distúrbio mental grave caracterizado por um desvio de caráter, ausência de sentimentos genuínos, frieza, insensibilidade aos sentimentos alheios, manipulação, egocentrismo, falta de remorso e culpa para atos cruéis e inflexibilidade com castigos e punições. Apesar da psicopatia ser muito mais frequente nos indivíduos do sexo masculino, também atinge as mulheres, em variados níveis, embora com características diferenciadas e menos específicas que a psicopatia que atinge os homens.
Embora a psicopatia seja popularmente associada a pessoas violentas, com aparência insana - ou seja, facilmente identificáveis -, tal associação é comumente errônea, porque diferente do que as pessoas acreditam; psicopatas, em sua maioria, não são assassinos. Existe na população mundial cerca de 4% (3% homens; 1% mulheres) de pessoas com esse distúrbio, entretanto, apenas 1% dessas podem chegar a cometer assassinatos e delitos graves. Sendo assim, são muito difíceis de serem diagnosticados e reconhecidos, pois são pessoas muito dissimuladas, com comportamento duplo (por ex, socialmente são vistos como "anjos" comportados, quando na realidade escondem um comportamento contrário: são verdadeiros "demônios").

Geralmente, possuem inteligência média ou até mesmo maior que a média, mas são frios, racionais, mentirosos, não se importam com os sentimentos alheios e são os psicopatas ditos dissimulados: escondem tais características de forma que pouquíssimas pessoas consigam perceber, são muito manipuladores.
Mesmo que não demonstrem socialmente, a característica principal da psicopatia é um forte traço narcisista enraizado na personalidade. São indivíduos megalomaníacos (se acham superior às outras pessoas), imprevisíveis, sem escrúpulos, excessivamente egoístas e egocêntricos. São charmosos e manipuladores e podem dizer isso com o maior orgulho. Essa característica narcisista é muito mais acentuada do que os próprios portadores do transtorno de personalidade narcisista. Embora estes últimos com frequência demonstrem, de primeira, a todos o seu narcisismo, os psicopatas, a princípio nunca demonstram; entretanto, suas atitudes são típicas de alguém cujo "amor-próprio" é elevado. Podem ser excessivamente opiniáticos, auto-suficientes ou vaidosos. Por isso, a principal característica de quem carrega o distúrbio consigo é ter os seus próprios interesses sempre em primeiro lugar, o tempo todo.
Psicopatas normalmente ocultam suas intenções debaixo de uma aparência sedutora ou de amabilidade e cortesia. Mesmo aparentando um comportamento dócil e intenções de proteger certas pessoas, por trás disso, tal dissimulação esconde uma pessoa fria, calculista e falsa, caracterizando um indivíduo excessivamente manipulador. São cínicos e, como não conseguem amar, não conseguem manter um relacionamento leal e duradouro, sobretudo por sua incapacidade de tolerar rotina e monotonia.

Uma característica muito comum em indivíduos com o transtorno é a intolerância a frustrações - este talvez o único motivo que os façam chorar de verdade -, o que frequentemente os faz adotarem comportamentos e ações extremas para conseguirem o que querem. Essa relutância em aceitar frustrações e a ideia insuportável de não conseguir o que querem, frequentemente os faz autores de ações muito exageradas que uma pessoa normal comumente nem se quer pensaria. Na realidade, são pessoas excessivamente rancorosas e vingativas. Provavelmente odeiam a sociedade porque um dia foram odiados por ela - ou ao menos imaginaram ser.
Psicopatas são pessoas que vivem a oscilar entre um comportamento dominador e ao mesmo tempo um comportamento onde eles são as pobres vítimas. São excessivamente manipuladores e controladores. O lema de um psicopata é "sempre controlar para não ser controlado". Indivíduos assim, não se importam com os sentimentos alheios sendo que suas ações insensíveis geralmente são destinadas para o proveito próprio (como a riqueza material) ou até mesmo por pura diversão de ver os outros sofrerem.
Aqueles que cometem alguma crueldade sem nenhum motivo lógico ou por puro prazer de ver o sofrimento alheio, são tidos como os psicopatas de grau mais grave e, geralmente, são naturalmente sádicos - totalmente insensíveis, se divertem com o sofrimento alheio.
Esses indivíduos, dependendo do grau da psicopatia, deixam marcas por onde passam, desde marcas sentimentais a marcas financeiras. Eles são literalmente antissociais, parecem odiar tudo e todos, são hostis à sociedade, demonstrando uma conduta que lhe traz conflitos frequentes com o meio em que vive. Podem ser contrários às regras, rebeldes, agressivos e apresentam um comportamento em que suas ações são destinadas a irritar às pessoas em sua volta, por isso são frequentemente irritantes e pouco toleráveis.
São pessoas egoístas, insensíveis, frias e que buscam apenas prazeres imediatos, embora possam fingir o contrário quando acham necessário. Eles podem sentir frustração, rancor, ódio, inveja e outra qualquer emoção negativa, entretanto, não têm sentimentos considerados positivos (ternura, carinho, consideração, altruísmo etc.), não ao menos com as outras pessoas.
São árduos manipuladores. São chantagistas, por vezes, mudam totalmente de um mau comportamento para uma boa conduta, a fim de conseguirem o que querem. Eles podem usar da mentira mas não admitem que esta mesma seja usada para com eles. O lema é "eu posso, você não". Além disso, uma característica típica que os diferencia de mentirosos que mentem para receber atenção ou admiração, é que a mentira do psicopata é dificilmente descoberta. São tão calculistas que conseguem mentir olhando nos olhos, sem remorso ou arrependimento, e suas mentiras raramente são descobertas porque são muito bem planejadas. São indivíduos muito preocupados consigo próprios, irresponsáveis e imediatistas.
Sua vida inteira é vivida de forma teatral e dramática, onde o psicopata é sempre a "vítima" ou "coitadinho" e os outros são os vilões maldosos que merecem punição. Eles tentam sempre a convencer suas vítimas de que eles próprios estão tendo algum tipo de sofrimento, assim, acarretam na outra pessoa um sentimento de dó ou pena - uma das princpais armas do psicopata. São também irresponsáveis: tendem a fugir de suas responsabilidades e jogando a culpa para outras pessoas, por isso fazem de tudo para convencer as pessoas acreditarem de que toda a culpa do universo é do outro e não do psicopata. Eles têm imensas habilidades em inverter os papéis das situações, onde a outra pessoa é o vilão e eles as vítimas.
Via de regra, não demonstram qualquer tipo de afeto, amor ou carinho por outra pessoa, inclusive seus próprios familiares. Só o demonstram para conseguir algo. Em geral, são pessoas muito frias e racionais. Indivíduos assim, não conseguem experimentar - não, ao menos, da mesma forma que as pessoas "normais" - sentimentos como amor, carinho e afabilidade, por isso são distantes emocionalmente em suas relações.
Os psicopatas têm muito pouca pena ou culpa, duas emoções essenciais para a cooperação social. Por outro lado, seus cérebros ativam mais intensamente os circuitos cerebrais relacionados ao desprezo e desejo de vingança. Essas alterações nas áreas das emoções fazem com que sejam irritadiços, agressivos, estabeleçam relações conturbadas, mintam e manipulem com facilidade, não sintam empatia, e muito menos se arrependam por tudo isso.
Nem todos os psicopatas são encantadores ou sedutores, mas uma boa parte dessas pessoas apesar de serem contra tudo e todos, à primeira vista podem demonstrar grande simpatia e encanto com os outros. É geralmente assim que eles conseguem se aproximar de quem os interessa, sem fazê-los desconfiar de que possuem outras intenções. De maneira geral, o psicopata na maioria das vezes pode ser simpático, engraçado e interessante socialmente a fim de conseguir a simpatia das outras pessoas por quais se interessam.
Eles manipulam facilmente as pessoas, mentem e enganam e não se importam com isso. Ao mesmo tempo, frequentemente exibem aparência nada sugestionáveis de psicopatia: podem ser simpáticos, educados e comportados, entretanto, diante a menor contrariedade ou ameaça, se tornam irritáveis. Esta característica muitas vezes é disfarçada socialmente, entretanto, é comumente percebida no ambiente intrafamiliar. Podem ser tidos como explosivos, agressivos ou estressados, entrando facilmente em discussões e brigas com a família. Sendo assim, não se importam em terem ferido emocionalmente (ou fisicamente) seus familiares, nem quesitam em pedir desculpas; agem como se nada tivesse acontecido.
Eles são reis em inversão de papéis: seu teatro é sempre baseado na vítima e no vilão, em que, obviamente, a vítima é sempre ele. Vivem a fazer papel de vítima ou coitadinho, invertendo os papéis em que as outras pessoas são sempre as vilãs. Eles geralmente culpam ou acusam seus familiares por seu comportamento agressivo (por ex, em uma discussão sempre dizem que foi fulano que começou, nunca ele), nunca admitem um erro, querem ter sempre a razão de tudo e tentam fazer o possível para com que o outro se sinta o culpado. De uma forma ou de outra, esses indivíduos têm notáveis tendências em estimular sentimentos de dó, compaixão e pena nas outras pessoas. Como é perceptível, a maioria dos psicopatas não mata, mas é capaz, porém, de arrebentar facilmente com o emocional e até mesmo o financeiro das pessoas.
Muitas vezes, quando os familiares relatam para conhecidos, os comportamentos anormais do psicopata, as outras pessoas têm uma imagem anteriormente tão boa e ingênua do indivíduo, que ficam perplexadas e não conseguem acreditar em tais relatos.
Apesar de socialmente demonstrarem serem "santos", muitas vezes o ambiente familiar é muito diferente dessa falsa demonstração para a sociedade. Não raro, os indivíduos portadores da psicopatia são irritantes, agressivos e problemáticos para a família. Eles têm baixa tolerância para frustrações, portanto, contrariedades mínimas já podem ser motivos para agressividade. Por terem um baixo limiar de descarga de agressão, eles facilmente perdem a calma por qualquer coisa, se estressam rapidamente por qualquer contrariedade ou confronto, agindo de forma pueril ou extrema quando não conseguem o que querem.
Essa intolerância às frustrações os faz pessoas rancorosas, vingativas e incapazes de aceitar obstáculos comuns do cotidiano. Frequentemente acumulam ódio por algo ou alguém, não suportam perderem, detestam não conseguir o que querem e podem cometer atitudes extremas por conta disso. As frustrações inadimíssiveis é que são as únicas fontes capazes de um indivíduo psicopata chorar de verdade. Fora as suas próprias frustrações, choram apenas por mera falsidade ou teatro.
O ambiente familiar, dependendo de cada psicopata, pode ser marcado desde discussões leves até violência brutal para com os membros que moram na casa. Muitas vezes, o lar doméstico desses indivíduos é marcado também pelas outras diversas característica psicopáticas, tais como egoísmo, mentiras, manipulação etc. Da mesma forma com as outras pessoas, eles não se importam com os sentimentos dos seus familiares, são frios e não sentem culpa por nada que fazem. São na realidade, indivíduos irritadiços, agressivos, impulsivos, sádicos, interesseiros, egoístas, frios e excessivamente manipuladores: enquanto maltratam as pessoas mais íntimas que se importam com ele, o indivíduo demonstra profundo ódio, rancor e indiferença aos mesmos; fora desse ambiente familiar conturbardo, se mostram totalmente o oposto: pessoas queridas, alegres e do bem.
Psicopatas usam a mentira como mais uma ferramenta para seus objetivos. Exatamente por isso, eles não usam a mentira da mesma forma que as outras pessoas usam e sim usam-na como ferramenta de trabalho. Tais mentiras muitas vezes são caracterizadas por histórias muito bem detalhadas e minuciosas, a ponto que as outras pessoas nem se quer desconfiam de que tudo não passa de um teatro, por isso, raramente suas mentiras são descobertas. Entretanto, quando isto acontece, eles podem negar até a morte que tudo não passa de uma farsa, mesmo que tudo e todos provem o contrário. Também podem mostrar-se totalmente indiferentes à descoberta, ou admitirem mas inventam alguma desculpa encobrindo a outra mentira.
Eles apresentam um comportamento fantasioso que frequentemente muda. Eles são tidos como camaleões sociais, porque estão em constante mudanças socialmente. Eles geralmente mudam de comportamento conforme pessoa, mais especificamente, conforme o que a pessoa quer. Em geral, todas as pessoas têm por si uma característica de camaleão social, afinal, ninguém consegue ser totalmente constante e igual com todos ao mesmo tempo. Todos são diferentes, por exemplo, com seus amigos e com seus familiares. Contudo, o psicopata apresenta uma característica muito forte: uma forma de "dissociação" de personalidade, isto é, como se tivessem uma fina camada de verniz. Isto ocorre porque o antissocial desensolve uma personalidade para convívio social, para conseguirem se infiltrarem e misturar-se com os outros seres. Ou seja, na realidade, eles demonstram para a sociedade uma personalidade fantasiosa, pois na realidade, escondem um temperamento totalmente oposto ao que demonstram socialmente. No caso do psicopata, esse disfarce social é totalmente excessivo e extremo da real personalidade - enquanto podem ser típicos exemplares socialmente, com família, filhos e trabalho normal, na realidade, são pessoas extremamente doentes.
Psicopatas - mais do que ninguém - são excessivamente manipuladores. Dissimulam um comportamento contrário: se fazem de tolos ou santos, que nada sabem, entretanto, enquanto ninguém desconfia, estão a fazer sempre tudo de caso pensado. De uma forma ou de outra, estão sempre manipulando ou controlando o ambiente e as pessoas, com o objetivo de tirar vantagens para si mesmo. Essas vantagens frequentemente variam desde vantagens materiais, a pura diversão. Essas pessoas têm geralmente profundos traços sádicos, portanto, parecem sentir prazer ou indiferença ao levar os outros ao sofrimento. Frequentemente, esmagam suas vítimas de uma forma tão sutil e quase imperceptível, que praticamente ninguém percebe - apenas a vítima, ao tempo que posam para a sociedade como santinhos e cidadãos do bem.
Percebe-se também nessas pessoas um eterno comportamento chantagista. Isso é facilmente notado de variadas formas, especialmente quando mudam de um comportamento para outro, a fim de conseguir uma recompensa. Eles podem se comportar como "bonzinhos" por um tempo, para conseguirem uma recompensa; mas quando recebem, se vangloriam como quem nada deve, e voltam a adquirir um mau comportamento. A ingratidão nesses indivíduos é comum.

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O psicopata, camaleão da sociedade atual

14.02.12

Trechos de “O psicopata — Um camaleão na sociedade atual” (ed. Paulinas, 2005), do espanhol Vicente Garrido, tradução de Juliana Teixeira: http://avidadomeufilho.blogspot.pt/2007/05/o-psicopata.html “Os indivíduos com traços psicopáticos são pessoas que agem somente em benefício próprio, não importando os meios utilizados para alcançar o seu objetivo. Além disso, são desprovidos do sentimento de culpa e dificilmente estabelecem laços afetivos com alguma pessoa — quando o fazem, é simplesmente por puro interesse.” (do prefácio da psicóloga Ivone Rodrigues Lisboa Patrão) “Os psicopatas geralmente falam muito, expressam-se com encanto, têm respostas espertas e contam histórias — muito improváveis, mas convincentes — que lhes deixam em uma boa situação perante as pessoas. Não obstante, o observador atento vê que eles são muito superficiais e nada sinceros, como se estivessem lendo mecanicamente um texto. Falam de coisas atrativas para as quais não têm preparo, como poesia, literatura, sociologia ou filosofia. Não lhes importa ficar evidente que suas histórias são falsas, algo que nem sempre é fácil acontecer, considerando o desembaraço e a imaginação com que empreendem os seus relatos.” (pág. 37) “O psicopata tem uma auto-estima muito elevada, um grande narcisismo, um egocentrismo fora do comum e uma sensação onipresente de que tudo lhe é permitido. Ou seja, sente-se o ‘centro do universo’ e se crê um ser superior regido por suas próprias normas. É compreensível que, com tal percepção de si mesmo, pareça diante do observador como altamente arrogante, dominante e muito seguro de tudo o que diz. Fica evidente que ele procura controlar os outros e parece incapaz de compreender que haja pessoas com opiniões diferentes das suas. Mergulhado nesse mundo de superioridade, raramente o psicopata se preocupa com problemas financeiros, legais ou pessoais que possa ter, pois acredita que são ‘dificuldades transitórias’, produtos da má sorte ou do azar de terceiros. Alguém assim não precisa envolver-se em metas realistas de longo prazo e, quando estabelece um objetivo, logo se vê que não tem as qualidades necessárias para alcançá-lo, nem sabe, na verdade, que é preciso fazer algo. Ele de fato acredita que suas habilidades lhe permitirão conseguir qualquer coisa.” (pág. 38) “Mentir, enganar e manipular são talentos naturais para o psicopata. Quando é demonstrado o seu embuste, não se embaraça; simplesmente muda a sua história ou distorce os fatos para que se encaixem de novo.” (pág. 41) “A convicção com a qual o psicopata conta a sua história vem acompanhada da crença de que o mundo se encontra dividido em dois grupos: os que ganham e os que perdem, de tal modo que lhe parece um absurdo não se aproveitar das fraquezas alheias.” (pág. 41) “Os psicopatas parecem possuir uma incapacidade flagrante para sentir de modo profundo a categoria completa das emoções humanas. Às vezes, ao lado de uma aparência fria e distante, manifestam episódios dramáticos de afetividade, que nada mais são que pequenas exibições de falsa emotividade.” (pág. 42) “Por que, então — podemos perguntar —, uma pessoa assim se casa, por que decide ter uma família? As razões variam, evidentemente, mas em geral a resposta é que, quando decidiu casar-se ou ter filhos, naquele momento era uma escolha que servia a seus fins imediatos e acerca da qual não adquiriu nenhum tipo de responsabilidade.” (pág. 47) “Na realidade, os psicopatas usam metáforas, já que, em seu comportamento enganoso e manipulador, a linguagem florida e figurativa joga uma parte importante.” (pág. 71) “A conclusão (...) é uma população que alberga, cada vez mais, jovens transformados em adultos sem um claro código de valores, que assumem o olhar cínico e desconfiado de uma sociedade em que o sucesso material talvez seja o único bem seguro e tangível.” (pág. 83) “O ser humano está cada vez mais isolado, mais sozinho, apesar de poder se comunicar quase instantaneamente com qualquer parte do mundo. Caso aprenda a viver sem necessitar dos outros, aprenderá a não se preocupar com os outros, um traço básico na personalidade psicopática.” (pág. 85) “De fato, o psicopata está livre das alucinações e dos delírios que constituem os sintomas mais espetaculares da esquizofrenia. Sua aparente normalidade, sua ‘máscara de sanidade’, torna-o mais difícil de ser reconhecido e, logicamente, mais perigoso.” (pág. 99) “É inquestionável a habilidade que têm os psicopatas de se rodear de pessoas sem escrúpulos, que lhes facilitam realizar suas ambições.” (pág. 102) “A característica do psicopata é não demonstrar remorso algum, nem vergonha, quando elabora uma situação que ao resto dos mortais causaria espanto.” (pág. 117)

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O psicopata como pai

14.02.12
PSICÓPATAS COMO PADRES
Naturalmente, los Psicópatas bien integrados en la sociedad pueden formar familias ("formar" una familia pero no "ser" una familia ya que son insoportables).
Las consecuencias de ser pareja de un/una psicopata han sido tratadas en otros artículos de este blog, ahora nos centraremos en las consecuencias en su descendencia. Solo a modo de recordatorio, este párrafo que he encontrado:


"El/la Psicópata es incapaz de demostrar ningún amor verdadero hacia nadie. Cuando lo evidencia es falso: es señal de que quiere aprovecharse de la persona que simula amar. De ahí que su vida familiar sea imposible y a la larga terminen separándose de cualquier pareja. Es en ese momento cuando amenazan con suicidarse. Pero no hay problema, se quieren más que a nadie en el mundo y serían incapaces de intentarlo".

Que las relaciones con estos personajes son un rompecabezas insidioso está claro.
pero, ¿qué ocurre con sus hijos e hijas?

En general los casos cuya personalidad psicopática es más severa, siemplemente se despreocupan de ellos. Los niños les irritan y los tratan con indiferencia, en casos extremos incluso los maltratan y vejan.
Sin embargo en los más abundantes casos de Psicópatas leves o bien adapatados a la sociedad, el problema de los hijos suele ser que tienen que crecer con un personaje egocéntrico e insensible.
No vamos a entrar en detalle es lasa diferencias entre uun padre o una madre, si no en los detalles generales.

Algunos Psicópatas verán a sus hijos como una extensión de ellos mismos, en estos casos los niños se verán afectados en su formación como personas útiles y honradas, en cierto modo se verán "infectadas" por las actitudes de su progenitor.
En este supuesto, cuando el hijo o hija se rebelan o se hacen enemigos del padre o madre Psicopático es una buena señal.

Los padres deben educar con el ejemplo, mostrar y premiar las actitudes solidarias, el respeto, la justicia y la compasión, además de dar cariño y comprensión a sus hijos... como hemos venido diciendo en este blog, el Psicópata no da nada de esto o da muy poco.
El padre Psicópata se mostrará indiferente, cruel o simplemente ausente.
La madre se mostrará sarcástica, histérica, hará chantaje emocional a sus hijos.
Los padres Psicópatas tienen múltiples relaciones amorosas a lo largo de la vida que nunca acaban bien, también suelen ser promiscuos sexualmente e impulsivos. A lo largo de su niñez, sus hijos es normal que observen peleas, rupturas y conductas inapropiadas por parte de sus padres.

En general, una madre psicópata influye mucho en que los hijos desarrollen toda clase de problemas....y a ella no le importa mucho, aún cuando pueda mostrarse preocupada de cara a la galería (para dar pena a los demás), pueden mostrarse abatidos, pero una observación imparcial, muestra que son solo "bajones" pasajeros sin la desesperación genuína que podría esperarse de una madre realmente afectada por el estado de sus hijos. En ocasiones, pueden mostrar poses de un dramatismo absurdo que pronto son aliviadas por un nuevo amante, unas compras o una noche de fiesta.
Por otro lado estos "padres" pueden dar discusos morales a sus hijos, pero son profundamente hipócritas, ya que no se los aplican a ellos mismos....por lo que constantemente mostrarán grandes contradicciones en su forma de actuar.
También serán especialistas en "montar números", por lo que el ambiente familiar será muy estresante para sus hijos....que nunca saben de qué humor se encontrará su madre o padre ese día.
Afortunadamente, los seres humanos son más fuertes de lo que podamos pensar. Los hijos si tienen otros referentes familiares, amistades, etc...pueden vivir a pesar de la influencia perniciosa de haber tenido un padre así.
http://juegosucio-psicopatia.blogspot.pt/2011/12/psicopatas-como-padres.html

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Como lidar com um sociopata

14.02.12

Como lidar com um sociopata Se você está lendo este artigo, então as chances são de que você está tendo problemas com um sociopata e precisa de ajuda. Você não está sozinho! Este artigo irá lhe ensinar como lidar com lidar com um sociopata, mantendo-se, sua família e seus recursos de segurança e preservação de sua sanidade. Três passos 1. Perceber que um sociopata não se importa quem magoa ou usa porque não tem escrúpulos ou por tirar vantagem da sua generosidade e boa vontade. (a característica chave do sociopata é que não percebe que os outros tem sentimentos e podem ficar magoados com as ações deles) 2. Evite-os completamente. Evita-los é a única forma de proteger-se de um sociopata, no entanto se tal não for possível siga as próximas regras: 3. Não ter nada para lhes oferecer. Os sociopatas querem os recursos, amor próprio e conexões. Para que eles saiam da sua vida não tenha nada para lhes oferecer.  a) se eles querem o seu dinheiro, coloque o dinheiro em sítio que eles não o possam ver. Diga que não tem dinheiro, e que os seus familiares e amigos não tem dinheiro. b) se querem o seu poder, diga-lhe que já não tem ligações tão boas. c) se o querem usar a si, faça-se indesejável. d) se querem usar os seus recursos, mostre que os seus recursos não são apetecíveis.  Fale com um psiquiatra ou um psicólogo. Eles vão ajudá-lo. Wikihow.com

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Psicopatas - A ameaça que representam para a sociedade

13.02.12

Com anos de experiência no atendimento a vitimas de psicopatas, a Doutora Martha Stout traça um retrato preciso desses indivíduos, ensina como identifica-los e ensina 13 regras para nos defendermos da ameaça que eles representam. Lançado em 2005 nos Estados Unidos e publicado em vários países, "MEU VIZINHO É UM PSICOPATA" se tornou uma referência sobre o assunto e ganhou o prêmio Books a Better Life (Livros para uma Vida Melhor) daquele mesmo ano por sua significativa contribuição a sociedade.Um profissional ambicioso, que passa por cima de todos para conquistar o sucesso, um executivo que maquia o balanço da empresa e inventa mentiras sobre os colegas, ou alguém que vive às custas dos outros ? todos eles têm algo em comum: não possuem consciência, a característica mais fundamental dos seres humanos.No livro de MARTHA STOUT, PHD em psiquiatria cujo nome é ?MEU VIZINHO É UM PSICOPATA?, é descrito o que é esse transtorno quase inimaginável para a maioria das pessoas, e é ensinado a identificar esses indivíduos maléficos que podem estar onde menos se imagina. Inclusive aqui entre nós.Os Psicopatas e Sociopatas tem uma vantagem em relação à maioria das pessoas. É que não tem consciência e por isso podem agir livremente sem receio do sentimento de culpa que atinge 96 por cento das pessoas. Isso dá a eles uma grande vantagem pois podem sem receio fazer intrigas, falsificar documentos e situações, e até matar sem que sintam pena ou remorso, ou ao menos tenham o sono atrapalhado. Em geral eles fazem essas coisas. Tem uma noção perfeita das leis sociais, e suas regras e as compreendem, mas utilizam seu QI em geral bem dotado para atingir seus objetivos sem serem de preferência descobertos. Sabem que são diferentes das outras pessoas e fingem ter consciência para se passarem despercebidos.Muitas pessoas só descobrem que estão diante de um Psicopata, quando já é iminente a sua morte. CARACTERÍSTICASSegundo a Associação Americana de Psiquiatria 1 ? Incapacidade de adequação às normas sociais.2 ? Falta de sinceridade e tendência à manipulação.3 ? Impulsividade. Falta de planejamento prévio.4 ? Irritabilidade; agressividade.5 ? Permanente negligência com a própria segurança e a dos outros.6 ? Irresponsabilidade persistente.7 ? Ausência de remorso após magoar, maltratar ou roubar outra pessoa. A combinação de  três desses ?sintomas? já é suficiente para levar muitos psiquiatras a considerarem o distúrbio.Outros pesquisadores e médicos chamam a atenção para outras características dos sociopatas dentro do grupo. Um dos traços mais freqüentes observados são o desembaraço e um charme superficial que tornam o verdadeiro sociopata sedutor para algumas pessoas, figurativa ou  literalmente ? uma espécie de brilho ou carisma que, a princípio, pode fazê-lo mais encantador ou interessante do que a maioria dos indivíduos normais à sua volta. Ele é mais espontâneo, mais envolvente, de alguma forma mais ?complexa?, sexy ou divertida do que qualquer outra pessoa. Às vezes esse carisma sociopático vem acompanhado de uma idéia exagerada do próprio valor que soa atraente de início, mas que, depois de um exame mais detalhado acaba parecendo estranho e até mesmo risível. (?Um dia o mundo vai perceber que sou especial? ou ?Você  sabe que, depois de mim , nenhum outro amante vai satisfazê-la?.)Alguns personagens da História, psicopatas, que atingiram culminâncias de FAMA ou PODER são notórios. NERO, HITLER e ALL CAPONE por exemplo. Algumas pessoas sentem especial atração por personagens psicóticos. São aquelas pessoas que não gostam de pessoas ?BEM RESOLVIDAS?. Gostam antes de pessoas ?COMPLICADAS?. São em verdade pastos perfeitos para os personagens PSICÓTICOS. Os Psicopatas tem necessidade de estímulo maior do que o normal, o que os leva a frequentemente correr riscos sociais, financeiros ou jurídicos. Costumam ser capazes de induzir outras pessoas a acompanha-los em empreitadas arriscadas e, como grupo, são conhecidos por mentir e enganar de modo exagerado e doentio, assim como estabelecer uma relação parasitária com seus ?amigos?.Independente de quão INSTRUIDOS ou bem posicionados sejam na idade adulta podem apresentar um histórico de problemas comportamentais precoces, que as vezes inclui o uso de drogas ou episódios de delinqüência juvenil e no qual a incapacidade de assumir responsabilidade por quaisquer erros tem presença garantida.Os sociopatas destacam-se sobretudo pela superficialidade das emoções, pela natureza vazia e transitória de quaisquer sentimentos de afeto que possam alegar e por uma surpreendente insensibilidade. Não demonstram nenhum sinal de empatia ou interesse genuíno ou envolvimento emocional com um parceiro. Uma vez retirada a camada superficial de charme, seus casamentos sem amor são unilaterais e, quase sempre de curta duração. Se o sociopata valorizar minimamente o cônjuge é porque o vê como uma posse, e se perde-lo ficará furioso mas jamais triste ou culpado.Todas essas características aliadas aos ?SINTOMAS? listados pela Associação Americana de Psiquiatria são manifestações comportamentais do que para a maioria de nós é um distúrbio psicológico inimaginável: a ausência do nosso sétimo sentido, a consciência. Um transtorno louco e assustador para 4% da população. Como terapeuta, a Doutora Marta Stout tem como especialidade o tratamento de pessoas que passam por traums psicológicos. Ao longo dos últimos 25 anos , ela atendeu centenas de adultos que vivem em constante sofrimento psicológico decorrente de abusos sofridos na infância ou de alguma outra terrível experiência. Como detalhou no livro THE MYTH OF SANITY ( O mito da sanidade ), seus pacientes sofrem diversos tormentos, entre eles ansiedade crônica, depressão incapacitante e estados mentais dissociativos. Sentindo que sua vida era insuportável, muitos deles me procuraram após sobreviverem a tentativas de suicídio. Alguns apresentavam traumas gerados por catástrofes provocadas pela natureza ou pelo homem, como terremotos ou guerras, masa maioria havia sido controlada e psicológicamente destruída por outros indivíduos ? sociopatas que às vezes, eram estranhos, porem, com mais freqüência eram os próprios pais, parentes mais velhos ou irmãos. Ajudando meus pacientes e suas famílias a lidar com os danos sofridos e analisando suas histórias, a Doutora Marta aprendeu  que o estrago provocado pelos sociopatas a nossa volta é profundo e duradouro, muitas vezes trágicamente letal e assustadoramente comum. Ao trabalhar  com centenas de sobreviventes, ela se convenceu de que abordar os fatos relacionados à sociopatia de forma aberta e direta é uma questão urgente para todos nós.Cerca de um em cada 25 indivíduos é  sociopata, ou seja, não possui consciência. Não que esse grupo seja incapaz de distinguir entre o bem e o mal, mas essa distinção não limita seu comportamento. A diferença intelectual entre o certo e o errado não soa um alarme emocional nem desperta o medo de Deus como acontece com o restante de nós. Sem o menor sinal de culpa ou remorso, uma em cada 25 pessoas pode fazer absolutamente qualquer coisa. A grande incidência de sociopatia exerce um grande impacto em toda a sociedade, mesmo em  quem não sofreu tauma psicológico. Os indivíduos que compõem esses quatro por cento sugam nossos relacionamentos, nossas contas bancárias, nossas conquistas, nossa auto-estima e até nossa paz. Surpreendentemente porém, muitas pessoas não sabem nada sobre esses transtornos ou, quando sabem, pensam apenas em termos de psicopatia violenta ? homicidas, serial killers, genocidas -, em indivíduos, que de forma óbvia violam a lei diversas vezes e que , se forem pegos, serão encarcerados e, em alguns países até mesmo condenados à morte. Em geral, não identificamos nem tomamos conhecimento do grande número de sociopatas não violentos que nos cercam. Esses criminosos muitas vezes não agem abertamente e o sistema jurídico oferece pouca proteção contra eles. Robert Hare, professor de psicologia da Britsh Columbia University, desenvolveu a Pysichopathy Checklist ( Uma escala para verificação da da psicopatia), hoje aceita como instrumento-padrão de diagnóstico para pesquisadores e médicos em todo o mundo. Sobre os sociopatas, Hare um cientista frio, escreve: ?Todos, inclusive os especialistas, podem ser enredados, manipulados, enganados e desnorteados por eles. Um bom psicopata pode tocar um concerto nas cordas do coração de qualquer um... Nossa melhor defesa é entender a natureza desses predadores humanos.?Hervey Cleckley, autor do texto clássico de 1941, The mask of Sanity (A máscara da Sanidade), faz a seguinte declaração sobre os psicopatas: ?Beleza e feiúra, salvo em sentido muito superficial, bondade, maldade, amor, horror e humor não tem nenhum significado real, não são capazes de comovê-los.?

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Lidando com um sociopata. Absolutamente contato zero.

13.02.12

A melhor maneira de lidar com um sociopata não é lidar com ele. Rejeitá-lo. Cortou. Não tenho absolutamente nenhum contato. Nenhum meio de contato não falar com ele ao telefone. Não enviar, abrir ou responder a e-mail. Não há mensagens instantâneas ou mensagens de texto. Nenhuns cartões, cartas ou pacotes. E, certamente, não o vejo. (Tudo isso se aplica a mulheres sociopatas também.)

Se você está no meio de batalhas legais com o sociopata, deixe toda a comunicação passar por seu advogado ou outro intermediário. (Certifique-se de que eles entendem como sociopatas opera.)

Mais fácil de dizer do que fazer

Se você foi enlaçado por um sociopata, você pode achar que você tem dificuldade em manter nenhum contato. Você pode encontrar-se a pensar sobre os bons tempos e querendo falar com ele ou ela. Aqui estão algumas das razões e por que eles não são boas razões.

1. Você ainda está no amor

A pessoa que você amava nunca existiu. Era uma ilusão criada pelo sociopata para manipulá-lo. Se você ainda tem sentimentos por ele ou ela, são sentimentos para o que você queria que o relacionamento seja, não para o que ele realmente é.

2. Você sente pena dele ou dela

O sociopata pode chorar, implorar e rastejar, insistindo que vai mudar. Você quer acreditar. Infelizmente, isso não é possível com os sociopatas, eles não mudam. O predador está usando o jogo pena, tentando tirar vantagem de sua boa natureza e sugá-lo de novo. Não caia nessa.

3. Você não quer admitir que estava errado

Você pode ter investido muito no relacionamento, especialmente se o sociopata tem vindo a tomar dinheiro de você e você não quer perder tudo. Você acha que pode forçar. Sim, você pode negociar, e ele pode concordar em pagar-lhe. Mas não espere ver realmente o seu dinheiro.

4. Você quer ter a última palavra

Você quer que ele entenda como você está ferido. Você quer ver essa pessoa lhe pedir desculpas. Aqui está o que você precisa saber: O sociopata nunca vai entender seus sentimentos, porque os sociopatas não têm empatia. Se ele ou ela pede desculpas, ela só vai ser uma tática de sangrar um pouco mais.

5. Melhor o diabo conhecido que o santo desconhecido

Algumas pessoas preferem colocar-se com o abuso emocional, psicológico e até mesmo físico do que o rosto do desconhecido. Se este é você, entender que é improvável que a sociopata vai tratá-lo melhor no futuro, e é muito provável que ele irá tratá-lo pior. O desconhecido pode ser assustador, mas também oferece uma oportunidade para uma nova vida.

Alterar a dinâmica

Por que há contato importante? Os sociopatas são especialistas em quebrar suas vítimas, peça por peça. Se você tiver contato com ele, você estará de volta no jogo e o sociopata vai continuar a manipulá-lo. Para iniciar a sua recuperação, você deve colocá-la para fora de sua vida.

Sem contato, você está dizendo "não mais".

Se você precisa ter contato

Infelizmente, você pode não ter escolha a não ter contato com o sociopata, especialmente se você tem filhos com ele. Se você está nesta situação, aqui estão duas orientações importantes:

Sempre estar em alerta vermelho mental quando lidando com um sociopata.

Nunca lidar com um sociopata sozinho, tenho uma testemunha.

Repentinamente

Meses ou até mesmo anos depois de terminar com o sociopata, ele pode aparecer novamente. Ele vai dizer que ele está em apuros, e você é o único que pode ajudá-lo. O que você faz? Ignorá-lo. Deixe-o sofrer as consequências de seu comportamento.

Ele está testando para ver se ele pode começar a sangrar novamente. Lembre-se, os sociopatas não mudam.

 

 

 

http://www.lovefraud.com/12_leavingAsociopath/sociopath_no_contact.html

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Sintomas de psicopatia

11.02.12

A Psicopatia, também conhecida como Sociopatia, tem sido associada ao protótipo do assassino em série, porém, nem todos os assassinos são psicopatas e nem todos os psicopatas chegam a ser assassino, ou mesmo fisicamente violentos! Importa desmistificar esta ideia, porque podemos estar a lidar diariamente com um psicopata, sem termos a noção que aquela pessoa está realmente doente e que afinal, todas as intrigas, confusões, desacatos, mentiras e mau-estar causados pelo mesmo, não são apenas fruto de “mau feitio”. Há pessoas que só se apercebem que têm lidado de perto com um psicopata, momentos antes de uma fatalidade lhes acontecer, nomeadamente o seu homicídio. http://www.amar-ela.com/sintomas-de-psicopatia/comment-page-1/ Embora esta doença seja mais comum no homens, também é possível encontrar mulheres sociopatas. Os primeiros sinais começam a tornar-se mais evidentes a partir dos 15 anos de idade, embora se possam reconhecer algumas atitudes que apontem neste sentido em idade mais tenra. Eis então os sintomas principais que um psicopata apresenta: - Ausência de Culpa: Nunca sente arrependimento, nem remorsos. Os outros é que são os culpados de tudo o que acontece de mal e vive com a certeza absoluta que nunca erra, nem errou. Não teme a punição por ter a certeza que tudo o que faz tem um propósito benéfico, (para ele, claro!), embora tenha a noção de que os seus actos são anti-sociais. Quando é denunciado, recusa a reabilitação ou qualquer tratamento e na impossibilidade de fugir, simula uma mudança de carácter, para mais tarde voltar aos padrões comportamentais que lhe são característicos e até, vingar-se de quem o tentou ajudar! - Mestres da Mentira: Para eles a realidade e a ilusão fundem-se num só conceito pelo qual regem o seu mundo. São capazes de contar uma mentira como se estivessem a descrever detalhadamente uma situação real. Não mentem apenas para fugirem de uma situação constrangedora, mas pura e simplesmente porque não sabem viver sem mentir. - Manipulação e Egoísmo: Não tem a noção de bem comum. Desde que ele esteja bem, o resto do mundo não lhe interessa. O psicopata é um indivíduo extremamente manipulador que usa o seu encanto para atingir os seus objectivos, nunca pensando nas emoções alheias. Não reconhece a dor que provoca nos outros e por isso, usa as pessoas como peões, objectos que pode pôr e dispor conforme lhe convêm. Manifesta facilidade em lidar com as palavras e convencer as pessoas mais vulneráveis a entrarem no “jogo” dele. Querem controlar todos os relacionamentos, impedindo que familiares e amigos confraternizem paralelamente, sem a sua presença. Para tal recorrem as esquemas, intrigas e claro, ao seu charme para se fingir amigo. - Inteligência: O QI costuma ser acima da média. Há casos de psicopatas que conseguem passar por médicos, advogados, professores, etc, sem nunca terem frequentado uma universidade! São peritos no disfarce, excelentes auto-didactas e fazem-no na perfeição. - Ausência de Afecto: Não são pessoas afectuosas com o próximo e enquanto pais, não são do género de “dar colo” aos filhos. Usam os filhos como “marionetas”, em função dos seus próprios interesses, não respeitando as suas escolhas, quer a nível pessoal, quer profissional! Baseia os seus “métodos educativos” na humilhação e chega a ser totalmente negligente para com os seus. - Impulsivo: Devido ao défice do superego, não consegue conter os seus impulsos, podendo cometer toda a espécie de crimes, friamente e sem noção de culpa. Costuma fintar até o teste do polígrafo, porque o seu ritmo cardíaco não se altera quando profere mentiras e nem quando comete crimes. - Isolamento: Gostam de viver sós e quando vivem com outros, querem liderar o grupo, mesmo que para isso destrua uma família inteira.

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Transtorno de personalidade histriônica

10.02.12

Personalidade é forma de comportamento de um indivíduo. É o “jeitão” de ser da pessoa. O Transtorno de Personalidade aparece quando o comportamento é pouco ajustado e prejudica o indivíduo nas relações sociais, causando a ele próprio e aos outros, sofrimento e incômodo. Características da personalidade histriônica ou histérica: Busca constante ou exigência de afirmação, aprovação ou elogios (quer aparecer); Autodramatização, teatralidade e expressão exagerada das emoções; Sedução inapropriada em aparência ou comportamento; comportamento sexualmente sedutor; Alta sugestionabilidade, facilmente influenciada pelos outros ou por certas circunstâncias; Preocupação excessiva com a atratividade física; Expressão de emoções exageradamente; Expressão de emoções rapidamente mutável; Egocentrismo nas satisfações; Intolerância severa às frustrações e à não-satisfação; Discurso impressionista e superficial. Considera os relacionamentos mais íntimos do que realmente são. Pessoas dramáticas, exageradas, sedutoras, com necessidade doentia e constante de chamar atenção para si mesmas. Atitudes infantis, impaciência, imediatismo, inconstância, impulsividade, baixa tolerância à rotina e monotonia; têm muita vaidade, ciúmes em excesso, relacionamentos superficiais e devaneios românticos. Histriônicos fazem manipulações para conseguirem o que querem, com emoções à flor da pele, acessos de euforia ou riso, choram demais e facilmente, têm ataques de raiva ou irritabilidade. Eles têm sempre uma imensa vontade de seduzir. Tendem a evitar relações afetivas autênticas, profundas e íntimas. Histriônicos têm profundos sentimentos de tristeza caso se sintam ignorados, rejeitados, abandonados ou sem resposta. http://www.psicologia10.com.br/aprenda-psicologia/2334/ São egoístas porque tendem a apenas fazer algo que tenha recompensa. Podem ajudar outras pessoas, fazendo-se de caridosos, pois sabem que assim terão atenção recompensada. De um humor animado, rapidamente decaem ao choro, mau humor e depressão. Podem ter ataques de fúria por se irritarem por qualquer coisa. Muitas vezes têm uma imagem desvalorizada de si mesmo, são inseguros. Muitas vezes são vistas como os animadores, efusivos, podem gesticular e rir muito, sem controle, típico comportamento exuberante e chamativo. Vivem a tentar entreter outras pessoas, porque acham que assim vão ter a atenção de que tanto necessitam. Podem demonstrar muito aborrecimento, ciúmes ou rancor caso percebam que outra pessoa está tendo mais atenção que eles. Demonstram em exagero o que realmente sentem (tristeza exagerada, alegria excessiva, raiva em excesso, ciúmes intenso, dor insuportável). Comportamento extravagante que oscilam entre o cômico e a cólera. Podem ser tidos como armadores de confusão e provocações de brigas, pois sem nenhuma vergonha na frente dos outros, expressam suas emoções como a raiva, impaciência, ciúmes, fazendo tempestade em copo d’água. Provocam com reclamações, xingamentos, ataques coléricos, envergonhando pessoas e amigos acompanhantes. Querem concentrar os olhares em si, a partir desse tipo de atitude. Não lidam bem com regras e facilmente tentam contornar ou ignorar situações de rotina. Estão sempre a mudar, hora são uma coisa, hora são outra. Também tendem a pôr sempre a culpa nos outros. Comportamento teatral. As outras pessoas têm impressão de fingimento nas falas, emoções e comportamento do histriônico. Distorções da imagem física: se achar muito magro ou gordo, defeitos inexistentes, tendência a desenvolver transtornos alimentares. Baixa tolerância às frustrações, entendiam-se com rotinas, descontinuidade de projetos. Facilmente se enjoam de amigos, cidade, estudos, trabalho. Tornam-se tão instáveis, encenam e mudam tanto que às vezes não sabem mais nem quem realmente são e chegam a acreditar em suas próprias encenações. Mudam de planos e objetivos a toda hora, relacionamentos, aparência física, identidade, gostos, sentimentos e preferência sexual, sempre se queixando da incompreensão das outras pessoas. Preocupados excessivamente com a estética; são vaidosos extremos, geralmente exibem aparência diferente, extravagante, gastam muito tempo e dinheiro com produtos para cabelo, maquiagem, acessórios e roupas. Podem exibir uma aparência ou comportamento provocante, se vestir de maneira inapropriada, usar roupas ousadas para o trabalho. Obcecado pela beleza e perfeição física, tornando-se fúteis. Acentuada tendência a despertar desejo, muito sedutor, buscam elogios, sexualmente provocativo, faz de tudo para impressionar o outro, a fim de atrair os olhares para si, camuflam com tal comportamento a necessidade de se sentir amado. Seduzem e erotizam desde os melhores amigos até médicos, dentistas, chefes de trabalho, professor. Vivem a escolher uma “vítima” para seduzir, quando conseguem, se enjoam, procuram outra. O comportamento sedutor é tão intenso que deixam o histriônico mais vulneráveis a ataques sexuais, assédios bem como atentado ao pudor, abusos e estupros. Mulheres histriônicas se “modulam” sexualmente conforme suas “vítimas”. Despertam intenso desejo sexual nos homens, ficando mais vulneráveis a psicopatas e estupradores. Histriônicas podem demonstrar-se difíceis, para despertar ainda mais desejo do homem, depois demonstram desinteresse marcante na relação, levando à raiva e frustração do parceiro. O drama é a característica principal do transtorno, histriônicos sentem e vivem tudo de forma intensa e exagerada. Tudo machuca o histriônico, é excessivamente inseguro e isso com freqüência leva à depressão. É comum idéias paranóides devido à percepção exagerada. Qualquer palavra ou gesto dirigido ao histriônico podem machucá-los, pois podem ser entendidas como agressivos.

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Historia real, relato de um sociopata

09.02.12

Sou aquele que tem obsessões, que têm objetivos, que os alcança e nem me arrependo das conseqüências, mesmo que elas sejam prazerosas. Eu sou um Sociopata imoral que brinca com os sentimentos das pessoas, que joga em dois lados e mistura todas as opções em uma melhor. Sou alguém que sente prazer em ver alguém amar, mas eu simplesmente não amo. Estou por todos os lados, meus olhos fixos em suas atitudes mais estranhas e perturbadoras. Sou uma águia observadora que procura os melhores para a destruição. Durante minha vida estive confuso sobre meus sentimentos e minhas manias. O que há entre o ódio e o amor? Eu? Sim. Resolvi que o melhor modo de aproveitar isso é simplesmente fazendo. Eu adoro iludir as pessoas. Vê-las olhando-me como um objeto de desejo. Gosto de fazê-las sentir menores, mas o prazer e a pena vêm ao mesmo tempo em meu coração. Que tipo de pessoa eu sou? Todos amam e apenas vivem sua vida. Eu vivo a vida destruindo corações e fazendo com que as pessoas se ajoelhem aos meus pés, peçam perdão ou mesmo implorando pelo meu amor... Algo que eu não sou capaz de dar. Mulheres de toda parte olham-me e desejam tocar meu corpo, desejam sentir minhas curvas e ouvir aquelas lindas palavras que um dia eu recitei para as amigas delas. Elas querem ver meu rosto de anjo pedindo por um beijo, e depois, recusando-o. Querem que eu sorria pra elas, e depois, ignoro-as. Eu sou o monstro dos sentimentos, que pouco se importa, mas quero conhecer a todos, mesmo que superficialmente. Normalmente, sou normal, mas as vezes, quando não consigo algo, torno-me obisessivo e apenas quero o que quero, sem importar as barreiras, apenas faço, sinto prazer e nem me arrependo... Mas o prazer irá sempre predominar sobre minha alma." História real Sou apenas uma ouvinte

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Aproveitador de mulheres de amigos e conhecidos, chulo ou gigolô

08.02.12

Em Portugal e no Brasil, é dito popularmente que um malandro dos anos 30 à 40 é a pessoa que não queria trabalhar, gostava da boémia, enganava e mentia constantemente para encobrir a verdade, frequentava clubes e diversões sem pagar nada, pendurava as contas e pedia dinheiro emprestado aos conhecidos e depois não pagava, usava artimanhas e histórias tristes para arranjar dinheiro, pendurava contas em farmácias e pequenas vendas e bazares, com o intuito de não pagar, vendia objectos que não lhe pertencia e punha amigos e conhecidos em situação difíceis para que pudesse lucrar com isso, dava endereços falsos da sua morada para que as empresas de crédito não pudessem cobrar, muitas vezes este malandro era também conhecido como “cara de pau”, capaz de fazer papéis ridículos e escandalosos com naturalidade comprometendo os outros. http://parasitasependuras.blogspot.pt/2010/09/malandros-profissionais-parte-1.html Entre muitos defeitos estão: Ladrão, enganador e mentiroso, bêbado, frio, sem escrúpulos, sem ética, gozão, aproveitador de mulheres de amigos e conhecidos, xulo ou gigolô, preguiçoso. Intermediário entre pessoas, no caso negócios de vendas, entrão, bajulador, aproveitador, comprometedor, vigarista, traidor, chantagista, corrupto, desavergonhado, batoteiro entre outros. Dos anos 30 aos anos 60, a definição de “malandro” aumentou muito. Em países como Portugal que reúne uma grande mistura de imigrantes e uma população pequena, nota-se com alguma facilidade estes senhores que vivem dentro e ao mesmo tempo à margem da sociedade. Muitos desses malandros têm um estilo próprio. Uns são bons faladores e vestem-se bem, têm um grande leque de conhecimentos e guardam memórias do passado, utilizam o facto de serem conhecidos para aplicarem golpes em terceiros e depois sai de cena por algum tempo. Assim como os outros têm sempre uma história para contar ou algo para vender, geralmente estes objectos não são deles. Oferecem-se como intermediários para resolver problemas de amigos e depois desaparecem com o lucro do golpe, geralmente usam golpes como o arranjo de carro, onde conhece o dono da oficina e aplica uma quantia superior ao cobrado ou leva o carro arranjado com o pretexto de pagar no dia seguinte, recebendo assim o dinheiro do dono do carro e a seguir desaparecendo. Eles de maneira geral são bons observadores e conversadores, escondem muitas vezes os olhos debaixo dos óculos escuros para que as pessoas de fora não saibam para onde estão olhando. Gostam de meter conversas com as mulheres e preferem as casadas, elogiam-nas bastante, controlam o horário de trabalho dos maridos e quando eles vão para o trabalho, procuram se aproximar delas, uma vez conseguido ter a relação sexual, o malandro faz tudo e mais alguma coisa para a satisfação da vítima, tornando-a cliente e depois chantageando-a. Outros malandros, são oportunistas e operam golpes mais baixos, como cravar, cigarros, refeições, pequenos objectos, geralmente operam em botequins e tascas, fazem pequenos enganos, gostam de falar abertamente de mulheres e de experiências que não viveram como se tivessem vivido. Também fazem pequenos roubos como os de supermercados e depois vendem os produtos aos conhecidos. Estes também vêem na mulher uma oportunidade de sustento, mas a sua aparência é menos cuidada e mais desmazelada, falta-lhes cultura e brio. No Brasil este tipo de malandro é chamado de "MALANDRO PÉ DE CHINELO", esta definição diz que este tipo de esperto é um desclassificado na sociedade, são também definidos como violadores do código "171" que envolve artigos como: estelionato e falsificação e também estes artistas são peritos em arranjar confusões e movimentos de distracção, na sua linguagem é definido por "31". Este malandros, geralmente operam em esquinas, deste ponto de observação observa todas as pessoas que passam. Nas esquinas geralmente têm sempre um café e é aí que ele observa à vítima.

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O oportunista

08.02.12

"O oportunista tira vantagem de sua chantagem mental para alcançar o que quer. O oportunista aproveita as oportunidades normalmente sem preocupações éticas. É a oportunidade em pessoa e faz uso da boa vontade ou ingenuidade dos outros para atingir os seus fins lucrativos. É inconveniente e está sempre à altura da ocasião mais favorável. Aproveita-se do momento e faz da artimanha a sua arma preferida. Recorre à mentira como quem respira e faz do ensejo momentâneo a sua oportunidade, servindo-se da fraqueza dos outros e de sua ingenuidade. É caprichoso e tem uma necessidade física que o impele à oportunidade. A oportunidade é uma faculdade comum aos homens pelo qual o espírito se inclina a uma acção. O oportunista é falso e não tem sentimentos de culpa, quanto a isso e à sua maneira de agir desleal. É fingido e simulado para além de traidor e não verídico. Espera a sua presa com tranquilidade assustadora e quando o momento chega, está sempre em cima dos acontecimentos. O oportunista é bem-falante e é sabedor de sua “profissão”, como mais ninguém. É dissimulado e tem boa aparência física, veste-se bem e sabe esperar pelo seu momento, que é sempre o mais oportuno. Aparente e enganoso, tem sempre um sorriso nos lábios e sabe usar de cortesia. Leva os outros ao engodo prometendo-lhes o que não tem mas fazendo crer que é possuidor daquilo que apregoa. É suposto e nunca diz a verdade não se afligindo por isso, aliás, tal facto, deixa-o convencido de sua faceta menos clara e imprópria. Tira proveito do seu disfarce à semelhança de quem necessita de uma ajuda, que vem sempre de uma pessoa imprudente e desprevenida, que vai no conto do vigário, inocentemente e sem malícia. O oportunista é esperto e sagaz compreendendo a sua oportunidade assim que esta se lhe depara. Estuda os movimentos dos outros com perspicácia e nunca deixa fugir a sua vitima, estando de sobrolho. O único esforço de que dispõe é o estar atento ao que se passa à sua volta, qual abutre a rondar o cadáver. É um ladrão de sonhos por excelência, e goza do seu estatuto oculto para trazer as pessoas ao prejuízo. O oportunista causa danos irreparáveis dos quais é difícil de sair. Há os que perdem tudo, indo na conversa do oportunista, que se congratula pela sua esperteza e agudeza de espírito. Oferece as pessoas ao sacrifício como num ritual religioso. É prudente e age em conformidade. Nunca se põe em causa nem à sua vida, usando da difamação para se livrar de algum imprevisto… vitimizando-se. Sujeita as outras pessoas à tirania de seu carácter improvável. É um criminoso altamente qualificado e faz jus disso mesmo para atingir os seus fins lucrativos. O oportunista anda sempre sozinho, sentado nalguma esplanada, a observar atentamente as suas vítimas, que nunca desconfiam de nada, entregando-se à benesse do oportunista, que cuida bem do incauto. O oportunista leva vantagem de sua esperteza e inteligência, perante os demais. Não concebe a derrota como uma coisa possível de acontecer." Jorge Humberto 06/08/10 http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=145145

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Apaixonar-se pela pessoa errada. As relações doentias e destrutivas

08.02.12

Procura-se: Pessoa infiel adorando riscos, prometendo múltiplas traições, giro(a), egoísta e egocêntrico(a), muito impulsivo(a), com raivas inexplicáveis, profissão pouco definida ou uma vocação tirânica, pode ter uma causa, uma seita, com vícios secretos e públicos, comportamentos de risco variados, capacidade de com o olhar fazer o outro sentir-se único, arrependimentos constantes com desejo sincero de mudança, com duração dependente da presença do outro, pode ser casado(a), não desejar compromisso, não estar preparado(a) para compromissos ou ter uma orientação indeterminada. http://alavoisier.blogspot.pt/2009/10/proposito-de-nos-apaixonarmos-pelas.html Promete-se: Fidelidade canina, culpabilização constante, abnegação, espírito de sacrifício, choros múltiplos, ansiedade e controle, relação incondicional “até que a morte nos separe”, sustentação da família “casa, roupa e cama lavada”, pode não haver sexo, carinho em quantidades desejáveis, não é preciso prometer nada, pode ser infiel, e sedutor(a) sempre que estiver na presença dos outros. (Parabéns! Esta relação está condenada a ser temporária mesmo que seja até que “a morte os separe”, com “aureola” de santidade para uns e objecto de desejo para outros, ingredientes necessários para a manutenção de uma relação que os outros desejam mas não querem na sua casa). A baixa auto estima e a necessidade de referentes externos é fundamental para a manutenção de uma relação baseada num equívoco afectivo, em que um dá, aparentemente, de forma incondicional, e o outro recebe amor não dando nada em troca, a não ser excitação, ansiedade, manutenção da atitude activa e apaixonada do outro, incompatível com a descrição de uma relação baseada na tranquilidade, no afecto partilhado, na confiança, e no crescer e aceitar o outro na relação. Relações deste género, desequilibradas em termos de poder, mantêm um sem número de pessoas condenadas a não serem protagonistas da acção, a serem o centro de um “filme” criado por elas em que são dignas de compaixão, como óptimas heroínas, e os finais raramente são felizes porque por exaustão ou desistência perpetuam este padrão com outros “actores”. Também a pessoa não preparada para o compromisso ou incapaz de o fazer é intensamente frágil e dependente quase em exclusividade de controle do outro e da humilhação constante que o outro provoca, apesar de aparentemente ter uma pessoa tão “boazinha” só para ele! Relações adultas em que há uma partilha crescente

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O Chantagista Emocional

07.02.12

O Chantagista Emocional pohttp://www.galenoalvarenga.com.br/publicacoes-livros-online/cronicas-ensaios/o-chantagista-emocional r Galeno Alvarenga | 22 de março de 2010 Todos nós já convivemos com pessoas que chegamos a amar e, possivelmente, hoje odiamos. Relacionamo-nos com um tipo de indi­víduo que num primeiro encontro mostrou-se agradável, simpático, e deu-nos a impressão de estar interessado por nossos problemas e de ser honesto. Com o passar do tempo, o percebemos como o oposto do que sua “máscara de saúde” aparentava. Os psiquiatras classificam esses indivíduos como possuidores de um “transtorno da personalida­de antissocial”. São figuras humanas interessantes, constituindo 70% dos habitan­tes das penitenciárias, portanto, muitos deles estão soltos. É preciso muito cuidado com eles, pois podem infernizar nossa vida. Aparecem mais frequentemente entre os homens, embora muitas mulheres sejam antissociais. Alguns autores afirmam que 4% da população apresenta essa conduta, para outros, a proporção é maior. O direito denomina es­sas pessoas de “criminosos”, “estelionatários” e outros termos. O povo avalia negativamente esses indivíduos, chamando-os de “cara-de-pau”, “marginais”, “sem-caráter”, “sem-vergonha”, “safados”, “desonestos”. Falantes e animados, dão a impressão de pessoas felizes e bem-ajustadas. São artistas, exibindo uma falsa autenticidade, segurança e ótima saúde mental que, de fato, não possuem. Atenciosos e sem inibições, cativam rapidamente a todos, principalmente às mulheres, que se apaixonam com frequência por eles e muitas vezes passam a dedicar-lhes suas vidas. É atraído por ações perigosas e detesta ambientes tranquilos. Ele agride as pessoas quando frustrado, age apressadamente diante de situações problemáticas, pois não tolera refletir ou adiar ações. O antissocial é indisciplinado e geralmente incapaz de seguir objetivos a longo prazo, bons ou maus, isso não importa. Nas suas conquistas, pode ocorrer que já num primeiro en­contro o antissocial declare todo seu amor e paixão à ingênua mo­cinha. Propõe-lhe um casamento ou uma vida a dois maravilhosa, pois está “caído” por ela. Em seguida, pede-lhe um empréstimo, pois terá de viajar na manhã seguinte para realizar um grande negócio, mas, como foi assaltado há poucos instantes, ficou sem dinheiro e tam­bém sem seus preciosos talões de cheques. Às vezes o “golpe” é mais lento. Há um início de namoro, com grande intimidade com sua parceira e familiares dela. Fica amigo de todos, conversa muito, conta casos interessantes e alegres, mostra-se prestativo, frequenta a casa da namorada, passa a almoçar, jantar e até dormir lá. Para justificar o seu modo de vida, histórias fantás­ticas são relatadas à família. Essas, à medida que se descobre sua falsidade, são trocadas por outras mais fantásticas ainda. Ele não está trabalhando porque tirou férias de uma grande empresa, onde é diretor-presidente. Terminadas as suas “férias”, ele está planejando um vultoso negócio para a companhia e por isso foi dispensado de ir trabalhar. Que pena! De repente, fizeram-lhe uma injustiça: ele foi demitido. Mas não foi nada, pois ganhará uma gran­de indenização e antes de largar o trabalho, já terá sido contratado para novo emprego, por sinal muito melhor do que o anterior. Sem endereço nem telefone, sua família é uma incógnita, até seu nome costuma ser falso. Enganando a namorada, ele pode chegar ao casamento. Após este se consumar, surgem as brigas, as agressões físicas, as exigên­cias de dinheiro e, com frequência, a infidelidade conjugal aberta: leva mulheres para dentro de casa, “transa” com a vizinha, com a cunhada ou com a melhor amiga do casal. Não mostra nenhum senso de responsabilidade conjugal. O ca­samento quase sempre dura pouco, acabando com o abandono da mulher e dos filhos. Nosso “herói” desaparece, arruma uma nova par­ceira para explorar. De quando em quando, retorna à antiga mulher, fazendo proposta de reconciliação, num tom de voz aparentemente emocionado, com olhos cheios de lágrimas. Nesses momentos, apa­rentando sinceridade, jura seu amor e arrependimento por tê-la aban­donado. Afirma que nunca mais vai ocorrer o que aconteceu. Entretanto, as promessas duram pouco: só até à primeira frustra­ção ou à primeira sedução fora de casa. Em sua mente nunca há culpa, ele nunca aprende com seus com­portamentos inapropriados, pois não sofre com isso. Não é leal a nin­guém, nem com nenhum grupo ou ideias. Não consegue julgar adequa­damente nenhum de seus atos, nem os dos outros, pois não é atingido pelo sofrimento alheio. Explica, com sua lógica deturpada, toda e qual­quer conduta sua, mesmo a mais imoral. Agressivo e impulsivo, não tolera ser frustrado. É um indivíduo geralmente incapaz de seguir qual­quer objetivo a longo prazo, bom ou mau, isso não importa. Alguns estudiosos desses “doentes” afirmam que eles buscam, durante suas vidas, um caminho capaz de transformá-las em fracasso. Assim, se cometem uma falta ou um crime, arriscam-se, comentam, enfim, fornecem pistas para serem descobertos. (evidentemente, eles não são “bons” criminosos.) Ele não é um “louco” no sentido literal da palavra, mas é capaz de, após matar os pais para conseguir dinheiro para suas farras, pedir ao júri clemência por ser órfão. Após conseguir donativos para um asilo inexistente, afirmar que sua atitude ajudou àqueles que deram esmolas, pois os doadores ficaram aliviados e felizes por estarem aju­dando os velhinhos pobres. À primeira vista eles parecem brilhantes, com inteligência su­perior, seja no trabalho, seja no estudo ou nas relações sociais. Mas, inevitavelmente, mais cedo ou mais tarde fracassarão, serão demitidos do emprego, afastados dos amigos e perderão tudo aquilo que, para os “normais”, é caro. Os antissociais estão em todas as partes: são encontrados nas favelas, nos bairros pobres, nas cidades do interior, nas grandes ca­pitais, nos palacetes e até nos palácios governamentais. Diga-se de passagem, não são raros também entre os políticos. Alguns são presos por dar cheques sem fundos, roubar, montar firmas ou clínicas fantas­mas, ludibriar seus clientes e assim por diante. Outros aprendem - às vezes bem - a utilizar-se de um vocabulário altamente sofisticado e eloquente, para manipular os outros em seu benefício. Utilizam também com esmero recursos histriônicos para co­municar sentimentos falsos. Esses, os mais socializados, escapam do cerco policial, chegando a ser vereadores, médicos, psicólogos, advo­gados, deputados, pastores, padres ou até mesmo governadores e pre­sidentes da república. Sua conversa fácil e sua crença em inverdades, ditas com entusiasmo, seduzem o incauto que o procura ou o elege, projetando nele o seu Deus. Diante do leigo, ou mesmo do psiquiatra, ele parece normal. Durante a entrevista, nada revela de loucura, incapacidade ou defici­ência mental. É sua história de vida, examinada e contada pelos acom­panhantes, que fornecerá as pistas para percebermos que estamos diante de um indivíduo com perturbação da personalidade do tipo antissocial: um “doente” na sociedade. Entre as quadrilhas mais sofisticadas, as com um grau mínimo de organização, os antissociais não são aceitos, pois lhes falta, não só a disciplina, com também alguma ligação afetiva com o grupo de crime necessária ao êxito do empreendimento. A maioria deles não comete crimes suficientemente grandes para serem presos por longos perío­dos. Portanto, até com respeito ao crime, eles não são sérios. A carreira do antissocial geralmente começa cedo, ao roubar as merendas dos colegas ou faltar às aulas, agredir companheiros ou pro­fessores, ou ainda fugir de casa. Inicia relações sexuais precocemen­te. Bebe, ainda na infância, com grande prazer. Não se liga a grupos por muito tempo. Maltrata ou mata pequenos animais, agride sem piedade ou motivo os companheiros mais fracos, explora-os como pode. Mas sempre acha que tem razão. Com o aumento de seu poder, ao crescer apodera-se do carro do pai, estraga-o, faz farras e, quando recriminado, justifica-se, aparen­tando total sinceridade. Representando arrependimento, jura que vai mudar sua conduta, garante que aquilo nunca mais vai acontecer. Na primeira oportunidade, porém, ele retorna ao mesmo comportamen­to e novo juramento é feito, sempre do mesmo jeito, demonstrando as mesmas emoções falsas de antes. Mente a propósito de tudo, em qualquer lugar, com qualquer pessoa, e muitas vezes sem nenhuma razão. Se apanhado na mentira dará sua “palavra” de honra” de que não mais faltará com a verdade e firmará, nesse sentido, um “pacto de cavalheiro”. Entretanto, para nosso azar, os castigos, as críticas, as prisões e os internamentos geral­mente não produzem efeito a longo prazo. Sua escalada continua: uso de bebidas, drogas, acidentes graves, roubos, abandono de emprego, brigas, cheques sem fundo, mentiras e mais mentiras. Os pais, desesperados, tentam ajudá-lo, montando um comér­cio, que é “depenado” em pouco tempo. Mandam-no para a fazenda do tio e lá ele planta maconha. Internam-no na casa de saúde e ali ele vende suas roupas, compra drogas, suborna o guarda e foge. Pedem a sua prisão. Nesta, ele se mostra como um cordeiro, e ao ganhar con­fiança, na primeira oportunidade burla a própria polícia. Nunca pensa a longo prazo, sendo total seu imediatismo. Não se pode contar com o antissocial, pois ele engana, rouba, falsifica, adultera e mente. Cultiva um grande desprezo pelas normas da sociedade, pelas dificuldades dos outros, sejam elas emocionais, financeiras, físicas ou sociais. Não se envergonha do que fez ou faz. Sua vida é cheia de proezas, que levariam a maioria dos homens à depressão ou mesmo ao suicídio. Entretanto, no antissocial não se exterioriza nenhum ato que possa indicar remorso ou humilhação. Nele não foram introjetados os nossos valores, sejam morais, sejam estéticos. Os mais espertos aprendem o desejado pelas pessoas. Conse­guem transmitir ao povo a sua máscara de saudável honestidade e honradez através de um discurso contendo tudo aquilo que o povo deseja ouvir e alcançar. Depois, sozinhos ou com seus companheiros do mesmo caráter, tomando seu uísque escocês, riem e zombam da­queles que, inocentemente, depositaram confiança neles. Cuidado! Eles estão em toda parte!

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Sintomas de transtorno de personalidade anti-social: Uma Visão Geral

06.02.12

Sintomas de transtorno de personalidade anti-social: Uma Visão Geral * comportamento extremamente agressivo e uma atitude indiferente. * Não é possível aceitar e adaptar-se às normas prevalentes na sociedade. * Comportamento ilegal e criminoso dobrado de espírito. * Não tem respeito pelos outros e opiniões de outros ignora. * Impulsivo, indeciso, impetuoso e irresponsável. * Não se importa com a segurança e o bem-estar dos outros. * Tendência para causar dano físico a outros. * Altamente instáveis e socialmente aberrante com a falta de auto-controle. * Irresponsável para com quase tudo na vida. * Financeiramente dependente e suga a vida outros. * Sem remorsos, desprovido de empatia e cruel. * Tendência a conseguir tudo por enganar os outros. * É um mentiroso patológico ou compulsivo por todos os meios. * A falta de preocupação com a segurança do outro e de segurança. * Se entrega em roubo, os argumentos e lutar com bastante facilidade. * Adepto em manipular os outros por meio de elogios. * É às em relação abusiva e promíscuas relações sexuais. * Extremamente irresponsável na vida profissional. * Apresenta wittiness superficial, intelecto glib e charme. * Cria tumulto e problemas jurídicos da sociedade. * Cruel com os animais e têm uma tendência para prejudicar eles. * Falta de controle sobre seu ambiente. * Evita entes queridos e desenvolve sentimentos de ódio. * Sucumbe à toxicodependência e alcoolismo em tenra idade. * Pode tentar machucar deliberadamente.

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História da Catarina. Comportamento de um sociopata, aproveitador, oportunista

05.02.12

Era 27 de janeiro, calor intenso, verão em São Paulo. O dia começou nublado, Catarina pensava que iria chover e as chuvas nessa estação sempre são muito fortes; tomou banho, se vestiu como nunca, pegou o guarda-chuva e saiu para encontrar o homem que amava, ou pensava que amava. Encontro marcado para o Ibirapuera às 10 horas da manhã. Ela chegou ao parque, sentou-se em um banco de cimento e ficou esperando. Ele demorava. E ela estava preocupada... O namoro iniciou em agosto. A principio ele parecia tão apaixonado, fazia graça, beijava, abraçava, desejava... Tinha ciúmes. Catarina o estava estranhando, ele não respondia mais às suas mensagens de e-mails, nem as mensagens via celular... Não atendia aos telefonemas.   Uma semana atrás eles marcaram de ir ao museu da língua portuguesa, e ele não apareceu. Ela foi sozinha. Triste, mas firme como toda mulher de fibra. Fizeram amor no dia 30 de dezembro, não foi bom para Catarina. Mas ela não disse nada. Nem deu tempo. No meio da transa ele recebeu um telefonema, disse ele que era um amigo que mora no Rio de Janeiro. Ele desligou o celular, tomou um banho e saiu dizendo que iria viajar para Rio... Catarina ficou arrasada... Correu para vestir a roupa, saiu atrás dele tentando entender o que estava acontecendo, mas somente recebeu um beijo frio e um "agente se fala"... Cinco meses de namoro, e de repente isso. Ela ficou desnorteada, foi para casa cabisbaixa... Se sentindo uma coisa usada e jogada fora, faltava alto estima, faltava entender como um homem recebe um telefonema nessa situação e sai correndo como um cachorrinho ensinado... Não "Fia" entenda que ele é um irmão pra mim, e tá pagando a passagem...   Mas, nada tirava da cabeça de Catarina que havia outros interesses. Ela sabia que ele era muito interesseiro, só estava com ela porque ela estava muito apaixonada e fazia tudo que ele pedia, pagava o motel, a cerveja e a pizza... Como era tonta, pensava Catarina, faço tudo por ele e ele faz assim comigo. Era provável que o amigo dele estivesse arrumando alguém com uma grana para ele dar um golpe... Catarina percebia que ele era um aproveitador de mulheres.   Ele viajou. Em 15 dias não deu notícias. Quando voltou, ligou e disse: -estou em Sampa. Marcaram um encontro numa segunda à tarde, ela estava de férias e ele nunca trabalhava mesmo.  Conversaram bastante, quer dizer, ele falou, contou da sua experiência no Rio, da sua estada numa praia distante, por isso o celular não funcionava. Falava das pessoas que conheceu, inclusive uma tal assistente social com idéias "idiotas" segundo ele.  Falou tanto dessa mulher que após o encontro Catarina resolveu dar uma olhada no Orkut dele... E não foi surpresa quando viu os recados da tal mulher falando de coisas tão íntimas... Ligou para ele e ele disse ser apenas brincadeiras. http://www.tabacultural.com.br/creusacarlasdesousa.htm Creias Carla de Sousa   Depois desse dia, ele ficou estranho. E ela deprimida. Emagreceu quase 10 quilos em uma semana.   Chegamos então ao dia 27 de janeiro. Finalmente ele chega e cumprimenta Catarina com um beijo no rosto. Ela estremece. Sabe que será o fim. Mas, não quer aceitar. Ele começa a falar coisas sem nexo, e em seguida diz que não faz sentido estarem juntos, pois ele não está apaixonado. Ela engole o choro e pergunta se alguma vez ele esteve apaixonado, então ele responde que não, que simplesmente ela estava ali, tão fácil, tão carente que ele aproveitou para ter algum prazer sem precisar pagar.   Ainda disse que ela logo encontraria alguém para casar, e ter seus filhos, negrinhos... Ele era branco, transparente e ela negra. Ela percebeu que ele era racista também. Nossa, ele não gostava de nordestinos, dizia odiar gente pobre, sem dinheiro para comer e beber bem... E agora se mostra racista... Naquele instante Catarina só ouvia, estava cega de ódio... Sentia-se muito usada... E ele continuava, você acha que algum dia eu iria levar você em minha casa para apresentar aos meus pais?  Meu pai não gosta de negros, ele é descendente de italianos, branco. Minha mãe é descendente de portugueses, branca...  Catarina suava, não sabia se era o calor do verão, o mormaço do tempo que se preparava para uma chuva típica da estação, ou se isso era resultado das verdades que ela se recusou a ver por todo esse tempo.   Ele dizia que não havia mais assunto entre eles, que ela era sem graça, sem capacidade de argumentação... Mas, ela pensava, como argumentar com um publicitário sobre propaganda, anúncios e outros, é um assunto tão chato! Como argumentar com os publicitários amigos dele que diziam "comer" uma mulher para conseguir a conta de uma empresa. Catarina era engenheira.  É outro mundo. Ela tentou argumentar, tentou brigar, mas ele não deixou. Ao contrario disse que não queria vê-la mais. E não queria brigar, não queria baixar o nível... Mas qual nível? Ele não tinha nível. Era um gigolô.   O namoro acabou. Catarina ficou muito triste. Nesse dia ela ficou, algumas horas, sentada no banco da estação de metrô.  Choveu muito durante a tarde, ela ficou vendo a chuva, as pessoas passando, saindo dos trens, indo para suas casas, felizes, e ela abandonada. A chuva passou, era mais de cinco da tarde.  Catarina reuniu forças, entrou no trem, voltou para casa.   O pior do fim de um namoro é não ter para quem contar sua tristeza. Como Catarina iria falar que aquele cara a explorou o quanto pode e quando encontrou alguém disposta a dar mais vantagens a abandonou. Catarina sentiu vergonha, sentiu nojo, queria voltar ao passado e ignorar aquele sujeito. Por muito pouco ele não destruiu a vida de Catarina.   Quando o verão acabou, Catarina sentiu um alívio, foi como se as águas de março levando o verão, levassem também aquele sentimento que no principio foi bom e no fim transformou-se em coisa ruim. Aquela chuva forte lavava a alma de Catarina, levando os farelos de amor que ainda restavam dentro dela...

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As cicatrizes que o psicopata deixa para sempre

01.02.12
http://antologiafemenina.blogspot.pt/2007/09/el-psicpata.html?m=1
Este es el segundo prototipo. A este hay que de verdad tenerle miedo: deja cicatrices imborrables. Las va marcando, a fuego lento, y una va disfrutando en ese doloroso placer, hasta que un día se da cuenta que está completamente quemada.

El psicópata

Definición: hombre que padece de un servero trastorno de personalidad y relacionamiento encubierto, que disfruta de un juego de seducción, manipulación y poder, al que la mujer se sentirá involuntariamente atraída hasta quedar envuelta en una relación casi enferma (a veces deja de ser casi) y dependiente de la que le costará mucho tiempo, quizás años, salir y sobreponerse.

Descripción: Es un conquistador nato. Maneja perfectamente la estrategia, y qué tácticas utilizar para alcanzarla. No busque en rasgos físicos, se esconde detrás de cualquier fisonomía. Aunque seguramente tendrá una mirada cautivante y misteriosa. Sus víctimas son siempre mujeres con la autoestima baja. Y si no la tenían, llegan a desgastarla tanto, que su valoración cae hasta el punto en que no son capaces de dejarlos porque sienten que ya nadie va a amarlas como él. Ejerce una fascinación indescriptible, e incontrolable. Sí, creo que también injustificable. Porque cuando quiere demostrar amor, lo hace al extremo, de manera pasional, sorpresiva e inesperada. Sin cálculos ni medidas. Luego comienza la etapa oscura, repleta de gritos, reproches, recriminaciones, celos. A continuación las desapariciones, las ausencias, los silencios. Y ella extraña, añora, desespera. Busca al primero, a aquel que recuerda en sueños, al que la hace suspirar. Pero es el que paulatinamente, sin percibirlo, cada vez se muestra menos. Ella se queda prendada de una ilusión, de una actuación fugaz, de una puesta en escena. Luego el telón se cierra, los disfraces se guardan, las caretas se caen, y queda el ser despojado de belleza. La sombra de lo que nunca fue. Simplemente queda lo real. Sólo que de vez en cuando, cada vez que esté a punto de perderla, cada vez que la sienta lejana, volverá por sus disfraces y montará un nuevo acto. Y así, una y otra vez. Una y otra vez. Y las tendrá ahí, a su merced, embelesadas, idiotizadas, glorificándolos, necesitándolos. Presas y entregadas. Se apodera de ellas como una soga que las ata, como una droga que las hace adictas.

Características: seductor, mitómano, manipulador, egoísta, desconsiderado, temperamental. Adictivo. Es como una montaña rusa que mezcla el placer y el dolor, aunque no siempre en la medida justa.

Conducta repetitiva: Ponerlas a prueba hasta encontrar el límite, para ver hasta donde se extiende su dominio, para comprobar la incondicionalidad. Va y vuelve. Está con una pero se enamora de otra. Oscila entre el amor y el desprecio.

La clave: Self preservation. El psicópata es como el golpeador. Lo hará, lo disfrutará, y volverá a pedir perdón de alguna manera. No deje que ese breve instante de arrepentimiento la enceguezca. No es más que parte del proceso. Volverá a lastimarla, a maltratarla, a rebajarla. Porque su mayor satisfacción reside en el poder dominarlas. Es difícil identificarlos en el comienzo, generalmente se lo ve cuando ya está enamorada, y es difícil desprenderse. Entonces, por si acaso, nunca deje que le pongan el pie encima, o la arrollen directamente.

Recomendación: Mantenga siempre alta su autoestima, es el mejor escudo contra ellos. Cuando una se valora el psicópata no tiene lugar por donde atacar, no tiene flancos. Y si aún así ha caído en sus garras, cuando se encuentra a si misma justificando todas sus acciones, cuando se encuentra aferrándose a la esperanza de que él algún día él va a enamorarse aunque le esté diciendo en la cara que usted no le importa, cuando todas sus amigas le estén diciendo sinceramente que él está loco: CRÉALES. Haga un esfuerzo, deje de la do los sentimientos y escuche a la razón (en este caso aplica y es absolutamente válido). Si no, en 10 años, se encontrará maltrecha y desesperanzada esperando a alguien irreal.

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Príncipe? Não! É o aproveitador moderno

01.02.12
11 Abr 2010
Príncipe? Não! É o aproveitador moderno.
Modo actual:irritado
Na primeira versão, eles queriam apenas "a carne" de moças imprudentes, e para isso se mostravam bem sucedidos, bem relacionados, bem intencionados. Uma vez que tivessem aquilo que procuravam, botavam a mala nas costas e iam pra outro lugar enganar outra jovem.

Na segunda versão, eles procuravam por mulheres mais velhas e separadas, ou viúvas. A ambição passou a ser maior: Queriam ser sustentados por elas. Propunham casamento oferecendo apenas "companhia" e pedindo em troca nada menos que tudo. Mas o preço era alto, pra ter isso eles tinham que se casar e isso dava certas limitações ao indivíduo. Mulherengos convictos sempre, mas sempre tinham uma maneira de agir que prendia a mulher a eles, e eles a elas.

Mas, na versão 3.0, eles são muito diferentes! Eles se adaptaram à mulher moderna! Eles sabem que a mulher atual estuda pra caramba, trabalha pra caramba, fica bem sucedida, e...Esquece de viver, esquece de experimentar e fica sem a "malícia" necessária para os relacionamentos, onde existe mais do que uma entrega, existe uma troca maravilhosa de experiências que tem hora que dá certo e hora que não dá, e nos faz ter subsídios e forças para enfrentar as situações difíceis que virão.

Mulheres modernas, bem resolvidas, inteligentes, bem articuladas, que conhecem muitos e namoram quase ninguém, são independentes, moram sozinhas, tem seus bons carros e realizam com certa regularidade pequenos sonhos de consumo. São médicas, são gerentes de banco, são professoras, são dentistas, são empresárias.

Eu descrevi você né amiga? Pois é, eu sei... Você é o alvo.

Esse indivíduo de quem falo vai te encontrar geralmente no lugar de sempre, atualmente o território sem lei da Internet. Em chats, em salas de bate-papo, em fóruns, em sites de relacionamento, eles estão em todos os lugares. Então, você o conhece depois de um tempo trocando e-mails e mensagens instantâneas é amor a primeira vista. Ele é bonitão, interessante, bem resolvido, SOLTEIRO, sem ex-mulheres, sem filhos, sem passado só presente, parece até ter sido feito exclusivamente pra suprir seus sonhos, então vocês vão para a cama... E ele é divino, carinhoso e viril ao mesmo tempo, uma loucura. Paixão imediata.

Perfeito demais pra ser verdade? E é mesmo. Esse homem não existe.

E esse homem vai ocupar todos os espaços, dormirá uma vez em sua casa e depois começará a se apropriar aos poucos dela, ficará dias inteiros com seu carro, ligará para Deus e o mundo da sua casa, consumirá tua comida e começará a deixar "pequenas contas pessoais" pra você pagar. Você, boba, apaixonada, faz isso tudo e ainda compra presentes pra ele.

Um dia você percebe que nunca viu um familiar dele, não entende porque o telefone dele tem número restrito, porque ele tem disponibilidade de horário no meio da semana pra ficar a manhã inteira na academia ou na praia, lembra que nunca mais viu o carrão que ele tinha quando saía contigo, que faz al.. meses que quem paga as contas dele é você, que quando vocês saem quem tira o cartão da bolsa é você, e aí começa a ligar as coisas, começa a entender que seu príncipe é um grande, gordo e feio sapo.

Nessa hora, seu príncipe que virou sapo, vira o que ele realmente é: O OGRO.

Agora você percebe que aquelas fotos picantes que ele queria tirar durante o sexo inusitado não eram para apimentar a relação, agora você entende porque você nunca mais viu o carrão que ele tinha... Porque pertencia à outra mulher que estava sendo enganada enquanto ele se ostentava pra você, e que provavelmente o dinheiro que ele pagava os encontros e jantares também vinha dela, como o seu dinheiro foi para outra... E começa a sentir raiva dele e de si mesma.

Nessa hora, ele, sabendo que você está extremamente sensível, chora, faz escândalo, sofre... E te enrola de novo, mas geralmente por menos tempo, pois agora você está mais centrada e desconfiada e percebe rápido os movimentos dele. Mas já é tarde, porque você caiu novamente na lábia dele mesmo com seu relacionamento no buraco só esperando as "pás de cal", e só após al.. meses e muitos traumas, você consegue se livrar dele porque ele já está noutra onda.

Surreal? Imaginário? "Realidade aumentada"? Não!!!

Eu estou descrevendo a trajetória do relacionamento que estes aproveitadores "new generation" geralmente percorrem. Cada um tem sua forma de agir, mas em linhas gerais é assim que eles agem, e eu estou escrevendo isto pra você porque VOCÊ pode ser alvo de um deles em qualquer momento da sua vida.

Todo mundo se acha muito inteligente, muito esperta e geralmente somos mesmo, mas quando isso acontece vemos como somos frágeis. Tenha cuidado, porque você pode passar por isso também.
http://www.myspace.com/deboramexicana/blog/532614230

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